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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Educação para a Sustentabilidade

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DEBATE CONSUMO DESCONTROLADO


O tema foi abordado nesta quarta-feira (19) pelo especialista mexicano em educação ambiental Edgar González Gaudiano

O consumo desenfreado no mundo foi tema de debate nesta quarta-feira (19), na Conferência Internacional de Educação para o Desenvolvimento Sustentável, que acontece em Curitiba, no Cietep. O presidente do Conselho Nacional de Educação Ambiental para a Sustentabilidade e representante da Universidade Autônoma do México (UNAM), Edgar González Gaudiano, falou sobre as dificuldades da educação em estimular o consumo sustentável frente à globalização.

Segundo ele, o campo do consumo sustentável está crítico. “Cada vez mais a sociedade é bombardeada por mensagens publicitárias, que mais parecem verdadeiros imperativos para que se consuma”, afirmou. “Desde os anos 90, o consumo no mundo é descontrolado. A comunicação, através da publicidade, contribui muito para isso. As mensagens nos mostram que precisamos consumir para sermos felizes, realizados. Os atuais padrões de consumo devem ser reorientados”, indicou o especialista.

Essa reorientação, de acordo com Gaudiano, pode começar pela educação. “A educação ambiental deve ser crítica e sugerir propostas de longo alcance, não apenas medidas pontuais. Com essas propostas devem surgir ações cidadãs pró-sustentabilidade, organizadas de forma coletiva, permanentes e com visibilidade política.”

Segundo ele, a escola também tem competência para recomendar boas práticas no uso de produtos tecnológicos e estar atenta a campanhas publicitárias indutivas. O especialista faz apenas um alerta: “Só a escola não pode alcançar todos os resultados esperados”. Ele acredita que o problema do consumo é uma luta que deve ser organizada, com participação da sociedade e amparada pelos governos.

As discussões sobre o papel da educação para o desenvolvimento sustentável continuam nesta quinta-feira (20), último dia de Conferência. O evento, aberto na terça, é uma promoção do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Universidade das Nações Unidas (UNU) e o Centro Regional de Integração de Expertise (CRIE). Mais informações e a programação completa no site: www.prppg.ufpr.br/eds2010.

Fonte: SESI/FIEP

A sustentabilidade do mercado profissional do futuro está na educação


Esta é a aposta da Fundação Educere que teve um painel apresentado no segundo dia da Conferência Internacional de Educação para o Desenvolvimento Sustentável, em Curitiba

O empresário e coordenador do Sistema Fiep – Unidade Campo Mourão, Ater Cristófoli apresentou nesta quarta-feira (19), durante a palestra “Educação e Sustentabilidade para a Empregabilidade, os resultados obtidos em dez anos da Fundação Educere, uma organização criada por Cristófoli que investe em educação profissional para adolescentes no município de Campo Mourão, Região Noroeste do Paraná.

Em uma região onde a agricultura movimenta a economia, Cristófoli resolveu apostar em tecnologia e abriu uma empresa de produtos médicos e odontológicos. O primeiro, e talvez o maior desafio enfrentado por ele foi a falta de mão-de-obra especializada. Contrariando as tendências de mercado, o empresário optou em investir na educação de jovens da região em vez de buscar profissionais prontos fora da região. A partir da Fundação Educere, passou, então, a capacitar jovens com potencial inovador para preparar futuros empreendedores do setor produtivo de biotecnologia na região. “Os jovens da Fundação são, na maioria, alunos de escolas públicas locais, que recebem motivação para o empreendedorismo por meio de atividades sócio-educacionais de caráter multidisciplinar”, completa Cristófoli que defende a ideia de que a empregabilidade sustentável só é possível por meio da educação.


Parcerias sustentáveis


Em dez anos de atuação, a escola da Fundação Educere apresentou bons resultados e despertou o interesse de outras organizações interessadas em contribuir com a iniciativa inovadora. Na lista de parceiros estão duas empresas do Sistema Fiep, o SESI PR e o SENAI. Com o apoio do empresariado, a escola já formou cerca de 100 jovens para o mercado de trabalho. “Boa parte dos jovens que passaram pela Fundação estão empregados”, destaca Cristófoli.

A Fundação Educere mantém, ainda, uma incubadora tecnológica com o objetivo de incentivar o empreendorismo entre os jovens. Dois ex-alunos da Fundação aprenderam bem a lição e montaram uma fábrica de equipamentos médicos que hoje vende os produtos desenvolvidos para os principais estados brasileiros.

A Conferência Internacional de Educação para o Desenvolvimento Sustentável é organizada pelo Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em conjunto com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), a Universidade das Nações Unidas (UNU) e o Centro Regional de Integração de Expertise (CRIE).

Legenda Foto: Ater Cristófoli destacou a importância da inovação na educação
Crédito: Gilson Abreu

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Evento: “Perspectivas do Brasil frente aos desafios da Sustentabilidade”


Data: 10 e 11 de junho de 2009
Local: Pavilhão de Engenharia ESALQ/USP
Professor Coordenador: Carlos Eduardo Pellegrino Cerri

Valor:
Estudantes: (até dia 04/junho) R$ 50,00 - (depois dia 04/junho) R$ 60,00
Profissionais: (até dia 04/junho) R$ 150,00 - (depois dia 04/junho) R$ 2000,00

Público alvo: Profissionais e empresários com vínculo direto ou interface de atuação com a conservação dos recursos naturais e cujas decisões tenham impacto direto ou indireto sobre o gerenciamento desses recursos, alunos de graduação e recém formados e interessados em abrir um negócio socialmente e ambientalmente sustentável.

Objetivo: Criar uma oportunidade para aprofundar a discussão das questões ambientais, trazendo para as empresas brasileiras e alunos da Esalq informações atualizadas e concretas sobre essa temática que deixou de ser uma tendência e passou a ser uma necessidade de mercado.
Foco: Apresentar ferramentas que colaborem com o desenvolvimento e implementação de negócios rentáveis e sustentáveis. Discutir sobre a nova realidade empresarial, políticas públicas em torno do tema das mudanças climáticas e de seus efeitos, marketing e mercado do crédito de carbono.

Organização e Realização:
GELQ Grupo de Estudos "Luiz de Queiroz" 2011

Inscrições e informações:
FEALQ: (19) 3417-6604 / (19) 3417-6601
www.fealq.org.br - cdt@fealq.org.br
GELQ: http://www.gelqesalq.com.br/ - gelq2011@esalq.usp.br




PROGRAMAÇÃO:
Quinta-feira, 10 de Junho de 2010
Painel Ambiental
14:00 Sustentabilidade Global (Senadora Marina Silva)
15:00 Código Florestal e Estatuto da Terra: Reserva legal e APP (Maria José Brito Zakia)
16:00 Coffee Break
16:20 Palestra Comercial
16:35 Código das águas (Paulo Afonso Leme Machado)
17:30 Mudanças climáticas e aquecimento Global (Carlos Clemente Cerri)
18:30 Mesa Redonda

Sexta-feira, 11 de Junho de 2010
Painel Econômico
08:00 Negociações Internacionais e a Gestão brasileira em relação às Mudanças Climáticas (João Paulo Capobianco)
09:00 Perspectivas do comércio brasileiro frente aos desafios da sustentabilidade (Silvia Miranda)
09:50 Coffee Break
10:10 Palestra Comercial
10:25 Seqüestro e Mercado de Carbono (Marcelo Theoto Rocha)
11:25 Mesa Redonda
12:00 Intervalo
Painel Social
13:30 Certificação (Lineu Siqueira, Imaflora)
14:30 Mobilizações civis se contrapondo às mudanças climáticas (Marcos Sorrentino)
15:30 Coffee Break
15:50 Palestra Comercial
16:05 Gestão da Biodiversidade em Sistemas Agroflorestais (Flávio Gandara)
17:05 Trabalho com Comunidades Indígenas (Arnaldo Carneiro Filho)
Apresentação de Estudos de Caso
18:05 Restauração Florestal e Quantificação do Sequestro de Carbono da AES (Paulo Yoshio Kageyama)
18:35 Sequestro de Carbono (Sérgio Camargo - Natura)
19:00 Encerramento do evento com a votação da carta.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Confecção sustentável

O crescente interesse na Itália por soluções sustentáveis levou uma empresa nórdica, que tem unidade no Brasil, a apresentar, em Milão, uma nova técnica capaz de reduzir os custos com água e emissões de CO² , além de melhorar a qualidade dos tecidos. A tecnologia, criada pela dinamarquesa Novozymes, diminui o impacto ambiental na produção têxtil pela economia de 70 mil litros d'água e porque deixa de lançar mil quilos de gás carbônico na atmosfera, a cada tonelada de malha confeccionada. As economias obtidas através do processo podem chegar a 630 bilhões de litros d'água e 9 milhões de toneladas de CO² por ano e não há custo de implementação. No Brasil, a Novozymes Latin America tem como principal produto enzimas especiais para a indústria de detergentes.

