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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Faber-Castell ressalta a importância do consumo sustentável


Falar em consumo consciente é muito mais que detalhar os hábitos e comportamento de compras da população. É preciso levar em consideração os impactos ambientais e sociais de um processo produtivo, desde a concepção de um bem ou serviço até a destinação apropriada dos resíduos, e avaliar se este produto gera ou não impactos positivos ao meio ambiente.

Neste Dia do Consumo Consciente, lembrado em 15 de outubro, a Faber-Castell alerta sobre a importância do tema e abre a discussão sobre o assunto. A empresa, que tem a sustentabilidade e responsabilidade socioambiental entre seus principais pilares de atuação, se preocupa com o consumo consciente, desde o início da cadeia produtiva até o descarte correto de produtos que não são mais utilizados dentro de toda categoria de instrumentos de escrita.

O respeito ao meio ambiente e ao consumo consciente dos recursos naturais é destaque na produção dos EcoLápis da empresa, feita com 100% de madeira reflorestada e certificada pelo FSC® (Forest Stewardship Council). Hoje, as florestas da Faber-Castell ocupam 9.600 hectares, divididos em 11 parques na região de Prata (MG). Desse total, 2.600 hectares são de áreas de preservação permanentes e 6.700 de áreas plantadas com Pinus caribaea var. hondurensis - matéria-prima para a produção dos seus EcoLápis, também certificados pelo FSC®.

Parceria de sucesso

Além das ações sustentáveis nos seus processos produtivos e muito antes de se discutir a questão da logística reversa neste setor, a Faber-Castell saiu na frente e estabeleceu uma parceria com a TerraCycle para um programa de coleta que permite a transformação de milhares de produtos de diversas marcas e suas respectivas embalagens em matéria prima reciclada.

 Desde o ano passado, a Brigada de Instrumentos de Escrita Faber-Castell coletou e reciclou mais de 150 mil unidades de lápis, lápis de cor, lapiseiras, canetas, canetinhas, borrachas, apontadores, destaca texto, marcadores permanentes e marcadores para quadro branco que não eram mais utilizados. Todo o material, que teria como destino lixões ou aterros sanitários, foi transformado em matéria-prima reciclada para novos produtos, o que evita a extração de novos recursos da natureza.


 O programa conta com a ajuda do consumidor, que pode se inscrever no Programa de Coleta e na Brigada de Instrumentos de Escrita Faber-Castell gratuitamente, por meio do site (http://www.terracycle.com.br/pt-BR/brigades/brigada-de-instrumentos-de-escrita-faber-castell.html).

sexta-feira, 23 de março de 2012

VOCÊ É UM CONSUMIDOR CONSCIENTE?

Você já parou para pensar se realmente precisa de tudo o que consome? Quanto do que você consome é importante para sua felicidade? Você precisa de todos os itens que possui para sua satisfação ou para ter ´status´?

Vicky Robin, especialista em Inovação Social e Consumo Consciente diz que as pessoas possuem muito mais do que necessitam para viver. Quando há o despertar para os excessos e se cria esta consciência, há reflexões e cria-se o ciclo que se chama Tecer a Teia da Comunidade, que é onde está a verdadeira riqueza, muito mais que nas coisas.

Os sonhos que podem trazer a real felicidade, não estão relacionados ao dinheiro. As pessoas que passam dificuldades financeiras, muitas vezes usam da criatividade, o compartilhamento para sobreviverem e descobrem seu próprio poder de reinventar. Épocas de muitas lutas, questionamentos individuais e sobre o próprio potencial. O sofrimento vem de dentro, talvez da falta de uma força interna para superar os desafios, independente do fator financeiro.
Para quem consegue vencer as batalhas, quando superadas, estes períodos são visto como os mais felizes de suas vidas.

A felicidade sendo assim, é o reflexo da vida do indivíduo, definitivamente não é o que este consome ou possui que o fará menos ou mais feliz.

Especialistas no conceito Social, Ambiental e Econômico, já provaram que os ideais para os bens reais de uma nação devem ser os mesmos do ser humano, ou seja, educação, saúde, força interna, a habilidade pessoal de Inovação, a qualidade de vida e o financeiro para suprir o que é importante para sobrevivência.

Em termos políticos, com todas as catástrofes do planeta, será que devemos ainda considerar o dinheiro nosso bem maior?

A economia de crescimento serve para quem? Fomos educados pelas corporações a divulgar que o crescimento é a medida para o progresso, e este crescimento não se refere as nossas vidas espirituais e sim ao PIB, assim os valores humanos se desconectaram daqueles ditados por nossa história dominante. Para muitas pessoas esta falta de consciência dos valores e suas identidades com trabalhadores e consumidores ficou muito confusa.
Virou-se uma sociedade com seres humanos divididos, entre o ter e o ser.

Val Sátiro, publicitária, especialista em Marketing, é empreendedora e fundadora do site SEU MUNDO SUSTENTÁVEL http://www.seumundosustentavel.com.br/