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quinta-feira, 17 de julho de 2014

Edição 38: Sinal verde para iniciativas sustentáveis no setor de transporte

Esta edição traz um olhar diferenciado sobre o processo de sustentabilidade corporativa. A abordagem objetiva uma compreensão dos impactos criados (e como mitigá-los) no processo logístico.

Geralmente, os debates e as iniciativas ficam mais centrados nas soluções para os impactos causados pela matéria-prima ou por criatividade e inovações no processo produtivo, bem como na gestão de toda a cadeia dos resíduos gerados, tanto na produção como no consumo.

De forma geral, o debate ainda está muito mais direcionado para o impacto na industrialização direta dos produtos e pouco para os serviços ligados, direta ou indiretamente, a esses produtos. Um dos serviços que entram nesse debate, devido ao volume de emissão de gases poluentes, é o transporte. Para um entendimento do impacto dessa atividade, o último inventário de emissões de gases de efeito estufa realizado na cidade de São Paulo mostrou que mais de 60% das emissões são provenientes dos serviços de transporte. Dentro dessa atividade, o combustível chega a representar até 40% dos custos variáveis de manutenção de uma frota. Visando reduzir os impactos e encontrar soluções, algumas empresas de gerenciamento de frotas desenvolveram mecanismos para que seus clientes monitorem e controlem as emissões de CO2, provenientes da circulação dos seus veículos. Soluções para o gerenciamento desse abastecimento, que é uma maneira de tornar mais eficiente a operação, a qual, combinada ao gerenciamento das demais necessidades das frotas, está ajudando a reduzir as emissões de gases e garantir créditos de carbono.

Conforme informado pelo site cargobr, tratando-se dos EUA, até 2020, são esperadas 90,1 milhões de toneladas de mercadorias movendo-se diariamente nos Estados Unidos. E, nesse ritmo, espera-se um aumento de emissões de carbono em 40% nas próximas décadas, de acordo com o “Department of Energy’s Annual Energy Outlook”. Esses fatores combinados significam que empresas que transportam qualquer tipo de carga vão enfrentar uma importante pressão para tornar suas operações mais ecológicas e sustentáveis.

Com o intuito de provocar mais esse debate e também de ampliar a visão sistêmica da sustentabilidade dos negócios, esta edição traz, na sua temática de capa, entrevistas e opiniões de profissionais que atuam no setor de transporte. Esta edição ainda traz uma matéria, do CPCE regional, sobre as iniciativas das empresas dos Campos Gerais, além de conteúdos sobre reciclagem de óleo de fritura e acerca da atuação do WTC (Word Trade Center) da região Sul.

Boa leitura!

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Edição 34 - Moda Sustentável: Somos o que vestimos!

Sustentabilidade: vista essa camisa você também!

Um tema de capa que tratasse do negócio de vestuários já estava “na fila” há muito tempo em nossa editora. Nesse período, sempre imaginávamos tratar o tema de forma bem ampla, demonstrando toda a cadeia produtiva desse setor, abordando as iniciativas e as inovações para redução dos impactos socioambientais.

Na condição de consumidores, geralmente temos a impressão de que é um setor que não gera muitos resíduos no momento do pós-consumo. Não vemos, por exemplo, muitas campanhas recomendando destinação adequada dos resíduos de roupas, como geralmente encontramos nas campanhas dos resíduos de plásticos (sacolinhas e embalagens) ou até mesmo de celulares (aparelhos e baterias). Será que destinamos adequadamente nossas roupas depois do uso? Será que o processo de doação, bazar ou reuso evita que esses resíduos sejam mais expressivos e impactem no meio ambiente? Será que somos conscientes do destino dos resíduos de nossas roupas?

Apesar de não existirem campanhas específicas e demonstração dos impactos gerados no pós-consumo, esses resíduos existem sim e muitas iniciativas já são positivas nesse segmento. Uma das entidades que atua em um processo de consumo consciente, mencionadas nesta edição, é o Instituto Ecotece, o qual demonstra iniciativas de reutilização para evitar a aquisição de novas peças de vestuário ou acessórios. Outras iniciativas positivas são das empresas que procuram inovar na forma de produção, como é o caso da marca paranaense Irmãs Green e da Oceano Surfwear, de Santa Catarina.

Nesta edição, além das iniciativas para produtos mais sustentáveis no setor de vestuário, você encontrará também uma matéria sobre a reciclagem do gesso, por meio de um projeto inovador desenvolvido em Curitiba. No espaço Responsabilidade Social Corporativa, serão apresentadas as iniciativas estimuladas pelo CPCE (Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial) na disseminação do tema sustentabilidade dentro das instituições de ensino superior. A edição traz, ainda, duas matérias que contemplam projetos ligados à área de energia, sendo uma sobre os projetos de smart grid (redes inteligentes) e outra referente às iniciativas de entidades ligadas ao WTC Business Club.

Boa leitura!

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Veja outros conteúdos dessa edição:

Matérias:

- Capa: Sustentabilidade além da matéria-prima
- Entrevista: Lourival dos Santos e Souza
- Visão Sustentável: Gesso reciclado vira fertilizante para agricultura
- Responsabilidade Social Corporativa: Educando na Sustentabilidade
- Desenvolvimento Local: Eficiência Energética no WTC

Artigos:
- Artigo: O sonho acabou? (Jerônimo Mendes)
- Artigo: Oportunidade e realização (Rafael Giuliano)
- Artigo: O mito do PIB (Daniel Thá)
- Artigo: Água: A crise e a inércia política global (Hugo Weber Jr)
  

quarta-feira, 24 de abril de 2013

EDIÇÃO 32 - Veículos Elétricos

Editorial: Veículo elétrico! Quando você terá um?

Esta edição trata de um tema que está ganhando espaço nas discussões sobre mobilidade urbana: os veículos elétricos. Ainda longe de ser realidade nas ruas do Brasil, mas “rodando” em alta velocidade para um futuro mercado promissor.

Tratando-se de mobilidade com veículos elétricos, logo imaginamos os tradicionais carros adaptados com uma tração elétrica. Esses veículos, em especial no mercado brasileiro, ainda dependem de alguns aspectos (entre eles legislação e postos de abastecimento/recarga) para que seja possível sair de uma concessionária guiado um carro que não faz barulho, não emite poluentes e com suavidade na aceleração. Apesar de alguns veículos já estarem em fase de testes ou a serviço, como os táxis em algumas cidades, ainda teremos que esperar um bom tempo para dirigir esse tipo de carro. Por enquanto, o que mais se aproxima desse mercado são os carros híbridos. Por outro lado, o mercado de veículos elétricos alternativos, como as e-bikes, os skates e as scooters, já é realidade e tem mostrado ser um mercado crescente. Apesar de algumas limitações relacionadas à infraestrutura das cidades, esses veículos têm caído no gosto dos consumidores, principalmente aqueles com perfil jovial, que desejam qualidade de vida, e que não exigem, necessariamente, um “veículo pesado” para seu deslocamento no cotidiano. São esses exemplos que serão destacados em nossa matéria de capa.

