Evento que acontece no próximo dia 20 de março pretende reunir ONGs de Curitiba e Região para que interajam sobre as principais questões relativas à sua estruturação.
O Instituto GRPCOM e a AIESEC promovem na próxima quarta-feira, dia 20 de março de 2013, o Ideia Social, evento que pretende reunir gestores e colaboradores de ONGs de Curitiba e Região para que discutam sobre temas de interesse ao desenvolvimento do terceiro setor. O fórum acontece no Estação Business School e terá a palestra de Liziane Dranka, empreendedora da INK e multiplicadora para o Brasil da certificação internacional PMD Pro1 (Project Management for Development).
Abaixo, segue o folder de divulgação. São 80 vagas e cada organização pode inscrever até três pessoas para participar. Para acessar o formulário de inscrição, clique no folder.
Acesse aqui para fazer sua inscrição!
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sábado, 16 de março de 2013
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Rio+20: ONG paranaense terá projetos discutidos na conferência
Ações para evitar o desmatamento e conservar a biodiversidade reduzem emissão de gases do efeito estufa
A Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), ONG paranaense que atua na conservação da biodiversidade, estará presente na Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. A instituição traz um balanço de como algumas de suas iniciativas estão contribuindo para os objetivos definidos em convenções internacionais sobre biodiversidade e mudanças climáticas. Um dos principais destaques será a apresentação do programa E-CONS (Empreendedores da Conservação).
Veja abaixo alguns projetos da SPVS e seus resultados:
Conservação de biomas brasileiros
Lançado recentemente, o Programa Empreendedores da Conservação (E-CONS) tem o objetivo de identificar e apoiar financeiramente pessoas com projetos de conservação em todos os biomas do Brasil. Seis projetos já são apoiados, entre eles:
• O combate ao tráfico do papagaio-verdadeiro no Pantanal Sul e outras espécies ameaçadas na Serra da Bodoquena;
• O incentivo à transformação de áreas naturais em reservas particulares;
• A diminuição da caça ao lobo-guará (Cerrado);
• A descoberta e conservação do soldadinho-do-araripe (Caatinga) e do bicudinho-do-brejo (Mata Atlântica); e
• A disseminação da educação ambiental na Amazônia.
“Todos os projetos apoiados trazem a luz o conceito dos serviços ambientais, benefícios essenciais para as pessoas e para as atividades econômicas”, explica Ângela Kuczach, técnica responsável pelo programa na SPVS.
A integração com a iniciativa privada é um dos destaques do programa E-CONS, que recebe o apoio do HSBC. “Essas parcerias fortalecem a capacidade de implementação de ações para resolver as causas da perda da biodiversidade, garantindo que as preocupações sejam integradas em toda a sociedade”, opina Ângela.
Papagaio-de-cara-roxa
Desde 1998, a ONG executa o Projeto de Conservação do Papagaio-de-cara-roxa, uma ave da Floresta Atlântica do sul do Brasil sob risco de extinção. Entre as ações estão a conservação de populações geneticamente viáveis, a eliminação de ameaças de extinção, a sensibilização da comunidade e a conservação ambiental da região em que o papagaio-de-cara-roxa ocorre.
“Este projeto envolve a participação da sociedade civil e comunidade local na preservação ao papagaio, o que se integra ao Plano Estratégico para a Diversidade Biológica 2011-2020, que tem o objetivo de reduzir a perda da biodiversidade em todo o mundo”, aponta Elenise Sipinski, coornadora do projeto na SPVS.
Segundo ela, o projeto também se integra ao plano por gerar e promover informações científicas sobre a espécie, além de desenvolver metodologias para monitorar o status e as tendências de comportamento do papagaio e dos serviços ecossistêmicos da região.
O resultado deste trabalho pode ser visto anualmente durante o censo que a instituição realiza na região. Em 2011, foi constatado um aumento de 28% no número de papagaios, com relação à média dos anos anteriores (5.000 indivíduos).
Política Pública
O trabalho que a instituição faz é usado pelo governo brasileiro como resultados que o País vem alcançando para a consecução dos objetivos de um acordo internacional. No caso da Convenção sobre Diversidade Biológica (CBD), em 2010, a SPVS foi citada no quarto relatório nacional enviado pelo Governo para demonstrar como o Brasil coloca a Convenção em prática, como exemplo de iniciativas envolvendo a preservação ou recuperação de vegetação nativa para a compensação de emissões de carbono, Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD) e conservação da água.
Convenção sobre Mudanças do Clima
O trabalho de preservação de vegetação nativa tem relação com outro importante acordo internacional: a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima.
