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terça-feira, 8 de outubro de 2013

Desenvolvimento Local - Edição 34

Eficiência energética no WTC


Sustentabilidade é uma das metas do Business Club, que reúne várias empresas que buscam proteção ambiental por meio de boas práticas

O WTC Business Club é um dos maiores clubes de negócios do mundo, está presente em mais de 300 cidades, em mais de 100 países, com o objetivo de criar uma grande rede que facilite o contato para negócios tanto nacional quanto internacionalmente. Para atingir essa meta, o WTC tem três pilares: Networking, Conteúdo e Internacionalidade. Pontos considerados fundamentais para a prosperidade dos negócios.

Mas o WTC também está interessado em como as empresas estão crescendo, como estão tratando a sustentabilidade no seu processo de prosperidade. Tanto que o Club tem dezenas de comitês permanentes, que promovem cerca de 300 eventos por ano, e entre eles está o Comitê de Sustentabilidade, que promove a discussão das sustentabilidades social e ambiental, um dos assuntos mais falados dos últimos anos e que, cada vez mais, faz parte do desenvolvimento estratégico das empresas. “Mensalmente são realizadas reuniões do grupo que compõe esse comitê nacional. Fazemos inclusive, esforços para que os associados de outros WTC regionais possam participar e contribuir com suas experiências, assim como buscar nesse grupo versátil novas informações e novos conteúdos para suas gestões”, explica o Alberto de Paula Lenz Cesar, diretor regional do WTC Curitiba.

O Comitê de Sustentabilidade discute vários temas focados no crescimento sustentável e reúne empresários, executivos das grandes empresas e representantes do poder público em palestras gratuitas e eventos especiais com conteúdo exclusivo para os participantes do clube de negócios. O comitê trata, ainda, da preservação ambiental como parte da imagem que a empresa passa para o público e para o mercado.

Nesse contexto, a eficiência energética tem se tornado um dos pontos principais. Atividades que promovem a economia de energia fazem parte  tanto grandes quanto de pequenas empresas que já compreenderam que a redução dos custos com energia elétrica é essencial para manter a competividade.  Segundo o diretor regional do  WTC Curitiba, as empresas que atuam com essas determinações tecnológicas e sustentáveis vem ao encontro dos conceitos do WTC, que aproxima empresas com tendências inovadoras e modernas, visando a melhoria de produtividade na governança corporativa, vislumbrando economia e maior interatividade. “Temos acompanhado a evolução das empresas de um modo geral, entendendo que esse tema deve ser parte integrante de suas agendas corporativas. É um caminho necessário a ser traçado em suas gestões e incluídos junto a seus stakeholders. Um caminho sem volta, apenas para reforçar os passos dados”, comenta Alberto de Paula Lenz Cesar.

Entre os associados do WTC Curitiba, encontramos ótimos exemplos de eficiência energética, entre eles a HAG Consulting, que traz soluções e oportunidades para o mundo corporativo e o
Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Paraná (Sebrae/PR), que adota boas práticas para a economia de energia.

De olho no mercado

Por 22 anos, Rodrigo Alvarenga atuou em várias áreas estratégicas de grandes corporações financeiras e uma das suas principais funções era ajudar os clientes a identificar oportunidades, avaliar condições de crédito e optar pela melhor forma de obter apoio financeiro. Nessas duas décadas, Alvarenga colecionou lições, uma das mais importantes segundo ele foi perceber que as empresas que pensam e agem de forma mais sustentável apresentam melhor resultado em longo prazo.

Foi com essa premissa na cabeça que, em 2010, Alvarenga fundou a HAG Consulting, em parceria com sua esposa. “Criamos a empresa com foco nas questões estratégicas de gestão, desenvolvimento e treinamento de pessoas de forma a incorporar a sustentabilidade aos negócios ou ainda desenvolver negócios que atuassem nos mais variados aspectos da sustentabilidade, como eficiência energética, gestão de resíduos, etc”, explica.

No ano passado, a convite do diretor do WTC/Brasil, Diego Petinazzi, Alvarenga passou a acompanhar os eventos promovidos pelo WTC Club, em Curitiba, e logo se tornou associado. "Participar do WTC Club foi fundamental tanto para construir e reforçar o networking com empresas, empresários e executivos, como também pela oportunidade de contribuir, por meio dos eventos e fóruns, com a troca de ideias, experiências, identificação de problemas e oportunidades comuns, mas principalmente construir um grupo que pode e deve buscar mudar a cara e o jeito de se ver e construir o Brasil de forma mais sustentável”, afirma o empresário.

