segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Programa Jovem Profissionais do Desenvolvimento 2013
Esta é a proposta do Programa Jovem Profissionais do Desenvolvimento, que está com inscrições abertas até 20 de janeiro, para jovens graduandos ou recém graduados, da região de Curitiba.
Os complexos desafios globais que se apresentam atualmente exigem novas respostas, especialmente da nova geração de profissionais, para as quais se faz necessário o desenvolvimento de determinadas competências, muitas vezes ainda não contempladas nos planos acadêmicos e organizacionais. Para enfrentar tais desafios, futuros líderes precisam de uma nova abordagem interdisciplinar, empreendedora, pautada na inovação e co-criação e, principalmente, pautada em valores e princípios compatíveis com a transformação e mudança dessas realidades. Movido por essas questões, surge em 2011 o Programa Jovens Profissionais do Desenvolvimento, que abre inscrições para a edição 2013 até o dia 20 de janeiro.
Realizado pela organização de sociedade civil, sem fins lucrativos, Sociedade Global, trata-se de um programa de desenvolvimento de competências para um novo perfil de Liderança e Cidadania Global, com duração aproximada de seis meses. São trabalhadas competências como: Liderança Sustentável, Gestão Estratégica, Empreendedorismo Social, Cidadania Global e Diplomacia Multisetorial. Em uma metodologia baseada em Sete Níveis do Desenvolvimento Humano, os participantes contam com módulos teóricos e vivenciais, plano de coaching, acompanhamento de mentores, e são orientados em ações práticas como a gestão de projetos e os desafios “on the job” no módulo Trainee Social.
O Programa proporciona ambientes de aprendizagem colaborativa para a prática de competências técnicas, humanas e valores universais necessários para a profissionalização do desenvolvimento. Através dele são propostas e implementadas soluções para a Governança Democrática e o Desenvolvimento Local em Curitiba.
Tem como objetivo final contribuir para o desenvolvimento de capacidades de jovens em início de carreira para que assumam cargos médios em atividades de gestão do desenvolvimento no setor público, privado ou social; com conhecimento crítico dos desafios da globalização, pensamento sistêmico e inteligência complexa, aptos a compreender as mudanças, riscos, incertezas e oportunidades, através de questionamento permanente, reflexivo e crítico e com capacidade de mobilização e ação.
Uma oportunidade para os indivíduos crescerem como cidadãos responsáveis, pensando e agindo global e localmente, transformando-se em líderes sustentáveis e em empreendedores sociais capacitados para gerir políticas, programas e projetos de desenvolvimento.
Edição 2013 - Início 18 de Fevereiro. Inscrições até 20 de Janeiro.
Saiba mais: www.sociedadeglobal.org.br
Contato: jpsociedadeglobal@gmail.com
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
I Congresso CPCE Alianças Sociais promove o debate sobre a sustentabilidade
O Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE), articulado pela Fiep, promoverá nos dias 30 e 31 de outubro, I Congresso CPCE Alianças Sociais, na sede da Fiep no Jardim Botânico, em Curitiba. O objetivo é incentivar a realização de ações na área da responsabilidade social corporativa, priorizando a sustentabilidade, e a formação de alianças entre governo, empresas e organizações não governamentais.
O Congresso será um espaço para troca de experiências, profissionalização das pessoas que trabalham na área de mobilização de recursos, bem como uma oportunidade para as empresas conhecerem a importância de investir e como investir em ações de responsabilidade social.
Nos dois dias do evento, as instituições que compõem o CPCE irão apresentar experiências de sucesso na formação de parcerias em prol da sustentabilidade. Algumas presenças já foram confirmadas como da secretária da Rede Brasileira do Pacto Global, Yolanda Cerqueira; presidente da Associação Brasileira de Captadores de Recursos, Marcelo Stravicz e da superintendente executiva de sustentabilidade e diretora do Instituto HSBC Solidariedade, Claudia Maushit.
As empresas que compõem o CPCE ainda poderão apresentar seus cases através de painéis e banners na I Mostra Alianças Sociais em prol da sustentabilidade que acontecerá durante o Congresso.
As inscrições para o evento são gratuitas e limitadas e podem ser realizadas no site www.cpce.org.br
Histórico
O CPCE, criado em 2004, nasceu como uma organização dedicada a promover ações de responsabilidade social e de cidadania envolvendo e apoiando a formação dos empresários interessados na causa. O CPCE está dividido em núcleos de competências: indústria e sindicatos; comércio e serviços; instituições educacionais e organizações do terceiro setor.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Conscientização empresarial e compromisso com o futuro do planeta
O incentivo para que as empresas se tornem signatárias do Pacto Global é uma das campanhas de maior destaque do Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE), que faz parte do Sistema Fiep. A realização de oficinas para apresentar a iniciativa proposta pela Organização das Nações Unidas (ONU) para as empresas e outras entidades é a aposta do CPCE para promover a conscientização sobre a responsabilidade acerca do futuro do planeta.
Iniciado no começo de 2012, o CPCE encerrou o primeiro ciclo de oficinas sobre o Pacto Global no dia 13 de junho em Curitiba, evento que contou com a participação de mais de 70 pessoas. O encontro reuniu profissionais de empresas como América Latina Logística (ALL), Arauco do Brasil, Copel, Ecovia, Electrolux, Gemalto, Spaipa, Bematech, Volvo, CNH, Furukawa, HT Technologies, Bosch, GVT, SmartGreen e Arqtex, além de faculdades, prefeituras, sindicatos e associações.
“Aderir aos princípios do Pacto Global é uma oportunidade para que as empresas mostrem o que têm feito em prol da sustentabilidade, assim como disseminar suas iniciativas, trocar experiências e criar uma oportunidade de negócios”, opina o especialista Vitor Seravalli, que conduziu a oficina sobre o Pacto Global. Seravalli já presidiu o Comitê Brasileiro do Pacto Global e é capacitado para promover as oficinas.
O ciclo de palestras iniciou em Maringá e passou também pelas cidades de Ponta Grossa, Cascavel e Londrina. O motivo pelo qual as capacitações aconteceram nessas cidades é a instalação de sedes do CPCE nesses locais. “Esses encontros são uma oportunidade para conversar de perto com os empresários e para dar-lhes a chance de assumir esse compromisso com a responsabilidade social. O objetivo do Pacto Global é oferecer uma face mais humana para os negócios”, relata Seravalli.
Quem abriu a oficina em Curitiba foi o presidente executivo do CPCE, Victor Barbosa. “As empresas mais eficientes possuem um compromisso social na gestão empresarial. No mundo globalizado de hoje, não entender e não seguir as regras de responsabilidade social é um convite à mediocridade e à lucratividade reduzida”, disse.
A empresa SmartGreen – Soluções + Inteligentes foi uma das participantes que aderiu ao Pacto Global após a oficina realizada em Curitiba. “Os princípios do Pacto Global, relacionados às boas práticas corporativas, nas áreas de direitos humanos, trabalhistas e meio-ambiente, estão em sintonia com a filosofia da SmartGreen. Engajando funcionários, clientes, fornecedores e comunidade, buscamos divulgar e fortalecer os dez princípios do Pacto Global, objetivando a promoção da responsabilidade social e crescimento sustentável”, relata Wilson Green, diretor da empresa.