Segundo Denilson Cardoso, coordenador do Programa Desmatamento Evitado, “o projeto contribui para a mitigação das mudanças climáticas, ao mesmo tempo em que ajuda na conservação da Floresta com Araucária, um ecossistema ameaçado e de alto interesse para a manutenção da diversidade biológica”.
Atualmente, são mais de 420 mil toneladas de carbono estocadas em 24 áreas com contratos vigentes. Essa é a quantidade de carbono que seria emitida para a atmosfera, caso essas áreas fossem degradas ou desmatadas.
Na Rio+20
Os resultados dos projetos da SPVS serão levados à Rio+20. Na conferência, haverá um side event que apresentará um estudo feito pela ONG sobre políticas públicas de mudanças climáticas para os setores de agricultura e florestas no Brasil. Além disso, representantes da instituição acompanharão as discussões e os debates durante a Conferência, assim como farão intercâmbio com empresas, agentes governamentais e outras ONGs em busca de soluções a vida no Planeta.
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domingo, 6 de novembro de 2011
Artigo: A ameaça do terceiro setor
Não é de hoje que constatações de falcatruas entre governos e ONGs são colocadas à sociedade. E este problema há muito já deveria estar sendo enfrentado de maneira mais rigorosa pelo poder público. Vertente do mais tradicional patrimonialismo brasileiro, a discussão reproduz uma conhecida forma de relação entre políticos, governos, empresas e organizações não governamentais, para um grotesco jogo de favores, demarcando uma lamentável característica deste país, desde a chegada dos portugueses. Mudam as formas de agir, mas permanecem os vícios de favorecimento aos agregados, atrelados a interesses inconfessáveis.
A crítica generalizada que estamos presenciando, se não é mal intencionada é, no mínimo, irresponsável. Mesmo em países como o Brasil, em que o papel da sociedade civil organizada, embora tão antiga quanto o próprio Estado (as Santas Casas são organizações do terceiro setor criadas no século XVI) ainda não é suficientemente entendido, apesar do flagrante o crescimento desta legítima opção de atuação, tanto no número de instituições (338.162, segundo IBGE-2008) quanto na diversidade de campos de atuação que são abertos e nos resultados que apresentam.
Via de regra, cidadãos comumente chamados de empreendedores sociais, lideram e participam da execução de ações permeadas de forte sentimento de interesse público, perseverança e inovação. Embora uma pesquisa realizada pelo IBGE/Ibope em 2010 demonstre que as ONGs atingem 64% de confiabilidade junto à população brasileira, elas ainda são pouco valorizadas pela sociedade.
Este grande esforço, que parte do conhecimento de assumir riscos de fazer diferente, de buscar resolver problemas a partir de um olhar deslocado, é que garante um mérito sem precedentes a estes muitos brasileiros que não se conformam com a condição medíocre com a qual são tratados nossos grandes dilemas sociais, muitos deles sem solução à vista e entremeados entre um poder público incapaz e uma iniciativa privada desinteressada.
Há estudos que demonstram que, em alguns países, há um crescimento proporcional maior de funcionários de ONGs do que em relação a governos e empresas. Também já é significativo o percentual do PIB nacional gerado pelas atividades do setor nesses países. Este é um sinal inquestionável do sucesso desta forma de realizar avanços. Para alguns, um fenômeno de tamanha influência é capaz de fazer algumas empresas de percepção mais aguçada a perseguir paulatinamente características de atuação destas organizações para não perderem seu espaço para a concorrência.
As ONGs, como todas as demais formas de organização da sociedade, não são uma estrutura incólume. E as inconsistências observadas nos contratos públicos são uma demonstração da fragilidade nos controles atualmente disponíveis. O combate a estas ilicitudes é uma condicionante mais do que evidente, mas nada mais prejudicial do que o uso de ações espúrias para atingir, levianamente, todo o universo da sociedade civil organizada.
Interessante notar que é absolutamente incomum ouvirmos na imprensa que uma empresa privada foi enganada e teve recursos usados de maneira indevida, a partir de uma parceria com uma ONG. Mais raro ainda, se alguma situação ilegal for identificada, que continue trabalhando com ela. No caso do poder público, há uma inadmissível recorrência de casos, o que denota uma condição de flexibilidade que não pode ser justificada em nenhuma hipótese.
Mesmo que situações assim não representem sequer uma ínfima parte no universo destas organizações, se governos acreditam que atuar em conjunto com o terceiro setor é uma maneira de fortalecer suas ações, devem ter a obrigação de controlar adequadamente qualquer tipo de atividade, como de sorte deve ocorrer em contratos com o setor privado.