Um dos projetos viabilizados pela HAG é a ACS Energia, que entrou no mercado em fevereiro deste ano para atuar no segmento de eficiência energética e representa no Brasil algumas empresas e marcas alemãs como Sweet Light e GFR, cujas tecnologias visam fornecer diferentes e complementares benefícios aos clientes, desde adaptadores/reatores para lâmpadas T5, que economizam de 20 a 62% de energia, até hardware e softwares de automação predial que permitem controlar todos os equipamentos de ar-condicionado, iluminação, controles de entrada e perimetrais de forma a otimizar o uso de energia reduzindo o consumo em até 40%, conforme pode ser verificado nos vários cases de sucesso já implantados na Europa. “A HAG procura prestar assistência e apoio aos clientes empreendedores, bem como aos projetos nos quais participa. Podemos afirmar que existe uma demanda reprimida enorme no Brasil para esse tipo de solução, tanto para os mercados de energias renováveis como de construção sustentável, nanotecnologia, entre outros”, comenta.

Com um mercado tão promissor, Alvarenga diz que a ACS Energia é apenas o primeiro projeto da HAG Consulting, que muitos outros já estão no “forno”, entre eles energias renováveis como biogás e projetos de inovação e biosegurança, para os quais o empresário ainda está avaliando potenciais investidores.



Medidas simples

No Sebrae/PR - Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Paraná, a economia de energia é obtida com atitudes simples e inteligentes. Há anos a entidade adota boas práticas relacionadas à eficiência energética, como o gerador movido a biodiesel, que foi instalado na unidade em Curitiba, em 2009, para evitar a suspensão de atividades durante blackouts, o que evita imprevistos e gastos extras. Segundo Vitor Roberto Tioqueta, diretor-superintendente do Sebrae/PR, a iniciativa tem garantido a proteção de dados e o funcionamento regular do sistema de informática que interliga a entidade em todo o estado, mesmo durante interrupções de energia. “O equipamento é moderno, possui catalisadores e filtros que neutralizam poluentes, não emite a fumaça e o cheiro característico dos motores diesel comuns. Optamos por um sistema que não agride o meio ambiente, e, ao mesmo tempo, nos dá mais segurança de trabalho”, explica.

Para reduzir a conta de energia elétrica, a mais largamente utilizada pela indústria e pelo comércio, o Sebrae/PR ainda executa outras ações complementares. A entidade implantou em todas as unidades do Paraná sensores de presença, com o quais o uso de energia só ocorre quando necessário. Outra atitude pensando na eficiência energética é o uso de torneiras de pressão, que evitam o desperdício de água, que também é fonte de energia.

As ações não param por aí. O Sebrae/PR está conseguindo evitar o desperdício de energia com a redução da quantidade de impressoras, que passaram a ser instaladas em áreas comuns, para que vários setores dentro da entidade possam usá-las. O resultado até agora foi a redução do número de impressões. Uma ação que exigiu um pouco mais de investimento foi a substituição de coberturas por telhados com isolamento, o que diminui o uso do ar condicionado, pois o ambiente se mantém climatizado mesmo com o aparelho operando em uma potência menor. “O Sebrae/PR também iniciou um estudo para a implantação de iluminação led, com lâmpadas eletrônicas e com capacidade de 50 mil horas, que, num futuro próximo, pode representar mais economia”, comenta o diretor-superintendente.

Segundo Tioqueta, a entidade não tem estimativas em números com relação à economia gerada por essas ações, mas ele garante que a consciência do uso racional de recursos naturais é cada vez maior. Mesmo com a redução de alguns equipamentos, como no caso das impressoras, o diretor-superintendente afirma que o Sebrae/PR está conseguindo fazer as mesmas coisas, algumas vezes até mais, utilizando menos recursos. “A eficiência energética e a adoção de boas práticas são fundamentais nos tempos de hoje, em que o planeta precisa mais do que nunca ser preservado. O Sebrae/PR, que apoia o empreendedorismo e as micro e pequenas empresas, precisa dar o exemplo. Temos responsabilidade nesse processo, razão pela qual iniciamos – e prosseguimos – com uma política de preservação e de boas práticas que, mesmo simples, podem fazer a diferença”, comemora Tioqueta.