Esta edição também traz, como exemplo de produtos sustentáveis, novamente uma matéria sobre a Cativa Cosméticos, agora com destaque para a sua rede de franqueados que se espalhou pelo país. No espaço Responsabilidade Social Corporativa, destaca-se a atuação voluntária dos vice-presidentes do CPCE (Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial) junto às empresas paranaenses. Como tratamos na matéria de capa sobre veículos elétricos, o conteúdo sobre desenvolvimento local traz os exemplos de empresários associados ao WTC (Word Trade Center) que atuam no mercado de energia. No espaço tecnologia e sustentabilidade, o destaque fica por conta da importância dos laboratórios na medição e aferição para processos produtivos eficientes e qualidade para o consumidor.

Boa leitura!

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Veja outros conteúdos dessa edição:

Matérias:
- Capa: Veículos elétricos: locomoção do futuro?
- Entrevista: Osório Trehttp://geracaosustentavel.com.br/assinar/ntini
- Visão Sustentável: Cativa Natureza - Expansão Orgânica
- Tecnologia e Sustentabilidade: Na medida da sustentabilidade (Paraná Metrologia)
- Responsabilidade Social Corporativa: Lideranças Sustentáveis (Cpce Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial)
- Desenvolvimento Local: Rede de crescimento (WTC)

Artigos:
- Artigo: Escassez ou abundânica? Eis a questão! (Jerônimo Mendes)
- Artigo: Voluntáriado: Desenvolvimento sustentável de pessoas e organizações (Rafael Giuliano)
- Artigo: Ultrapassando todos os limites (Clóvis Borges)
- Artigo: Reciclagem de vidro - Um mercado a descoberto (Hugo Weber Jr)

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sexta-feira, 19 de abril de 2013

ACESSO GRATUÍTO EDIÇÃO 31 - VERSÃO DIGITAL

Conteúdos desta edição:

Matérias:
- Capa: 2013: O ano da Logística Reversa
- Entrevista: Marina Silva
- Visão Sustentável: Cativa Natureza – beleza de forma sustentável
- Tecnologia e Sustentabilidade: Parana Metrologia – Da teoria para a prática
- Responsabilidade Social Corporativa: (Cpce Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial) Realização de 2012 e Projetos 2013
- Desenvolvimento Local: A sustentabilidade como inspiração (WTC)

Artigos:
- Artigo: O “Pibão” da Presidenta Dilma (Jerônimo Mendes)
- Artigo: O Marketing e o ciclo de vida sustentável de produto (Hugo Weber Jr)
- Artigo: Turismo Sustentável – Have you heard about it? (Rosimery de Fátima Oliveira)



segunda-feira, 18 de março de 2013

Desenvolvimento Local - Edição 31


Associados do WTC contam de que forma aplicam esse conceito em seus negócios

Jornalista Bruna Robassa

Não é de hoje que o tema sustentabilidade faz parte dos grupos de discussões do mercado corporativo. Além de ser discutida, a temática já serve de inspiração para criação de novos negócios. É o caso da Madeplast – Madeira Ecológica, que surgiu depois de ser incubada em uma universidade de Curitiba em 2008. “Desde sempre o que motivou o desenvolvimento da empresa foi a sustentabilidade”, conta Guilherme Bampi, superintendente da empresa.

O empresário relata que a equipe responsável pela ideia tinha em mente desenvolver um produto ecológico substituto da madeira nobre extrativa. “Como a Madeplast faz parte de um grupo de empresas que surgiu no ramo florestal em 1945, já possuíamos o conhecimento sobre a madeira e sobre a quantidade de resíduos que sobra na serraria. Nossa ideia era plastificar os resíduos e dar a durabilidade do plástico à madeira. Tudo isso com resíduos tanto da m¬adeira quanto do plástico”, conta.

A Madeplast é uma das 54 empresas e mais de 200 empresários que fazem parte do World Trade Center Business Club (WTC) em Curitiba, entidade que tem como objetivo aproximar pessoas e empresas para o desenvolvimento de novos negócios. Entre as atividades realizadas pelo WTC para possibilitar o networking e a troca de ideias estão workshops, mesas redondas, minicursos, ações culturais e atividades lúdicas. A entidade também possui a preocupação de disseminar conceitos que permeiam o mercado corporativo, entre eles a sustentabilidade.

Organizações como a TOTVS (software), o IBQP (produtividade e qualidade), a Itaipu Binacional, AG7 Partners (construção civil) e a Madeplast estão entre as empresas de destaque no quesito sustentabilidade, segundo Luiz Alberto de Paula Lenz Cesar, diretor regional do World Trade Center. “Não somos uma consultoria, trabalhamos para aproximar empresas com o objetivo de promover a integração e a troca de ideias. Para isso, criamos fóruns e espaços para que os associados apresentem seus cases financeiros, alternativas de mercado, sustentabilidade, entre outros, para que sirvam de exemplo e inspiração uns para os outros”, relata.

Madeira + Plástico

Depois de incubada na universidade, a ideia de criação da Madeplast foi submetida na forma de projeto para diversas entidades que fomentam a inovação no Brasil. “Em 2009, fomos agraciados com três prêmios: PRIME FINEP do Ministério de Ciência e Tecnologia, SENAI Inovação e CNPq RHAE Pesquisador na Empresa. Esses prêmios viabilizaram a concretização da empresa. Fomos graduados na incubadora e começamos a comercializar as primeiras peças no final daquele mesmo ano”, conta o superintendente da empresa.

Entre 2010 e 2012, a Madeplast desenvolveu seis linhas de produtos com aplicações para deck modular, deck básico, deck estruturado, passarela, pergolado e revestimento. O alvo da empresa é atender o segmento de construção civil de alto padrão. Os principais clientes da fábrica são as construtoras e as revendas, tanto os revendedores especializados que vendem o produto instalado quanto as revendas de materiais de construção (bricolagem).

O público-alvo dos produtos são os consumidores de produtos sustentáveis e de alto padrão. “Atualmente, os consumidores têm cada vez mais buscado soluções sustentáveis e muitas construtoras têm procurado atingir esse público, adquirindo produtos ecológicos para seus empreendimentos. A conscientização sobre a sustentabilidade é feita por meio dos materiais de divulgação do produto, da publicidade espontânea e do boca a boca”, conta.

Sustentabilidade além do produto

Além de desenvolver um produto sustentável, a Madeplast desenvolve um trabalho social importante por meio da aquisição da matéria-prima 100% reciclada, fomentando assim cooperativas de catadores e de separação dos resíduos. “A Prefeitura Municipal de Curitiba há décadas tem um programa de separação do lixo que é referência no Brasil e no mundo. Aproveitamos essa cadeia de reciclagem e utilizamos os insumos reciclados, em especial o plástico que é obtido das embalagens de produtos de limpeza. Essa matéria-prima, somada à madeira moída, é o principal componente da Madeplast. Geramos um produto sustentável com responsabilidade social”, explica. Para este ano, a empresa planeja maior investimento em cooperativos focado em capacitação ou em integração com a sociedade.