O que não pode se admitir é a existência de uma tentativa, orquestrada ou não, de desmoralização de um enorme contingente de verdadeiros brasileiros que, como ninguém, lutam pela causa do bem comum e dedicam suas vidas para este fim. O terceiro setor, independente, crítico e inovador, representa um alicerce fundamental para uma evolução positiva de nossa sociedade.
Como disse Flávio Arns, ex-senador e atual vice-governador do Paraná e secretário de estado da educação "O povo brasileiro, antes de tudo, deveria agradecer às ONGs pelo papel relevante que tem assumido neste país".
Clóvis Borges é diretor-executivo da ONG curitibana Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS)
A crítica generalizada que estamos presenciando, se não é mal intencionada é, no mínimo, irresponsável. Mesmo em países como o Brasil, em que o papel da sociedade civil organizada, embora tão antiga quanto o próprio Estado (as Santas Casas são organizações do terceiro setor criadas no século XVI) ainda não é suficientemente entendido, apesar do flagrante o crescimento desta legítima opção de atuação, tanto no número de instituições (338.162, segundo IBGE-2008) quanto na diversidade de campos de atuação que são abertos e nos resultados que apresentam.
Via de regra, cidadãos comumente chamados de empreendedores sociais, lideram e participam da execução de ações permeadas de forte sentimento de interesse público, perseverança e inovação. Embora uma pesquisa realizada pelo IBGE/Ibope em 2010 demonstre que as ONGs atingem 64% de confiabilidade junto à população brasileira, elas ainda são pouco valorizadas pela sociedade.
Este grande esforço, que parte do conhecimento de assumir riscos de fazer diferente, de buscar resolver problemas a partir de um olhar deslocado, é que garante um mérito sem precedentes a estes muitos brasileiros que não se conformam com a condição medíocre com a qual são tratados nossos grandes dilemas sociais, muitos deles sem solução à vista e entremeados entre um poder público incapaz e uma iniciativa privada desinteressada.
Há estudos que demonstram que, em alguns países, há um crescimento proporcional maior de funcionários de ONGs do que em relação a governos e empresas. Também já é significativo o percentual do PIB nacional gerado pelas atividades do setor nesses países. Este é um sinal inquestionável do sucesso desta forma de realizar avanços. Para alguns, um fenômeno de tamanha influência é capaz de fazer algumas empresas de percepção mais aguçada a perseguir paulatinamente características de atuação destas organizações para não perderem seu espaço para a concorrência.
As ONGs, como todas as demais formas de organização da sociedade, não são uma estrutura incólume. E as inconsistências observadas nos contratos públicos são uma demonstração da fragilidade nos controles atualmente disponíveis. O combate a estas ilicitudes é uma condicionante mais do que evidente, mas nada mais prejudicial do que o uso de ações espúrias para atingir, levianamente, todo o universo da sociedade civil organizada.
Interessante notar que é absolutamente incomum ouvirmos na imprensa que uma empresa privada foi enganada e teve recursos usados de maneira indevida, a partir de uma parceria com uma ONG. Mais raro ainda, se alguma situação ilegal for identificada, que continue trabalhando com ela. No caso do poder público, há uma inadmissível recorrência de casos, o que denota uma condição de flexibilidade que não pode ser justificada em nenhuma hipótese.
Mesmo que situações assim não representem sequer uma ínfima parte no universo destas organizações, se governos acreditam que atuar em conjunto com o terceiro setor é uma maneira de fortalecer suas ações, devem ter a obrigação de controlar adequadamente qualquer tipo de atividade, como de sorte deve ocorrer em contratos com o setor privado.
O que não pode se admitir é a existência de uma tentativa, orquestrada ou não, de desmoralização de um enorme contingente de verdadeiros brasileiros que, como ninguém, lutam pela causa do bem comum e dedicam suas vidas para este fim. O terceiro setor, independente, crítico e inovador, representa um alicerce fundamental para uma evolução positiva de nossa sociedade.
Como disse Flávio Arns, ex-senador e atual vice-governador do Paraná e secretário de estado da educação "O povo brasileiro, antes de tudo, deveria agradecer às ONGs pelo papel relevante que tem assumido neste país".
Clóvis Borges é diretor-executivo da ONG curitibana Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS)
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
“2º Etapa do Regional Sul de Voleibol Paraolímpico – Vôlei Sentado”,
Dia 27 e 28 de agosto para-atletas disputam a segunda etapa regional sul de voleibol paraolímpico - Vôlei Sentado. Os jogos acontecem no Ginásio de Esportes Professor Almir Nelson de Almeida – Av. Victor Ferreira do Amaral, 1749, Tarumã, Curitiba. Sábado às 13h30 e domingo às 9h.
