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quinta-feira, 6 de setembro de 2012
domingo, 18 de março de 2012
Sustentabilidade sob duas rodas
Arquiteto cria projeto de ciclovia elevada e contribui com a mobilidade urbanaA falta de estrutura para que ciclistas se locomovam em espaços urbanos os obriga a dividirem o mesmo espaço com carros, ônibus e motos. Hábito que pode ser bem perigoso e até fatal. São cada vez mais comuns as notícias sobre acidentes envolvendo ciclistas e automóveis em todo o Brasil. Somente em Curitiba, de acordo com dados do Corpo de Bombeiros, de janeiro a agosto de 2011, 121 pessoas ficaram feridas em 146 acidentes envolvendo ônibus e bicicletas em Curitiba.
Diante desta situação alarmante imagine poder andar de bicicleta sem se preocupar com a movimentação dos carros nas regiões mais movimentadas da cidade. Agora pense como seria bom poder fazer isso contemplando belas paisagens. Esses são apenas alguns dos benefícios proporcionados pela ciclovia sustentável projetada pelo arquiteto e urbanista Gilmar Lima.
Lima é proprietário da empresa Atmosfera2 (http://www.atmosfera2.com.br/), que existe há mais de 12 anos e tem como foco desenvolver planos estratégicos municipais voltados ao incremento do turismo. Além disso, grande parte dos projetos é sustentável. A Ciclovia Elevada começou a ser planejada há dois anos e pode ser implantada em qualquer região ou cidade. “É um projeto-conceito, que poder ser aplicado em qualquer lugar, no entanto, gostaria que Curitiba fosse a primeira cidade a receber um presente como este”, declara Lima.
A ciclovia proposta por Gilmar de Lima é elevada, como se fosse uma passarela que acompanha a linha dos canteiros centrais, onde estão instaladas as estações tubo, que se integram à ciclovia por meio de elevadores e escadas adaptadas para bikes. O projeto piloto teve como base a cidade de Curitiba em razão de o arquiteto viver nesta cidade.
Se fosse contemplada a ciclovia, deveria cobrir toda a Linha Verde com integração para as linhas Boqueirão e Pinheirinho - Centro. “Esses foram os locais escolhidos para o projeto piloto pelo grande fluxo de trabalhadores que utilizam essas linhas e por serem regiões mais planas”, explica. O arquiteto lembra que a ciclovia precisa ser encarada como forma de transporte, não só como lazer domingueiro.
O problema da mobilidade nas cidades
Gilmar é um crítico da mobilidade urbana. Segundo ele, as cidades cresceram de forma desordenada e desequilibrada. “Os carros aumentaram significativamente sua frota nas últimas décadas, sem investimentos compatíveis na infraestrutura urbana, no entanto, em termos de sustentabilidade, esse tipo de locomoção já deixou a desejar”, ressalta.
O arquiteto destaca fatores preocupantes, como o uso individual do automóvel e o pouco hábito de caronas. “Incomum é encontrarmos mais de uma pessoa nos carros. Além disso, o grande número de automóveis gera poluição, estresse e ruas incompatíveis. Mobilidade urbana é, hoje, questão de saúde pública”, enfatiza Lima.
Ideia inédita
O maior problema para a mobilidade urbana é também a falta de educação no trânsito. “Por isso, projetar ciclovias que fiquem no mesmo nível dos carros não é mais seguro. O trânsito anda tenso e perigoso, e isso nos inspirou na ideia de criar um projeto inédito, tirando a ciclovia do chão”, explica o arquiteto.
As estações tubo, conforme mostram as imagens, seriam interligadas a essa ciclovia por meio de elevadores, rampas e escadas. O projeto também prevê que na estação seja construída uma plataforma elevatória para possibilitar o acesso à ciclovia tanto para ciclistas como cadeirantes.
A criação de estacionamentos (bicicletários), acoplados às estações tubo, também está prevista no projeto. “Nesses locais, também seria interessante que a prefeitura disponibilizasse bicicletas para uso público, assim como já acontece em diversas cidades europeias, no Rio de Janeiro e até no interior do Paraná. A bicicleta pode ser utilizada como meio de condução de um trajeto completo ou por lazer, como apenas para completar o caminho que muitas vezes o ônibus não faz”, sugere Gilmar.
