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terça-feira, 20 de maio de 2014

ARTIGO_COMO BRINDAR O DIA DA ECOLOGIA, COM FALTA D’ÁGUA


Por Adriana Teixeira Simoni

Aproxima-se a data comemorativa do meio ambiente e ecologia, dia 5 de Junho, onde lá em 1972 iniciavam-se as discussões sobre a poluição do ar, da água, destruição da camada de Ozônio, desmatamentos, extinção de animais entre outras preocupações não menos importantes.

De lá pra cá as discussões só cresceram e se desdobraram de grandes reuniões para pequenos grupos e espalhadas por todos os cantos do país envolvendo conselhos, sociedade civil, organizações, instituições, empresas e apaixonados aguerridos com as ferramentas que a paixão lhes encoraja e estimula a agir localmente com propósitos preservacionistas ambientais , onde me condigo confortavelmente.

Apesar de tantas discussões aqui e ali, apesar da formação e qualificação de tantos profissionais para lidarem com as diversas e especificadas áreas que envolvem o ambiental, promovendo orientações, legislações, fiscalizações e pesquisas de como lidar com as mudanças climáticas, sobre como proteger nascentes, coletar, tratar, gerenciar a água potável e garantir qualidade de vida e saúde a todos. Ainda assim nos deparamos em 2014 na região mais desenvolvida do país com um descontrole quanto aos níveis dos reservatórios de água.

Nesse cenário preocupante representantes políticos jogam um manto de cobertura para abafar a situação de escassez severa de água as vésperas do Mundial de futebol e apontam a culpa para o aquecimento global. Porém me pergunto como assim, a culpa é do aquecimento global?  A existência dos impactos advindos das mudanças climáticas já é algo conhecido e estudado há décadas. Portanto a prevenção a esse caos na seca deveria ser atenuado com adoção de planos preventivos.  Isso ressalta a necessidade de conduzir o gerenciamento d’água com olhar para o futuro, acompanhando o crescimento populacional, urbano e principalmente orientado pelos resultados de pesquisas climáticas para mitigar os danos ocasionados por esses desequilíbrios hídricos.

A falta de planejamento do governo será bombástica na região metropolitana paulista, pois a falta d’água não compromete apenas a sociedade local com o abastecimento residencial.  Há comprometimento dos setores da indústria, do comércio e da agricultura e nesse bolo a falta d’água acarretará outros grandes problemas de abastecimento no mercado, e até mesmo desemprego. Mesmo com a alternativa encontrada de uso do “volume morto” do reservatório Cantareira há a possibilidade de as chuvas não virem a tempo e em volume que possibilite o retorno dos níveis apropriados para garantir distribuição normal da água.

O que se vê no cenário político quanto a obras de saneamento chama a atenção para o custo, dimensão e também pela ineficiência quanto à solução dos problemas de abastecimento. Assim como obras para garantir produção de energia.  O que é possível ver com clareza é a quantidade de dinheiro público sendo jogado fora sem trazer nem benefícios sociais quanto mais levar água a populações que sofrem há anos sem esse recurso, como é o caso das obras de  transposição do Rio São Francisco e da Usina Belo Monte.

As obras são primeiro para impressionar e depois para solucionar. São Pedro coitado poderá ser o próximo crucificado como culpado da falta d’água. Entre tantos especialistas e o tema reuso d’água tão ativo não se vê obras de reaproveitando d’água da chuva nesses grandes centros, onde nas enchentes também fazem a população sofrer. A água da chuva é represada em piscinões, mas não se pensa em reutilizá-la, só em construir mais e mais deles. O clima age ciclicamente aterrorizando a todos seja seca ou enchente, porém as obras só acontecem de forma emergencial e imprecisamente o que apenas retarda as soluções. Os investimentos acontecem em passo lento em comparação as obras eleitoreiras, tudo pensado em números... Números de votos.

Proponho que se vivos estamos, podemos contribuir para minimizar essa problemática, ao menos em nossa comunidade. Unirmos-nos na economia e ao não desperdício da água com consciência e colaborativamente, pois se ainda não nos convidaram para controlar o consumo, dia mais, dia menos seremos convocados.

Brindemos dia da ecologia e meio ambiente com consciência de que sim, podemos fazer nossa parte. ECONOMIZE ÁGUA!

