----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Mostrando postagens com marcador resíduos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador resíduos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Política Nacional de Resíduos Sólidos entra em vigor no dia 2 de agosto de 2014

Há 10 anos a Eurofios utiliza os resíduos das indústrias têxteis e transforma em fios e barbantes ecológicos. Já são mais de 112 mil toneladas recicladas
Imagem: Fernanda Sensi

O objetivo da normativa é monitorar a desativação dos lixões por parte das prefeituras e a destinação correta dos resíduos pelas empresas. Companhia de Blumenau (SC) desenvolve produtos a partir do descarte de indústrias têxteis

A destinação correta dos resíduos é uma das questões mais discutidas no país. E este debate deve crescer ainda mais. A partir de 2 de agosto deste ano entra em vigor a Política Nacional dos Resíduos Sólidos, aprovada em 2010, que propõe a reciclagem do lixo e a forma correta de manusear produtos utilizados com alto potencial de contaminação.

A lei também incentiva a logística reversa: o retorno dos produtos às indústrias após o consumo. Isso deve acontecer com fabricantes de pilhas, lâmpadas e outros itens que devem ser coletados e receber a destinação correta. Algumas marcas já possuem caixas coletoras em pontos de vendas e realizam campanhas de arrecadação para iniciar este processo.

Destinação correta como negócio
Enquanto algumas indústrias pensam apenas em como descartar os seus resíduos, outras pensam em como aproveitar esse material. É o caso da Eurofios, de Blumenau (SC). A indústria recolhe descartes de companhias têxteis e transforma em barbantes e fios para trabalhos manuais e até em componentes de cortinas. A operação existe há 10 anos e já retirou mais de 112 mil toneladas de retalhos do meio ambiente.

“O nosso principal desafio é ser reconhecido pela sociedade e pelo poder público como uma empresa que tem o compromisso em reduzir os passivos ambientais e que se preocupa com a sustentabilidade”, afirma Paulo Roberto Sensi Filho, diretor da empresa. “Muitas artesãs nem imaginam que os barbantes utilizados por elas são feitos de produtos recicláveis. E isso mostra que não há diferença entre a qualidade de uma peça feita com matéria-prima reciclada e produtos sem essa característica”, explica Paulo.

Todo o processo para o desenvolvimento do produto é feito pela empresa: desde a coleta do material até a classificação e produção do barbante ecológico. Os resíduos são de cortes coloridos que, depois da coleta dos retalhos, são separados por cores, fazendo com que o processo não utilize nenhum tipo de procedimento químico de tingimento e seja ainda mais ecologicamente correto.

Atualmente a empresa conta com 200 colaboradores, representantes em todo o país e uma filial em Ascurra (SC). No início de 2014, a Eurofios foi a primeira empresa a receber o certificado Ceatex, na categoria Controle Ambiental. 

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Ações na construção civil priorizam a sustentabilidade


MRV Engenharia realiza atividades que envolvem todos os trabalhadores nos canteiros de obra

Ações de sustentabilidade são rotina nos canteiros de obra da MRV Engenharia, no Paraná. A construtora desenvolve ações pontuais em suas obras, como a gestão de resíduos e o treinamento dos colaboradores para melhor utilização dos recursos naturais.

Na obra do empreendimento Spazio Campodoro, em Araucária, no Paraná, assim como nas demais obras da construtora, o processo começa logo na entrada, por meio de lixeiras de coleta seletiva identificadas por cores, conforme explica o Engenheiro de Segurança do Trabalho, Sandro José Paula e Silva: “Em nossas obras e alojamentos, temos lixeiras identificadas por cores para separação dos resíduos e envio para reciclagem”.

Todos os resíduos gerados nas obras têm destino certo, os entulhos são separados das madeiras por meio de compartimentos diferenciados para descarte e reaproveitamento. A companhia mantém um programa de reciclagem, em que os resíduos são separados e reaproveitados e, além disso, até mesmo a água é reutilizada. “Utilizamos um sistema de reaproveitamento da água utilizada em nossos lavatórios. A água das torneiras retorna para uso nos vasos sanitários, evitando o desperdício, diminuindo o consumo do recurso e contribuindo para o meio ambiente”, diz Silva.



A empresa também realiza treinamentos constantes com os seus colaboradores sobre ações de consciência ambiental, separação de resíduos, reciclagem, uso da água, consumo de energia, preservação do meio ambiente, palestras com foco em saúde, entre outros.