Sustentabilidade e acessibilidadeA ciclovia elevada possui vários requisitos que a tornam sustentável. Segundo o arquiteto, há condições para que o piso dela seja gerador de energia em alguns trechos, energia que poderia ser transformada em iluminação de baixo consumo. Uma opção seriam os balizadores de LED. Portanto, a iluminação da ciclovia seria gerada por ela mesma por meio da movimentação dos ciclistas.
As características do projeto também o tornam capaz de resolver um problema que poderia ser considerado barreira à implantação da ciclovia. “A estrutura poderia acoplar parte das tubulações urbanas, que hoje são enterradas, o que causa grandes custos de manutenção e intervenção. Se essas tubulações fossem acopladas na ciclovia, seus custos de implantação e manutenção seriam barateados, assim como seria possível criar mais jardins e liberar passagem de pedestres no solo. Solução integrada, viável e sustentável”, ressalta o arquiteto.
Como coordenador nacional do Fórum Internacional de acessibilidade e cidadania, que será realizado em junho deste ano em Foz do Iguaçu (PR), Gilmar de Lima também prevê a utilização da ciclovia para pessoas com deficiência. “A condução para cadeirantes não é uma atividade muito fácil diante do trânsito caótico e da falta de estrutura em muitas calçadas. Por esses e outros motivos, essa ciclovia teria condições de agregar uma parte de comunicação visual e tátil importante e integrada à sua acessibilidade”, conta Lima.
Natureza e segurança
Uma ciclovia elevada permite a contemplação de paisagens urbanas com o benefício de estar no nível da copa de algumas árvores. Além das possibilidades naturais, o arquiteto prevê a plantio de espécies nativas que “abraçariam” a ciclovia. “Dessa forma, além de proporcionar um passeio agradável e sombreamento aos que pedalam, o projeto também promove o embelezamento da cidade, ao mesmo tempo em que é sustentável”.
Outra utilização da ciclovia poderia ser a de policiamento. “Já temos policiais que se locomovem de bicicleta, e essa ciclovia também beneficiaria o policiamento, já que a visão periférica tornar-se-ia abrangente, assim como a de um mirante”. O arquiteto destaca, porém, que a ciclovia proposta “é um projeto único, que deve concorrer a prêmios de mobilidade urbana pela inovação que se apresenta, mas sem cunho político. É um conceito exclusivo que pode e deve ser replicado, apesar de já ter registrado seus direitos autorais”.
Arquitetura sustentável
Gilmar, que possui quase 30 anos de profissão, já tem em sua trajetória diversos projetos sustentáveis aprovados, implantados e bem-sucedidos em muitas cidades do Brasil. O principal foco do arquiteto é o planejamento de parques, praças, ciclovias que, além de sustentáveis, sejam atrativos para potencializar o turismo em locais degradados.As obras são sustentáveis pelo tipo de material utilizado, que são de preferência ecoprodutos e matéria-prima local. Outros requisitos que caracterizam a sustentabilidade são o reuso de água, a economia de energia e a capacitação de quem executa os projetos para evitar o desperdício e gerar baixo custo de manutenção futura.
Como exemplo de projetos já produzidos, Gilmar cita as “Paragens temáticas da Estrada da Graciosa”, no município de Quatro Barras, o “Parque do Rio Timbu”, em Campina Grande do Sul, e o “Polo Náutico Cambirela”, no município de Palhoça, em Santa Catarina, além do Parque Linear S. Francisco, entre outros.
Na estrada da Graciosa, as paragens temáticas “contam” a história de Dom Pedro II e promovem uma viagem no tempo com muita interatividade e utilização de materiais reciclados e alternativos. As paragens também são benéficas para os ciclistas que por ali passeiam.