Adriana Teixeira Simoni é Assistente social com ênfase socioambiental administradora do Blog Ideias Sustentáveis.


quinta-feira, 15 de maio de 2014

Artigo - Ao optar por coprocessamento, lembre-se de que eliminação de passivo ambiental requer certificado - Por Gustavo Fiorese

Para evitar mal entendidos e até possíveis multas, é sempre necessário acompanhar como a empresa fornecedora à qual são destinados os resíduos se relaciona com o meio ambiente.

É importante deixar claro que o gerador do resíduo é responsável pelo resíduo gerado, mesmo que este seja destinado a um terceiro. No caso do prestador do serviço cometer um crime ambiental ao processar os resíduos de seu cliente, ele e o cliente serão corresponsáveis pelo delito. Por isso, o prestador de serviço também deve primar por qualidade e segurança ambiental. Além de possuir licenciamento, deve se preocupar com os riscos inerentes ao seu processo e adotar medidas que minimizem esses riscos.

Para que cesse a responsabilidade da empresa geradora de resíduos, estes devem ser descaracterizados, química e fisicamente, como materiais nocivos à saúde e ao meio ambiente. Isso é possível de ser executado através de empresas que formam parceria para coprocessamento.

Por exemplo, um prestador de serviços de blendagem em conjunto com uma fábrica de cimento.  O coprocessamento é uma técnica nobre, com eficiência de destruição térmica é superior a 99,9%. Essa é uma solução interessante para quando os resíduos não podem ser destinados a um aterro por terem características de inflamabilidade, conforme portaria nº 016/2010 da Fepam, como é o caso de plásticos e resíduos têxteis contaminados, materiais impregnados com graxas, borras oleosas e borras de tintas. Após esses materiais serem triturados em uma linha de produção, é formado o “blend” (mistura). Este será encaminhado à fábrica de cimento parceira. Lá o blend é inserido como combustível alternativo no processo de fabricação do cimento. O forno rotativo é o principal equipamento da fábrica de cimento, e, utiliza coque como combustível principal. Portanto, o blend produzido substitui o coque em até 40%, gerando uma grande economia do combustível não renovável. As cinzas restantes serão incorporadas ao produto final da fábrica, o próprio cimento, sem comprometer a sua qualidade final.

Para que a empresa geradora dos resíduos regularize totalmente sua situação por ter providenciado, através do coprocessamento, a eliminação completa de seu passivo ambiental, ela deverá exigir da fábrica de cimento uma certificação de que seus resíduos foram processados nos fornos de alta temperatura. Somente com o este documento, a empresa geradora será legalmente reconhecida por ter eliminado completamente o seu resíduo. Cabe salientar que a garantia de destinação só poderá ser emitida por quem executou a atividade, ou seja, a cimenteira.

Como a legislação tem sido constantemente aperfeiçoada e atualizada, procure saber mais sobre o tema “responsabilidade ambiental”. Se houver interesse em realizar o coprocessamento, lembre-se de que os resíduos gerados por sua empresa devem ter características compatíveis, que o torne um combustível para os fornos.


Autor: Gustavo Fiorese – Engenheiro Químico - Coordenador da Unidade de Blendagem da Fundação Proamb

Projeto de sustentabilidade da Wilson Sons é premiado

Parque dos Naufrágios Artificiais de Pernambuco saiu vitorioso no prêmio Top Socioambiental e de RH da ADVB-PE


Uma iniciativa de sustentabilidade do Grupo Wilson Sons será homenageada. O Projeto Parque dos Naufrágios Artificiais de Pernambuco foi escolhido como um dos vencedores do prêmio Top Socioambiental e de RH, concedido pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing de Pernambuco (ADVB-PE). A entrega será no dia 27 de maio, em Recife.

O projeto teve início em 2002 e consiste no afundamento de rebocadores fora de operação da companhia para criação de recifes artificiais. As embarcações proporcionam refúgio e habitat para o meio marinho, permitindo o estabelecimento de uma cadeia alimentar e de relações ecológicas no entorno do recife. Até hoje, oito rebocadores já foram afundados no litoral de Pernambuco.

“A trajetória de mais de 175 anos da empresa está diretamente ligada às atividades marítimas e portuárias. Nada mais coerente do que tratar o ambiente que provê grande parte de sua receita com respeito e devolvendo recursos e meios para que a natureza e a comunidade se beneficiem com essas atitudes”, explica a diretora de Desenvolvimento Organizacional da Wilson Sons, Aléa Fiszpan.