A Arqtex também aderiu ao Pacto Global após a oficina na capital paranaense. “Ao alinhar nossas ações aos propósitos do Pacto Global – ONU buscamos a chancela de uma organização de expressão global e, mais do que isso, a nos unir a esse bloco mundial de empresas que se movimentam para o sucesso dessa nova era”, diz Jucenei Gusso Monteiro, presidente da empresa.
Paraná
O Paraná já possui 97 signatários do Pacto Global. O estado está atrás apenas de São Paulo. Apesar de não ser o líder, o Paraná é considerado exemplo nas iniciativas tomadas para incentivar as empresas a participarem do Pacto Global. “Em São Paulo, não temos iniciativas como aqui”, conta o capacitador da oficina.
“O Paraná tem a vantagem de ter a Fiep como signatária e membro do Comitê Brasileiro de Responsabilidade Social. O trabalho da Fiep e do CPCE na conscientização dos empresários tem ajudado muito a aumentar o número de empresas que seguem os princípios”, disse Barbosa.
O Brasil está na terceira colocação em número de signatários do Pacto Global, empatado com os Estados Unidos. No Brasil, em julho de 2008, eram 227 empresas signatárias, neste ano, até julho, eram 468, ou seja, um crescimento de mais de 100% em quatro anos. Em primeiro lugar está a Espanha, com 1.362 empresas signatárias e, em segundo, está a França, com 812. “Nossa meta é chegar em 2020 com 20 mil signatários no mundo”, prevê Seravalli.
Comunicação de Progresso
Após firmar compromisso com os princípios do Pacto Global, as empresas devem fazer, uma vez ao ano, o Comunicado de Progresso (COP). No site www.pactoglobal.org.br há uma série de informações sobre como montar esse relatório.
O Crea-PR é signatário do Pacto Global desde 2009. “Antes não tínhamos nada estruturado nessa área de responsabilidade social. Nosso primeiro passo foi realizar uma oficina com os funcionários e pontuar ações que eles estivessem dispostos a fazer”, disse a coordenadora do Comitê de Responsabilidade Socioambiental Corporativa da entidade, Cacilda Ribeiro. Segundo ela, entre os resultados estão a unificação dos indicadores e a adesão ao selo pró-equidade de gênero na empresa.
A Arauco do Brasil já está se preparando para sua primeira Comunicação de Progresso. “A empresa tem dentro de seus compromissos ações relacionadas aos princípios globais. Isso facilitará na hora de evidenciar as ações”, afirmou a coordenadora de relações institucionais da Arauco, Maristela Aparecida dos Santos, destacando que a adesão da matriz da empresa, que fica no Chile, incentivou a fábrica do Brasil a também se tornar signatária.
Responsabilidade socioambiental corporativa pós Rio + 20
O aclamado evento Rio +20 trouxe novidades para a área de Responsabilidade Social Corporativa. A secretária executiva da Rede Brasileira do Pacto Global, Yolanda Cerqueira Leite, que acompanhou o que foi discutido em algumas das reuniões de Meio Ambiente da ONU que antecederam a Rio +20, compartilhou suas experiências coletadas durante esse tempo no encontro do Conselho Superior do CPCE realizado em julho.
“A consciência de que a Rio +20 despertou em muitas empresas, que viam o tema de forma mais distante, provocou um avanço considerável na qualidade das práticas e no seu escalonamento. Esse é um caminho sem volta. O setor privado não pode ficar de fora. Isso parece ter ficado claro com a Rio +20”, comemora. Durante a conferência, foi apresentado um documento público denominado “Contribuição Empresarial para a Promoção da Economia Verde e Inclusiva”, em que mais de 200 organizações no Brasil se comprometeram em avançar nos temas do Desenvolvimento Sustentável.
Segundo Yolanda, o Brasil foi afortunado ao sediar esse evento. “Trouxemos ao Brasil o que há de mais contemporâneo nos vários temas debatidos durante a conferência Rio +20. As tecnologias de ponta, as experiências de vanguarda, as soluções inovadoras. Em nenhum outro lugar do mundo se apresentou tantos casos de sucesso e se debateu tanto o desenvolvimento sustentável, sob o ponto de vista social, científico, educacional e empresarial, inclusive no âmbito das cidades”, relata.
Ainda de acordo com a executiva, uma vez instalada a consciência de que os desafios do mundo não serão solucionados apenas pelos governos, mas por toda a sociedade, a participação ativa do setor privado para alcançar o desenvolvimento sustentável se torna ainda mais necessária. “Nesse sentido, os 10 Princípios do Pacto Global são um caminho seguro a seguir”, conta.
Esses 10 princípios são divididos em quatro grandes grupos: Direitos Humanos, Direitos no Trabalho, Proteção Ambiental e Anticorrupção, os quais, segundo Yolanda, formam uma trilha robusta e testada pelo Pacto Global em mais de 130 países. “O Pacto Global oferece um caminho, com metodologia de gerenciamento e apoio, para que as organizações implantem esses princípios. Por ser uma grande Rede, o Pacto Global pode, também, conectar pessoas, trazer experiências de outros países, numa troca rica em conteúdo e casos práticos”, explica.
Ainda, segundo Yolanda, atualmente se vive em um momento de despertar para os desafios que se apresentam: desigualdade social, escassez de recursos naturais, aumento populacional, desastres naturais. “Diante desse cenário, as empresas formam um universo de importância ímpar, seja pelo seu alcance, seja pelo impacto gerado pela condução de seus negócios ou ainda pela relação com seus públicos de interesse, como colaboradores, fornecedores, clientes, sociedade e o governo”, completa.
I Ciclo de Diálogos dos Princípios do Pacto Global
O CPCE continua nessa campanha com a promoção do I Ciclo de Diálogos dos Princípios do Pacto Global que será realizado em Maringá no dia 21 de agosto. O evento contará com a participação de aproximadamente 20 empresas que se tornaram signatárias por meio da mobilização realizada pelo CPCE e por outras empresas que fazem parte do Conselho. Sua empresa também pode entrar nessa rede, participe você também! Mais informações no site www.cpce.org.br
Jornalista Bruna Robassa
=================================================================
Veja outros conteúdos dessa edição:
Matérias:
Capa: Instituto HSBC Solidariedade - Sintonia com demandas socioambientais e econômicas do Brasil
Tecnologia e Sustentabilidade: Proteção e segurança para o consumidor
Visão Sustentável: Como será o amanhã?
Responsabilidade Social Corportativa: Lançado programa empresarial em que funcionários podem desabafar e buscar o autodesenvolvimento
Responsabilidade Ambiental:Compromisso efetivo com o ambiente
Artigos:
Gastão Octávio Franco da Luz: Resquícios de sustentabilidade. Um registro de viagem
Giuliano Moretti: Da ego à Ecossustentabilidade: O caminho da percepção
Jeronimo Mendes: Empreendedor ou Empregado: Um desafio interior
=====================================================
Seja assinante da Geração Sustentável e ganhe o livro Eco Sustentabilidade
A revista Geração Sustentável faz uma promoção especial para você leitor que busca novos conhecimentos sobre o tema sustentabilidade corporativa.
Fazendo uma assinatura anual (R$ 59,90) da revista você ganha o livro “ECO SUSTENTABILIDADE: Dicas para tornar você e sua empresa sustentável” do consultor Evandro Razzoto.
Aproveite essa oportunidade e faça agora mesmo a sua assinatura!
*Promoção por tempo limitado
terça-feira, 12 de junho de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Palestra gratuita sobre Responsabilidade Social
Os profissionais que tiverem conhecimentos nesta área terão um diferencial. Mas é preciso conhecer os conceitos, processos e legislação que poderão transformar os projetos sociais em soluções inovadoras para a empresa.