Fonte: www.enfoque.com

PROJETO SOCIAL: “ROUPAS PARA DEFICIENTES” REPRESENTA O PARANÁ NA MOSTRA DE TECNOLOGIAS SUSTENTÁVEIS

O projeto foi desenvolvido pela professora de Moda do Senai Paraná Leny Pereira. A Mostra acontece na próxima semana, em paralelo à Conferência Internacional: Empresas e Responsabilidade Social 2010 do Instituto Ethos, em São Paulo

O projeto Roupas para Pessoas com Deficiência (PcD), desenvolvido pela professora de Moda do Senai Cianorte, no Noroeste do Paraná, Leny Pereira, pode ganhar maior repercussão nacional e também fora do país. O trabalho foi selecionado para integrar a Mostra de Tecnologias Sustentáveis 2010, que acontece em São Paulo, de 11 a 14 de maio, em paralelo à Conferência Internacional – Empresas e Responsabilidade Social do Instituto Ethos.

A Mostra, realizada há três anos, tem o objetivo de reunir e disseminar informações e conhecimentos sobre ideias inovadoras em prol da sustentabilidade ambiental, social e econômica, desenvolvidas no Brasil. Para esta edição, o evento recebeu mais de 190 inscrições. Do Paraná, foram selecionadas duas tecnologias, a do Senai e outra da Universidade Livre para a Eficiência Humana (Unilehu), que trata da inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

A professora do Senai, avalia a participação na Mostra como uma oportunidade para divulgar ainda mais seu trabalho. “O projeto de Roupas para PcD tem uma essência muito humana e traz uma solução para aumentar a inclusão social. Acredito que a participação na Mostra será uma oportunidade para que mais pessoas tenham acesso e se interessem pela causa”, acredita.

Para a exposição, Leny levará uma coleção de roupas produzidas especialmente para pessoas com deficiência motora, a mesma que apresentou no Rio de Janeiro, quando participou do Inova Senai, uma mostra nacional de inovação, realizada durante a Olimpíada do Conhecimento. Serão 30 peças no total. A novidade para a Mostra em São Paulo, segundo a estilista, ficará por conta de uma coleção de vestidos de noiva adaptados.

A Mostra de Tecnologias Sustentáveis 2010 e a Conferência Internacional acontecem de 11 a 14 de maio, no Hotel Transamérica, em São Paulo (Avenida das Nações Unidas, 18.591). Informações no site www.ethos.org.br/ci2010.



Garoto tetraplégico inspirou início do projeto

O projeto Roupas para Pessoas com Deficiência ganhou vida após Leny conhecer Tiago, um garoto tetraplégico, de 12 anos. A professora garantiu ao adolescente que criaria uma roupa exclusiva para ele, com facilidades que ajudariam os atos de vestir e despir. Depois de muita pesquisa e estudos, Leny finalizou seu projeto com o desenvolvimento de uma coleção de roupas exclusivas para crianças e adolescentes com deficiência motora.

O tamanho das peças foi adaptado através de um estudo chamado 4ª dimensão da modelagem, que observa o movimento do corpo, como o das articulações. A ideia foi utilizada para a criação dos moldes especiais. As peças têm diversos detalhes que facilitam o ato de vestir, como um deslocamento de costura, recortes nas costas, acabamento de costura com “pences” mais suaves e aviamentos mais fáceis e confortáveis - como botões de plástico ao invés de ferro.

“Não existem roupas com modelagem especial para os deficientes teens que atendam a necessidade deles e que, ao mesmo tempo, sejam da moda, com cores alegres, estampas e cortes atuais”, justifica Leny. Grande parte das crianças deficientes, segundo ela, utiliza roupas de tamanho maior, com algum tipo de adaptação caseira. “Geralmente a mãe tem que improvisar, fazendo aberturas laterais para vestir com mais facilidade”, conta a professora.

O foco do projeto foi atender crianças e adolescentes com paralisia em membros superiores e inferiores, mas não tardou para que a professora expandisse sua ideia para adultos com deficiência. Além dos modelitos para a garotada, Leny adaptou vestidos de festa, ternos, camisas e casacos.


Coleção e grife novas

Premiado em concursos de inovação promovidos pelo Senai Paraná, o projeto de Leny ganhará o mercado da moda de fato. Neste ano, a professora vai lançar sua marca de roupas exclusivas para deficientes, disponibilizando as peças para quem necessita.

A “Toque de Seda”, nome da grife que acompanhará as roupas, atenderá não somente crianças e adolescentes, mas adultos também. As pessoas poderão encontrar desde moda casual, alfaiataria, com vestidos de festa, ternos, camisas e, se houver demanda, até vestido de noiva. A loja será virtual e deve ser lançada ainda neste ano.

Foto Crédito: Renan Pissolatto
Legenda: Leny Pereira e as crianças com deficiência, em um ensaio fotográfico para a criação de seu catálogo

Fonte: Comunicação Social
Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná - FIEP

ECOBUSINESS - Evento promove sustentabilidade nos negócios

A ECO Business é um evento de disseminação de conceitos e práticas sustentáveis. A Feira e Congresso Internacional de Econegócios e Sustentabilidade, promovida pela MES Eventos desde 2008 em São Paulo, reúne empresas que desenvolvem projetos, ecoprodutos e serviços, com o intuito de gerar negócios, promovendo integração, troca de informações e geração de conhecimento nas esferas social, ambiental, cultural e econômica.

“O mundo está passando por grandes transformações nos últimos anos e, portanto, as empresas, os governos e a sociedade como um todo devem se reinventar também. Foi com este intuito, de fomentar o desenvolvimento de novos modelos sociais, econômicos e ambientais, que nasceu a ECO Business”, afirma Ricardo Guggisberg, idealizador do projeto.

Além da feira onde as empresas se apresentam em estandes, é realizado também o Congresso Negócios e Cidades Sustentáveis, que discute temas relevantes como projetos adotados por governos, empresas, ONGs e universidades, visando entendimento das estratégias e resultados obtidos para melhorar a vida nas cidades com a implementação de iniciativas sustentáveis e como podemos nos organizar para gerar riqueza e lucratividade nas cidades impactando menos o meio ambiente.

Para a edição 2010, o evento promoverá temas relevantes como:

-O Papel do Brasil nas Questões Climáticas

-Perspectivas para o México

-Mudanças Climáticas e Comércio Internacional

-As Perspectivas para o Mercado de Crédito de Carbono

-Fontes de Financiamento para Inovação e Sustentabilidade e Econegócios

-Empresas Carbono Zero – Neutralizando as Emissões

-Sustentabilidade como Ferramenta de Valorização da Empresa – Private Equity

-O Papel de Fomentos das Instituições Financeiras para a Sustentabilidade

-O Impacto de Ações de sustentabilidade e sua relação com o mercado de carbono de capitais – BM&F e CCX


Saiba Mais:


Este ano a ECO Business contará com grandes inovações para o segmento, como o Cinema 3D, no qual será transmitido um vídeo sobre a formação, desenvolvimento da terra e a degradação do planeta, com o intuito de fazer o público repensar seus atos, pois levaram-se milhões de anos para a formação da terra, e em tão pouco tempo, estamos destruindo-a.

O Acervo Sustentável será outro grande diferencial do evento, e funcionará como uma biblioteca, onde poderá ser encontrado um grande número de livros e revistas ligados à sustentabilidade. Este projeto conta com o apoio das principais editoras brasileiras, como Senac, Publifolha, Juruá e Cultrix, que aliadas a ECO Business proporcionarão ao público um maior conhecimento a cerca do tema.

A ECO Business promoverá também o Seminário Setoriais, que discutirá temas relevantes ao segmento da indústria, construção e transporte. E o Seminário, Maden 2, sobre Madeira Energética, que apresentará as oportunidades relacionadas ao uso energético sustentável da madeira que, apesar de representar 12% de toda a energia primária do Brasil, mesma ordem de grandeza que as hidrelétricas, é a fonte menos estudada.