WTC Curitiba - 41 4141-1020 
www.wtcclub.com.br
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Veja outros conteúdos dessa edição:


Matérias:

- Capa: Sustentabilidade além da matéria-prima
- Entrevista: Lourival dos Santos e Souza
- Visão Sustentável: Gesso reciclado vira fertilizante para agricultura
- - Responsabilidade Social Corporativa: Educando na Sustentabilidade
- Energias Renováveis

Artigos:
- Artigo: O sonho acabou? (Jerônimo Mendes)
- Artigo: Oportunidade e realização (Rafael Giuliano)
- Artigo: O mito do PIB (Daniel Thá)
- Artigo: Água: A crise e a inércia política global (Hugo Weber Jr)
  
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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Desenvolvimento Local - Edição 33


Aliança Paraná Sustentável

Articulação entre governo, setor privado, sociedade civil e academia busca desenvolvimento justo, inclusivo, sustentável e cultura de paz no Paraná

Proporcionar um ambiente favorável para a articulação e atuação de agentes na capacitação, organização e promoção do desenvolvimento justo, inclusivo e sustentável e da cultura de paz em todo o Estado do Paraná é o principal objetivo da Aliança Paraná Sustentável. O programa, criado há cerca de dois anos por iniciativa do Instituto Arayara, busca, desse modo, resgatar valores e potencialidades dos cidadãos, das localidades, dos municípios e das regiões em favor da prosperidade e qualidade de vida dos paranaenses.

A Aliança está alinhada com os princípios do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) e tem a parceria e o suporte institucional do Programa de Cidades do Pacto Global. “Cada uma das 25 entidades signatárias do programa tem como tarefa contribuir com a aliança, mostrando de que forma as cidades podem se tornar melhores em suas diversas esferas”, diz o Global Advisor do Programa de Cidades do Pacto Global da ONU, Eduardo Manoel Araújo.

A aliança é constituída por pessoas, organizações e instituições que atuam em prol do planeta e das gerações futuras em uma aliança que abrange dois pilares: o desenvolvimento justo, inclusivo e sustentável e a cultura de paz. De acordo com Araújo, o desenvolvimento justo é aquele que é bom para todos, o inclusivo compreende a participação de todos e o sustentável é a favor da vida.

A construção de uma cultura de paz é um processo de cooperação e de valorização das pessoas, com base na sua condição humana básica, com respeito à sua diversidade, às suas crenças, aos seus valores. “A cultura de paz busca o melhor do ser humano para que as famílias e as cidades possam viver em harmonia e o planeta possa ter uma melhor condição de vida”, explica Araújo.

O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Paraná (CAU/PR) é um dos signatários da aliança e faz parte do secretariado regional. “Podemos dizer que o Conselho está contribuindo para que a aliança aconteça, assim como os demais integrantes”, diz Araújo. A principal contribuição do CAU/PR, nesse programa, é a avaliação da qualidade dos planos diretores das cidades, que faz parte dos projetos que envolvem os municípios do Paraná.

Todo esse processo traz diversos benefícios para os diferentes públicos da sociedade. Para os empresários, repercute em melhoria de renda da comunidade e consequente ampliação de mercado, acesso à rede de potenciais investidores, acesso à infraestrutura, à tecnologia e ao fomento e às oportunidades de inovação e desenvolvimento de vantagens competitivas. Para o terceiro setor, os benefícios são favorecimentos de recursos e financiamentos para projetos, acesso à rede de parceiros, entre outros.

Para a academia, essa articulação traz oportunidades de inovação e ganhos em vantagens competitivas com currículo e formações diferenciadas e oportunidades de pesquisa e acesso à tecnologia e inovação. A aliança também traz benefícios para o Governo, entre eles a possibilidade de compreensão sistêmica da realidade e da necessidade local, aumento da capacidade de execução e resultados e maior efetividade na
criação de políticas públicas e projetos (informação e demanda).

O programa Aliança Paraná Sustentável está aberto a novos signatários que tenham interesse em participar desse processo.