Conquistas

A atuação inteligente da empresa rendeu dois importantes prêmios no quesito sustentabilidade no último ano, o Selo Verde da Master Ambiental, que consiste em ampla auditoria efetuada na fábrica e nos fornecedores, para assegurar que o produto seja 100% ecológico, e o Prêmio Selo Verde do Instituto Chico Mendes, um reconhecimento público de que a Madeplast atua com um substituto ecológico da madeira. “Além disso, tivemos a honra de representar o Paraná no maior evento de sustentabilidade do mundo, o Rio+20, a convite do Sebrae Nacional”, conta.

Desafios

O grande desafio da empresa é baixar o custo do produto mantendo a mesma qualidade. “Não temos escala de produção suficiente para fazer frente ao custo da madeira extrativa que ainda existe no mercado, então o produto acaba saindo mais caro do que a madeira natural. Para bater o preço, precisamos sacrificar nossa pequena margem de resultado ou até mesmo baixar o preço abaixo do nosso custo para entrar em obras referenciais”, conta Bampi. Ele também reclama que ainda não há incentivo fiscal por parte do Governo Federal em relação aos tributos.

Outros exemplos

O Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP) é outra entidade de destaque no quesito sustentabilidade, segundo o WTC. “O IBQP vem evoluindo ao longo dos últimos anos na articulação de projetos e programas que tem como orientadores estratégicos a sustentabilidade e responsabilidade social. De forma mais intensa, nos últimos cinco anos, por intermédio do programa Movimento Paraná Competitivo, realizado pelo IBQP em parceria com diversas organizações, o tema de responsabilidade social tem sido mais apropriadamente desenvolvido”, conta Sandro Nelson Vieira, do IBQP.

As ações diretas em sustentabilidade e responsabilidade social do IBQP têm sido executadas em parcerias e alianças estratégicas com entidades do terceiro setor, tais como o Instituto Arayara, que é focado na educação para sustentabilidade e IPD – Instituto de Promoção do Desenvolvimento, onde ações de desenvolvimento local, ORBIS (Observatório de Indicadores de Sustentabilidade) e ODMs (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio) que são executados em cooperação com o SESI. “A principal conquista do IBQP, como entidade mobilizadora/estimuladora desses temas tem sido o interesse que outras empresas e organizações têm mostrado em relação ao assunto”, comemora.

A empresa de software, serviços e tecnologia TOTVS também é considerada um destaque em sustentabilidade para o WTC. Segundo conta o CEO da TOTVS Curitiba, Claudinei Benzi, a empresa tem suas ações voltadas à sustentabilidade e responsabilidade social desde 1998. “Em Curitiba, iniciamos os trabalhos em 2009, em formato adaptado à realidade regional. Nosso alvo é a inserção de jovens no mercado de trabalho, com formação básica de conceitos e práticas tecnológicas em sistemas de gestão. Nesse sentido, obtivemos nos últimos três anos em nossa região o índice de mais de 50% de jovens formados inseridos no mercado de trabalho. Os principais beneficiados do projeto, além dos jovens, são nossos clientes e a própria unidade da TOTVS em Curitiba”, conta.

WTC

O Clube de Negócios WTC é integrante da rede internacional da World Trade Centers Association, que se estende por mais de 300 cidades, em mais de 100 países. Fazer parte desse seleto clube tem como principal benefício “a oportunidade de relacionamentos profissionais que o clube fomenta”, segundo diz o superintendente da Madeplast. “Surgem ideias e negócios das conversas. O grupo da WTC é bastante seleto e envolve grandes empresários, isso é excelente para o networking. Os temas abordados nas reuniões também são muito relevantes para os negócios”, relata Bampi.

Para Sandro Vieira do IBQP, “a possibilidade de estar conectado diretamente em uma rede de relacionamento forte que o WTC estabelece é o principal benefício de ser um associado. O fato de o IBQP estar conectado a um espectro amplo de empresas e organizações, que fortalecem nossa cadeia de valor, é fator fundamental para sermos associados”, conta.

O CEO da TOTVS Curitiba conta que o WTC tem apoiado a empresa na busca de sinergia entre instituições de ensino associadas e o mercado. “O que nos ajuda a multiplicar nossas ações, buscando a manutenção do índice de inserção, porém com aumento do número de participantes nas diversas camadas, jovens, empresas contratantes e instituições de apoio”, comemora.






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Veja outros conteúdos dessa edição:


Matérias:

- Capa: O Desafio da destinação dos resíduos sólidos
- Entrevista: Marina Silva
- Visão Sustentável: Cativa Natureza promote beleza de forma sustentável
- Tecnologia e Sustentabilidade: Parana Metrologia - Da teoria para a prática
- Responsabilidade Social Corporativa - Relembre quais foram as ações mais importantes de 2012 para o CPCE e conheça os novos projetos.

Artigos:

- Artigo: O " Pibão" da Presidente Dilma ( Jerônimo Mendes)
- Artigo: O Marketing e o ciclo de vida sustentável de produto (Hugo Weber Jr)
- Artigo: Turismo Sustentável - Have you heard about it? (Rosimery de Fátima Oliveira)

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terça-feira, 5 de março de 2013

REDE WINGS FOR CHANGE® ABRE INSCRIÇÕES

INICIATIVA É DESTINADA A JOVENS EMPREENDORES SOCIAIS

Estão abertas as inscrições para a Rede Wings for Change®. A iniciativa é destinada a jovens empreendedores sociais, com idade entre 15 e 29 anos, que já estejam realizando o seu projeto - por exemplo, um movimento ou negócio social, ou uma ONG – com potencial de ampliar o seu impacto social e/ou ambiental com o apoio da Rede. Um dos critérios de seleção é a criatividade das ideias destes empreendedores, sua ousadia e capacidade de inovação.

A Rede tem como objetivo formar um grupo de 10 empreendedores, e que este tenha como característica a diversidade. Para isso, a Rede dará atenção especial aos candidatos que vivem em condições socioeconomicamente menos privilegiadas.

Os jovens empreendedores sociais da Rede Wings for Change® participarão de encontros com pessoas inspiradoras; receberão apoio de consultores para fortalecer suas competências de gestão social e terão mentores para acompanhá-los em suas empreitadas. Além disso, a Rede oferecerá suporte a estes jovens no desenvolvimento de um plano de sustentabilidade financeira para a sua iniciativa.

As inscrições vão até dia 10 de março de 2013. Os interessados devem fazer um vídeo de até três minutos contando “O que você está fazendo para mudar o mundo” e “Por que está fazendo isso?”, disponibilizá-lo no You Tube e enviar o link com seu nome e contatos para wingsforchange@gmail.com.

Mais informações nos sites do Instituto Asas e da Ashoka, que realizam esta iniciativa em parceria: www.institutoasas.org.br  e www.ashoka.org.br

Fonte: approach

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Prêmio Ozires Silva reconhece empreendedores sustentáveis

No dia 20 de fevereiro no Palácio Garibaldi em Curitiba ocorreu a cerimônia de premiação dos empreendedores da 6ª edição do Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável. O prêmio é uma iniciativa do ISAE/FGV, GRPCom e SEBRAE/PR com patrocíniuo da ITAIPU. 