**Matéria publicada originalmente na edição 27 da revista Geração Sustentável - jornalista Bruna Robassa
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Saiba mais sobre o FAC - Forúm de Acessibilidade e CidadaniaEvento que acontece em junho na cidade de Foz do Iguaçu/PR
Veja também os seminários regionais programados para as cidades:
23/mar em Socorro/SP
19/abril de Curitiba/PR
24/maio em Porto Alegre/RS
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Veja outros conteúdos dessa edição:Matérias:
Entrevista: Osires Silva
Capa: Pensamento Sistêmico e Visão Estratégica
Tecnologia & Sustentabilidade: Sustentabilidade comprovada em rótulo (Sustentax)
Visão Sustentável: Excesso de iimpostos e importações ameaça a indústria têxtil brasileira
Responsabilidade Social: Pelo Futuro das Empresas
Empreendedorismo: Iniciativa de inclusão transforma a vida das pessoas por meio do empreendedorismo
Artigos:
Julianna Antunes: A sustentabilidade corportaiva ainda é uma escolha?
Daniella MacDowell: Quem é o profisisonal de sustentabilidade?
Jeronimo Mendes: O que é ser sustentável
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Lançamento do Programa Cidades Sustentáveis, 19 de agosto - SP
A Rede Nossa São Paulo, da Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis e do Instituto Ethos, com o apoio da Fundação Avina e do Instituto Araýaú, gostariam de contar com sua presença no lançamento nacional do Programa Cidades Sustentáveis, que ocorrerá no dia 19 de agosto de 2011, às 9h30, no Sesc Consolação, em São Paulo.
O programa tem como objetivo sensibilizar e mobilizar a população e os gestores públicos das 5565 cidades brasileiras e oferecer ferramentas para que esses municípios possam se desenvolver de forma econômica, social e ambientalmente sustentável.
Considerando que 85% da população do Brasil é urbana, o debate sobre a qualidade de vida nas cidades assume enorme relevância. São grandes os desafios e, para sermos exitosos em ações que contribuam para o desenvolvimento sustentável, será necessário o envolvimento de cidadãos, empresas e governos.
No evento de lançamento serão apresentados:
- Indicadores de Sustentabilidade Urbana para os 12 eixos temáticos da Carta Compromisso, fundamentais como ferramentas de gestão para as prefeituras signatárias e, também, para o monitoramento da sociedade;
- Casos exemplares para os indicadores. O objetivo é que as boas práticas orientem a gestão pública no sentido de melhorar os diversos indicadores de forma integrada;
- Relatório online de prestação de contas da Carta Compromisso;
- Nova versão do site www.cidadessustentaveis.org.br
- Campanha publicitária desenvolvida pela DPZ
Haverá ainda um debate sobre o desenvolvimento sustentável das cidades, numa perspectiva nacional e internacional, o pronunciamento de entidades representativas dos prefeitos brasileiros, a apresentação de propostas para as cidades-sede da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016, propostas e metas relacionadas à educação para os municípios brasileiros e o papel das cidades na Conferência das Nações Unidas em Desenvolvimento Sustentável - Rio+20.
Confirme presença pelo e-mail zuleica@isps.org.br.
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terça-feira, 12 de abril de 2011
CICI 2011: Toda cidade pode e tem o direito a qualidade de vida
Para o arquiteto Jaime Lerner qualquer cidade pode, sim, oferecer qualidade de vida para sua população em até três anos, basta vontade Na primeira edição da CICI, em 2010, ele expôs suas ideias sobre acupuntura urbana e planejamento a longo prazo, e deixou a plateia intrigada, inspirada e satisfeita. Neste ano, o arquiteto e urbanista Jaime Lerner, que também é conselheiro do Planeta Sustentável, volta à CICI2011 para falar sobre “Um panorama inovador e sustentável para as cidades brasileiras”. O tema deste ano sugere a reflexão e a busca por práticas que visem o desenvolvimento das cidades sem que seja necessário abrir mão da sustentabilidade social, econômica e ambiental. Em qualquer lugar que Jaime Lerner fale das suas ideias e realizações enquanto arquiteto, urbanista e gestor público, a principal frase é "cidades não são problemas, são soluções". Para ele, elas são feitas para as pessoas e qualquer uma pode melhorar a qualidade de vida de sua população num prazo de três anos, desde que faça uso de boas estratégias.