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Veja os conteúdos dessa edição:

Matérias:
- Capa: Arquiteto Empreendedor
- Entrevista: Jeferson Navolar
- Espaço Arquitetura
- Construções Sustentáveis: Integração e Sustentabilidade desde a concepção do projeto
- Responsabilidade Social Corporativa: (CPCE Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial) Implantação de projetos socioambientais requer planejamento
- Responsabilidade Ambiental: Cultivando Água Boa
- Desenvolvimento Social: CEF apoia empreendimentos habitacionais sustentáveis



Artigos:
- Artigo: Vamos de carro ou de metrô? (Jerônimo Mendes)
- Artigo: Engajando e cultivando talentos (Rafael Giuliano)
- Artigo: Arquitetura Sustentável: um processo (Ivan Dutra)

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

União de empresários faz a força para o desenvolvimento local e empresarial

       Jornalista: Lyane Martinelli  


 Aproximar grandes empresários, possibilitando networking, troca de experiências e a geração de novos negócios nacionais e internacionais. Com esse espírito, que cultiva desde a sua criação, o World Trade Center Business Club (WTC) vem agregando valor e trazendo desenvolvimento para as regiões em que atua. Presente em Curitiba desde 2010, essa associação de empresários criada nos Estados Unidos na década de 1960, pelos irmãos Rockfeller, está construindo uma nova forma de relacionamento empresarial aliado à possibilidade de crescimento efetivo para o segmento no estado. “Temos o compromisso de trabalhar como um instrumento de aproximação entre executivos, abrindo novas oportunidades de negócio na região e com outras em que o WTC atua. Fazemos isso por meio de reuniões entre empresários locais e também de outras localidades, assim como via debates com grandes nomes capazes de enriquecer as discussões entre os conselheiros”, explica Diego Pettinazzi Rodrigues, diretor do WTC Brasil e que tem como foco o trabalho na região Sul do Brasil.


A atuação do WTC entre os altos executivos gera crescimento não só nos negócios locais, mas também agrega valor onde opera e promove o desenvolvimento local, com o objetivo de atender exatamente as necessidades de crescimento latentes onde passam a atuar. “Desde que iniciamos as atividades do WTC em Curitiba, percebemos que a cidade tem um perfil diferenciado, buscando possibilidades que tragam oportunidades inovadoras. Essa é uma das características que identificamos no perfil da cidade e de seus empresários”, afirma Luiz Alberto de Paula Lenz Cesar, diretor do WTC Curitiba. No trabalho que vem sendo desenvolvido em Curitiba, o WTC trabalha baseado na análise do “DNA Corporativo” dos empresários locais buscando, a partir dessa observação intensa, entender os interesses dos conselheiros e também o que cada um pode oferecer nas trocas de experiências. “Hoje já contamos com 60 conselheiros atuando no WTC Curitiba, o que podemos considerar um resultado muito positivo, pois isso demonstra a adesão dos empresários aos nossos ideais e nos abre portas para alcançar com mais rapidez e solidez os objetivos de desenvolvimento que o WTC tem como filosofia”, explica Luiz Alberto.

Dentro da perspectiva de atuação do WTC nas cidades em que está presente, o projeto divide-se em duas fases básicas: organizar e fortalecer as parcerias entre os executivos da região e um segundo passo, que é a construção de um edifício, em que os conselheiros regionais são convidados a investir na construção e operacionalização do empreendimento. “Nessa fase, o WTC tem como objetivo resgatar áreas da cidade com o investimento de construção de um centro comercial que vai gerar empregos, criar novas oportunidades regionais e explorar novas alternativas de investimento e circulação de dinheiro na região”, explica Diego Rodrigues. Essa perspectiva de gerar desenvolvimento em espaços pouco aproveitados nasceu com os irmãos Rockfeller que, ao reunir grupos de empresários em nova York, na década de 1960, buscaram essa união para ampliar os negócios na cidade e recuperar uma área abandonada, na época, na ilha de Manhattan, onde foram construídas as “Torres Gêmeas”. Hoje, várias das 330 cidades em que o WTC está presente contam com empreendimentos que atingiram suas expectativas de recuperar áreas subutilizadas, como em São Paulo, em que a região da Berrini sofreu grandes mudanças após a construção do complexo do WTC. Para Curitiba, a expectativa é que em pouco tempo o projeto na capital paranaense entre na etapa da construção do empreendimento. “Hoje estamos na fase de consolidação do processo de aglomeração dos empresários. Logo, estaremos com a base completa para avançar no projeto, que hoje está em fase de estudos de localização, necessidades da cidade e possibilidades. Mas já pensamos em um projeto que tenha uma torre comercial, hotel, prédios corporativos e um centro cultural”, conta Luiz Alberto. Ainda dentro do Paraná, o WTC tem também a expectativa de ampliar sua atuação para o interior, criando sub-sedes do WTC do Paraná em cidades chave como Foz do Iguaçu, Maringá e Londrina.