Plantio de árvores
Entre as ações de sustentabilidade e preservação do meio ambiente, está o plantio de árvores realizado pela companhia. Somente no primeiro trimestre de 2014, foram plantadas mais de 20 mil árvores pela MRV nas regionais em que a companhia mantém negócios.


“O Ano da Sustentabilidade visa criar exatamente esse engajamento entre os funcionários. Além disso, a MRV quer mostrar que ser sustentável é muito mais que apenas se preocupar com o Meio Ambiente. Ser sustentável requer pensar e agir nas diversas dimensões da vida: bem estar social, econômico, ambiental e como cidadão, e aos poucos estamos alcançando todas essas esferas”, analisa Sérgio Lavarini, Diretor de Relações Institucionais.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Artigo - Ao optar por coprocessamento, lembre-se de que eliminação de passivo ambiental requer certificado - Por Gustavo Fiorese

Para evitar mal entendidos e até possíveis multas, é sempre necessário acompanhar como a empresa fornecedora à qual são destinados os resíduos se relaciona com o meio ambiente.

É importante deixar claro que o gerador do resíduo é responsável pelo resíduo gerado, mesmo que este seja destinado a um terceiro. No caso do prestador do serviço cometer um crime ambiental ao processar os resíduos de seu cliente, ele e o cliente serão corresponsáveis pelo delito. Por isso, o prestador de serviço também deve primar por qualidade e segurança ambiental. Além de possuir licenciamento, deve se preocupar com os riscos inerentes ao seu processo e adotar medidas que minimizem esses riscos.

Para que cesse a responsabilidade da empresa geradora de resíduos, estes devem ser descaracterizados, química e fisicamente, como materiais nocivos à saúde e ao meio ambiente. Isso é possível de ser executado através de empresas que formam parceria para coprocessamento.

Por exemplo, um prestador de serviços de blendagem em conjunto com uma fábrica de cimento.  O coprocessamento é uma técnica nobre, com eficiência de destruição térmica é superior a 99,9%. Essa é uma solução interessante para quando os resíduos não podem ser destinados a um aterro por terem características de inflamabilidade, conforme portaria nº 016/2010 da Fepam, como é o caso de plásticos e resíduos têxteis contaminados, materiais impregnados com graxas, borras oleosas e borras de tintas. Após esses materiais serem triturados em uma linha de produção, é formado o “blend” (mistura). Este será encaminhado à fábrica de cimento parceira. Lá o blend é inserido como combustível alternativo no processo de fabricação do cimento. O forno rotativo é o principal equipamento da fábrica de cimento, e, utiliza coque como combustível principal. Portanto, o blend produzido substitui o coque em até 40%, gerando uma grande economia do combustível não renovável. As cinzas restantes serão incorporadas ao produto final da fábrica, o próprio cimento, sem comprometer a sua qualidade final.

Para que a empresa geradora dos resíduos regularize totalmente sua situação por ter providenciado, através do coprocessamento, a eliminação completa de seu passivo ambiental, ela deverá exigir da fábrica de cimento uma certificação de que seus resíduos foram processados nos fornos de alta temperatura. Somente com o este documento, a empresa geradora será legalmente reconhecida por ter eliminado completamente o seu resíduo. Cabe salientar que a garantia de destinação só poderá ser emitida por quem executou a atividade, ou seja, a cimenteira.

Como a legislação tem sido constantemente aperfeiçoada e atualizada, procure saber mais sobre o tema “responsabilidade ambiental”. Se houver interesse em realizar o coprocessamento, lembre-se de que os resíduos gerados por sua empresa devem ter características compatíveis, que o torne um combustível para os fornos.


Autor: Gustavo Fiorese – Engenheiro Químico - Coordenador da Unidade de Blendagem da Fundação Proamb

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Artigo - Todo entulho de obra é desperdício de dinheiro

Ao ser obrigado pela legislação ambiental, em especial pela Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010) e Resolução CONAMA 307/2002, a segregar os resíduos nas obras, é comum que a primeira reação seja adversa.

Em especial quanto aos resíduos classe A, típicos de construção, como restos de concreto, tijolos, argamassas, telhas de barro, olha-se para as inúmeras caçambas de entulho retirados dos pátios e logo começa a reclamação sobre o preço do serviço de caçamba. 

A novidade agora é criticar também as empresas que fazem o tratamento dos resíduos Classe A – com a trituração para que voltem à cadeia produtiva como agregados, para serem usados na execução de pisos e outros usos não estruturais.

Ao reclamar do custo com o armazenamento, transporte e destinação ambientalmente adequada dos resíduos da construção civil, que de fato oneram as obras, muitas vezes os responsáveis pelas obras esquecem-se de que todo entulho depositado na caçamba é fruto também de erros e omissões na execução dos projetos.