Em entrevista concedida ao jornalista Cesar Machado, para a Band TV, Lerner ressalta que as mudanças podem acontecer desde que haja vontade, solidariedade e estratégia. “É preciso saber transformar cada problema e, a partir dele, criar uma solução. Um bom exemplo é o transporte urbano de Curitiba que funciona tão bem que hoje são mais de 81 cidades em todo o mundo implantando sistemas parecidos”, afirmou Lerner. O urbanista alerta que a falta de planejamento urbano coloca em risco a sociedade e também o meio ambiente. Segundo ele, o processo de planejamento de uma cidade leva tempo e precisa assim, mas as ações pontuais podem ajudar a criar energia para esse planejamento. Isso é o que Lerner define como acupuntura urbana, ações pontuais e rápidas. "A Ópera de Arame é um exemplo de acupuntura urbana, um teatro que foi construído em dois meses, em uma antiga pedreira e que contribui culturalmente para mudar a cidade”, exemplificou o arquiteto. Ele defende que a cidade sustentável deve gastar menos e tentar ao máximo reutilizar recursos, mesmo que seja em pequena escala. “Começar com projetos pequenos, ações pequenas, no futuro se mostram responsáveis pelas maiores transformações das cidades” finaliza.
Sobre a CICI é um projeto que faz parte da iniciativa Cidades Inovadoras, um movimento articulado em rede, que promove e apoia ações com foco na sustentabilidade, equilíbrio social e maior harmonia entre o homem e o meio ambiente. A primeira edição da Conferência Internacional de Cidades Inovadoras – CICI2010 superou todas as expectativas de público e conteúdo. O evento recebeu mais de 3 mil participantes e 200 cidades de todo o mundo para assistir os painéis dos 105 conferencistas convidados.
A CICI2011 é uma realização FIEP, SESI, SENAI e IEL, com correalização do Cifal Curitiba, Unitar e conta com o apoio institucional da Metropolis - World Association of Major Metropolises, Departamento de desenvolvimento Urbano de Berlin, da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), do Cifal, Centro de Transporte Sustentável Brasil (CTS), Wageningen e AVINA.
SERVIÇO II Conferência Internacional de Cidades Inovadoras – CICI2011 Data: 17 a 20 de maio de 2011 Local: Centro de Inovação, Educação, Tecnologia e Empreendedorismo do Paraná (CIETEP/FIEP) – Avenida Comendador Franco, 1341 – Jardim Botânico – Curitiba – Paraná – Brasil Inscrições e programação: http://www.cici2011.org.br/
FONTE: Comunicação Social Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná - FIEP
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010
22 de setembro: Dia Internacional "sem carro"

Por que queremos tanto um carro?
Quanto você gasta por mês com o seu carro? Seja nas parcelas do financiamento, IPVA, seguro, combustível e manutenção, ou ainda nas horas parado no congestionamento, procurando vagas no estacionamento ou calibrando os pneus, o fato é que destinamos boa parte do nosso tempo e dinheiro no que deveria ser apenas um meio de deslocamento entre um local e outro.
Diversos fatores históricos, sociais e econômicos fizeram com que o carro deixasse de ser apenas um veículo para se tornar um símbolo da sociedade atual, onde a valorização dos bens materiais é mais importante que o respeito ao próximo e as questões individuais se sobrepõe ao bem coletivo.
Essa inversão de valores é uma das grandes responsáveis pelos problemas encontrados no trânsito das grandes cidades, afirma a professora Gislene Macedo, do curso de psicologia da UFC/Sobral, doutora em psicologia do trânsito e ex-membro titular da Câmara Temática de Educação e Cidadania do Contran. “Invertemos o valor do coletivo para o individual, o que causa um problema para todos já que, à medida que você investe mais em um, você deixa de investir no outro”, diz. Esse é apenas um dos fatores que transformou um simples meio de transporte em objeto de desejo e símbolo de valores mais profundos que a mera mobilidade.
Quem reforça essa perspectiva é o antropólogo Roberto Da Matta. Em entrevista à Revista Trip, ele justificou o comportamento dos brasileiros no trânsito com a incapacidade de sermos uma sociedade igualitária. Para ele, as pessoas não instituem a igualdade como um guia para as suas condutas, o que leva a um pensamento aristocrático de que uns podem mais do que outros. “É doentio, desumano e vergonhoso notar que 40 mil pessoas morrem por ano no trânsito de um país que se acredita cordial, hospitaleiro e carnavalesco. No Brasil, você se sente superior ao pedestre porque tem um carro. Ou superior a outro motorista porque tem um carro mais moderno ou mais caro” - Roberto Da Matta.Acesse o canal Dia Mundial Sem Carro
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Ônibus anfíbio... Será uma solução urbana?