Dentro das atividades que vêm sendo desenvolvidas pelo WTC Curitiba, nessa fase de integração e aglomeração dos empresários está um circuito de ações corporativas, como workshops, mesas redondas, minicursos e ações culturais e de lazer que buscam focar nas questões corporativas, mas também oferecer um olhar global sobre o contexto social e econômico atual. “Temos também uma preocupação de realizar a integração desses associados com os conceitos que hoje permeiam o mercado corporativo, como a sustentabilidade. Para isso, desenvolvemos o projeto “Repensar”, em que realizamos atividades lúdicas que promovem o contato dos executivos com a natureza, mas também com conceitos de responsabilidade ambiental, de trabalho em grupo e de respeito ao meio ambiente, tudo permitindo também o lazer desses executivos”, explica o direto do WTC Curitiba. O projeto “Repensar” promove atividades de interesse dos conselheiros e promovem a integração entre eles permeando assuntos que, de uma forma ou de outra, podem surgir na vida corporativa do executivo. O objetivo é que, ao desenvolver habilidades por meio de atividades lúdicas, ele esteja preparado para enfrentar situações reais no seu dia a dia.

WTC no Brasil
           
        Atuando no Brasil de 1995, o WTC iniciou seus trabalhos no país em São Paulo e hoje tem sedes também em Belo Horizonte, São José dos Campos, Brasília, Joinville, Florianópolis e Recife, além de Curitiba. Em todas essas cidades, a expectativa é chegar à fase de construção de empreendimentos dentro da filosofia de reunir grandes empresários e levar desenvolvimento para as regiões de atuação. Hoje, além de São Paulo, que já tem o empreendimento em funcionamento, Belo Horizonte também já está desenvolvendo seu próprio complexo. De acordo com Diego Rodrigues, “a marca WTC agrega muito valor por onde passa. Estima-se que os locais em que funcionam as sedes do WTC nas cidades, assim como a região em que seus complexos estão instalados valorizam cerca de 30% comparando com o período anterior à presença do WTC”.
               
          Com o slogan “relacionamentos que abrem portas”, o WTC já tem mais de 2 mil conselheiros no Brasil e em todo o mundo já são mais de 330 cidades em 110 países que contam com a presença e influência do WTC. “Hoje, um executivo que atua em Curitiba e precisa entrar em contato com um alto executivo em Dubai, por exemplo, para abrir novas fronteiras de negócio pode demorar até um ano para conseguir essa aproximação. O WTC, pela sua característica internacional, tem como diminuir as distâncias e entraves entre esses empresários, sendo capaz de ajudá-los a catalisar seus negócios. Essa é uma peça chave de trabalho do WTC para os grandes empresários: potencializar sua atuação no país e no exterior”, explica o diretor do WTC Brasil.

Para enriquecer e ampliar as discussões sobre negócios e mundo corporativo, o WTC no Brasil também tem uma estrutura para que diretores das empresas associadas possam participar de debates com outros diretores a fim de enriquecer suas experiências. “Cada presidente que faz parte do conselho do WTC na sua cidade pode indicar dois diretores seus para participar dos comitês de discussão, que reúnem esses diretores com outros de áreas afins para troca de informações”, explica Rodrigues.


Quer conhecer mais sobre o WTC Curitiba? Entre em contato no telefone (41) 4141-1020 ou pelo site: www.wtcclub.com.br. As reuniões do Conselho são mensais.


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Programa Jovem Profissionais do Desenvolvimento 2013

Já imaginou uma nova geração de profissionais preparada para os desafios que a humanidade enfrenta na atualidade?


Esta é a proposta do Programa Jovem Profissionais do Desenvolvimento, que está com inscrições abertas até 20 de janeiro, para jovens graduandos ou recém graduados, da região de Curitiba.

Os complexos desafios globais que se apresentam atualmente exigem novas respostas, especialmente da nova geração de profissionais, para as quais se faz necessário o desenvolvimento de determinadas competências, muitas vezes ainda não contempladas nos planos acadêmicos e organizacionais. Para enfrentar tais desafios, futuros líderes precisam de uma nova abordagem interdisciplinar, empreendedora, pautada na inovação e co-criação e, principalmente, pautada em valores e princípios compatíveis com a transformação e mudança dessas realidades. Movido por essas questões, surge em 2011 o Programa Jovens Profissionais do Desenvolvimento, que abre inscrições para a edição 2013 até o dia 20 de janeiro.