“Com uma grande ideia e o esforço de uma equipe multidisciplinar, teve início um projeto ousado de afundamento de embarcações na costa de Recife (PE) para a criação de recifes artificiais, o Projeto Parque dos Naufrágios Artificiais de Pernambuco”, conta o gerente Regional Norte e Nordeste da Wilson Sons, Helio Vaisman.

Para que os afundamentos fossem realizados, a Wilson Sons contou com a parceria da Universidade Federal Rural de Pernambuco, do Laboratório de Oceanografia Pesqueira e da Associação das Empresas de Mergulho do Estado de Pernambuco, além da autorização da Marinha do Brasil, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Agência Estadual do Meio Ambiente (CPRH).

O projeto teve diversos objetivos. No campo científico, foi possível catalogar as espécies presentes no recife artificial, obter informações quanto ao comportamento dessas espécies e avaliar os impactos das atividades de ecoturismo e mergulho subaquáticos na diversidade, abundância, distribuição e comportamento da fauna marinha associada aos naufrágios. Já nas searas social e econômica, o objetivos foram o desenvolvimento da atividade ligada ao ecoturismo e ao mergulho subaquáticos, incremento da pesca artesanal em função do crescimento da fauna marinha e beneficiamento da comunidade local, da cidade de Recife e do estado, já que o projeto estimula o fluxo de turistas mergulhadores na cidade.

Sobre o Grupo Wilson Sons
O Grupo Wilson Sons é um dos maiores operadores integrados de logística portuária e marítima e soluções de cadeia de suprimento no mercado brasileiro, com mais de 175 anos de experiência. A companhia conta com uma rede de atuação nacional e presta uma gama completa de serviços para as empresas que atuam na indústria de óleo e gás, no comércio internacional e na economia doméstica. As principais atividades do Grupo são divididas em dois sistemas – Portuário e logístico e Marítimo. 

Fiema fecha superando expectativas e agradando expositores e visitantes


Cerca de 11 mil pessoas estiveram visitando a sexta edição da Feira Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente – Fiema Brasil, realizada no Parque de Eventos de Bento Gonçalves, entre 22 e 25 de abril.

O número de visitantes agradou imensamente a organização da Feira pela qualidade. Engenheiros, técnicos, empresários, estudantes e profissionais das mais diversas áreas ligadas ao meio ambiente em empresas e organizações governamentais e não-governamentais estiveram participando da Fiema e dos eventos simultâneos, já consolidados e que comprovaram mais uma vez que o público se interessa pelo conhecimento gerado durante a Feira.

Conforme o presidente da Fiema Brasil 2014, Jones Favretto, a avaliação dos expositores e dos visitantes foi altamente positiva. “Já trabalhamos diversas renovações para 2016, tivemos muitos feedbacks positivos, tivemos sim o que interessa há muitos, que é a geração de negócios e, principalmente, tivemos o relacionamento entre as pessoas que procuram e as empresas que oferecem soluções em sustentabilidade”, avaliou.

Favretto destacou ainda que, números à parte, as pessoas precisam entender que uma Feira é um encontro de relacionamentos, não necessariamente de negócios pontuais. “Dificilmente uma pessoa vai a uma Feira para comprar. Ela vai para conhecer, para ver de perto, saber o que tem e como funciona. Os negócios são questão de tempo, porque numa Feira funciona o velho ditado de que quem não é visto, não é lembrado. Sabemos que no decorrer deste e do próximo ano, até a realização da Fiema 2016, muitos negócios serão gerados a partir de relacionamentos feitos na Fiema 2014”, ressaltou.


Salientando este assunto, justamente com relação à geração de negócios, o Presidente enfatizou que ainda não é possível calcular o montante comercializado durante a Feira, uma vez que inúmeros estandes conseguiram fechar vendas e encomendas de produtos e serviços.

Para o diretor de Planejamento do BRDE, Carlos Henrique Horn, a avaliação foi bastante positiva. “Fizemos muitas relações, trocamos informações. Posso atestar com toda segurança que foi uma Feira que nós poderíamos definir numa palavra como vibrante e isto é possível confirmar também andando pelos estandes da Feira, indo ao estande da Fundação Proamb”, frisou.