Sim, é preciso reconhecer que boa parte do entulho de obra, resíduos Classe A, é fruto de falhas, muitas das vezes, de engenheiros e arquitetos! Ou o entulho excedente vem da ausência de um projeto bem elaborado, ou da falta de bons projetos complementares e sua compatibilização com o projeto original. Outro problema, muito comum, é a falta de supervisão adequada na execução dos serviços, muitas vezes delegada a mestres de obras ou pedreiros sem treinamento de qualidade.

É preciso ficar claro que em reformas, a geração de entulho é grande, mas muitas vezes inevitável. Fala-se aqui de obras novas, nas quais, com planejamento adequado, é possível evitar muito “quebra quebra” ou retrabalho  - e assim minimizar a geração de muito entulho. Além disso, mais caro que o custo da destinação dos resíduos é o custo dos materiais desperdiçados e da mão de obra que terá que ser paga novamente para refazer o trabalho antes mal feito.

Todo resíduo é desperdício, dinheiro jogado fora. .Antes de reclamar do custo da destinação ambientalmente correta dos resíduos, é preciso rever conceitos.

Para empresas que querem melhorar seu desempenho quanto à redução de desperdício e quanto à geração de resíduos, é indispensável que seja promovido treinamento de qualidade nas obras. Para isso, destaca-se o papel do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI, que está à disposição também para o desenvolvimento de profissionais da construção civil.

Providenciar projetos de arquitetura e projetos complementares bem elaborados também melhoram a performance. Outra forma é promover minuciosa e atenta supervisão da execução da obra e o seu monitoramento. Um exemplo é implantar programa de redução de desperdício desde o início da obra, com metas de redução de número de caçambas por metro quadrado de obra construída. Só assim, com o compromisso e responsabilidade dos profissionais do setor, será possível reduzir a geração de entulhos e melhorar a segregação dos resíduos da construção civil na fonte, na obra.


Fernando de Barros é engenheiro civil, especialista em Planejamento e Gestão Ambiental, mestre em Engenharia de Edificações e Saneamento e responsável técnico da 
Master Ambientalwww.masterambiental.com.br
  

terça-feira, 6 de novembro de 2012

CURSO EM CURITIBA: GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS



OBJETIVOS:

Possibilitar ao participante através de cases como elaborar um PGRS e evidenciar os aspectos relevantes do Termo de Referência, além de ter conhecimentos sobre legislação, normas e regulamentos técnicos dos resíduos, logística reversa e responsabilidade compartilhada bem como orientações para o controle de seu destino, atentando para a responsabilidade ambiental à luz das normas legais vigentes, passivo ambiental, transporte de cargas perigosas.

A QUEM INTERESSA:

Profissionais das áreas de Segurança, Meio Ambiente, Medicina do Trabalho, e de funções que lidam direta ou indiretamente com resíduos.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

CONCEITO DE RESÍDUO SÓLIDO
Normas sobre coleta, transporte e disposição de resíduos sólidos;
Formas de destino final dos resíduos sólidos;
Atuação da União, dos Estados e dos Municípios;
Punição dos atos por lançamento e destinação inadequada dos resíduos sólidos.

POLUIÇÃO POR RESÍUOS PERIGOSOS
Conceito;
Tratamento do resíduo o lugar em que ele foi gerado;
Responsabilidade pelos danos ambientais e resíduos perigosos; Passivo ambiental;
Infrações e resíduos;
Cases.

A ATUAÇÃO DE OUTRAS INSTITUIÇÕES NA QUESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS
Ministério Público.
Órgãos Ambientais

Os R: REDUZIR, REUTILIZAR E RECICLAR
Especificações Legais

PGR – PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS
O que deve conter um PGR;
Termo de Referência. Aspectos relevantes;

LEGISLAÇÃO APLICÁVEL E SUA INCIDÊNCIA
Normas federais, estaduais e municipais;

TRANSPORTE DE CARGAS PERIGOSAS. CAUTELAS RECOMENDÁVEIS.
Legislação aplicável;
Responsabilidades.

AÇÃO CIVIL PÚBLICA. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL
Como atua o Ministério Público.
Controvérsia sobre o pedido formulado na ação; bis in idem.