Realizado pela organização de sociedade civil, sem fins lucrativos, Sociedade Global, trata-se de um programa de desenvolvimento de competências para um novo perfil de Liderança e Cidadania Global, com duração aproximada de seis meses. São trabalhadas competências como: Liderança Sustentável, Gestão Estratégica, Empreendedorismo Social, Cidadania Global e Diplomacia Multisetorial. Em uma metodologia baseada em Sete Níveis do Desenvolvimento Humano, os participantes contam com módulos teóricos e vivenciais, plano de coaching, acompanhamento de mentores, e são orientados em ações práticas como a gestão de projetos e os desafios “on the job” no módulo Trainee Social.

O Programa proporciona ambientes de aprendizagem colaborativa para a prática de competências técnicas, humanas e valores universais necessários para a profissionalização do desenvolvimento. Através dele são propostas e implementadas soluções para a Governança Democrática e o Desenvolvimento Local em Curitiba.

Tem como objetivo final contribuir para o desenvolvimento de capacidades de jovens em início de carreira para que assumam cargos médios em atividades de gestão do desenvolvimento no setor público, privado ou social; com conhecimento crítico dos desafios da globalização, pensamento sistêmico e inteligência complexa, aptos a compreender as mudanças, riscos, incertezas e oportunidades, através de questionamento permanente, reflexivo e crítico e com capacidade de mobilização e ação.

Uma oportunidade para os indivíduos crescerem como cidadãos responsáveis, pensando e agindo global e localmente, transformando-se em líderes sustentáveis e em empreendedores sociais capacitados para gerir políticas, programas e projetos de desenvolvimento.

Edição 2013 - Início 18 de Fevereiro. Inscrições até 20 de Janeiro.

Saiba mais: www.sociedadeglobal.org.br

Contato: jpsociedadeglobal@gmail.com



quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Edição 30 - Editorial

Aniversário de 5 anos e uma edição para ser comemorada

Como eu aguardei o momento de escrever este editorial, visto que há 5 anos nascia a revista Geração Sustentável. A expectativa de atingir a 30ª edição era um objetivo que energizou todos os envolvidos com o projeto. Apesar de apenas 5 anos, muita coisa mudou de 2007 para cá.

O tema sustentabilidade, naquela época, ainda era pouco difundido no meio empresarial, falava-se mais em responsabilidade social e na preocupação com os impactos ambientais do processo produtivo. A sustentabilidade como estratégia dos negócios começava a dar seus primeiros passos.

A revista sempre teve, em sua linha editorial, o foco de ser um veículo que disseminasse essas iniciativas. Nas primeiras edições, o objetivo era bem informativo e educacional, com o destaque para alguns conceitos como o tripé da sustentabilidade, a preocupação do negócio com o seu entorno, a responsabilidade socioambiental além das obrigações legais, entre outros. Os primeiros exemplos empresariais eram praticamente garimpados. Poucas empresas estavam dispostas a dar publicidade para seus projetos. Geralmente eram superficiais e seus resultados tinham foco mais jornalístico do que de indicadores. À medida que o tema foi ganhando espaço nos negócios, os projetos foram sendo mais bem estruturados e evidenciados. Em todo esse período, diversos foram os casos de projetos que estavam sendo iniciados e, principalmente, viabilizados. A sustentabilidade corporativa passa, de fato, a ser uma realidade na pauta estratégica dos negócios, mesmo tendo muito para evoluir.

Alguns leitores questionam-me acerca do que as empresas poderiam fazer “bem mais” em prol da sociedade e do meio ambiente. Nesses questionamentos, entram os impactos das embalagens, as composições de produtos, os resíduos, a utilização dos recursos naturais não renováveis, etc. Por outro lado, entendo que as empresas estão preocupadas com isso... Seus gestores sabem que se não inovarem seus produtos para uma linha de produtos sustentáveis, algum concorrente viabilizará isso e a empresa perderá espaço no mercado, faturamento, lucratividade e o interesse de seus stakeholders (principalmente os investidores). Outro ponto que também deve ser destacado é que a sustentabilidade corporativa é um processo. E todo processo vai evoluindo. O que foi sustentabilidade corporativa há alguns anos, era diferente do que é hoje e assim por diante, e toda essa dinâmica faz parte do próprio movimento da sustentabilidade.