O diretor da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), presidente do Conselho Consultivo do Centro Nacional de Tecnologias Limpas (CNTL) e coordenador do Conselho de Meio Ambiente (Codema) da mesma entidade, Teobaldo Marzolla Filho disse que “sem sombra de dúvidas a Fiema é a Feira mais importante na área ambiental do Hemisfério Sul. Por ser internacional, ela tem um poder muito grande, mostrando que realmente o Brasil está preocupado com o meio ambiente”.

Já o vice-presidente executivo do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos (IBTeC), de Novo Hamburgo, Valdir Soldi, que esteve na Fiema acompanhado por um grupo de empresários do setor coureiro-calçadista disse que “o grupo ficou surpreso com o número de expositores, com o potencial tecnológico. Esta Feira é uma grande oportunidade de mostrar as novidades que devem surgir a todo momento”, avaliou.

O evento contou também com a participação do vice-presidente da Associação Brasileira de Tratamento de Superfícies (ABTS) e diretor geral da Anion Química Industrial, Auri Zanini, que afirmou que a ABTS e a Fiema tem algo muito em comum. “A Fiema evoluiu e essa é uma Feira que atende diretamente o setor e está focada sempre no lado ambiental. As empresas que ainda não estão trabalhando voltadas à sustentabilidade terão que entrar dentro deste sistema, porque não tem outra maneira de sermos um país com respeito diante das futuras gerações. Produzir sem ter a preocupação com o meio ambiente é coisa do passado. O futuro com certeza vai estar sempre e cada vez mais voltado à sustentabilidade”, finalizou.

A Fiema Brasil 2016 já tem data marcada. Ela será realizada de 05 a 08 de abril, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves. “Com certeza muita inovação será criada para esta feira. Intercâmbios estão sendo realizados, visitas às grandes feiras mundiais, como em maio próximo na IFAT em Munique (Alemanha). As equipes internas, nos próximos meses, estarão reunidas avaliando todas as pesquisas e diagnósticos que foram coletados na Fiema 2014, que serão analisados na busca de criação do evento de 2016”, conclui o presidente da Fundação Proamb, organizadora do evento, Neri Gilberto Basso.

Jones Favretto permanece na presidência da Fiema

O sucesso da Feira Internacional de Tecnologias para o Meio Ambiente – Fiema Brasil 2014 fez com que a diretoria da Fundação Proamb, entidade realizadora da Feira convidasse o presidente da edição que encerrou na última sexta-feira (25), Jones Favretto, a permanecer frente à próxima edição, que já tem data marcada: de 05 a 08 de abril de 2016.

Bastante feliz com o convite, sabendo da responsabilidade e das dificuldades de conciliar família, trabalho e Feira, Favretto aceitou o convite, agradecendo a confiança nele depositada. “Se esta edição superou as expectativas, na próxima, com certeza mais experientes e conhecedores, o sucesso será ainda maior”, enfatizou.

O presidente aproveitou para apresentar o vice que irá acompanha-lo nos trabalhos e, desde já, iniciar os preparativos para a próxima edição. Surpreso, o diretor industrial da edição 2014, Vitalino Nichetti, acabou aceitando o convite perante toda equipe de trabalho, já sabendo que irá acumular a função de vice-presidente com a de diretor industrial.

É amanhã, no IBQP - ENCONTRO CIDADANIA EMPRESARIAL


terça-feira, 13 de maio de 2014

Instituto Mauá de Tecnologia e IVEPESP realizarão workshop com o tema Energia, Sustentabilidade e Meio Ambiente


Em 19 de maio, o Instituto Mauá de Tecnologia e o IVEPESP (Instituto para a Valorização da Educação e da Pesquisa no Estado de São Paulo) realizarão o V Workshop de Educação e Pesquisa do Estado de São Paulo com o tema Energia, Sustentabilidade e Meio Ambiente. O evento é gratuito e tem como objetivo apresentar os problemas, oportunidades e os desafios, em nível mundial e brasileiro, na área de Energia e Meio Ambiente.

“Organizamos esse evento visando conscientizar a sociedade brasileira da importância da imediata implementação de iniciativas que sem as quais teremos nosso futuro comprometido nas áreas de Energia e Meio Ambiente. Os palestrantes são oriundos do meio acadêmico, empresarial e governamental e certamente trarão diferentes pontos de vista, dando aos presentes um panorama extremamente abrangente sobre esse importante tema. Nossa expectativa é de que esse evento possa contribuir com propostas para a sociedade, o meio acadêmico, as empresas privadas e o governo para juntos contribuir com a mitigação dos problemas ambientais e energéticos, alguns dos quais já estamos vivenciando como apagões e falta de água”, diz Helio Dias, organizador do evento, professor do Instituto de Física da USP e Presidente do IVEPESP.