Temas do Seminário – Indústria:

-MDL para Indústria (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo)

-Aterro Bandeirantes

-Lei de Inovação Tecnológica (Lei nº 10.973)



Temas do Seminário – Construção:

-Green Building e Retrofit

-Planta Industrial Sustentável

-Gestão de Resíduos: Gerando Valor do Lixo



Temas do Seminário – Transporte:

-O Transporte e a Sustentabilidade

-Veículos e Matriz Energética

-Padrões e Certificações: Do ISO 14000 a Auto-regulação

O projeto de cunho social, ECO Interação Eu sou 10, realizado pela ECO Business no decorrer do ano também será apresentado na feira. Em 2010 as principais ações que ocorreram foram o Concurso de Desenhos, aplicado às crianças do ensino fundamental I e o Lendo e Educando pela Sustentabilidade, para crianças da educação infantil. O objetivo do projeto é possibilitar o desenvolvimento de um pensamento mais crítico diante os problemas do mundo, e contribuir, mesmo com pequenas ações, para a sustentabilidade do planeta.



Serviço
Data: 31 ago, 1 e 2 set 2010
Horário: 13h às 21h
Local: Centro de Exposição Imigrantes
Mais informações: jadi.imprensa@ecobusiness.net.br
(11) 3060-2270
Site: www.ecobusiness.net.br

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Palestras no Rio Grande do Sul debatem os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, da ONU


Uma programação de palestras destinadas a divulgar e debater os Oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), marcará o mês de maio em Porto Alegre e também na instituição de ensino superior gaúcha Antonio Meneghetti Faculdade, localizada no município de São João do Polêsine (RS). Todos os finais de semana, a Antonio Meneghetti Faculdade apóia esse evento promovido pela Associação Brasileira de Ontopsicologia que convida um empresário ou pesquisador para falar sobre os Objetivos do Milênio e também sugerir ações práticas que possam contribuir com esses. No sábado, o convidado profere palestra na sede da instituição e, aos domingos, em Porto Alegre.

Na primeira edição dos encontros, dias 01 e 02 de maio, o convidado é o Presidente da empresa gaúcha de agronegócio Agropecuária Foletto, Ari Foletto. Ele abordará o primeiro ODM, que diz respeito a “erradicar a extrema pobreza e a fome”. Logo após a palestra do empresário, será exibido o vídeo de uma conferência proferida pelo presidente do Concelho Científico da Antonio Meneghetti Faculdade, Antonio Meneghetti. Acadêmico graduado com doutorados nos campos da Filosofia, Sociologia e Teologia, o professor italiano proporá formas com que a sociedade pode apoiar a luta contra a erradicação da fome e da pobreza.

O ciclo de palestras visa a divulgação dos ODMs e, assim, o incentivo para que se desenvolvam ações relacionadas a essas metas em meio a comunidade das regiões que sediam os encontros. Procura-se contribuir também com os esforços do Governo Federal em prol dos ODM, tendo em vista que o Brasil é um dos 191 países que assinaram a Declaração do Milênio, em 2000, se comprometendo a cumprir, até 2015, as metas referentes a cada Objetivo do Milênio.


A Antonio Meneghetti Faculdade tem sua história ligada a dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Ela foi criada no Centro de Arte e Cultura Humanista Recanto Maestro, projeto que foi reconhecido pela ONU, em 2007, como uma iniciativa que contribui para os ODM. Pela importância econômica que adquiriu para o município em que está localizado, sediando empresas, hotéis e centros de ensino, o Recanto Maestro foi também elevado a condição de distrito municipal. O reconhecimento pela ONU se deu em Genebra, na Suíça, durante a primeira edição do Encontro Ministerial Anual (Annual Ministerial Review, AMR), que é uma reunião de debates entre representantes das nações membro das Nações Unidas sobre o alcance dos Objetivos do Milênio. Dentre as 32 ONG's escolhidas para apresentarem seus projetos, estiveram presentes duas iniciativas brasileiras: uma da Legião da Boa Vontade (LBV) e outra a do Recanto Maestro, que nasceu de uma iniciativa da Associação Brasileira de Ontopsicologia.

As inscrições podem ser feitas no local, com um investimento de R$ 70,00 para a comunidade e de R$ 30,00 para estudantes e professores. Mais informações, pelo fone (55) 3289-1140 e (55) 9902-1138 ou pelo e-mail secretaria@ontopsicologia.org.br.

Saiba mais sobre o evento
O segundo encontro programado no ciclo de palestras abordará, no dia 08 de maio, o ODM 3 (igualdade entre sexos e valorização da mulher), o 4 (reduzir a mortalidade infantil), e o 5 (melhorar a saúde das gestantes), por meio de palestra com a empresária e pedagoga da Antonio Meneghetti Faculdade, Maria Alice Schuch.

No dia 22 de maio, é a vez do ex-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Mato Grosso do Sul hoje Vice-Presidente de Finanças da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, Ademar da Silva Junior, trazer o Objetivo 1, de Erradicar a Extrema Pobreza e a Fome, para o cenário nacional da agricultura e pecuária.

O objetivo número 6, que fala em combater a AIDS, a malária e outras doenças, será abordado sob o ponto de vista da educação sexual para jovens no dia 29 de maio, com a psicóloga e consultora empresarial, Josiane Barbieri.

Oito objetivos para melhorar o mundo
Os ODM foram lançados em 2000, pela ONU, durante a Cúpula das Nações Unidas, em Nova York (EUA). No início de abril deste ano, a Secretaria da Presidência da República lançou o quarto Relatório Nacional de Acompanhamento dos ODM, que visa expor, para a ONU e para a sociedade, as ações públicas realizadas, até agora, em prol dos objetivos. Para conhecer o relatório, pode-se acessar o site do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada): www.ipea.gov.br




Conferência ANPEI contribui para a Política de Inovação do País

Conferência Anpei encerra-se com elaboração do documento para contribuir com a Política de Inovação do País


O Coordenador Geral da X Conferência Anpei – Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras, Mario Barra, apresentou o relatório final das contribuições dos 818 participantes do evento para elaboração do documento, a ser entregue ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), durante a 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CNCTI), em maio próximo.


Segundo Barra, a dinâmica para coleta de recomendações à CNCTI foi inovadora e participativa. O documento gerado a partir da questão norteadora “O que é necessário para que o setor privado seja definitivamente o protagonista principal do desenvolvimento sustentável no Brasil através da inovação”, representa a contribuição de significativa parcela da comunidade brasileira envolvida com inovação, o que lhe confere a necessária legitimidade para o esforço de tornar o Brasil mais competitivo e inovador.


Para conseguir resolver a questão principal, a Anpei elaborou quatro perguntas básicas, relativas à cultura de empreendedorismo inovador; instrumentos fiscais e econômicos de fomento à inovação; sustentabilidade e competitividade; e a inclusão das empresas na governança e gestão de políticas públicas de inovação. Foram formuladas quatro perguntas aos participantes: a) de que forma induzir uma transição para uma cultura de empreendedorismo inovador no País?; b) o que é necessário para facilitar o acesso e a utilização de fomentos financeiros e econômicos para a inovação nas empresas, e quais instrumentos radicalmente novos podemos criar?; c) de que forma garantir que, ao inovar, as empresas sejam competitivas e sustentáveis?; d) como as Empresas devem ser incluídas na governança e na gestão dos instrumentos de fomento e políticas públicas de inovação?


As conclusões alcançadas a partir dessas questões serão novamente debatidas pela Anpei, para a criação de um documento definitivo até o fim de maio.


Maiores Informações:
altair@enfoque.com
www.enfoque.com

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Somar sensibiliza para replantio de mata nativa no Jacuí

Somar sensibiliza para replantio de mata nativa no Jacuí

A Somar - Sociedade Mineradora, em parceria com o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Baixo Jacuí, está sensibilizando proprietários de terras da região a se engajar a um grande mutirão de replantio de mata nativa nas margens do rio. Donos de áreas de 40 municípios vizinhos podem contar com o suporte da empresa que dará apoio técnico para o plantio e também ajudará na manutenção dos canteiros, através de informações e cuidados relativos à forma de irrigação e controle de pragas. Para ingressar no projeto Elo Verde, basta se candidatar junto ao Comitê pelos telefones (51) 3731-3744 ou pelo e-mail baixojacui@yahoo.com.br.

A Somar tem estrada em ações de sustentabilidade. Desde 2003 desenvolve o Margens Vivas, projeto dedicado à conscientização ambiental de crianças e jovens por meio do plantio de mudas nativas em áreas ribeirinhas e em municípios integrantes da Bacia do Baixo Jacuí. A experiência resultou no primeiro arboreto didático implantado em uma escola do Brasil. Os estudos envolveram os temas Formações Florestais do Rio Grande do Sul, Ecossistemas Brasileiros, Reinos Florísticos do Mundo e Espécies Emblemáticas.