RESÍDUOS SÓLIDOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
Licenciamento e fiscalização de estabelecimento de serviço de saúde;
Gerenciamento de resíduos sólidos de serviços de saúde;
Destinação final dos resíduos de serviços de saúde;
Normas ambientais aplicáveis;
Termo de Referência para elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde;

RESPONSABILIDADE AMBIENTAL. PÓS-CONSUMO. CASES
LOGÍSTICA REVERSA
A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO DE RESÍDUOS NA EMPRESA E NOS ÓRGÃOS PÚBLICOS.
DESTAQUES DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS – LEI 12.305-/2010 E SUA REGULAMENTAÇÃO.


RECURSOS DIDÁTICOS:
à Apostila para cada participante.
Obs.: CERTIFICADO para quem tiver presença mínima de 75%.
DATA e CARGA HORÁRIA:
à 21/novembro/12 – 4ª.f. - das 09h00 às 18h00 – 08 horas.

INSTRUTOR:
DR. AURO DE QUADROS MACHADO
Currículo Dr. AURO DE QUADROS MACHADO
Advogado.
Consultor Ambiental.
Mestre em Direito Público pela PUCRS.
Professor na Pós Graduação em Direito Penal Econômico e Direito Ambiental em Porto Alegre/RS na empresa Verbo Jurídico e na Escola Bom Pastor em Nova Petrópolis/RS.
Instrutor de Cursos Empresariais em todo o país.
Publicou artigos em Revistas Especializadas e Textos Doutrinários, entre outros.
Palestrantes e Conferencista em diversos Seminários, Congressos e Cursos.
Parecerista.
Atuou na EMATER/RS como Chefe da Assessoria Jurídica.Foi Procurador-Adjunto do município de São Leopoldo/RS.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Primeira edição da ExpoLixo chega para impulsionar setor de limpeza urbana e resíduos

Em meio às adaptações exigidas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, evento reunirá grandes marcas e promoverá debates sobre soluções e oportunidades de negócios.

 A necessidade de investir e trocar conhecimento nos setores de tratamento do lixo se torna cada vez mais evidente. Ciente da importância de tais assuntos para consumidores, indústrias e prestadoras de serviço do ramo, a Ecobrasil organiza pela primeira vez a ExpoLixo - Feira Internacional de Negócios do Mercado de Limpeza Pública, Resíduos Urbanos e Industriais, novidade que surge para atender e debater os desafios  geradas pela Politica Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

A nova feira acontece paralelamente à 7ª edição da ExpoSucata - Feira e Congresso Internacional de Negócios da Indústria da Reciclagem, à MercoApara, primeiro evento na América Latina especialmente voltado para mercado de reciclagem de papel, e a Reciclaplast, feira especializada em reciclagem de plásticos. Ao todo, serão 15 mil m² de área interna, além de 8 mil e 300 m² de área externa para demonstrações de equipamentos e 2 quilômetros de pista para test drives. Empresas processadoras, consumidoras e geradoras de materiais recicláveis em larga escala apresentarão produtos, soluções e equipamentos.

Estatísticas apontam para todo o potencial que os negócios do lixo e reciclagem possuem no Brasil. Ao todo, são coletados diariamente 243 mil toneladas de resíduos, o equivalente a 45 mil caminhões de lixo. Entre 2010 e 2011 o aproveitamento de resíduos sólidos cresceu cerca de 70%, e o número de empresas que passaram a monitorar os resíduos em processos de produção subiu de 81,3% para 94,9%, já a reutilização de materiais passou de 31,3% para 69,2%. Quando são comparados números sobre a coleta seletiva nas cidades do Brasil, o cenário também é positivo: entre 2000 e 2008 o número de municípios que praticam a coleta dobrou. E mesmo assim, o fôlego para desenvolvimento é enorme, já que apenas 19,5% dos municípios praticam separação para reciclagem, segundo o IBGE.

Os eventos acontecem de 11 e 13 de setembro de 2012, no Centro de Exposições Imigrantes, abrigando também o 7º Congresso Internacional de Negócios da Indústria da Reciclagem e o 1º Congresso Internacional de Negócios do Mercado de Limpeza Pública, Resíduos Urbanos e Industriais.



Serviço

Exposucata & ExpoLixo 2012 – Feira e Congresso Internacional de Negócios da Indústria da Reciclagem e  Feira e Congresso Internacional de Negócios do Mercado de Limpeza Pública, Resíduos Urbanos e Industriais. Eventos simultâneos: MercoApara e Reciclaplast

Data: 11, 12 e 13 de setembro de 2012

Horários: das 13h às 20h (exposição) e das 9h às 18h (Congresso)

Local: Centro de Exposições Imigrantes – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – São Paulo

Obs.: Evento Técnico. Proibida a entrada de menores de 18 anos, mesmo acompanhados.