Ozires Silva, considerado um ícone do empreendedorismo no Brasil, mencionou em seu dircurso a importância da iniciativa do prêmio e a necessidade em ampliar o apoio para novos empreendedores.

O prêmio reconheceu projetos direcionados para o desenvolvimento socioambiental da sociedade e gestão sustentável do negócio. Os concorrentes apresentaram seus projetos para uma banca de jurados formada por profisisonais de empresas e instituições voltadas ao tema sustentabilidade empresarial.

Abaixo, confira os projetos vencedores, em cada categoria:

EMPREENDEDORISMO NA EDUCAÇÃO
Empresa micro e pequeno porte: Inmed Brasil, Projeto - Ação Saudável;
Empresa médio-grande e grande porte: Senai Paraná, Projeto - Os Especialistas;
Estudante: Gabriela Noronha de Freitas, Projeto - Brinquedo Sustentável Para Escolas Públicas;
Plano de negócios: Nei Lucio Domiciano, Projeto - Plano de Negocio Eis: Método de Iniciação Científica para Ensino de Fundamentos Através de ''Hortas educacionais estruturadas”, no Ensino Fundamental II.

EMPREENDEDORISMO SOCIAL
Empresa micro e pequeno porte: ASID, Projeto - Desenvolvimento Institucional – Ação Social para Igualdade das Diferenças (ASID);
Empresa médio-grande e grande porte: Sesi Paraná, Projeto - Movimento Nós Podemos Paraná: uma tecnologia de mobilização e transformação social;
Estudante: Cindiliz Elaine Benedicto, Projeto - Marketing de Relacionamento: Os desafios do atendimento direcionado para o público surdo e/ou mudo.

EMPREENDEDORISMO ECONÔMICO
Empresa micro e pequeno porte: Golsat, Projeto A Política de Gestão de Frotas como Estratégia para Controle de Custos;
Empresa médio-grande e grande porte: Sofhar Gestão & Tecnologia, Projeto - Projeto de Inovação SOFHAR: Desenvolvimento de modelos e processos para produção sustentável.

EMPREENDEDORISMO AMBIENTAL
Empresa micro e pequeno porte: Economaster, Projeto - Reduza os custos e consumo de recursos naturais com geração de água quente nas industrias;
Empresa médio-grande e grande porte: Fundo Vale, Projeto - Programa Municípios Verdes do Fundo Vale: viabilizando economias sustentáveis na Amazônia;
Estudante: Rafael Rodrigues, Projeto - Exploração e Aproveitamento Energético de Biogás em Aterros Sanitários.

Os trabalhos foram analisados, os selecionados foram apresentados para uma banca avaliadora e foram premiados com o Troféu do Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo e o selo de certificação.

Fonte: ISAE/FGV
Fotos: Divulgação ISAE/Francisco Martins

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Artigo: A vantagem de ser sustentável

A sustentabilidade ainda é hoje um termo amplo e diverso, e que por ter como base um tripé de considerações (econômico, ambiental e social) acaba sendo observada com focos diferentes e desta forma distorcida, tendo cada um de seus pilares mais destaque de acordo com o viés do observador.

Este, a meu ver, é um dos principais motivos por trás do mito de que só há despesas na busca pela sustentabilidade nas empresas. Gostaria de destacar o termo busca, pois certamente este é um adjetivo raro a ser empregado em sua plenitude e não conheceremos uma empresa 100% sustentável tão cedo.

Em um relatório recentemente publicado pela MIT Sloan Management Review & The Boston Consulting Group, foi demonstrado que as empresas têm cada vez mais lucrado com a sustentabilidade. No geral, a porcentagem de participantes que reportaram lucros a partir de estratégias sustentáveis subiu de 23% para 37%, e talvez o mais importante, quase 50% das empresas alteraram seus modelos de negócio como resultado de oportunidades surgidas na área da sustentabilidade - um aumento de 20% em relação ao ano passado.

As empresas que estão largando na frente estão hoje estudando suas atividades e tentando equilibrar suas iniciativas nos três campos do tripé. Buscam investir em qualidade de vida de seus funcionários, reduzir os impactos ambientais gerados por suas operações e procuram manter o resultado positivo em suas finanças. O desenvolvimento sustentável está emergindo como a “nova demanda pela qualidade” nas empresas, e se hoje ainda é um diferencial, em pouco tempo passará a ser um pré-requisito, a exemplo da tão conhecida série ISO 9000.

Através de índices econômicos como o ISE da Bovespa, fica mais fácil visualizar a tendência destas empresas em se destacar no mercado e ter suas ações mais valorizadas. Mas, em termos práticos, uma gestão com foco em sustentabilidade busca tornar a empresa mais eficiente. Compreender como suas atividades impactam no meio ambiente e qual parcela disto é desperdício, avaliar o quanto funcionários satisfeitos e comprometidos podem render em produtividade para a empresa em contrapartida a alta rotatividade e desinteresse em evoluir junto com o negócio, também fazem parte.

Estes são exemplos de um trabalho de conscientização muito maior que permeia a busca pela sustentabilidade. Uma das ferramentas de empresas que estão neste caminho é a elaboração do inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE), o qual faz um raio-x das operações da instituição e demonstra em indicadores e números absolutos o quanto de CO2 é gerado por unidade de produção. Com este controle a empresa consegue definir metas para emitir menos GEE e consequentemente consumir menos energia (combustíveis ou eletricidade) sendo esta uma das principais fontes de emissões de CO2 em uma indústria.

Seguindo nesta linha de raciocínio fica clara a relação de diminuição de custos, busca pela eficiência e redução no impacto ambiental. E em um mundo cada vez mais conectado, tratar das questões sociais como respeito aos funcionários e atenção com a comunidade em seu entorno são iniciativas que quando positivas rendem alguns comentários, mas em casos negativos se espalham como vírus na internet, deixando claro o custo de não cuidar desta haste do tripé. Com equilíbrio, ganha a sociedade, a empresa e principalmente o meio ambiente.

Henrique Mendes é bioquímico pela UFJF com MBA em gestão ambiental pela FIT. Gerente de Negócios da www.neutralizecarbono.com.br e Consultor na www.greendomus.com.br.