Saiba mais: A Bacia Hidrográfica do Baixo Jacuí tem área de 17.345,15 km² e população estimada em 385.496 habitantes. Os principais cursos de água são os arroios Irapuã, Capané, Botucacaí, Capivari, do Conde, dos Ratos, dos Cachorros e Ibacurú. A principal atividade desenvolvida na região é a lavoura de arroz, incluindo também a de milho, fumo e hortigranjeiros.


Municípios que compõem o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Baixo Jacuí e que podem participar do projeto: Agudo, Arroio dos Ratos, Barão do Triunfo, Butiá, Caçapava do Sul, Cachoeira do Sul, Candelária, Cerro Branco, Charqueadas, Dom Feliciano, Dona Francisca, Eldorado do Sul, Encruzilhada do Sul, Faxinal do Soturno, General Câmara, Ibarama, Ivorá, Júlio de Castilhos, Lagoa Bonita do Sul, Mariana Pimentel, Minas do Leão, Montenegro, Nova Palma, Novo Cabrais, Passo do Sobrado, Passa Sete, Pântano Grande, Pinhal Grande, Restinga Seca, Rio Pardo, Santa Cruz do Sul, Santana da Boa Vista, São Jerônimo, São João do Polêsine, Sertão Santana, Silveira Martins, Sobradinho, Triunfo, Vale Verde.


Mais sobre a Somar
Uma das mais importantes empresas do setor da mineração de areia no Rio Grande do Sul, a Somar - Sociedade Mineradora, completou 26 anos em 2009 com um dado alentador: tem mais de 75 milhões de metros cúbicos de reservas, confirmados por 300 furos de sondagem executados neste ano, quantia suficiente para atender o crescimento de demanda esperado para os próximos quatro anos, em função da Copa de 2014 e da consequente perspectiva de que grandes obras, como a construção da Rodovia do Parque (BR-448), finalmente saiam do papel. Em 2010, o setor estima crescer pelo menos 20% no Rio Grande do Sul.

Responsável pelo aproveitamento de areia em uma jazida de 22 quilômetros localizada no principal rio do Estado, o Jacuí, a Somar foi a primeira empresa do Brasil a implantar o uso do GPS nas 16 dragas que operam em suas concessões, possibilitando que suas atividades sejam monitoradas 24 horas por dia pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). O sistema, que hoje é utilizado apenas no Rio Grande do Sul e pela Petrobras na Bacia de Campos, permite que técnicos do órgão verifiquem se a extração de areia está sendo feita nos lugares e horários determinados pelas licenças ambientais, e que suspendam as atividades, remotamente, em caso de irregularidades. Esta e outras iniciativas da Somar garantem que, em um quarto de século, ela jamais tenha sofrido uma notificação, autuação, multa ou condenação ambiental.
Saiba mais: E-mail neiva@neivamello.com.br

Foto: Empresa também investe na conscientização dos jovens (Crédito - Divulgação)

Palestra: Desafios Sustentabilidade e Conjuntura Brasileira


sábado, 17 de abril de 2010

Mercado de carbono cresce e deve aumentar demanda interna no Brasil

Mercado de carbono cresce e deve aumentar demanda interna no Brasil

Especialista da Brookfield Energia Renovável, Julien Dias, ministra palestra nesta segunda-feira, sobre o mercado de carbono no País

O mercado mundial de projetos associados a créditos de carbono deve alcançar US$ 170 bilhões em 2010. Terceiro colocado neste cenário o Brasil retém 10% das transações e se coloca, principalmente, como exportador. Assim como a maioria dos países em desenvolvimento, o País comercializa os créditos de carbono gerados por projetos que envolvem Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL) com fábricas ou termelétricas da Europa, por exemplo. Nesta troca, as indústrias conseguem atingir suas metas e o País se beneficia de uma fonte de renda, que nasceu da preocupação com o meio ambiente. Para se ter uma idéia, a renda anual brasileira com exportações de certificados de emissões somam US$ 476,5 milhões por ano.

Mas o cenário deve mudar nos próximos anos. Segundo o especialista da Brookfield Energia Renovável, Julien Dias, que trabalha com crédito de carbono desde 2003, a demanda interna deste mercado vai aumentar significativamente nos próximos anos. Segundo a lei 12.187/2009, assinada em dezembro pelo presidente Lula, a meta brasileira de redução das emissões de CO2 entre 36,1% para 38,9% até 2020. “Muitas organizações terão que apagar sua pegada de carbono e devem procurar empresas especializadas não apenas em vender os créditos, mas em mensurar e estabelecer inventários, para definir metas e ações”.

Na mesma linha, a demanda por profissionais capacitados também aumentará. Segundo Julien, a carência por “colarinhos verdes” é mundial. E no Brasil a palavra de ordem é antecipação. “A prática ainda não está na agenda do empresariado de forma sólida, mas já é lei e deve sofrer duras fiscalizações nos próximos anos. Temos que nos antecipar”.

Julien Dias estará em Curitiba na próxima segunda-feira (19/04), quando ministra a palestra “Mudanças no clima - Qual a sua estratégia de negócio?”. O evento será às 19h na sede do ISAE/FGV.


Convite à imprensa

Palestra - “Mudanças no clima - Qual a sua estratégia de negócio?”

Palestrante – Julien Dias é graduado em Administração de Empresas; MBA em Finanças pelo IBMEC/SP e Pós-graduado em Finanças pela University of London. Está no mercado financeiro há mais de 10 anos, atuando em Project Finance, Corporate Finance e Operação Estruturada. Trabalhou em diversas empresas multinacionais e bancos, como por exemplo, Santander, Orbitall (Citigroup), Saint-Gobain entre outras e, atualmente, na Brookfield Energia Renovável. Desde 2003, trabalha com Crédito de Carbono e foi responsável por 5 dos 105 projetos Brasileiros de Crédito de Carbono registrados na ONU. Participou da COP-15 em Copenhague como parte da delegação oficial do Brasil.

Data: 19/04/2010
Hora: 19h
Local: ISAE/FGV – Avenida Visconde de Guarapuava, 2943, Centro.

Inscrições gratuitas pelo e-mail: eventos@isaebrasil.com.br

segunda-feira, 12 de abril de 2010

RECICLAÇÃO 2010 - Maior evento nacional da sustentabilidade ambiental é lançado em Curitiba


A MonteBello eventos promoveu na última quinta-feira, oito de abril, o lançamento oficial da quinta edição da ReciclAção - Feira Brasileira de Reciclagem, Preservação e Tecnologia Ambiental. O lançamento aconteceu no espaço Expo Unimed Curitiba, onde entre os dias 16 e 19 de será realizado a RECICLAÇÃO 2010.

O evento contou com uma programação oficial iniciando com a palestra Economia Sustentável ministrada e muito bem apresentada pelo professor de MBA Cleuton Carrijo, o lançamento oficial da terceira edição do informativo ReciclAção e em seguida houve um animado networking onde foi servido coquetel para os convidados, profissionais, autoridades e empresários do setor.

Arilson Lorensini representante do Banco do Brasil, patrocinador da Reciclação, destacou a importância do evento para a entidade. “É uma iniciativa alinhada aos valores de sustentabilidade do Banco do Brasil e como tal não poderíamos deixar de participar”, comentou. O direto geral da empresa Paulista Ambisol, também patrocinadora e expositora, Dorivaldo Domingues de Souza veio para Curitiba especialmente para o lançamento e destacou que muitas empresas estão preocupas apenas com o lucro e tudo está indo pelo ralo e que a soma de pequenas ações é que trará resultados interessantes. “São gerados diariamente sete bilhões de quilos de lixo em todo o mundo e este resíduo tem que ir para algum lugar. Precisamos reciclar e acabar com o desperdício para melhorar a qualidade de vida para todos. A ReciclAção é uma destas pequenas ações que somadas farão enorme efeito”, Salienta Dorivaldo.

Luiz Lucchesi presidente AEAPR-PR (Associação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná – Curitiba) esteve representando o CREA-PR e disse que as duas entidades apóiam a ReciclAção. “É um evento único e de extrema necessidade para resolvermos diversos problemas ambientais”, destacou.