Palestrante: Tiemi Yamashita
Estrategista social, especializada em comunicação e sensibilização de público. Tem formação profissional baseada para o envolvimento e motivação de pessoas. Dedicou os últimos 10 anos em especializações para o Terceiro Setor pelo SENAC, FGV, SEBRAE e Instituto Kaplan. Tem experiência superior a 10000 horas em consultoria e coordenação de projetos de responsabilidade social e sustentabilidade dentro das ONGs. Atualmente desenvolve treinamentos para projetos de inovação, aprendizagem, comunicacao plena, voluntariado e sustentabilidade.
Data: 18 de abril de 2012 das 19h às 20h30
Local: Wall Street Institute Unidade Chácara Santo Antonio
Saiba mais <http://www.wallstreetinstituteschool.com.br/responsabilidade/responsabilidade.html>
segunda-feira, 9 de abril de 2012
DEARO PROMOVE CURSO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PARA EMPRESAS
Com duração de quatro meses, o programa do curso será dividido em: conceito teórico, técnicas e práticas. O intuito é profissionalizar o aluno, executivo ou o consultor, para montar na prática uma área de responsabilidade social dentro de uma empresa. Além disso, mostra como essa relação hoje exigida pelo consumidor, pelos investidores e pelas grandes organizações mundiais, pode gerar benefícios à empresa e à comunidade.
Dirigido a profissionais que já atuam nessa área, diretores e coordenadores de ONGs, o curso será ministrado pela especialista em Responsabilidade Social Corporativa Wandreza Ferreira, formada em Pedagogia e Serviço Social, pós-graduada pela FIA/USP em Terceiro Setor e Responsabilidade Social. Há 14 anos, a ministradora trabalha na área de Responsabilidade Social Empresarial com implantação de projetos, em grandes corporações, em parcerias público-privadas e em gestão de recursos privados com foco em investimento social privado. Wandreza recebeu pelos projetos idealizados diversos prêmios e é autora do case vencedor publicado pela ABRH – Associação Brasileira de Recursos Humanos.
SERVIÇO
Data do curso: 05/05/2012 até 04/08/2012.
Horário: 9h ás 17h – Com 30 minutos de almoço e 15 minutos de intervalo para um Coffe-Break, no período da manhã e à tarde
Cidade: São Paulo
Local: Avenida Paulista 1.159, conjunto 1518 – SEDE DA DEARO – ao lado do metrô Trianon-MASP.
INVESTIMENTO por pessoa - 4 parcelas de 790,00 ou R$ 2.900 à vista. Estão inclusos nesse orçamento: coffee-break pela manhã e à tarde, material didático apostilado e certificado.
SOBRE A DEARO: A DEARO Alianças Estratégicas foi instituída oficialmente no ano 2000, pela especialista Fernanda Dearo, que iniciou sua carreira há 16 anos na Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança, onde consolidou sua expertise como captadora de recursos e na arte de mobilizar e motivar pelas ações sociais. A agência é especializada na elaboração de projetos através de parcerias entre os três setores: Privado, Público e Terceiro Setor e é dirigida por diretores e coordenadores de ONGs, que já atuam nessa área, além de profissionais ligados a instituições que tenham projetos próprios.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Curso de Produção e Comércio de Mudas Florestais Nativas
O IBF atua no desenvolvimento do setor ambiental brasileiro, ajudando empresas e proprietários rurais na gestão e execução de projetos e programas socioambientais com a missão de desenvolver ações que congregam pessoas e empresas que tenham por finalidade a restauração de florestas nativas em todo território nacional, sendo considerado a maior rede de fomento a produção de árvores nativas do Brasil, com 18 milhões de mudas anuais destinados a projetos de restauração com fins conservacionistas.
O objetivo deste encontro é incentivar a oferta de mudas nativas no mercado para projetos de restauro florestais, expondo técnicas e métodos que garantam a melhor qualidade na produção para o mercado consumidor.
Para participação, não é necessário conhecimento aprofundado acerca da temática, já que os cursos são abordados de forma prática e dinâmica em 6 horas/aulas, além de receber um referencial teórico para acompanhamento e certificado de participação.
Principais tópicos:
Identificação de espécies nativas; Demarcação de matrizes arbóreas; Coleta e beneficiamento de sementes; Desenvolvimento das mudas e controle fitossanitário; Controle de irrigação e fertirrigação; Seleção e expedição de mudas; Tipos de viveiros e custos para a implantação; Modelos de Projetos Técnicos de Restauração; Informações quanto ao mercado; Uso de espécies nativas para produtos madeiráveis e não-madeiráveis; Informações sobre fornecedores/matéria prima e; Exposição do negócio (know-how) do IBF.
Para informações adicionais acesse:
http://www.ibflorestas.org.br/pt/curso-de-producao-comercial-do-guanandi.html
Contato:
Instituto Brasileiro de Florestas - IBF
www.ibflorestas.org.br
(43)3324-7551
thiago@plantearvore.com.br
marceli@plantearvore.com.br
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
CRIANÇAS APRENDEM A DAR OUTRO DESTINO PARA RESÍDUOS ORGÂNICOS
Projeto de compostagem orgânica denominado Minhocagem leva a educação ambiental para as crianças que transformam lixo orgânico em aduboZé Nhoco é uma personagem minhoca criada para ajudar crianças a entender e praticar o processo de compostagem orgânica. Numa história ao lado de Seu Sujeira, Tico Bala, Mujinho, Mestre Zangão e Miguel - personagens desenvolvidos pelo ilustrador Crisrobert Caires - Zé Nhoco trabalha na transformação dos resíduos orgânicos em húmus assim como acontece no projeto Minhocagem, que além de conscientizar crianças sobre os cuidados com a natureza, despertando o interesse pela compostagem orgânica e pela preocupação com o lixo, dá um destino correto aos resíduos orgânicos que são transformados em fertilizantes.
O Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, lançado pela ABRELPE em 2010, incluindo dados do IBGE, revelam que um habitante produz em média 1,079 Kg de lixo por dia, gerando no total cerca de 173.583 toneladas de resíduos ao ano. A comparação entre os dados de 2009 e 2010 apresentados na pesquisa identificam um aumento de 5,3% no índice per capita de geração de resíduos sólidos do Brasil como um todo e um acréscimo de 6,8% na quantidade total gerada em relação ao ano anterior.
De modo geral, grande parte do lixo produzido no Brasil é reciclado, outra parte
, principalmente o lixo orgânico, o que corresponde a mais de 50% do lixo doméstico produzido, é enviada para os aterros. Para diminuir essa quantidade de lixo enviada para os aterros, a alternativa de se produzir húmus, adubo que pode ser utilizado na melhoria das hortas, plantas e jardins, foi desenvolvido o projeto de educação ambiental infantil denominado Minhocagem. O projeto de compostagem orgânica realizado por micro-organismos e pelas minhocas foi criado pela empresa R8, que trabalha com a consultoria ambiental, serviços de compostagem orgânica em geral e com a gestão de resíduos sólidos para qualquer tipo de empresa.Realizado em instituições de ensino, clubes e espaços de Curitiba onde há interesse em se aplicar a compostagem orgânica, o projeto é desenvolvido em diferentes formatos com a preocupação em se adaptar as idades dos participantes que varia entre 3 e 12 anos, conforme explica a engenheira química e idealizadora do projeto Ana Carolina de Macedo Sant´Ana. Ela conta que já realizava a compostagem em sua casa e que a ideia inicial do trabalho surgiu a partir da necessidade de dar destino correto ao orgânico, trabalhando inicialmente essa questão por meio da educação infantil. “O trabalho é flexível, posso apenas explicar as crianças o que é a compostagem e como é feita, até desenvolver um trabalho contínuo com a instalação de uma composteira”, afirma a engenheira. Este último é um programa de meses e por ter uma continuidade, afirma Ana, “faz com que as crianças percebam na prática como uma banana pode se transformar em adubo”.