Boa Leitura!

Pedro Salanek Filho



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Veja outros conteúdos dessa edição:

Matérias:

Capa: 5 anos Gerando Sustentabilidade - Relembrando o passado para projetar o futuro
Tecnologia e Sustentabilidade: Sustentabilidade Corporativa Estratégica
Visão Sustentável: Parcerias que constroem sonhos
Responsabilidade Social Corportativa: A força das alianças sociais
Gestão de Resíduos: Compostagem abre portas no país
Desenvolvimento Local: Conscientização empresarial e compromisso com o futuro do planeta: União de empresários faz a força para o desenvolvimento local e empresarial

Artigos:

Rosimery de Fátima Oliveira: O verdadeiro profissional da sustentabilidade
Ivan Dutra: Sistemas de cotas nas universidades - Política de ação afirmativa?
Jeronimo Mendes: Brasil - Emergente para sempre?

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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Marina Silva faz palestra em Curitiba sobre Sustentabilidade

As quatro áreas da Sustentabilidade

Marina Silva faz palestra em Curitiba e afirma que a sustentabilidade vai além da área ambiental

Empresários, gestores e profissionais de diversas áreas se reuniram em Curitiba na tarde do dia 6 de dezembro para discutir ações que tornam as empresas mais sustentáveis e inovadoras. O Seminário Executivo de Sustentabilidade Empresarial foi promovido pela Paraná Metrologia e pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), com o apoio da Revista Geração Sustentável, na FESP, e teve a ex-ministra e ex-senadora Marina Silva como uma das palestrantes.

Diretores e gestores de organizações como Instituto Antakarana, representante no Brasil da The Natural Step, primeira instituição do mundo dedicada à pesquisa e à assessoria desse tema, SOLBRAVO Desenvolvimento de Tecnologias Sustentáveis S/A, EMBAFORT Sistemas Construtivos, SUSTENTÁBIL Construções de Alto Desempenho Ambiental, ABRAPS (Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade), lembraram que sempre que a palavra sustentabilidade é mencionada, todos apenas destacam ações para proteger os recursos naturais e meio ambiente. Entretanto, ser sustentável engloba todos os setores da vida ou de um negócio, como explicou Marina Silva: “Existe a sustentabilidade ambiental, que todos já conhecemos, mas também a social, que deve buscar soluções para mais igualdade de oportunidades; a cultural, que é promover a diversidade de culturas e costumes; a política, quando os cidadãos devem se envolver e parar de dizer que os problemas são do governo, quando na verdade, são nossos; a ética, ou seja, se importar com o outro, aprender a usar seus interesses pessoais de maneira colaborativa e, por fim, a estética, pois um modelo que não contempla isto não é sustentável”.

O consenso geral entre os palestrantes foi de que as empresas e pessoas precisam mudar sua postura e resignificar seus objetivos. “Devemos pensar em um capitalismo baseado em ética e propósitos, pois a sustentabilidade traz lucro, já que ajuda a reduzir desperdícios financeiros e ambientais. Para isso, é fundamental mudar hábitos, pensar coletivamente, saber que ativistas são parceiros de negócios. É importante ainda ter consciência de que as mudanças não acontecem do dia para a noite, é preciso anos para resignificar a mentalidade das pessoas”, ressaltou Cleuton Carrijo, copresidente & CEO da SUSTENTÁBIL Construções de Alto Desempenho Ambiental, primeira construtora greenbuilding de Curitiba, afirmando que a principal regra das empresas deve ser inovar. “Inovação é fundamental para o sucesso de uma instituição hoje. Vocês conhecem alguma empresa inovadora que não é lucrativa?”, acrescentou.

O evento terá a sua segunda edição programada para acontecer no segundo semestre de 2013. Novamente a estrutura do evento deverá contar com palestras de sensibilização, exemplos práticos de projetos sustentáveis e também uma palestra de uma liderança nacional em sustentabilidade.

O diretor da revista, Pedro Salanek Filho, destacou a importância na parceria com a Paraná Metrologia e afirmou a necessidade de promover eventos práticos e com conteúdo. “Quando fomos convidados pela Paraná Metrologia para participarmos da programação do evento, logo sentimos a necessidade de um evento que contemplasse indicadores e exemplos práticos de projetos bem sucedidos.”