O Coordenador do Conselho Temático de Meio Ambiente da FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), Roberto Gava, utilizou de uma metáfora para falar sobre as mudanças que precisam ser feitas na indústria como um todo. “As indústrias são como um transatlântico e como tal não há como dar um cavalo de pau, mas é preciso mudar violentamente. A nova lei de resíduos sólidos que está em aprovação vem para fazer essa mudança de direção, principalmente com o sistema de logística reversa”, comenta Gava. O sistema que o coordenador se refere é um mapeamento dos resíduos desde a sua origem até o seu destino e que dará ao seu gerador a devida responsabilidade de sua destinação correta após o descarte. Gava ainda foi enfático ao falar que devemos poupar água, “para descartar 350 mililitros de uma cerveja utilizamos 20.000 mililitros, isso é um absurdo, mas tá fácil, precisamos mudar apenas duas pessoas, a jurídica e física” completou profetizando que em breve veremos assaltos aos entregadores de água.

Gava destacou ainda que não medirá esforços para trazer a indústria para junto da ReciclAção. “Eu preciso que vocês tenham sucesso, afinal a ReciclAção começa conosco, poupando água e sendo responsável pelos resíduos gerados”. Juarez Machado, diretor executivo da Rede Petro Paraná destaca a importância da realização de um evento do porte da ReciclAção para as empresas interessadas em trabalhar com a cadeia do petróleo. “É critério básico para empresários buscar adequação ambiental para prestarem serviços dentro da cadeia do petróleo. E mais que isso, o que o empresário faz para que seus funcionários e colaboradores levem valores ambientais para dentro de casa? É preciso contribuir com o todo”, enfatiza Juarez.

Em sua fala Valdir Bello, coordenador geral da RECICLAÇÃO, agradeceu as empresas patrocinadoras, Banco do Brasil e Ambisol e todos as instituições e empresas apoiadores e expositoras, e também a todos os presentes, salientou não apenas o lado financeiro em participar do evento, mas também pelo apoio moral necessário para encoraja-lo a realizar a feira. Pois é muito difícil viabilizar um evento voltado exclusivamente para o tema reciclagem e preservação ambiental “Bancos, empresas e até instituições governamentais voltadas exclusivamente para o setor falam em sustentabilidade, em contribuir para um mundo melhor em ações que estão realizando, mas quando são abordados para participarem da ReciclAção muitas dizem que está fora do budget e que participaram na próxima. Não entenderam que o evento vai muito além da geração de negócios, é uma ferramenta para a sustentabilidade e para multiplicar ações que visam a preservação ambiental”, frisou Bello.

O diretor executivo da Revista Geração Sustentável, Pedro Salanek Filho, abriu o evento e lançou a rede social Confraria Sustentável. Segundo ele, a rede servirá para que a ReciclAção comece antes e quando chegar em junho, no momento da realização, muitos assuntos já estejam em andamento. “É um espaço destinado a todos que contribuem com a sustentabilidade para geração e troca de ideias e discussão de assuntos relacionados a reciclagem e preservação”, destacou Pedro postando o primeiro recado na rede social: “A ReciclAção 2010 começa agora”.

O ponto alto do lançamento foi a palestra Economia Sustentável, ministrada por Cleuton Carrijo, professor de pós-graduação e MBAs em todo o país. Durante a palestra Cleuton mostrou imagens de satélite de resíduos acumulados no Oceano Pacífico na costa do Japão e destacou, “não podemos pensar em novas rotas em cima de velhos mapas”. Para ele é preciso criar um novo modelo mental, uma nova forma de sustentabilidade. “É preciso inovar sobre a ótica do que realmente é a palavra inovação. O palestrante comentou ainda que as ações em favor da sustentabilidade precisam ser transformadoras, “não basta tirar o pobre da favela, é preciso tirar a favela dele”. E causou uma reflexão nos participantes, “aquele frango comprado no mercado passa por mais de 600 litros de água, desde o início do processo produtivo, precisamos poupar, a indústria precisa aprender a poupar e a reutilizar. Já diz a sabedoria popular: sabendo usar não vai faltar”. Sobre a ReciclAção, Cleuton disse que o evento está no rumo certo e que isso é ser kaínos, “a feira gera questionamentos e amplia o foco levando para um ambiente de negócios onde todos os empresários têm a oportunidade de participar e contribuir com a sustentabilidade”.

Aproximadamente 60 pessoas participaram do lançamento e puderam conhecer melhor a proposta da quinta edição da ReciclAção. O evento acontece entre os dias 16 e 19 de junho e trará uma programação repleta de atrativos, entre eles o Salão da Cidadania Ambiental. De acordo com Bello, o salão irá reunir pequenas iniciativas na transformação de resíduos recicláveis. “É uma oportunidade para pequenos produtores exponham seus produtos num evento de porte nacional”, explica o organizador. Paralelamente a feira serão realizados quatro eventos simultâneos de cunho técnico científico: III Seminário de Saneamento Ambiental, promovido pela 3R AMBIENTAL, o II Seminário de Gestão Ambiental e Mudanças Climáticas, realizado em parceria com o Mestrado em Gestão Ambiental da Universidade Positivo, Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA / USP) e a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental - ABES, o Seminário de Reciclagem Agrícola – Resíduos Urbanos, Industriais e Rurais, promovido pela Associação dos Engenheiros Agrônomos de Curitiba (AEAPR-Curitiba), e o Curso Introdução ao Mercado de Reciclagem ministrado por profissionais do portal RECICLAVEIS.COM.

Para quem deseja conhecer mais a respeito do evento considerada o maior do Brasil direcionado à reciclagem e sustentabilidade ambiental ou então garantir espaço para exposição na feira poderá entrar em contato pelo site é www.montebelloeventos.com.br e-mail: montebello@montebelloeventos.com.br ou através do telefone (41) 3203-1189.

Recicle seus conceitos, pratique o desenvolvimento sustentável e amplie seus negócios.

“Associe a marca de sua empresa a um evento que gera negócios, sustentabilidade, inclusão e multiplicação da consciência ambiental.”

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Projeto do paraná recebe Prêmio ECOMUDANÇA 2009

O Instituto de Pesquisa e Conservação da Natureza Idéia Ambiental, por meio de seu departamento de Mudanças Climáticas foi vencedor do prêmio ECOMUDANÇA 2009, promovido pelo Banco Itaú, com seu projeto Ecoheater - substituição de combustíveis fósseis por pellets de resíduos vegetais na indústria.

O projeto resulta de uma parceria firmada entre a empresa Ecoheater, desenvolvedora da tecnologia (queimadores de biomassa adaptados à realidade industrial brasileira) e o Idéia Ambiental, o qual avaliou o potencial de geração de créditos de carbono e redução da emissão de Gases de Efeito Estufa em empresas que necessitam de energia térmica em seu processo industrial.

Trata-se de um arranjo inédito no Brasil para esse tipo de iniciativa, uma vez que, além do fornecimento de tecnologia, garante também o fornecimento de matéria-prima (pellets de biomassa) e, potencialmente, os benefícios da redução de emissões (créditos de carbono, marketing ambiental, redução de custos, entre outros).
Esse projeto foi destaque na edição 16 (jan/fev-2010) da Revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL. Veja a materia completa na revista digital ao lado - páginas 34 e 35

Maiores informações poderão ser obtidas com o Departamento de Mudanças Climáticas do Instituto, por meio de seus diretores, Sr. Rodrigo de Almeida e Sr. Marcelo Schmid.

Contato: Idéia Ambiental – Instituto de Pesquisa e Conservação da Natureza
Euclides Bandeira, 1635 - Centro Cívico - Curitiba/PR
http://www.ideiaambiental.org.br/

GERAÇÃO SUSTENTÁVEL recebe prêmio em Brasília

Em cerimônia realizada no final do mês de março a revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL recebeu o Prêmio MPE Brasil, um reconhecimento nacional de eficiência em Gestão para Micro e Pequenas Empresas. O prêmio é direcionado para as empresas que desenvolveram uma gestão de qualidade. Em 2009 foram mais de 57.000 empresas inscritas no programa em todo o Brasil, só no Paraná esse número superou 3.500 empresas. Na etapa estadual, das 20 finalistas, 11 empresas receberam o reconhecimento estadual, entre elas a GERAÇÃO SUSTENTÁVEL, e já foram classificadas para o reconhecimento nacional. (Clique aqui e veja como foi a premiação estadual).