Os alunos que fazem parte deste projeto estavam sem clube para a prática do esporte e foram acolhidos em 2007 pela Unilehu. Hoje, eles são um elo forte de desenvolvimento da modalidade, que desde então vem crescendo e conquistando muitos títulos em âmbito nacional. A equipe Unilehu de Vôlei Sentado é atualmente composta por 10 atletas, um técnico, um Auxiliar Técnico, um Staff, um Fisioterapeuta e uma Psicóloga do Esporte.
Os integrantes da comissão técnica dão suporte e orientam os atletas para que possam adquirir conhecimentos relacionados à preparação técnica e tática do voleibol sentado. Tal trabalho já rendeu frutos, alguns para-atletas da Unilehu fazem parte das seleções brasileiras, sendo um na seleção permanente adulta, dois pré-convocados para a seleção adulta e quatro atletas integrantes da seleção sub-23.
Os alunos que fazem parte deste projeto estavam sem clube para a prática do esporte e foram acolhidos em 2007 pela Unilehu. Hoje, eles são um elo forte de desenvolvimento da modalidade, que desde então vem crescendo e conquistando muitos títulos em âmbito nacional. A equipe Unilehu de Vôlei Sentado é atualmente composta por 10 atletas, um técnico, um Auxiliar Técnico, um Staff, um Fisioterapeuta e uma Psicóloga do Esporte.
Os integrantes da comissão técnica dão suporte e orientam os atletas para que possam adquirir conhecimentos relacionados à preparação técnica e tática do voleibol sentado. Tal trabalho já rendeu frutos, alguns para-atletas da Unilehu fazem parte das seleções brasileiras, sendo um na seleção permanente adulta, dois pré-convocados para a seleção adulta e quatro atletas integrantes da seleção sub-23.
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Oportunidade: Coordenador em finanças para a sustentabilidade
Empresa Contratante
WWF – Brasil
O WWF-Brasil é organização não-governamental autônoma dedicada à conservação da natureza.
Dados da Vaga de Emprego
•Coordenador em Finanças para a Sustentabilidade
•Graduação na área de Finanças ou Ambiental. Pós-graduação na área de finanças ou ambiental.
•Conhecimento de mercados agropecuários e da interface entre produção, meio ambiente e conservação da natureza. Conhecimento sobre produtos financeiros. Habilidade de redação e de argumentação. Conhecimento demonstrado sobre finanças sustentáveis (investimentos, setor bancário, finanças, desenvolvimento sustentável, gestão ambiental). Fluência em Inglês (leitura, escrita e comunicação).
•Experiência na área financeira com ao menos cinco lidando com o tema da sustentabilidade no setor financeiro, preferencialmente em bancos. Experiência em gestão de projetos.
•Competências e habilidades desejadas: Sintonia com os valores do WWF-Brasil: paixão, otimismo, desafio, inspiração, credibilidade, responsabilidade, perseverança e foco no resultado. Habilidade para analisar e comunicar questões relativas a sustentabilidade no setor bancário. Habilidade demonstrada na liderança e gestão de equipes multidisciplinares sob supervisão direta e indireta. Habilidades interpessoais para comunicação, negociação e trabalho colaborativo.
Responsabilidades:
•Trabalhar com a instituição financeira e secundariamente junto ao setor financeiro para promover a sustentabilidade nas suas atividades, especialmente na concessão de crédito e nos investimentos e na redução dos impactos sociais e ambientais do setor privado, especialmente nas regiões prioritárias de atuação do WWF-Brasil.
•Apoiar o desenvolvimento de capacidades e ferramentas para gestão e redução do risco ambiental nos processos de concessão de crédito e realização de investimentos pela instituição parceira.
•Acompanhar o estado da arte de tópicos ligados a sustentabilidade nos setores bancário e financeiro e assegurar sua inclusão no desenvolvimento da parceria e das atividades de conservação do WWF-Brasil.
•Desenvolver relações e eventualmente cooperação com outros atores envolvidos com tema das finanças sustentáveis (instituições e órgãos regulatórios do sistema financeiro; instituições de pesquisa, rede WWF e ONGs).
•Prover apoio aos programas de conservação do WWF-Brasil no que tange ao tema das finanças sustentáveis.
•Trabalhar em sintonia com os programas de conservação do WWF-Brasil e com a Iniciativa de Transformação de Mercados da rede WWF.
•Coordenar os eixos Mitigação de riscos: princípios e critérios socioambientais e Negócios sustentáveis da Parceria e sua respectiva equipe técnica.