Editorial - Edição 31 - 2013: O Ano da Logística Reversa


Corresponsabilidade: um passo importante para a logística reversa


A criação de um processo para gestão de resíduos é uma etapa fundamental quando falamos no pós-consumo. Uma mobilização nacional começa a ser articulada para a aplicação da logística reversa em todo o Brasil

No estado do Paraná, um fato relevante ocorreu no final de 2012. Diversas entidades setoriais foram “convocadas para apresentar e implantar um programa de gerenciamento de resíduos”. Isso mesmo, não me enganei no uso desses verbos relacionados à parte prática... Em se tratando de projetos na área socioambiental, estávamos mais acostumados a ouvir que representantes de diversas entidades estão discutindo ou analisando determinado projeto... Agora, as entidades não foram convidadas apenas para discutir, mas convocadas a dizer como implantarão. Apesar dessa relação verbal entre “convidar x convocar” e também entre “discutir x implantar”, parece que estamos saindo do discurso, que estava esgotando mais rapidamente do que muitos recursos naturais, e definindo objetivos e metas. A sociedade, de forma geral, já estava olhando com descrédito para os projetos de sustentabilidade e, em especial, os projetos de gestão de resíduos. Gerou-se um grande movimento com a Lei nº 12.305/2010 (Política Nacional de Resíduos Sólidos) e aos poucos esse movimento foi esfriando, pois faltava essa parte prática. Agora, com toda essa articulação, na qual o foco está na articulação da corresponsabilidade entre os diversos agentes locais para pensar e gerenciar de forma coletiva os resíduos, começaremos a ver, em breve, os primeiros resultados práticos.

Essa articulação será importante porque o “negócio resíduo” deverá, necessariamente, ser gerenciado. O resíduo não poderá ser desprezado e/ou considerado apenas como subproduto para descarte. Toda uma cadeia, semelhante até as cadeias produtivas, terá que ser organizada. Nesse contexto, produtores, governo, entidades de classe, consumidores e outros agentes locais serão envolvidos. Na parte prática efetiva, provavelmente as cooperativas de recicladores estarão sendo criadas e as que já existem serão mais bem geridas... Assim veremos a logística reversa saindo do papel!

Na matéria de capa desta edição, você encontrará a opinião de profissionais renomados, como o advogado paranaense Rafael Favetti, que participou da elaboração da lei nacional em 2010; o professor Nicolau Leopoldo Obladen, um dos principais consultores na área de gerenciamento de resíduos e do coordenador de Resíduos Sólidos da Sema, Carlos Garcez, além de outros profissionais que representam entidades setoriais no Paraná.

A edição traz, ainda, uma matéria sobre a Cativa Natureza, empresa que produz cosméticos com rastreabilidade. Na editoria “Desenvolvimento Local”, apresentam-se projetos de negócios associados ao WTC – Word Trade Center Business Club. No espaço Tecnologia e Sustentabilidade, a cobertura do evento de sustentabilidade da Paraná Metrologia, com a participação da Marina Silva. A matéria da editoria Responsabilidade Social Corporativa traz os resultados de 2012 e os projetos para 2013 do CPCE (Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial).

Teremos em 2013 esse avanço para comemorar! Sua implantação dependeu da criação de uma lei e da regulamentação e do controle local, ou seja, não será por consciência ambiental, mas por imposição da legislação. Como cidadãos, não devemos apenas ficar na torcida para que a lei seja cumprida, mas efetivamente nos comprometermos e fazermos a nossa parte como agentes que participam de forma corresponsável.

Boa leitura!
Pedro Salanek Filho

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Veja outros conteúdos dessa edição:

Matérias:
- Capa: 2013: O ano da Logística Reversa
- Entrevista: Marina Silva
- Visão Sustentável: Cativa Natureza - beleza de forma sustentável
- Tecnologia e Sustentabilidade: Parana Metrologia - Da teoria para a prática
- Responsabilidade Social Corporativa: (Cpce Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial) Realização de 2012 e Projetos 2013
- Desenvolvimento Local: A sustentabilidade como inspiração (WTC)

Artigos:
- Artigo: O "Pibão" da Presidenta Dilma (Jerônimo Mendes)
- Artigo: O Marketing e o ciclo de vida sustentável de produto (Hugo Weber Jr)
- Artigo: Turismo Sustentável - Have you heard about it? (Rosimery de Fátima Oliveira)

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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

MBA - SUSTENTABILIDADE CORPORATIVA

Estão abertas as inscrições para o MBA de Gestão em Sustentabilidade Corporativa na FESP... As aulas serão nas terças e quintas e iniciam na segunda metade de março!

VAGAS LIMITADAS...

Saiba mais: http://www.fesppr.br/portal/ensino/pos/mb/mba-de-gestao-em-sustentabilidade-corporativa/ 




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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Edição 30 - Editorial

Aniversário de 5 anos e uma edição para ser comemorada

Como eu aguardei o momento de escrever este editorial, visto que há 5 anos nascia a revista Geração Sustentável. A expectativa de atingir a 30ª edição era um objetivo que energizou todos os envolvidos com o projeto. Apesar de apenas 5 anos, muita coisa mudou de 2007 para cá.

O tema sustentabilidade, naquela época, ainda era pouco difundido no meio empresarial, falava-se mais em responsabilidade social e na preocupação com os impactos ambientais do processo produtivo. A sustentabilidade como estratégia dos negócios começava a dar seus primeiros passos.

A revista sempre teve, em sua linha editorial, o foco de ser um veículo que disseminasse essas iniciativas. Nas primeiras edições, o objetivo era bem informativo e educacional, com o destaque para alguns conceitos como o tripé da sustentabilidade, a preocupação do negócio com o seu entorno, a responsabilidade socioambiental além das obrigações legais, entre outros. Os primeiros exemplos empresariais eram praticamente garimpados. Poucas empresas estavam dispostas a dar publicidade para seus projetos. Geralmente eram superficiais e seus resultados tinham foco mais jornalístico do que de indicadores. À medida que o tema foi ganhando espaço nos negócios, os projetos foram sendo mais bem estruturados e evidenciados. Em todo esse período, diversos foram os casos de projetos que estavam sendo iniciados e, principalmente, viabilizados. A sustentabilidade corporativa passa, de fato, a ser uma realidade na pauta estratégica dos negócios, mesmo tendo muito para evoluir.

Alguns leitores questionam-me acerca do que as empresas poderiam fazer “bem mais” em prol da sociedade e do meio ambiente. Nesses questionamentos, entram os impactos das embalagens, as composições de produtos, os resíduos, a utilização dos recursos naturais não renováveis, etc. Por outro lado, entendo que as empresas estão preocupadas com isso... Seus gestores sabem que se não inovarem seus produtos para uma linha de produtos sustentáveis, algum concorrente viabilizará isso e a empresa perderá espaço no mercado, faturamento, lucratividade e o interesse de seus stakeholders (principalmente os investidores). Outro ponto que também deve ser destacado é que a sustentabilidade corporativa é um processo. E todo processo vai evoluindo. O que foi sustentabilidade corporativa há alguns anos, era diferente do que é hoje e assim por diante, e toda essa dinâmica faz parte do próprio movimento da sustentabilidade.

Boa Leitura!