A educação ambiental pode fazer parte do currículo escolar de maneira transversal com desenvolvimento de estudos, pesquisas e experimentações. No colégio Santa Maria, na capital paranaense, por exemplo, as crianças das turmas dos primeiros anos participam do projeto Minhocagem e ajudam a cuidar de uma composteira instalada na instituição. Segundo a coordenadora psicopedagógica do estabelecimento de ensino, Antoniella Polinari Cavassin, a iniciativa faz parte de um projeto ainda maior em que as crianças aprendem sobre o desperdício, reciclagem, reeducação e reutilização. “As crianças já tem uma consciência muito grande e demonstram uma mudança na postura em não gerar excedentes e excesso de lixo. Assim, o projeto soma com esse trabalho de redução de consumo e produção de lixo”, afirma Antoniella explicando que apesar de ainda não ter sido obtido o húmus, este é um projeto para o ano que vem, onde será trabalhada a questão da decomposição e o destino final do material.A idealizadora do projeto Minhocagem conta que a apresentação do tema e das personagens pode ser feita por meio de uma palestra, de atividade prática e da distribuição de material ilustrativo. Uma atividade lúdica, por exemplo, foi realizada durante apenas uma tarde com as crianças do Clube Curitibano que trabalharam a gestão de resíduos em uma colônia de férias. Além da compostagem orgânica, também são abordados os assuntos lixo, sua problemática, reciclagem entre outros - sempre com a participação intensa das crianças.
“Com as composteiras nas escolas, as crianças sentem-se responsáveis
pelas minhocas e levam para o lanche alimentos mais saudáveis para que possam alimentar as minhocas com os restos”, afirma Ana sobre o fato do projeto também estimular melhorias na alimentação, no senso de responsabilidade, na relação com a natureza e, consequentemente, na qualidade de vida dos participantes. Para o ano que vem, a engenheira expõe que novos trabalhos relacionados ao tema estão sendo preparados com atividades envolvendo palestras, apresentações de teatro, confecção de novos materiais educativos, etc.Para os interessados em aplicar a compostagem orgânica em suas residências contribuindo também com a sustentabilidade, a R8 Ambiental comercializa ainda kits de compostagem, húmus e fertilizante líquido. Os produtos são comercializados na página do projeto: http://www.minhocagem.com.br/
Conheça Zé Nhoco e seus amigosO Zé Nhoco é a principal personagem de nossa história! É a minhoca que junto com seus familiares e amigos, trabalha na transformação dos resíduos orgânicos em húmus. O Zé Nhoco é uma minhoca muito esperta e inteligente, pois além de fazer esse belo trabalho, incentiva as crianças a cuidarem mais da natureza.
O Seu Sujeira é um urubu que vive nos lixões. Ele e outros urubus, ratos, moscas e baratas vivem do lixo e desta forma acabam causando sérios problemas ao meio ambiente e à saúde.
O Tico Bala é um dos amigos do Zé Nhoco que o ajuda a cuidar da natureza. É um passarinho tico-tico que carrega o Zé Nhoco para fazer a vaporização do líquido fertilizante sobre as plantas.
O Mujinho é outro amigo da natureza: Um caramujo que carrega o Zé Nhoco, o húmus e o líquido fertilizante formados até o encontro do Tico Bala e do Miguel.
O Mestre Zangão é o professor no mundo do Zé Nhoco. Ele ensina toda a turma a como cuidar melhor da natureza e ensina as crianças a tomarem as atitudes corretas para ajudar a recuperar o meio ambiente.
O Miguel já participa do PROJETO MINHOCAGEM. É ele o responsável por colocar os resíduos orgânicos na casa do Zé Nhoco e também por retirar o húmus formado e colocá-lo nas plantas e hortas. O Miguel representa todas as crianças que participam do PROJETO MINHOCAGEM e que cuidam da natureza.
** Matéria publicada originalmente na edição 26 da revista Geração Sustentável
Jornalista: Aline Presa
=====================================================
Veja outros conteúdos dessa edição:Matérias:
Entrevista: Elisa Prado (Tetra Pak)
Capa: Campos Gerais: um Paraná a ser conhecido
Visão Sustentável: Produtos concentrados fazem bem ao meio ambiente
Desenvolvimento Local: Setor de sustentabilidade ganha representatividade no Brasil
Responsabilidade Social: Paraná se mobiliza para o desenvolvimento sustentável
Energias Renováveis: Cenário para comercialização de carros elétricos no Brasil ainda não é favorável
Artigos:
Leandro F. Bastos Martins: Promessa é dívida?
Jeronimo Mendes - Inovação e espírito empreendedor
Antenor Demeterco Neto - Logística e desenvolvimento econômico sustentável?
Gastão Octávio da Luz - Desafios Globais ao "desenvolvimento sustentável"
============================================================
Seja assinante da Geração Sustentável e ganhe o livro Eco SustentabilidadeA revista Geração Sustentável faz uma promoção especial para você leitor que busca novos conhecimentos sobre o tema sustentabilidade corporativa.
Fazendo uma assinatura anual (R$ 59,90) da revista você ganha o livro “ECO SUSTENTABILIDADE: Dicas para tornar você e sua empresa sustentável” do consultor Evandro Razzoto.
Aproveite essa oportunidade e faça agora mesmo a sua assinatura!
*Promoção por tempo limitado
domingo, 22 de janeiro de 2012
Acesso on-line completo da edição 26
Tema de Capa: Cultura e Sustentabilidade
Veja os conteúdos dessa edição:
Matérias:
Entrevista: Elisa Prado (Tetra Pak)
Capa: Campos Gerais: um Paraná a ser conhecido
Visão Sustentável: Produtos concentrados fazem bem ao meio ambiente
Desenvolvimento Local: Setor de sustentabilidade ganha representatividade no Brasil
Responsabilidade Social: Paraná se mobiliza para o desenvolvimento sustentável
Gestão de Resíduos: Crianças aprendem a dar outro destino aos resíduos orgânicos
Energias Renováveis: Cenário para comercialização de carros elétricos no Brasil ainda não é favorável
Artigos:
Fábio André Chedid Silvestre: As leis de incentivo à cultura
Leandro F. Bastos Martins: Promessa é dívida?
Jeronimo Mendes – Inovação e espírito empreendedor
Antenor Demeterco Neto – Logística e desenvolvimento econômico sustentável?
Gastão Octávio da Luz – Desafios Globais ao “desenvolvimento sustentável”
domingo, 8 de janeiro de 2012
Edição 26 já está circulando! Cultura e Sustentabilidade
Cultura: respeitar o passado, atuando no presente, sem deixar de olhar para o futuroUm tema de capa que tratasse de cultura e sustentabilidade era um desejo antigo de publicação da nossa revista. Quando começamos a conversar com os idealizadores do Parque Histórico de Carambeí sentimos que esse momento estava amadurecendo e que teríamos um case ideal que contemplasse esses dois temas.