As metrópoles brasileiras vivem sofrendo com enchentes. São cenas terríveis, com veículos ilhados ou arrastados pela água. Mas, no que depender da tecnologia, já existe uma solução: o ônibus anfíbio. Ele foi criado por uma empresa holandesa e já opera em Roterdã, Londres e Budapeste. O veículo, cujo nome é Amfibus, pesa 22 toneladas e tem 3,8 metros de altura (10 toneladas e 60 centímetros a mais do que um ônibus comum). Mas, tirando essa diferença de peso e tamanho, ele é um ônibus normal - que transporta até 50 passageiros e roda em qualquer lugar, podendo alcançar 100 km/h.
A diferença surge na hora de entrar na água. O motorista aperta um botão e o veículo se transforma: suas rodas se recolhem e o ônibus passa a ser impulsionado por dois jatos d’água, alcançando 16 km/h. Na Europa, o Amfibus virou atração turística. Em Roterdã, ele faz um tour que dura 75 minutos e custa 19,50 euros (cerca de R$ 40). O passeio começa no centro da cidade e segue para o Museu Marítimo. Em seguida, passa por cima da ponte Erasmus e entra no rio Meuse, onde se transforma em barco. "A sensação é meio esquisita. É estranho estar a bordo de um ônibus, que é todo fechado, dentro da água e sem afundar", descreve a turista inglesa Cassie Weber.
O Amfibus também poderá ser usado como veículo comercial - isso porque, mesmo custando o equivalente a R$ 1,9 milhão, ele é mais barato do que os ferryboats que normalmente fazem o transporte fluvial na Europa. E seus criadores querem levar a tecnologia do veículo para os carros e os ônibus convencionais, que poderiam ser adaptados para resistir a enchentes. Só falta mesmo inventar pontos de ônibus flutuantes.
BUSBARCO VEÍCULO TEM ADAPTAÇÕES PARA NAVEGAR EM RIOS
NA FRENTE
A parte de baixo do ônibus é fechada, para que ele flutue, e tem o formato de casco. As rodas se retraem quando ele está na água.
ATRÁS
O motor é ligado a um compressor, que solta jatos d´água por canos de escape - fazendo com que o veículo se desloque na água.
Fonte: planeta sustentável
A diferença surge na hora de entrar na água. O motorista aperta um botão e o veículo se transforma: suas rodas se recolhem e o ônibus passa a ser impulsionado por dois jatos d’água, alcançando 16 km/h. Na Europa, o Amfibus virou atração turística. Em Roterdã, ele faz um tour que dura 75 minutos e custa 19,50 euros (cerca de R$ 40). O passeio começa no centro da cidade e segue para o Museu Marítimo. Em seguida, passa por cima da ponte Erasmus e entra no rio Meuse, onde se transforma em barco. "A sensação é meio esquisita. É estranho estar a bordo de um ônibus, que é todo fechado, dentro da água e sem afundar", descreve a turista inglesa Cassie Weber.
O Amfibus também poderá ser usado como veículo comercial - isso porque, mesmo custando o equivalente a R$ 1,9 milhão, ele é mais barato do que os ferryboats que normalmente fazem o transporte fluvial na Europa. E seus criadores querem levar a tecnologia do veículo para os carros e os ônibus convencionais, que poderiam ser adaptados para resistir a enchentes. Só falta mesmo inventar pontos de ônibus flutuantes.
BUSBARCO VEÍCULO TEM ADAPTAÇÕES PARA NAVEGAR EM RIOS
NA FRENTE
A parte de baixo do ônibus é fechada, para que ele flutue, e tem o formato de casco. As rodas se retraem quando ele está na água.
ATRÁS
O motor é ligado a um compressor, que solta jatos d´água por canos de escape - fazendo com que o veículo se desloque na água.
Fonte: planeta sustentável
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