Pedro Salanek Filho



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Veja outros conteúdos dessa edição:

Matérias:

Capa: 5 anos Gerando Sustentabilidade - Relembrando o passado para projetar o futuro
Tecnologia e Sustentabilidade: Sustentabilidade Corporativa Estratégica
Visão Sustentável: Parcerias que constroem sonhos
Responsabilidade Social Corportativa: A força das alianças sociais
Gestão de Resíduos: Compostagem abre portas no país
Desenvolvimento Local: Conscientização empresarial e compromisso com o futuro do planeta: União de empresários faz a força para o desenvolvimento local e empresarial

Artigos:

Rosimery de Fátima Oliveira: O verdadeiro profissional da sustentabilidade
Ivan Dutra: Sistemas de cotas nas universidades - Política de ação afirmativa?
Jeronimo Mendes: Brasil - Emergente para sempre?

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domingo, 21 de outubro de 2012

Seminário Gestão de Custo - Curitiba/PR



Antes e depois da AV : da estratégia ao consumidor

Manoel Teles Fernandes - Comitê Europeu de Análise do Valor / Portugal

O desafio dos custos em tempos de responsabilidade ambiental
Rui Fett da Conceição - Mercedes Benz do Brasil

Processos de otimização de custos na Whirlpool
Cintia A. Lopes e Torquato L. dos Santos - Whirlpool Latin America

Engenharia reversa e engenharia do valor: fatores de sucesso no desenvolvimento de produtos e processos da Fiat Automóveis
Natal Colli - Fiat Automóveis S.A

Prática de melhoria do valor - das melhores práticas à projetos mais competitivos
“Case Braskem” - Danusa Abramchuk - Braskem S.A

A engenharia do valor como contexto para a gestão do conhecimento
Roger Gama Veloso - Departamento de Estradas de Rodagem / Minas Gerais

Gerenciamento de programas com foco estratégico
Bruno Rafael Dias de Lucena - Petrobrás S.A

Engenharia e análise do valor: O que é? Para que serve? Como e quando aplicar?
Marcos A. Buzzato - Abeav

Engenharia do valor na Positivo Informática
Fernando Ceragioli - Positivo Informática

Gestão de custos e do valor na visão da engenharia de produção
Prof. Ney Cesar de Oliveira King - PUCPR

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www.paranametrologia.org.br



segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Edição 29 começa a circular

EDITORIAL:

A realização pessoal por meio do trabalho voluntário

O desejo de trazer esse tema na capa de uma edição da GERAÇÃO SUSTENTÁVEL era um sonho antigo do nosso conselho editorial. Nesta edição, por intermédio de uma parceria com o IHS (Instituto HSBC Solidariedade), foi possível demonstrar um grande exemplo nacional de atuação de voluntariado.

Conceitualmente, podemos dizer que enquadramos o voluntariado dentro da dimensão social da sustentabilidade, visto que são ações voltadas ao interesse coletivo e comunitário. Uma pessoa que deseja atuar como voluntária deve buscar inicialmente uma grande identificação com determinada necessidade em sua comunidade. Apenas um voluntário engajado com alguma causa social contribuirá efetivamente para reduzir desigualdades. De fato, um voluntário deseja mesmo é ver uma obra acabada ou receber em troca do seu trabalho um sorriso de alguém que recebeu a sua ajuda. Nesse momento, o voluntário é recompensado.

Atualmente, encontramos muito projetos ligados a instituições do terceiro setor que possibilitam esse tipo de atuação solidária. Essa edição mostra como o Instituto HSBC Solidariedade promove o trabalho voluntário junto aos seus colaboradores e entidades parcerias. Salienta-se também que o Instituto HSBC foi a primeira ONG corporativa com status associativo junto à ONU. Na entrevista principal da edição, com Claudia Malschitzky, diretora executiva do Instituto HSBC, estão destacados os principais projetos, bem como a relação com os colaboradores e os stakeholders. Na matéria de capa, é apresentada a história de Diego Mesquita que começou como beneficiário, passou a voluntário e hoje é colaborador do Projeto Pescar, um dos muitos projetos apoiados pelo IHS. Conheceremos ainda, entre outros, o exemplo do gestor de custos Ednei Lopes, outro colaborador voluntário do HSBC que atua em várias campanhas relacionadas a questões climáticas.

Trazemos ainda uma matéria sobre o Tecpar (Instituto de Tecnologia do Paraná) nas questões de certificações e sustentabilidade. A editoria Responsabilidade Social Corporativa traz uma matéria sobre o programa Papo Livre, voltado para questões pessoais de colaboradores e desenvolvido pela cooperativa Atitude Consultoria. A edição destaca também a empresa Higiserv como o exemplo na editoria Responsabilidade Ambiental, as ações do Pacto Global promovidas pelo CPCE (Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial) e uma matéria sobre a necessidade da formação de líderes em sustentabilidade.

Esperamos que, ao final da leitura dessas matérias, você fique motivado para inicial um trabalho de voluntariado ou mesmo intensificar alguma atividade social que já desenvolve junto à sua comunidade.

Boa Leitura!

Pedro Salanek Filho

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Veja outros conteúdos dessa edição:

Matérias:

Capa: Instituto HSBC Solidariedade - Sintonia com demandas socioambientais e econômicas do Brasil
Tecnologia e Sustentabilidade: Proteção e segurança para o consumidor
Visão Sustentável:
Responsabilidade Social Corportativa: Lançado programa empresarial em que funcionários podem desabafar e buscar o autodesenvolvimento
Desenvolvimento Local: Conscientização empresarial e compromisso com o futuro do planeta

Artigos:

Gastão Octávio Franco da Luz: Resquícios de sustentabilidade. Um registro de viagem
Giuliano Moretti: Da ego à Ecossustentabilidade: O caminho da percepção
Jeronimo Mendes: Empreendedor ou Empregado: Umdesafio interior

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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Editorial da edição 28 - Rio + 20

Rio+20: Um novo evento para debater problemas antigos

Mais uma vez, organizações nacionais e internacionais estão se mobilizando para um evento internacional de debates sobre questões ligadas à sustentabilidade: a conferência da ONU Rio+20, que acontece no Rio de Janeiro no mês de junho.Temas relacionados ao meio ambiente, a emissão de poluentes, aos desequilíbrios ambientais e as injustiças sociais são apenas alguns dos fatores que entram na pauta das discussões. Será que teremos algum avanço desta vez?

É disso que tratamos nesta edição em nossa matéria de capa: Economia verde para um novo modelo de desenvolvimento. Um ponto crucial na questão da sustentabilidade é que, hoje, o tema faz parte do dia a dia das corporações e dos consumidores, considerando que, até a década de 1990, o tema estava mais limitado às organizações do terceiro setor e às instituições governamentais. Dessa forma, os fatores produção e consumo definitivamente fazem parte do conceito e começa a surgir uma grande barreira para os avanços socioambientais, uma barreira, talvez, intransponível. O atual modelo de produção e consumo tem, de um lado, os grandes produtores desejando, cada vez mais, expandir seu negócio com aumento de produção e, do outro, o consumidor que tem os seus anseios de adquirir produtos e serviços que satisfaçam suas necessidades. Geralmente, esses agentes (produtores e consumidores) têm uma visão limitada do processo, acreditando até que sua forma de produção ou de consumo não afeta "tanto assim" os fatores socioambientais. Podem até mesmo acreditar que há agentes bem mais impactantes no processo. Assim, nesses cenários sem identificação muito clara dos responsáveis ou de políticas públicas e da iniciativa privada, continuamos o debate sem muitas novidades. Salienta-se que o atual modelo de produção e consumo é incompatível com o conceito de sustentabilidade: ou repensamos a forma de produzir e consumir ou mudamos o conceito de sustentabilidade e afirmamos que está tudo sob controle. Em se tratando da Rio + 20, vale a pena participar de um evento dessa magnitude? As possíveis soluções, ou melhor, as possíveis proposições trarão resultados práticos? Nossa sociedade precisa de ações concretas, pois o "papo" conceitual de salvar o planeta já caiu por terra.