Em 2013 a FESP, instituição que foi realizado esse evento, lançará sua primeira turma de MBA em Sustentabilidade Corporativa. O curso contempla as diversas áreas do negócio, sendo direcionado para um público-alvo de gestores que buscam aprimorar seus conhecimentos dentro de uma necessidade de contemplar fatores socioambientais em sua estratégias. Saiba mais: http://www.fesppr.br/portal/ensino/pos/mb/mba-de-gestao-em-sustentabilidade-corporativa/

(Fotos: Guilherme Spicer - fonte: facebook: Charluan G. Correia)

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Objetivos do Milênio - 5º Congresso Nós Podemos Paraná terá palestra sobre economia criativa


Será na abertura do evento, no dia 5 de dezembro, na sede da Fiep no Jardim Botânico. O tema será abordado pela consultora Lala Deheinzelin.
Estratégias para desenvolvimento local e os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) é o tema do 5º Congresso Nós Podemos Paraná, que nos dias 5 e 6 de dezembro, na sede da Fiep no Jardim Botânico. Realizado pelo Movimento Nós Podemos Paraná, articulado pelo Sesi, o evento irá reconhecer boas práticas e incentivar o intercâmbio de experiências que promovam o desenvolvimento dos municípios paranaenses.
Na abertura do evento, às 18 horas do dia 5, farão palestras, entre outros, a consultora Lala Deheinzelin, que abordará o tema economia criativa. No dia 6, a secretária de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Lygia Pupatto  falará sobre Cidades Digitais, e a analista da subchefia de Assuntos Federativos da Presidência da República, Irene Mergener Cunha, destacará a Agenda de Compromissos dos ODM para os prefeitos eleitos.
Lala Deheinzelin é uma das especialistas mundiais em Economia Criativa, Desenvolvimento Sustentável e Futuros. Pioneira do tema no Brasil, desenvolveu modelo próprio de atuação, apresentado em dezenas de países das Américas, Europa, Ásia e África. O eixo de seu trabalho é mostrar às lideranças governamentais , empresariais e da sociedade civil porque a Economia Criativa é estratégica neste século, quais as oportunidades que ela oferece e que condições são necessárias para seu florescimento.
Faz parte da programação, ainda, uma mostra de projetos, oficinas sobre análise e interpretação de indicadores dos ODM e sobre o sistema de gestão de convênios do governo federal, o Siconv.
Metas - Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio foram definidos no ano 2000 durante a Reunião de Cúpula da ONU quando líderes de 189 países assinaram um pacto para eliminar a fome e extrema miséria do planeta, até 2015. São 8 objetivos que abrangem as áreas de geração de renda, educação, gênero, saúde e meio ambiente.
As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas no site www.nospodemosparana.org.br.

sábado, 10 de novembro de 2012

Congresso Nós Podemos Paraná debate estratégias para o desenvolvimento local


 
Objetivos do Milênio
Congresso Nós Podemos Paraná debate estratégias para o desenvolvimento local
Na sua 5ª edição, evento organizado pelo Movimento Nós Podemos Paraná, reunirá voluntários de todo o Estado, em Curitiba.

O 5º Congresso Nós Podemos Paraná “Estratégias para desenvolvimento local e os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM)” acontecerá nos dias 5 e 6 de dezembro, na sede da Fiep no Jardim Botânico. Realizado pelo Movimento Nós Podemos Paraná, articulado pelo Sesi, o evento irá reconhecer boas práticas e incentivar o intercâmbio de experiências que promovam o desenvolvimento dos municípios paranaenses.

Haverá mostra de projetos, painéis sobre desenvolvimento local e mobilização, sobre bancos e linhas de microcrédito, cidades digitais, inovação e tecnologia social. O Congresso também abordará a questão da formulação do plano plurianual e lei de diretrizes orçamentárias tendo os ODM como estratégia de gestão. Ainda faz parte da programação oficinas sobre análise e interpretação de indicadores;  gerenciamento de projetos e sobre o sistema de gestão de convênios do governo federal, o Siconv.

Os ODM foram definidos em 2000 durante a Reunião de Cúpula da ONU onde líderes de 189 países assinaram um pacto para eliminar a fome e extrema miséria até 2015. São 8 objetivos que abrangem as áreas de geração de renda, educação, gênero, saúde e meio ambiente.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas no site www.nospodemosparana.org.br.