A GERAÇÃO SUSTENTÁVEL é o principal produto da PSG Editora Ltda., a revista foi criada em 2007 e tem como foco a disseminação da sustentabilidade dos negócios. Para o diretor executivo Pedro Salanek Filho, esse reconhecimento em nível nacional está demonstrando a seriedade do nosso projeto. “Fomos selecionados dentro de um universo considerável de empresas. A revista é um projeto focado na sustentabilidade e procura destacar os bons exemplos e projetos desenvolvidos pelas corporaçõess que, veem na sustentabilidade, um diferencial de gestão e continuidade dos negócios. A premiação veio em função do nosso compromissos contínuo de divulgar essas boas práticas empresariais e contribuir para o desenvolvimento sustentável de toda a sociedade”. A PSG recebeu a visita de dois consultores que verificaram como os processos de gestão e planejamento ocorrem, aspectos como qualidade, estratégias de marketing, pós-venda, retorno aos leitores foram avaliados pelos consultores. Para Giovanna de Paula, diretora de relações corporativas, “Esse reconhecimento é reflexo que o modelo que adotamos junto aos nossos parceiros, anunciantes, leitores… Enfim todos os stakeholders ligados ao projeto mostra que estamos no caminho certo”. Nas fotos ao lado, Pedro Salanek com Rodrigo Abreu da Cisco e na foto seguinte com Luciana Hoshiguti Grandizoli, coordenadora do Prêmio MPE Brasil - Etapa Paraná.

Conheça melhor o projeto

Acesse aqui os prêmio e reconhecimento já recebidos pela revista


Saiba mais sobre a premiação: MOVIMENTO BRASIL COMPETITIVO INCENTIVA EFICIÊNCIA DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS BRASILEIRAS

A eficiência das micro e pequenas empresas é fundamental para o aumento da competitividade do Brasil. Para tanto, é preciso fortalecer a atitude empreendedora e de inovação das organizações. É pensando no que esse crescimento pode proporcionar ao país que o Movimento Brasil Competitivo (MBC), em parceria com o Sebrae Nacional, Gerdau e Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) realizou o 7° Reconhecimento e Premiação Nacional às Micro e Pequenas Empresas. A cerimônia, que consagrou nove micro e pequenas empresas, foi realizada na noite da terça-feira, 23.

“O trabalho que realizamos é extremamente importante para a construção do Brasil dos nossos sonhos. O sucesso e a eficiência da micro e pequena empresa é decisivo para darmos saltos em eficiência e competitividade”, destacou Jorge Gerdau Johannpeter, presidente fundador do MBC.

O ciclo 2009 teve recorde de inscrições: 57 mil empresas de todo o país. As organizações agraciadas foram: Fazenda Vale do Boi (TO), na categoria Agronegócios; Patrimonium Segurança (PR), na categoria Comércio; ICQL Química (RJ), na categoria Indústria; Escola Kennedy (BA), na categoria Serviços de Educação; Simpharma (PE), na categoria Serviços de Saúde; Omega Tecnologia (RS), na categoria Serviços de Tecnologia da Informação; Canto das Águas Hotel (BA), na categoria Serviços de Turismo; Aprimor Consultoria (RN), na categoria Serviços; e Quinta da Estância Grande (RS), na categoria Destaque de Boas Práticas em Responsabilidade Social. Para o diretor presidente do SEBRAE Nacional, Paulo Okamotto, o MPE Brasil é um estímulo ao empreendedorismo. “A única forma de crescer de forma sustentável, gerando emprego, renda e oportunidades aos brasileiros é com empresas desenvolvidas. Só teremos esse nível de competitividade quando formos capazes de contagiar as pequenas empresas”.

A meta para Ciclo 2010 do MPE Brasil é alcançar 75 mil inscrições. Os interessados já podem se inscrever gratuitamente pelo site http://www.premiompe.sebrae.com.br ou nos pontos de atendimento do Sebrae. As candidatas são avaliadas pela qualidade da gestão e a capacidade empreendedora do empresário, por meio de questionários de auto-avaliação, utilizando critérios internacionalmente reconhecidos.


Fonte: Imprensa MBC

Curitiba vence prêmio global de cidades sustentáveis

Curitiba recebe prêmio Internacional de Cidade Sustentável

Fonte: UOL Notícias


A cidade de Curitiba foi escolhida para receber o prêmio Globe Award Sustainable City 2010, ofertado pelo Globe Forum, entidade sueca que reúne empreendedores preocupados com a sustentabilidade global. "É uma vencedora muito sólida, com um plano holístico que integra todos os recursos estratégicos conectados com inovação e sustentabilidade futura", disse o presidente do comitê de jurados do Globe Award, Jan Sturesson, ao anunciar a escolha hoje. A entrega será em 29 de abril no Museu Nórdico de Estocolmo, com a presença do prefeito Luciano Ducci (PSB).

A capital paranaense disputava o prêmio com Sidney, na Austrália; Malmö, na Suécia; Múrcia, na Espanha; Songpa, na Coreia do Sul; e Stargard Szczecinski, na Polônia. Curitiba foi escolhida por unanimidade pelo comitê, do qual faz parte o diretor de Relações Internacionais da Fundação Dom Cabral, Carlos Arruda.

A nota do Globe Forum destacou que "particularmente, a abordagem holística com que a cidade encarou os desafios da sustentabilidade é bem delineada e gerenciada numa clara demonstração de forte e saudável participação da comunidade e integração da dimensão ambiental com as dimensões intelectual, cultural, econômica e social". O principal programa apresentado por Curitiba foi o Biocidade, que condiciona todas as ações do município à questão ambiental.



Uma política que começou há anos e não sofreu descontinuidade. Em razão disso, Curitiba tem hoje média superior a 50 metros quadrados de área verde por habitante. De acordo com o secretário municipal do Meio Ambiente, José Antonio Andreguetto, a preservação é possível em Curitiba em razão do planejamento urbano de longo prazo, da prioridade para criação de parques, de políticas de educação ambiental e de políticas de incentivo.



A revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL, publicação direcionada a sustentabilidade empresarial, estará em sua próxima edição, que terá como tema de capa Cidades e Localidades Sustentáveis, destacando o recebimento desse prêmio. A revista tem sua sede em Curitiba e já publicou 16 edições com conteúdos voltados a sustentabilidade das empresas e de toda a sociedade. Para a Diretora Corporativa da revista, Giovanna de Paula, "A cidade de Curitiba é um exemplo de localidade sustentável em diversos aspectos. Os agentes locais estão comprometidos com o processo de desenvolvimento da cidade. É uma grande satisfação morar e desenvolver uma atividade profissional em uma cidade que respira sustentabilidade." A próxima edição da revista estará disponível na segunda quinzena de abril.





quarta-feira, 7 de abril de 2010

Tecnológica, Sustentabilidade e Cooperação

Tecnológica, Sustentabilidade e Cooperação

Por Mario Barra

As imagens do sofrido povo haitiano deixam profundas marcas em nossos corações e mentes. São testemunhos do quanto é difícil a vida dos quatro bilhões de seres humanos deste planeta, população excluída da economia formal, que sobrevive com menos de US$ 3 por dia. Nossa referência é sempre os (apenas) 800 milhões que ganham mais de US$ 15 mil por ano. Completando a população mundial de 6,3 bilhões, existe o segmento dos que vivem na classe emergente, ávidos por ascender a padrões razoáveis de bem-estar.


Se para atender a essa demanda reprimida produzirmos sem sustentabilidade, não sobrará planeta. Precisamos mudar radicalmente o modelo atual, aprendendo a produzir mais com menos, sem agredir o meio ambiente. Para tanto, é preciso inovar, atribuição especifica das empresas, já que é através delas que o conhecimento é concretizado em produtos que atendam necessidades e melhorem a qualidade de vida dos consumidores.


O tamanho do desafio é imenso, pois além da inclusão de 2/3 da população mundial, será preciso atender ao seu aumento projetado para 10 bilhões, em 2050. Para medir o salto tecnológico e as inovações necessárias, devemos considerar o impacto ambiental como diretamente proporcional à população, ao patamar de consumo e à tecnologia usada. Considerando cada variável a menos do surgimento de uma pandemia, a tendência é a população mundial crescer, o consumo é a medida direta da melhoria do padrão de vida, aspiração natural da população que vive na base da pirâmide. Dividindo os US$ 25 trilhões dos sete milhões de milionários, sobrarão US$ 6 mil para cada um dos excluídos, o que é bom, mas não resolve. A única saída é, ao invés de dividir os peixes, aprender a pescar mais e melhor, pela via da inovação tecnológica. Na escala requerida, iniciativas pontuais não darão solução ao problema. Só a mega escala de uma explosão de inovações tecnológicas, partindo da mobilização e engajamento da indústria, dará condições para criação de uma massa crítica necessária para alcançar a dimensão da resposta requerida.