Além desse assunto, oferecemos ao leitor um caderno especial com uma matéria sobre a soja, principal cultura agrícola brasileira, e outros conteúdos importantes, como o projeto de energia solar desenvolvido pela empresa Solbravo S/A. Na editoria Visão Sustentável, trazemos o software da Interact que monitora ações de sustentabilidade corporativa.

Boa Leitura!
Pedro Salanek Filho

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Matérias:
Entrevista: Humberto Cabral (Embafort)
Matéria de Capa: Rio+20 - Economia Verde
Caderno Especial: Soja tem gestão ambiental personalizada
Visão Sustentável: Software de Gestão corporativa promove autossustentabilidade
Responsabilidade Social: Responsabilidade empresarial com futuro
Tecnologia e Sustentabilidade: Energia solar: um sonho de consumo (Solbravo S/A)
Desenvolvimento Local: A sustentabilidade como profissão


Artigos:
Ivan Dutra: Subsídios do goveno brasileiro
Jeronimo Mendes: Aprendendo com a crise
Marco Zarpelon: Sustentabilidade na Construção Civil


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domingo, 18 de março de 2012

Sustentabilidade sob duas rodas

Arquiteto cria projeto de ciclovia elevada e contribui com a mobilidade urbana

A falta de estrutura para que ciclistas se locomovam em espaços urbanos os obriga a dividirem o mesmo espaço com carros, ônibus e motos. Hábito que pode ser bem perigoso e até fatal. São cada vez mais comuns as notícias sobre acidentes envolvendo ciclistas e automóveis em todo o Brasil. Somente em Curitiba, de acordo com dados do Corpo de Bombeiros, de janeiro a agosto de 2011, 121 pessoas ficaram feridas em 146 acidentes envolvendo ônibus e bicicletas em Curitiba.

Diante desta situação alarmante imagine poder andar de bicicleta sem se preocupar com a movimentação dos carros nas regiões mais movimentadas da cidade. Agora pense como seria bom poder fazer isso contemplando belas paisagens. Esses são apenas alguns dos benefícios proporcionados pela ciclovia sustentável projetada pelo arquiteto e urbanista Gilmar Lima.

Lima é proprietário da empresa Atmosfera2 (http://www.atmosfera2.com.br/), que existe há mais de 12 anos e tem como foco desenvolver planos estratégicos municipais voltados ao incremento do turismo. Além disso, grande parte dos projetos é sustentável. A Ciclovia Elevada começou a ser planejada há dois anos e pode ser implantada em qualquer região ou cidade. “É um projeto-conceito, que poder ser aplicado em qualquer lugar, no entanto, gostaria que Curitiba fosse a primeira cidade a receber um presente como este”, declara Lima.

A ciclovia proposta por Gilmar de Lima é elevada, como se fosse uma passarela que acompanha a linha dos canteiros centrais, onde estão instaladas as estações tubo, que se integram à ciclovia por meio de elevadores e escadas adaptadas para bikes. O projeto piloto teve como base a cidade de Curitiba em razão de o arquiteto viver nesta cidade.

Se fosse contemplada a ciclovia, deveria cobrir toda a Linha Verde com integração para as linhas Boqueirão e Pinheirinho - Centro. “Esses foram os locais escolhidos para o projeto piloto pelo grande fluxo de trabalhadores que utilizam essas linhas e por serem regiões mais planas”, explica. O arquiteto lembra que a ciclovia precisa ser encarada como forma de transporte, não só como lazer domingueiro.


O problema da mobilidade nas cidades

Gilmar é um crítico da mobilidade urbana. Segundo ele, as cidades cresceram de forma desordenada e desequilibrada. “Os carros aumentaram significativamente sua frota nas últimas décadas, sem investimentos compatíveis na infraestrutura urbana, no entanto, em termos de sustentabilidade, esse tipo de locomoção já deixou a desejar”, ressalta.

O arquiteto destaca fatores preocupantes, como o uso individual do automóvel e o pouco hábito de caronas. “Incomum é encontrarmos mais de uma pessoa nos carros. Além disso, o grande número de automóveis gera poluição, estresse e ruas incompatíveis. Mobilidade urbana é, hoje, questão de saúde pública”, enfatiza Lima.


Ideia inédita

O maior problema para a mobilidade urbana é também a falta de educação no trânsito. “Por isso, projetar ciclovias que fiquem no mesmo nível dos carros não é mais seguro. O trânsito anda tenso e perigoso, e isso nos inspirou na ideia de criar um projeto inédito, tirando a ciclovia do chão”, explica o arquiteto.

As estações tubo, conforme mostram as imagens, seriam interligadas a essa ciclovia por meio de elevadores, rampas e escadas. O projeto também prevê que na estação seja construída uma plataforma elevatória para possibilitar o acesso à ciclovia tanto para ciclistas como cadeirantes.
A criação de estacionamentos (bicicletários), acoplados às estações tubo, também está prevista no projeto. “Nesses locais, também seria interessante que a prefeitura disponibilizasse bicicletas para uso público, assim como já acontece em diversas cidades europeias, no Rio de Janeiro e até no interior do Paraná. A bicicleta pode ser utilizada como meio de condução de um trajeto completo ou por lazer, como apenas para completar o caminho que muitas vezes o ônibus não faz”, sugere Gilmar.


Sustentabilidade e acessibilidade

A ciclovia elevada possui vários requisitos que a tornam sustentável. Segundo o arquiteto, há condições para que o piso dela seja gerador de energia em alguns trechos, energia que poderia ser transformada em iluminação de baixo consumo. Uma opção seriam os balizadores de LED. Portanto, a iluminação da ciclovia seria gerada por ela mesma por meio da movimentação dos ciclistas.

As características do projeto também o tornam capaz de resolver um problema que poderia ser considerado barreira à implantação da ciclovia. “A estrutura poderia acoplar parte das tubulações urbanas, que hoje são enterradas, o que causa grandes custos de manutenção e intervenção. Se essas tubulações fossem acopladas na ciclovia, seus custos de implantação e manutenção seriam barateados, assim como seria possível criar mais jardins e liberar passagem de pedestres no solo. Solução integrada, viável e sustentável”, ressalta o arquiteto.