Você, caro leitor, pode se questionar... Por que considerar o tema cultura tão importante assim? Talvez você até se pergunte, o que o tema sustentabilidade tem a ver com os aspectos culturais? Acredito que a cultura é efetivamente a quarta dimensão da sustentabilidade, considerando não apenas um complemento do conhecido tripé (econômico, ambiental e social), mais sim um pré-requisito para o desenvolvimento. E vou além! Acredito que a dimensão cultural é mais importante do que as três dimensões tradicionais. Na minha concepção, os fatores culturais que estão ligados aos hábitos, costumes e valores locais determinarão a evolução econômica e o respeito aos fatores socioambientais. Entendo também que podemos ter um excelente projeto ambiental e, se não existir aceitação cultural, esse projeto acaba não trazendo resultados esperados. Quando se fala em cultura em uma localidade, parece que enxergamos o grau de sustentabilidade (ou de falta de sustentabilidade) daquela comunidade local. Talvez isso explique a razão de encontrarmos algumas regiões deterioradas e outras não, em localidades não muito distantes.
A utilização do exemplo do Parque Histórico de Carambeí irá ilustrar claramente a relevância cultural para a continuidade de uma sociedade. Essa matéria sobre o parque demonstra toda a trajetória da comunidade holandesa na região dos Campos Gerais no estado do Paraná. Os entrevistados comentam sobre os fatores históricos, que foram essenciais para que a comunidade local superasse os desafios e se fortalecesse. A construção do parque é uma forma de respeitar o passado, atuando no presente sem esquecer do futuro.
Esta edição ainda traz conteúdos relacionados ao projeto minhocagem, que é voltado à educação ambiental infantil, bem como uma matéria sobre a legislação brasileira para carros elétricos. Além desses conteúdos, temos uma matéria sobre a ABRAPS (Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade); uma matéria sobre a tendência de comercialização dos produtos de limpeza em embalagens menores e com fórmulas mais concentradas; e uma matéria sobre os projetos para 2012 do CPCE (Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial).
Boa Leitura!
Pedro Salanek Filho
=====================================================
Veja os conteúdos dessa edição:
Matérias:
Entrevista: Elisa Prado (Tetra Pak)
Capa: Campos Gerais: um Paraná a ser conhecido
Visão Sustentável: Produtos concentrados fazem bem ao meio ambiente
Desenvolvimento Local: Setor de sustentabilidade ganha representatividade no Brasil
Responsabilidade Social: Paraná se mobiliza para o desenvolvimento sustentável
Gestão de Resíduos: Crianças aprendem a dar outro destino aos resíduos orgânicos
Energias Renováveis: Cenário para comercialização de carros elétricos no Brasil ainda não é favorável
Artigos:
Fábio André Chedid Silvestre: As leis de incentivo à cultura
Leandro F. Bastos Martins: Promessa é dívida?
Jeronimo Mendes - Inovação e espírito empreendedor
Antenor Demeterco Neto - Logística e desenvolvimento econômico sustentável?
Gastão Octávio da Luz - Desafios Globais ao "desenvolvimento sustentável"
=================================
Seja assinante da Geração Sustentável e ganhe o livro Eco SustentabilidadeA revista Geração Sustentável faz uma promoção especial para você leitor que busca novos conhecimentos sobre o tema sustentabilidade corporativa.
Fazendo uma assinatura anual (R$ 59,90) da revista você ganha o livro “ECO SUSTENTABILIDADE: Dicas para tornar você e sua empresa sustentável” do consultor Evandro Razzoto.
Aproveite essa oportunidade e faça agora mesmo a sua assinatura!
*Promoção por tempo limitado
domingo, 1 de janeiro de 2012
Artigo: Como estamos construindo nosso mundo sustentável?
Indicadores são criados, certificações são obtidas, materiais são substituídos por matérias-primas mais limpas, inventários de carbonos são feitos e marcas são valorizadas, mas será que só isso nos trará a sustentabilidade que devemos perseguir?
Neste cenário, o grande objetivo é trabalhar uma gestão harmônica, o famoso Triple bottom line, o tripé da sustentabilidade, em que os aspectos econômicos se fundem à preocupação com a comunidade e aos impactos ambientais, causados pelas atividades exercidas pelas pessoas e pelas empresas. Porém, invariavelmente, pensamos no macro, esquecemos pequenos detalhes, que fazem toda a diferença.
É por isso que quando vejo pesquisas de intenção de compra, tenho dois sentimentos. O primeiro bem otimista, ao perceber consumidores comprando cada vez mais produtos com menor impacto ambiental ou buscando comprarem de empresas socioambientalmente responsáveis, mesmo tendo de pagar mais por isso. Porém, meu segundo sentimento é de tristeza, pois apesar de procurarmos comprar produtos “verdes”, tão especiais, continuamos descartando de maneira errada. E o que é pior. O descarte inapropriado, não ocorre apenas dentro de casa. São realizados também por empresas e pelo setor público. Ou alguém deixou de reparar como nossas cidades estão cada vez mais sujas? Hoje, em boa parte delas, não é necessário chover muito para que a situação se torne preocupante para a segurança da população, já que o risco de alagamentos é constante, resultado de uso inapropriado do solo, construções irregulares e acúmulo de lixo, entre outros.
Como pensar num mundo sustentável, se não somos capazes de pequenos cuidados como esse que afetam nossa forma de vida e colocam em risco a vida nas cidades? Se ainda temos empresas que utilizam mão de obra escrava ou infantil? Se ainda agredimos o outro, porque é diferente, pensa diferente ou tem orientação sexual diferente? Se ainda não são poucos os irresponsáveis diante de um volante, encharcados pela bebida ou pelo prazer da simples velocidade?
Cobramos atitudes das empresas, mas precisamos cobrar de cada um de nós, a fim de que nossa sociedade não se autodestrua com práticas “canibalísticas” diversas. Precisamos mudar nossas atitudes, como indivíduos e cidadãos. Por que não cobramos ou fiscalizamos os princípios da sustentabilidade dos nossos governos? A crise mundial que estamos vivendo não é um grande exemplo do muito que temos feito de errado, a começar pela economia?
Não dá para negar que avançamos muito nos cuidados com o nosso planeta, mas chegou a hora de olharmos ainda mais profundamente para a questão e analisarmos qual a nossa contribuição para que possamos construir, de forma efetiva, um mundo sustentável. Sem esquecer a responsabilidade de nossos hábitos nessa equação. Atitudes que não considerem isso, esse processo de intensa transformação não passa do que se chama maquiagem verde (GreenWash). Não há como alcançarmos a sustentabilidade se não adotarmos atitudes e hábitos sustentáveis.
Minha esperança é que nossos discursos comecem, efetivamente, a se transformar em atitudes. Elas é que darão, verdadeiramente, o tom para o mundo sustentável que almejamos.Yuri Beltramin
Profissional de Sustentabilidade, Consultor e Facilitador do Jogo Negócio Sustentável
========================================================
Veja os conteúdos dessa edição:Matérias:
Capa: Saiba como andam as práticas de sustentabilidade dos bancos brasileiros
Entrevista com Manfred Alfonso Dasenbrock - Sicredi PR
Desenvolvimento Local: Iniciativa sustentável inova modelo de entregas
Responsabilidade Social: Sustentabilidade - da teoria à prática
=================================
Seja assinante da Geração Sustentável e ganhe o livro Eco SustentabilidadeA revista Geração Sustentável faz uma promoção especial para você leitor que busca novos conhecimentos sobre o tema sustentabilidade corporativa.