De acordo com Stuart Hart, uma das maiores autoridades mundiais no efeito das estratégias empresariais sobre o meio ambiente e pobreza e professor de administração da Universidade de Cornell (EUA), a atividade econômica precisa ser multiplicada por dez para atender as necessidades da população projetada. Só a energia é responsável por 25% das emissões de gases efeito estufa. Se essa geração for multiplicada por dez, não haverá planeta que sobreviva a tal poluição. Só inovação tecnológica e que de fato agrega valor, fruto do conhecimento muitas vezes já disponível, resolve e precisa ser multiplicada por vinte para amenizar o impacto ambiental, segundo Hart, e será a maior oportunidade de mercado para as empresas inovadoras, conclui o autor, palestrante convidado da X Conferência Anpei – Associação Nacional das Empresas Inovadoras, que será realizada em Curitiba de 26 a 28 de abril.


Para citar só um exemplo: iluminação por LED precisa quase dez vezes menos energia para se obter o mesmo efeito de uma lâmpada incandescente. Porque, então, não é usada? A resposta é: pela forma como a sociedade valoriza os produtos - título do último livro de Hart “Capitalismo na Encruzilhada” - e pela falta de difusão do conhecimento via inovação tecnológica. No entanto, é preciso ressaltar que o Brasil possui empresas que lidam a inovação como prioridade, tendo alcançado uma eficiência em sua gestão e cooperação interna e externa. Essa prática, que também será demonstrada durante a Conferência de Curitiba, deve ser incentivada para que mais companhias comecem a adotar a inovação como questão para a sobrevivência do planeta e não apenas para competitividade mercadológica.

*Mario Barra é membro da diretoria da Anpei (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras) e Coordenador da X Conferência Anpei

sábado, 3 de abril de 2010

Objetivos e Valores - Revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL

VALORES:
Respeito ao leitor;
Interesse socioambiental;
Visão sustentável;
Ética e profissionalismo;
Adimplência e resultados

OBJETIVOS:
a) Desenvolver um veículo de divulgação das ações empresariais e organizacionais para um desenvolvimento sustentável.
b) Conquistar um espaço estratégico no ambiente corporativo, através de parcerias e divulgação de iniciativas, atitudes e experiências bem sucedidas, aplicadas de forma sustentável nas atividades empresariais.
c) Enaltecer a importância das empresas e organizações como agentes que contribuem para o desenvolvimento sustentável local.

Saiba mais sobre a nossa revista

PROJETOS SUSTENTÁVEIS - PARCERIAS

A parceria entre a PSG Editora e as Gráficas: Infante e Capital para impressão da revista foi realizada dentro do conceito de desenvolvimento limpo. O sistema de revelação das chapas é feito com recirculação e tratamento de efluentes. O papel (miolo e capa) é produzido com matéria-prima certificada e foi o primeiro a ser credenciado pelo FSC – Forest Stewardship Council. O resíduo das tintas da impressora é retirado em pano industrial lavável, que é tratado por uma lavanderia especializada. As latas de tintas vazias e as aparas de papel são encaminhadas para reciclagem. Em todas as etapas da produção da revista existe uma preocupação com os resíduos gerados.


http://www.graficacapital.com.br/


A Elo Agência atua na área de gestão ambiental com foco no desenvolvimento sustentável. Esta entidade promove a gestão ambientalmente adequada em diferentes organizações. A PSG Editora encaminha para a Elo Agência todo o resíduo reciclável gerado na atividade do seu escritório. A Elo Agência através de um projeto de gestão de resíduos promove a reciclagem gerando renda e reduzindo o impacto ambiental.
http://www.eloagencia.org.br/

Depoimentos Leitores GERAÇÃO SUSTENTÁVEL

“Uma das mais importantes funções de um sistema econômico (capitalista) é o que reservar para as futuras gerações. Este é um problema de manutenção e ampliação da capacidade produtiva da economia. Isso implica não só conservar intacta a força produtiva por meio de uma provisão para depreciação, como também aumentar a quantidade dos recursos da economia e melhorar as técnicas de produção. Em outras palavras, um bom sistema econômico não deve se preocupar apenas com o nível de bem-estar atual da população, mas também com o das futuras gerações, até porque a demanda é crescente, tanto por causa do crescimento populacional como pela elevação da renda no longo prazo. A economia, como ciência da escassez, tem um fundamental papel na solução desse tipo de problemas que afetam toda uma sociedade. O lançamento da Revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL merece todos os nossos aplausos, pois é mais uma importante iniciativa de conscientização da população para o preocupante problema de preservação dos recursos naturais. Produzir cada vez mais, com sustentabilidade, é um dos grandes desafios do ser humano. Ao Sr. Pedro Salanek Filho e toda a sua equipe de profissionais envolvidos na concepção e criação desta nova Revista, os nossos parabéns e muito sucesso.”
Prof. Judas Tadeu Grassi Mendes, Ph.D.
Diretor Presidente da Estação Business School


Parabenizamos a Revista Geração Sustentável pela realização do 1º Networking pela Sustentabilidade. Iniciativas como essa elevam ainda mais a importância dessa revista no atual cenário do desenvolvimento socioeconômico e ambiental. Agradecemos a oportunidade na participação, pois o Banco do Brasil tem empreendido ações estratégicas - em parceria - por todo país, buscando a elevação de patamar das famílias e a melhoria dos diversos indicadores de qualidade de vida no planeta.
Ney Augusto Resmer Vieira
Gerente de Desenvolvimento Regional Sustentável do Paraná
Banco do Brasil S.A.



“Antes de tudo, quero destacar a coragem de Pedro Salanek Filho e equipe para conceber esta publicação e concretizá-la. Parabéns pelo primeiro aniversário. Falar de sustentabilidade além de ser um grande desafio é também uma grande responsabilidade: reconhece o ser humano, com todos os seus desafios, forças e fragilidades, como o grande responsável e ao mesmo tempo vítima deste processo de dimensões planetárias. Muito se fala, muito se repete pouco se faz. Só desejar mudar não basta. Agir para mudar é imprescindível. Fazer esta publicação é uma contribuição impar, de reconhecimento e avaliação do que já foi feito, de gestão do conhecimento, de educação e formação enquanto alicerce para os próximos passos de seus leitores. O diálogo é necessário, os desafios incomensuráveis e a labuta inesgotável. Parabéns a toda equipe!”
Anne Louette
Administradora de Empresas
Coordenadora de publicações de RSC


“O tema SUSTENTABILIDADE está em destaque. Repentinamente todos se preocupam com esta questão. Em verdade, o problema é antigo e a discussão é longa. Há mais de 20 anos, hoje é muito pior, qualquer indústria que quisesse obter um empréstimo bancário necessitava comprovar o impacto ambiental do mesmo. O que tem o tema SUSTENTABILIDADE a ver com a capacidade de pagamento de um encargo? Nada. Entretanto, o banco não pode correr o risco de associar seu nome junto a um empreendimento que não respeite as mínimas regras de SUSTENTABILIDADE. Assim é a sociedade atual e esta regra, vale para qualquer tipo de empreendimento. A iniciativa de uma revista especialmente dedicada ao tema SUSTENTABILIDADE, com características regionais e com discussões locais mostra o estado de maturidade alcançada nos institutos de ensino e pesquisa do Paraná.”
Luis Roberto Antonik
Pró-Reitor Acadêmico da UNIFAE


“Parabéns pela iniciativa de publicação de uma revista com um tema tão importante. Para a nossa empresa, a sustentabilidade é sem dúvida um conceito que permeia nossa cultura e nossas atividades.”
Maria Eduarda Varela
Comunicação e Responsabilidade Social da Klabin S/A


"Em um ano de existência, a revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL já se tornou uma referência no tema da Sustentabilidade. Com seus conteúdos atuais e interessantes, todas as suas edições mostram uma visão crítica sobre a Responsabilidade Social e o papel de todos neste processo. O futuro das próximas gerações depende da conscientização e este é um dos pilares editoriais desta revista, que provoca um constante debate sobre o que deve ser mudado na gestão das empresas para a efetiva prática da sustentabilidade. Desta forma, a Revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL transcende o seu papel de comunicação e assume um outro muito mais importante, que é ser um articulador e promotor de soluções para a construção de um mundo mais justo, igualitário e, principalmente, sustentável."
Andrea Koppe
Presidente da UNILEHU