•Responsável pela elaboração do plano de trabalho dos eixos citados.
•Coordenar e supervisionar a implementação das atividades previstas nos planos de trabalho dos eixos citados.
•Coordenar consultorias e estudos externos relacionados com finanças sustentáveis.
•Preparar documentos internos e externos (TdR; relatórios, etc.) necessários para viabilizar as ações e atividades definidas no escopo dos projetos de sua responsabilidade.
•Preparar orçamentos anuais em estreita cooperação com a Unidade Financeira e com os Coordenadores de áreas correlacionadas.
•Apoiar e desenvolver propostas de captação de recursos relacionadas com o tema das finanças sustentáveis.
•Benefícios: Seguro saúde, seguro de vida, auxílio odontológico e ticket alimentação/ refeição.
•Disponibilidade para viagens a trabalho
Local da Vaga: Brasília- DF ou São Paulo (SP)
A inscrição no processo de seleção deve ser feita, por favor, através do endereço:
http://www.wwf.org.br/wwf_brasil/trabalhe_conosco2/
WWF – Brasil
O WWF-Brasil é organização não-governamental autônoma dedicada à conservação da natureza.
Dados da Vaga de Emprego
•Coordenador em Finanças para a Sustentabilidade
•Graduação na área de Finanças ou Ambiental. Pós-graduação na área de finanças ou ambiental.
•Conhecimento de mercados agropecuários e da interface entre produção, meio ambiente e conservação da natureza. Conhecimento sobre produtos financeiros. Habilidade de redação e de argumentação. Conhecimento demonstrado sobre finanças sustentáveis (investimentos, setor bancário, finanças, desenvolvimento sustentável, gestão ambiental). Fluência em Inglês (leitura, escrita e comunicação).
•Experiência na área financeira com ao menos cinco lidando com o tema da sustentabilidade no setor financeiro, preferencialmente em bancos. Experiência em gestão de projetos.
•Competências e habilidades desejadas: Sintonia com os valores do WWF-Brasil: paixão, otimismo, desafio, inspiração, credibilidade, responsabilidade, perseverança e foco no resultado. Habilidade para analisar e comunicar questões relativas a sustentabilidade no setor bancário. Habilidade demonstrada na liderança e gestão de equipes multidisciplinares sob supervisão direta e indireta. Habilidades interpessoais para comunicação, negociação e trabalho colaborativo.
Responsabilidades:
•Trabalhar com a instituição financeira e secundariamente junto ao setor financeiro para promover a sustentabilidade nas suas atividades, especialmente na concessão de crédito e nos investimentos e na redução dos impactos sociais e ambientais do setor privado, especialmente nas regiões prioritárias de atuação do WWF-Brasil.
•Apoiar o desenvolvimento de capacidades e ferramentas para gestão e redução do risco ambiental nos processos de concessão de crédito e realização de investimentos pela instituição parceira.
•Acompanhar o estado da arte de tópicos ligados a sustentabilidade nos setores bancário e financeiro e assegurar sua inclusão no desenvolvimento da parceria e das atividades de conservação do WWF-Brasil.
•Desenvolver relações e eventualmente cooperação com outros atores envolvidos com tema das finanças sustentáveis (instituições e órgãos regulatórios do sistema financeiro; instituições de pesquisa, rede WWF e ONGs).
•Prover apoio aos programas de conservação do WWF-Brasil no que tange ao tema das finanças sustentáveis.
•Trabalhar em sintonia com os programas de conservação do WWF-Brasil e com a Iniciativa de Transformação de Mercados da rede WWF.
•Coordenar os eixos Mitigação de riscos: princípios e critérios socioambientais e Negócios sustentáveis da Parceria e sua respectiva equipe técnica.
•Responsável pela elaboração do plano de trabalho dos eixos citados.
•Coordenar e supervisionar a implementação das atividades previstas nos planos de trabalho dos eixos citados.
•Coordenar consultorias e estudos externos relacionados com finanças sustentáveis.
•Preparar documentos internos e externos (TdR; relatórios, etc.) necessários para viabilizar as ações e atividades definidas no escopo dos projetos de sua responsabilidade.
•Preparar orçamentos anuais em estreita cooperação com a Unidade Financeira e com os Coordenadores de áreas correlacionadas.
•Apoiar e desenvolver propostas de captação de recursos relacionadas com o tema das finanças sustentáveis.
•Benefícios: Seguro saúde, seguro de vida, auxílio odontológico e ticket alimentação/ refeição.
•Disponibilidade para viagens a trabalho
Local da Vaga: Brasília- DF ou São Paulo (SP)
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