Fazendo uma assinatura anual (R$ 59,90) da revista você ganha o livro “ECO SUSTENTABILIDADE: Dicas para tornar você e sua empresa sustentável” do consultor Evandro Razzoto.
Aproveite essa oportunidade e faça agora mesmo a sua assinatura!
*Promoção por tempo limitado
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
SUSTENTABILIDADE: DA TEORIA À PRÁTICA
Com diferentes ações no Paraná, o Conselho de Cidadania Empresarial busca promover o desenvolvimento sustentável do estadoO conceito de sustentabilidade, embora já bastante difundido, nem sempre é lembrado em toda a sua abrangência. Pensando nisso, o Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE) lançou o movimento Paraná Educando na Sustentabilidade que, segundo a professora Sonia Ana Leszezynsk, busca agregar um “repertório compartilhado” acerca da temática da sustentabilidade, “que vai muito além da questão ambiental – envolvendo também as questões econômica, social, moral e ética”.
Além dessa ação, que num primeiro momento busca sensibilizar os educadores e mostrar-lhes a importância do seu papel como agentes de transformação, o CPCE atua ainda em outras frentes, como na expansão dos núcleos regionais, na realização de palestras, cursos e encontros que tem como objetivo incentivar a adoção de práticas sustentáveis por cidadãos e empresas paranaenses. Outras articulações com representantes de sindicatos da classe industrial e do 3º setor também são previstas para auxiliar os diferentes públicos para atuarem em seus segmentos.
“Primeiro precisamos despertar a consciência para a educação na sustentabilidade para que as pessoas coloquem isso em prática”, explica a professora Sonia sobre a necessidade de pensar a questão da sustentabilidade de uma forma holística, aplicando essa metodologia primeiramente com aqueles que ensinam. “O ser humano é parte integrante do meio ambiente. Educar na sustentabilidade significa educar para o hoje, não para o futuro, pensando no desenvolvimento a partir do ponto de vista sustentável”, afirma a professora. Palestras já programadas em Londrina e Maringá pelo CPCE serão ministradas com o intuito de envolver as instituições de ensino para adotar, implementar e tornarem-se signatárias do Pacto Global e dos Princípios para Educação Empresarial Responsável (PRME).
O Pacto Global é uma iniciativa descrita pelo ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan em 10 princípios, com o objetivo de mobilizar a comunidade empresarial internacional para a adoção de valores fundamentais e internacionalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção. Já os Princípios para Educação Empresarial Responsável (PRME) procuram estabelecer um processo de melhoria contínua entre as instituições de ensino de Administração a fim de desenvolver uma nova geração de líderes de negócios, preparada para gerir os desafios enfrentados por empresas e pela sociedade no século XXI.
Segundo Guido Bresolin Junior, vice-presidente do núcleo do CPCE que está sendo oficializado em Cascavel, além de realizar seminários para sensibilizar as indústrias para adotarem práticas sustentáveis, a ramificação do conselho que está em fase de expansão no oeste visa fomentar lideranças e aumentar o número de empresas da região que se comprometam com o pacto global, auxiliando o estado a atingir os objetivos do milênio.
“A expectativa é que consigamos fomentar a responsabilidade social em indústrias da região com ações de perpetuação”, explica Junior sobre a importância de se modificar uma cultura já formada na região. “Como o oeste foi desbravado, as empresas – muitas delas cooperativas – foram formadas assim, com esse caráter de exploração sem essa preocupação com a sustentabilidade”, afirma o vice-presidente do núcleo que busca ainda atingir universidades com seminários e debates.
Bresolin Junior destaca ainda a formação de lideranças que atuem não só no ambiente interno de suas empresas, mas também no meio em que estão inseridas, beneficiando a comunidade local como, por exemplo, contratando trabalhadores do entorno e valorizando assim a mão de obra local. Da mesma forma, Ney da Nóbrega Ribas, vice-presidente do núcleo do CPCE que está sendo oficializado em Ponta Grossa, ressalta o posicionamento de um negócio sustentável com foco no equilíbrio entre os aspectos econômico, social e ambiental: “Além do ambiente interno das empresas, não podemos mais ignorar a comunidade que nos cerca. E aí reside outro desafio, pois a sociedade despertou e cobra nossa postura em relação aos impactos que geramos com nossas atividades, sejam eles quais forem”.
Ribas atenta que sendo o conselho um fórum que congrega empresários com perfil de liderança e visão social, sensíveis às mudanças e causas para a construção de uma sociedade justa, inclusiva e sustentável - todos têm a oportunidade de contribuir com suas competências e capacidades inovadoras. “O CPCE atua na articulação e no apoio; e assim, congregados por meio de núcleos, em torno de programas, projetos e ações de voluntariado e responsabilidade socioambiental, com a participação de profissionais de diferentes segmentos da sociedade, confiamos que teremos força e efetividade para promover as transformações sociais que queremos”, afirma o vice-presidente do núcleo dos campos gerais, sobre a execução de ações que visam à qualidade de vida nas empresas e nas comunidades do seu entorno.
Assim como as regionais de Cascavel e Campos Gerais, as regionais de Londrina e Maringá também buscam maior proximidade da comunidade no sentido de que cada região, dentro de suas características, possa otimizar as suas forças e conduzir os trabalhos e programas de forma mais eficiente e participativa. Participação que também é a palavra-chave nos trabalhos do Conselho criado pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP) em 2004 e que recentemente teve sua logomarca alterada a partir do diálogo com os parceiros envolvidos, para reforçar a imagem do CPCE como órgão ativo responsável por fomentar as atividades de responsabilidade social nas empresas.
Outras ações de diálogo e participação são realizadas frequentemente pelo Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial, como o café da manhã com os contadores, organizado com apoio do Conselho Regional de Contabilidade do Paraná (CRC), do Sindicato dos Contabilistas de Curitiba e Região (Sicontiba) e do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empr
esas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado do Paraná (Sescap). O café foi uma iniciativa para orientar os profissionais para que atuem no sentido de conscientizar empresas e pessoas físicas para direcionar parte do imposto devido para entidades sociais. Além do uso de incentivos fiscais do Imposto de Renda para projetos sociais, o encontro discutiu ainda o projeto de lei que trata do assunto em trâmite no Congresso Nacional.Com foco na questão social, o CPCE também está trabalhando para a realização do Encontro Paranaense de Reabilitação, Inclusão e Tecnologia com o tema Inovar para Incluir. O objetivo desse evento é disseminar novidades tecnológicas na área de reabilitação, inclusão e mobilidade reduzida como inovações em práticas de ensino, pesquisa, tecnologia em serviços e produtos para pessoas com deficiência. E as ações não param por aí: começando com a disseminação de uma visão mais abrangente do conceito de sustentabilidade até a implementação de ações de sensibilização e adoção de novas práticas, o Conselho trabalha a sustentabilidade da teoria à prática, envolvendo o maior número de atores nesse processo, uma vez que, como disse Ney da Nóbrega Ribas, “no futuro, nosso legado será medido pelo nível de comprometimento e responsabilidade que tivermos com aquilo que fizermos, deixarmos de fazer ou permitirmos que façam.