“Quero cumprimentar toda a equipe da revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL pela brilhante estruturação desta importante publicação na área de responsabilidade social empresarial. Tenho sempre acompanhado os exemplos das empresas e os artigos dos profissionais que abordam com tanta profundidade este tema. A revista tem mostrado uma linha editorial coesa e atual. A preocupação deste tema no ambiente dos negócios tem se tornado uma discussão constante e estará influenciando, nos próximos anos, os processos corporativos e os desejos de consumo dos clientes. Como atuo também como professor da área de responsabilidade social e ambiental, frequentemente uso, nas minhas aulas, (para debate entre os alunos) os exemplares da revista. Desejo longevidade a este projeto e que venha a ser uma referência de consulta nas mesas de todos os empresários.”
Fernando Braga de Souza
Consultor e Professor em Gestão Responsável
Belo Horizonte – MG


“Infelizmente não compareci ao evento de comemoração do primeiro aniversário da Revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL. Mas não poderia deixar de transmitir meus sinceros parabéns a toda equipe que vem traçando tão belo caminho. Desejo que o sabor da novidade, a leveza das ações e o frescor das novas idéias/qualidade que a GERAÇÃO SUSTENTÁVEL conseguiu imprimir em suas páginas – sejam constantes na trajetória da publicação. Sucesso e parabéns!”
Ana Luiza Veloso
Comunicação Corporativa
Fiat Automóveis S.A.


“Em nossa Instituição, todos os cursos têm como linha central em seus projetos didáticos-pedagógicos as questões que envolvem a temática ambiental, associada à promoção do desenvolvimento regional de forma sustentável. Assim sendo, vários são os projetos que desenvolvemos envolvendo docentes e discentes, e como decorrência, já possuímos um vasto material teórico/científico acerca das temáticas outrora apresentadas. Após uma atenciosa leitura, fiquei surpreso com o teor das informações apresentadas, já que o grau de abrangência e seriedade dos artigos são pontos de extrema relevância, já que em praticamente todos os casos apresentados, há uma associação com preocupação ambiental, mas ao mesmo tempo, em sintonia com os interesses mercadológicos das organizações, onde estarei utilizando vários artigos para discussões com os docentes e discentes da nossa Instituição.”
Msc. Thiago Hernandes de Souza Lima
Geógrafo e Mestre em Análise Ambiental
Docente e Pesquisador Institucional da Faculdade Eduvale – Avaré/SP


“Somos bombardeados diariamente com um turbilhão de notícias. É impressionante a velocidade e quantidade do fluxo de informações que recebemos por meio dos diversos meios de comunicação. Aliás, às vezes ficamos mais confusos que informados. A revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL é um veículo que veio para ficar. Trata-se de um instrumento que forma opiniões porque os temas abordados, vinculados ao tema principal que é a SUSTENTABILIDADE são tratados com todo cuidado e atenção que merecem. É visível que não se trata de mais uma revista. O evento no Teatro Paiol em comemoração ao primeiro aniversário foi uma prova disso. Pudemos conhecer um pouco mais sobre a originalidade do projeto e o comprometimento da equipe. Tudo muito bem articulado e bom gosto. O Coral Meninos de Angola foi extremamente oportuno. Parabéns e longos anos de “vida”!”
Lúcia Rosa de Almeida
Jornalista
Coordenadora Projeto Natureza Solidária
Instituto de Pesquisa e Conservação da Natureza – Idéia Ambiental


“Foi com satisfação que tomei conhecimento da Revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL em uma das visitas que fiz à Curitiba recentemente. O tema da revista, e que está estampado nesse título, é muito oportuno e está em sintonia com um dos principais movimentos sociais de nossa época, o movimento pelo desenvolvimento sustentável. Esse movimento que aspira salvar o Planeta de uma derrocada iminente, pois sinais de alerta não faltam, se apóia num ser humano solidário com a sua própria geração e com as que virão, por isso acredito que a escolha do título da Revisa foi muito feliz. Lendo a revista, fiquei impressionado com a qualidade das matérias apresentadas, das entrevistas e dos seus colaboradores. Desde algum tempo observa-se o aparecimento de revistas e suplementos de periódicos tratando deste tema, o que é um fato positivo e que reflete a crescente percepção dos problemas socioambientais por amplos setores da sociedade. Porém, com muita freqüência estes veículos de divulgação pecam pelo exagero, seja apresentando a uma visão catastrofista, seja uma visão de otimista sem pé no chão, do tipo oba-oba, com muita gente sorridente falando do quanto tem feito de bom para o Planeta e a Humanidade. Aquelas dão impressão que o fim do mundo não vai esperar as festas de fim de ano e estas, que todos os nossos problemas já foram resolvidos. Os exemplares da Revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL que tive a oportunidade de ler apresentam os assuntos com muito equilíbrio e sustentadas com informações valiosas e confiáveis e não é outra coisa que se espera de um veículo de divulgação e de uma geração voltada para a sustentabilidade. Que esta Revista continue sempre assim.”
Professor José Carlos Barbieri
FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS - EAESP

terça-feira, 30 de março de 2010

Fórum nas Filipinas discute projetos relacionados à questão climática

Brasileiro que participou do evento levou ideias e experiências sobre a implementação de fundos de investimento para projetos relacionados ao clima

O “2010 Climate Investment Fund – CIF – Partnership Forum”, que aconteceu recentemente na cidade de Manila, Filipinas, abordou um dos assuntos mais debatidos nos últimos tempos: o clima. O evento, que foi promovido pelo Banco de Desenvolvimento Asiático em parceria com o Banco Mundial, reuniu importantes profissionais de todo o mundo para discutir e trocar experiências sobre o assunto.

Marcelo Leoni Schmid, diretor de mudanças climáticas do Instituto de Pesquisa e Conservação da Natureza Idéia Ambiental, foi um dos brasileiros convidados a participar do evento. Para ele, o Brasil exerce papel chave nas discussões. “O Brasil deverá ser um dos principais implementadores de projetos relacionados à geração de valor climático pela conservação de florestas nativas” afirma. Marcelo disse ainda que mais eventos relacionados ao tema devem acontecer durante o ano e que ele pretende participar, levando idéias e trazendo sugestões para aperfeiçoar ainda mais o trabalho desenvolvido pelo Instituto, que tem sede em Curitiba (PR). “Temos que buscar soluções que unam desenvolvimento econômico à manutenção da qualidade ambiental e geração de valores sociais”, explica.

Um dos principais assuntos abordados durante o fórum, segundo Schmid, foi justamente o Forest Investment Program – FIP, que trata do financiamento de projetos florestais-climáticos em países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil. “Os projetos florestais representarão uma fatia significativa do mercado de créditos de carbono, em especial para o Brasil, uma vez que, por sua inegável vocação florestal, deve se tornar o principal player desse mercado, estimado em 100 bilhões de dólares ao ano”. Esse valor é equivalente a praticamente toda movimentação financeira atual do mercado de créditos de carbono no mundo, considerando as diversas categorias de projeto existentes, além da florestal.

O diretor salientou ainda que os projetos voltados à valorização climática da conservação florestal pela aplicação do conceito REDD (Reduced Emissions from Deforestation and Forest Degradation) possuem alta capacidade de geração de valores agregados nas áreas social e ambiental. “O conceito é um mecanismo que busca promover a valorização econômica, social e ambiental das florestas pela garantia de permanência de seu estoque de carbono ao longo do tempo. É uma nova ferramenta que está alinhada aos pilares do desenvolvimento sustentável e que poderá permitir a geração de renda de áreas anteriormente vistas como entraves ao desenvolvimento econômico”, explica.

O Instituto Idéia Ambiental
O Idéia Ambiental trabalha, desde 2008, com o desenvolvimento de estudo de aplicação do REDD em diversos biomas nacionais: Mata Atlântica, Amazônia e Cerrado. De acordo com o diretor do Instituto, Marcelo Schmid, uma vez que são determinados os potenciais de geração de valor pela conservação, os projetos são organizados em um cadastro para identificar os potenciais investidores.

Em breve, o Instituto vai lançar seu Fundo Florestal Climático, que contará com o aporte financeiro de instituições externas para dar viabilidade às diversas faces dos projetos e à gestão do esquema. Hoje, o Idéia Ambiental conta com mais de 100 mil hectares de áreas cadastradas nos três biomas e tem resultados expressivos na atração de investidores internacionais e locais para financiamento e aquisição dos créditos de carbono a serem gerados por meio dos projetos.

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