Como coordenador nacional do Fórum Internacional de acessibilidade e cidadania, que será realizado em junho deste ano em Foz do Iguaçu (PR), Gilmar de Lima também prevê a utilização da ciclovia para pessoas com deficiência. “A condução para cadeirantes não é uma atividade muito fácil diante do trânsito caótico e da falta de estrutura em muitas calçadas. Por esses e outros motivos, essa ciclovia teria condições de agregar uma parte de comunicação visual e tátil importante e integrada à sua acessibilidade”, conta Lima.


Natureza e segurança

Uma ciclovia elevada permite a contemplação de paisagens urbanas com o benefício de estar no nível da copa de algumas árvores. Além das possibilidades naturais, o arquiteto prevê a plantio de espécies nativas que “abraçariam” a ciclovia. “Dessa forma, além de proporcionar um passeio agradável e sombreamento aos que pedalam, o projeto também promove o embelezamento da cidade, ao mesmo tempo em que é sustentável”.

Outra utilização da ciclovia poderia ser a de policiamento. “Já temos policiais que se locomovem de bicicleta, e essa ciclovia também beneficiaria o policiamento, já que a visão periférica tornar-se-ia abrangente, assim como a de um mirante”. O arquiteto destaca, porém, que a ciclovia proposta “é um projeto único, que deve concorrer a prêmios de mobilidade urbana pela inovação que se apresenta, mas sem cunho político. É um conceito exclusivo que pode e deve ser replicado, apesar de já ter registrado seus direitos autorais”.


Arquitetura sustentável

Gilmar, que possui quase 30 anos de profissão, já tem em sua trajetória diversos projetos sustentáveis aprovados, implantados e bem-sucedidos em muitas cidades do Brasil. O principal foco do arquiteto é o planejamento de parques, praças, ciclovias que, além de sustentáveis, sejam atrativos para potencializar o turismo em locais degradados.

As obras são sustentáveis pelo tipo de material utilizado, que são de preferência ecoprodutos e matéria-prima local. Outros requisitos que caracterizam a sustentabilidade são o reuso de água, a economia de energia e a capacitação de quem executa os projetos para evitar o desperdício e gerar baixo custo de manutenção futura.

Como exemplo de projetos já produzidos, Gilmar cita as “Paragens temáticas da Estrada da Graciosa”, no município de Quatro Barras, o “Parque do Rio Timbu”, em Campina Grande do Sul, e o “Polo Náutico Cambirela”, no município de Palhoça, em Santa Catarina, além do Parque Linear S. Francisco, entre outros.

Na estrada da Graciosa, as paragens temáticas “contam” a história de Dom Pedro II e promovem uma viagem no tempo com muita interatividade e utilização de materiais reciclados e alternativos. As paragens também são benéficas para os ciclistas que por ali passeiam.

**Matéria publicada originalmente na edição 27 da revista Geração Sustentável - jornalista Bruna Robassa


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Saiba mais sobre o FAC - Forúm de Acessibilidade e Cidadania

Evento que acontece em junho na cidade de Foz do Iguaçu/PR

Veja também os seminários regionais programados para as cidades:

23/mar em Socorro/SP
19/abril de Curitiba/PR
24/maio em Porto Alegre/RS




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Veja outros conteúdos dessa edição:

Matérias:
Entrevista: Osires Silva
Capa: Pensamento Sistêmico e Visão Estratégica
Tecnologia & Sustentabilidade: Sustentabilidade comprovada em rótulo (Sustentax)
Visão Sustentável: Excesso de iimpostos e importações ameaça a indústria têxtil brasileira
Responsabilidade Social: Pelo Futuro das Empresas
Empreendedorismo: Iniciativa de inclusão transforma a vida das pessoas por meio do empreendedorismo


Artigos:
Julianna Antunes: A sustentabilidade corportaiva ainda é uma escolha?
Daniella MacDowell: Quem é o profisisonal de sustentabilidade?
Jeronimo Mendes: O que é ser sustentável

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segunda-feira, 12 de março de 2012

Evento Eco Feira Sustentável - Cascavel/PR



Edição 27 - Pensamento Sistêmico

Editorial – edição 27

Você possui visão sistêmica na gestão do seu negócio?

O tema de capa dessa edição envolve um assunto de grande relevância para o “pensar sustentável”. A sustentabilidade efetivamente está na pauta estratégica dos negócios e veio, sem dúvidas, para ficar. Será que já mudamos a forma de pensar antes de começar a agir?

É comum alguns profissionais, principalmente do ambiente acadêmico, mencionarem a sustentabilidade como um tema interdisciplinar e que seja incluído, de forma transversal, em outras disciplinas. Dentro dessa linha, essa área começa a ganhar amplitude e complexidade, visto que envolverá diversas variáveis, tanto internas como externas, bem como as controláveis e as não controláveis. A interpretação começa a tomar forma de rede e cada agente (indivíduo dessa rede) começa a ter várias inter-relações e conexões. Essa construção que começa a se definir exige que busquemos outras habilidades, além de uma percepção que irá além de um plano linear.

Começa a ficar claro que decisões pontuais e unilaterais não irão trazer soluções eficientes. Será necessário (e também obrigatório) começar a olhar além das condições individuais, desenvolvendo uma percepção holística do sistema que está se formando, fazendo-se necessário o desenvolvimento de uma visão sistêmica. Em linhas gerais, podemos definir o sistêmico como a condição de "enxergar o todo", enquanto o não sistêmico (estilo mais cartesiano) teria uma visão mais engessada em modelos padronizados e critérios mais mecanicistas e lineares. Parece até ser uma questão simples, mas na maioria das vezes o imediatismo por resultados e a ganância pela lucratividade limitam que o gestor construa esse olhar do todo. O gestor irá perceber que a continuidade do negócio, o surgimento de novas oportunidades e a manutenção ou o crescimento da lucratividade estará nesse novo contexto.

Além da temática de pensamento sistêmico, esta edição traz ainda um panorama do setor têxtil brasileiro e suas dificuldades com a concorrência dos produtos importados e as altas cargas tributárias. Na editoria Acessibilidade, você encontrará um projeto de ciclovia elevada criado por um arquiteto de Curitiba. O selo da Sustentax é o destaque na matéria sobre tecnologia e sustentabilidade.


Boa Leitura!

Pedro Salanek Filho

Acesse aqui a versão digital dessa edição!



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Veja outros conteúdos dessa edição:

Matérias:Entrevista: Osires Silva
Capa: Pensamento Sistêmico e Visão Estratégica
Tecnologia & Sustentabilidade: Sustentabilidade comprovada em rótulo (Sustentax)
Visão Sustentável: Excesso de iimpostos e importações ameaça a indústria têxtil brasileira
Responsabilidade Social: Pelo Futuro das Empresas
Empreendedorismo: Iniciativa de inclusão transforma a vida das pessoas por meio do empreendedorismo
Acessibilidade: Sustentabildiade em duas rodas

Artigos:
Julianna Antunes: A sustentabilidade corportaiva ainda é uma escolha?
Daniella MacDowell: Quem é o profisisonal de sustentabilidade?
Jeronimo Mendes: O que é ser sustentável

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