** Texto divulgado originalmente na edição 25 da Revista Geração Sustentável - jornalista Aline Presa.
=================================================
Veja os conteúdos dessa edição:Matérias:
Capa: Saiba como andam as práticas de sustentabilidade dos bancos brasileiros
Entrevista com Manfred Alfonso Dasenbrock - Sicredi PR
Desenvolvimento Local: Iniciativa sustentável inova modelo de entregas
Gestão de Resíduos: Iniciativas privadas buscam educar a sociedade a reduzir, reutilizar e a reciclar lixo
Artigos:
Ivan Dutra - Da Tunísia a Wall Street
Jeronimo Mendes - O encanto permance, mais o gosto muda
Yuri Beltramin - Como estamos construíndo nosso mundo sustentável?
=================================
Seja assinante da Geração Sustentável e ganhe o livro Eco SustentabilidadeA revista Geração Sustentável faz uma promoção especial para você leitor que busca novos conhecimentos sobre o tema sustentabilidade corporativa.
Fazendo uma assinatura anual (R$ 59,90) da revista você ganha o livro “ECO SUSTENTABILIDADE: Dicas para tornar você e sua empresa sustentável” do consultor Evandro Razzoto.
Aproveite essa oportunidade e faça agora mesmo a sua assinatura!
*Promoção por tempo limitado
INICIATIVA SUSTENTÁVEL INOVA MODELO DE ENTREGAS
Pedalando, bikeboys proporcionam um serviço de ecodelivery com agilidade e economiaUm novo modelo de entrega vem ganhando visibilidade nas ruas de Curitiba: no lugar de motos, bicicletas... e em vez da figura do motoboy, o bikeboy. Já bastante comum na Europa, a entrega sustentável, ou a chamada ecodelivery, aposta principalmente na agilidade deste meio de transporte que venceu pelo 5ª ano consecutivo o desafio intermodal realizado em Curitiba, sendo considerado o meio mais eficiente para atravessar o centro da cidade em horário de pico; e no caráter sustentável que tem por não poluir o meio ambiente.
Tendo em vista a demanda da capital paranaense, também conhecida como capital ecológica, que como outras cidades brasileiras sofrem cada vez mais com problemas de trânsito, o empresário Cristian Trentin decidiu investir na proposta das ecobikes, oferecendo uma alternativa de entrega que, segundo o empreendedor, além de proporcionar mais agilidade, evita a emissão de cerca de 20 Kg de CO2 por dia - já que cada ciclista percorre em média 70 km por dia, o equivalente a 5 Kg de CO2, e a empresa conta hoje com 5 bikers entregadores ou bikeboys, como são conhecidos.
Apenas há quatro meses e meio na capital paranaense, a mais nova opção para entregas e coletas de até três quilos já atende bancos, cartórios, laboratórios, farmácias, profissionais liberais e empresas, etc.. com cerca de 50 clientes em 46 regiões da cidade, sendo a área de cobertura para corridas esporádicas de 10 a 15 km da sede da empresa no Água Verde. Além dessas entregas, os clientes da EcoBike Courier podem optar por modalidades mais completas de serviço, em que um bikeboy pode ser alocado para atender uma única empresa durante uma parte do dia por exemplo ou em período integral.
Entre os clientes que recebem atendimento fixo mensal, o diretor da empresa DeltaCard, Diego Sampaio, conta que já havia contratado o serviço antes mesmo de ele passar a funcionar. Para Sampaio, as vantagens de contratar esse serviço são principalmente a apresentação e o atendimento do bikeboy, a sustentabilidade da entrega, e o custo atrativo. O diretor da empresa com atuação no segmento de marketing afirma que além dos elogios dos clientes que são atendidos, alguns que passaram a conhecer o modelo de entrega também contrataram o serviço.
Cristian Trentin explica ainda que no quesito financeiro, a bicicleta promete até 30%de redução
de custos da entrega. Por exemplo, com um serviço de motoboy para ir até 5 bancos são cobradas 5 corridas, afirma Trentin acrescentando que este novo modelo cobra apenas 1 corrida mais os pontos adicionais, que tem um valordiferenciado. “Uma empresa que gastava cerca de R$1.500,00 com entrega por motoboy, hoje gasta 700 reais mensais com as ecobikes”, relata o diretor da EcoBike Courier. No site da empresa, também é possível simular o custo do trajeto, acessando o endereço eletrônico www.ecobikecourier.com.br, no qual os clientes têm a opção de acessar o sistema Tarifa de Bike; e também conhecer os bikeboys da empresa.
O bikeboy é justamente outro diferencial desse novo modelo de entrega. Instruído desde o primeiro momento com base em uma cartilha específica com as normas da empresa, o ciclista recebe treinamento para oferecer um atendimento diferenciado aos clientes, trabalhando uniformizados, transportando as encomendas em envelopes lacrados e tendo uma boa comunicação com o público. Além disso, Trentin garante que há uma preocupação com os funcionários, que além de serem registrados, também têm seguro de vida – o que nem sempre acontece com os motoboys que muitas vezes trabalham como freelancer.
Com 4 ciclistas na linha de frente da empresa hoje, o plano de expansão da EcoBike Courier visa contratar mais ciclistas nos próximos meses, completando um quadro de 12 bikeboys em 6 meses de atuação. Kevin Alexando é um deles, o mais recente contratado que antes trabalhava como cabeleireiro autônomo e agora trabalha pedalando e queimando calorias. Para Kevin, que conta pedalar há muito tempo, o trabalho é muito legal: “Além de fazer o que eu gosto, ainda é saudável e acabo fazendo amizades”, afirma o jovem.
Segundo o empresário Cristian Trentin, muitos idosos também procuram o serviço de entrega sustentável devido à qualidade do atendimento, mas eles não são os únicos. Um dos clientes que deixou de utilizar outros serviços de entrega para adotar exclusivamente esse modelo é o Shopping Curitiba. De acordo com a coordenadora de marketing do shopping, Elsie Herbert, a postura dos bikeboys é diferente, menos informal e causa uma boa impressão. Além disso, um levantamento realizado pelo shopping comprovou que o serviço é 100% mais ágil e acima de 30% mais econômico. Outro benefício destacado pela profissional é que a intenção do modelo é nobre e o planeta é que ganha em primeiro lugar.E assim, em contínuo crescimento, o negócio idealizado por Trentin, além de gerar lucros, alcança um objetivo ainda maior de impactar positivamente na cidade e no mundo.
** Texto divulgado originalmente na edição 25 da Revista Geração Sustentável - jornalista Aline Presa.
=================================================
Veja os conteúdos dessa edição:Matérias:
Capa: Saiba como andam as práticas de sustentabilidade dos bancos brasileiros
Entrevista com Manfred Alfonso Dasenbrock - Sicredi PR
Responsabilidade Social: Sustentabilidade - da teoria à prática
Gestão de Resíduos: Iniciativas privadas buscam educar a sociedade a reduzir, reutilizar e a reciclar lixo
Artigos:
Ivan Dutra - Da Tunísia a Wall Street
Jeronimo Mendes - O encanto permance, mais o gosto muda
Yuri Beltramin - Como estamos construíndo nosso mundo sustentável?
=================================
Seja assinante da Geração Sustentável e ganhe o livro Eco SustentabilidadeA revista Geração Sustentável faz uma promoção especial para você leitor que busca novos conhecimentos sobre o tema sustentabilidade corporativa.
Fazendo uma assinatura anual (R$ 59,90) da revista você ganha o livro “ECO SUSTENTABILIDADE: Dicas para tornar você e sua empresa sustentável” do consultor Evandro Razzoto.
Aproveite essa oportunidade e faça agora mesmo a sua assinatura!
*Promoção por tempo limitado
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Oportunidade: Fundação Grupo Boticário
A Fundação Grupo Boticário está contratando profissional com experiência em economia ambiental para trabalhar em Curitiba-PR, com temáticas relacionadas a serviços ambientais, valoração de danos ambientais, conservação da natureza e negócios sustentáveis.Vaga 453139 - Analista Projetos Ambientais Senior
Responsabilidades:
- Criação, implementação e monitoramento de modelos de valoração ambiental.
- Criação e implementação de novas estratégias de conservação da natureza.
- Incentivo a políticas públicas de conservação da natureza e negócios sustentáveis.
- Viagens de campo para desenvolvimento e acompanhamento de projetos.
- Participação em eventos e reuniões técnicas sobre economia e biodiversidade.
- Acompanhamento de cenários e tendências de conservação da natureza.
Pré-requisitos:
- Formação superior completa em Economia, Administração, Direito, Ciências Agrárias ou Biológicas e afins;
- Pós-graduação concluída;
- Experiência profissional prática de 5 anos em serviços ambientais, economia ambiental, valoração de danos ambientais, legislação ambiental, manejo sustentável de recursos naturais, políticas públicas de conservação da natureza, serviços ambientais.
Disponibilidade para viagens
Salário a combinar
Horário administrativo
Benefícios:
- Assistência Médica
- Assitência Odontológica
- Seguro de Vida
- Previdência Privada
- Vale Refeição
- Vale Alimentação
- VT
ENVIAR CURRÍCULO PARA: andref@fundacaogrupoboticario.org.br
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Abrindo o silêncio para o mundo
Inclusão social dos surdos é meta da parceria do Instituto Seli e Grupo UninterFormação e educação são bases para o desenvolvimento de qualquer ser humano. Por isso são tão importantes e valorizadas no mundo atual, que requer de cada indivíduo uma capacidade de interação e atuação independentes e certeiras.
Visualizando essas necessidades na sociedade atual, o Instituto SELI (Surdez Educação Linguagem e Inclusão) se organizou-se para dar aos surdos a oportunidade de atuação na sociedade em geral de igual para igual com pessoas que não tem o silêncio como parceiro diário. “O objetivo do instituto é formar e educar cidadãos surdos com consciência e capacidade de atuação na sociedade, permitindo que tenham liberdade de expressão e exerçam sua individualidade”, afirma Márcia Miola, diretora do Instituto SELI.
O Instituto SELI começou suas atividades em 2002, quando abriu as portas de sua escola para atender alunos surdos no período escolar da Educação Infantil e na primeira fase do Ensino Fundamental. Com a atuação diária, o instituto foi percebendo novas necessidades do universo dos surdos, ampliando, assim, sua atuação. Hoje, o instituto atua em cinco diferentes frentes: colégio, cursos, capacitação, clínica e cultura surda. O trabalho visa à inclusão da pessoa surda desde o momento do seu diagnóstico até sua atuação no mercado de trabalho. "O acompanhamento inclui desde a formação escolar, com enfoque bilíngue, passando pela capacitação técnica, graduação, pós-graduação e encaminhamento profissional. Além do trabalho com a pessoa surda, é feito também um trabalho com as famílias, para que vivenciem junto à trajetória”, explica Márcia.
Além do trabalho com os surdos, o instituto trabalha na divulgação da cultura surda em diversos eventos e mantém um centro de formação para quem vai trabalhar com a comunidade de surdos. “O Instituto SELI preocupa-se em formar profissionais que vão atuar com essas pessoas. O instituto trabalha na formação de professores de alunos surdos, de intérpretes de LIBRAS e de pessoas interessadas em conhecer a cultura surda”, afirma Márcia. O Instituto oferece aos profissionais que atuam com a comunidade surda cursos de pós-graduação com foco específico, como “Libras e educação dos surdos”, “Agente Bicultural: Docente e Intérprete” e “Tecnologias Assistivas na Educação Inclusiva”, chancelados pelo IBPEX. “Os mesmos cursos são ofertados em outras regiões, sendovisto que na cidade de Belo Horizonte temos uma turma com 15 alunos surdos, sendo um deles cego e surdo”, afirma Ana Carolina Castelli da Silva, coordenadora de pós- graduação da área de Ciências Humanas e Educação do IBPEX, empresa do Grupo Uninter de Curitiba, parceira do Instituto SELI em São Paulo."A atuação do Instituto repercute socialmente além das paredes de seu
prédio”, garante Ana Carolina. Isso porque o instituto trabalha além da formação de pessoas surdas qualificadas e com identidade bem resolvidas, mas também ajudam empresários a ter retorno positivo no investimento em políticas de cotas, ajuda famílias a visualizar e reconhecer a autonomia da pessoa surda na família, criando assim uma dinâmica familiar equilibrada. Ainda nesse sentido, o instituto tem um papel social importante, pois ajuda a sociedade a adotar posturas éticas perante a surdez, pois capacita o surdo para exercer sua cidadania de forma madura, conscientes de seus direitos e deveres sociais. “Aquilo que antes era visto como 'incapacidade', passou a ser percebido como diferença a ser aceita, com as devidas adaptações necessárias a cada pessoa. E isso to é inclusão social. Cada vez que faço uma visita ao Instituto fico mais apaixonada e encantada com o trabalho desenvolvido”, comenta Ana Carolina.A parceria estabelecida entre o Instituto SELI e Uninter procura levar a sério o termo “parceria”, pois pressupõe que ambas as partes trabalhem em conjunto, levem em considerem ação os objetivos de ambas as partes e obtenham com isso resultados melhores e mais efetivos do que se trabalhassem individualmente. “Foi através dessa união que se tornou -se possível oferecer cursos específicos para capacitação para o trabalho com a comunidade surda”, explica Ana Carolina. Hoje, através desse trabalho, já são vários os grupos de pós-graduação e grupos de formação de professores e intérpretes para surdos em atividade. O próximo passo é a implantação dos cursos EAD (ensino àa distância), que vai permitir a ampliação do trabalho de capacitação profissional.
** Texto divulgado originalmente na edição 25 da Revista Geração Sustentável - jornalista Lyane Martinelli.
=================================================
Veja os conteúdos dessa edição:Matérias:
Capa: Saiba como andam as práticas de sustentabilidade dos bancos brasileiros
Entrevista com Manfred Alfonso Dasenbrock - Sicredi PR
Desenvolvimento Local: Iniciativa sustentável inova modelo de entregas
Responsabilidade Social: Sustentabilidade - da teoria à prática
Gestão de Resíduos: Iniciativas privadas buscam educar a sociedade a reduzir, reutilizar e a reciclar lixo
Artigos:
Ivan Dutra - Da Tunísia a Wall Street
Jeronimo Mendes - O encanto permance, mais o gosto muda
Yuri Beltramin - Como estamos construíndo nosso mundo sustentável?
=================================
Seja assinante da Geração Sustentável e ganhe o livro Eco SustentabilidadeA revista Geração Sustentável faz uma promoção especial para você leitor que busca novos conhecimentos sobre o tema sustentabilidade corporativa.
Fazendo uma assinatura anual (R$ 59,90) da revista você ganha o livro “ECO SUSTENTABILIDADE: Dicas para tornar você e sua empresa sustentável” do consultor Evandro Razzoto.
Aproveite essa oportunidade e faça agora mesmo a sua assinatura!
*Promoção por tempo limitado