Para o reitor do Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia, prof. José Carlos de Souza Junior, a discussão é imprescindível. “A complexidade do tema exige soluções que congreguem as mais diversas áreas do conhecimento. Uma das maneiras de se conseguir a ligação destes diferentes agentes é por meio do fomento de eventos que tragam essa discussão para o ambiente universitário com a participação de reconhecidos atores desse processo, em uma abordagem clara, direta e ética”, diz.

Serviço:
V Workshop de Educação e Pesquisa do Estado de São Paulo
Energia, Sustentabilidade e Meio Ambiente
Ingresso: gratuito
Data: 19 de maio de 2014
Local: Instituto Mauá de Tecnologia – Praça Mauá, 1 – São Caetano do Sul, SP
Telefone: (11) 4239-3169 / 3176 
Estacionamento gratuito no local
Mais informações e inscrições pelo site: http://www.maua.br/index/v-workshop-de-educacao

 Programação completa
· 13h30 - Café de boas vindas e credenciamento
· 14h - Abertura: Prof. Dr. José Carlos de Souza Junior, reitor do Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia e Prof. Dr. Helio Dias (IFUSP), presidente do IVEPESP
· 14h30 - Energy for the 21st Century World Economy: problems and opportunities pelo Prof. Dr. Wolfgang Bauer – Michigan State University – USA
· 15h20 - Energia e Meio Ambiente no Brasil pelo Prof. Dr. José Goldemberg – Instituto de Energia e Ambiente da USP
· 16h10 - Coffee Break
· 16h30 - Sustentabilidade e Inovação: o que há realmente de novo? Por Christina Carvalho Pinto – Grupo Full Jazz e Mercado Ético
· 17h20 - Mesa Redonda: P&D em Energia e Meio Ambiente: quais são os desafios?
· Moderador: Prof. Dr. Helio Dias, (IFUSP) – Presidente do IVEPESP
· Participantes: Prof. Dr. Maurício Pazini Brandão – Instituto Tecnológico da Aeronáutica, Prof. Dr. João Vicente Assunção – Faculdade de Saúde Pública da USP, Eng. Cyro Vicente Boccuzzi – ECOEE / Fórum Latino Americano de Smart Grid, Prof. Dr. Máximo Luiz Pompermayer – ANEEL (a confirmar) e Dr. Fernando Figueiredo – Presidente Executivo da ABIQUIM.

· 18h30 - Encerramento

A TOMRA SORTING RECYCLING LANÇA NA IFAT A ÚLTIMA GERAÇÃO DO SEU SISTEMA DE SEPARAÇÃO DE METAIS TITECH FINDER


A TOMRA Sorting Recycling apresentou na IFAT Ensorga a última e inovadora geração do TITECH finder, o seu sistema de separação de metal baseado em sensores.

Exposto no estande da TOMRA Sorting Recycling, o novo TITECH finder conta com tecnologia própria DEEP DATA patenteada. Esta última inovação permite a coleta, o tratamento e a análise de dados de múltiplos objetos de metal de forma constante e precisa, demonstrando o motivo pelo qual a empresa é um dos líderes de mercado em nível global.

A tecnologia DEEP DATA foi combinada com a tecnologia de processamento de imagens SUPPIXX® da TOMRA Sorting Recycling que melhora a resolução do sensor eletromagnético, permitindo uma maior precisão no reconhecimento.

Funcionando em conjunto, estas duas tecnologias permitem o reconhecimento inteligente de objetos através da identificação das menores diferenças das frações de metal quanto à sua forma, tamanho e intensidade. Isto permite que o TITECH finder de última geração proporcione novos critérios de separação para melhorar diferentes tarefas de separação como, por exemplo, a recuperação de cabos.

Trabalhando conjuntamente com o novo design de válvulas de alta precisão do TITECH finder, a DEEP DATA permite controlar as válvulas com mais precisão do que nunca. Como as válvulas possuem o dobro da resolução em relação a seu antecessor, consegue-se uma maior precisão na ejeção e um aperfeiçoamento da pureza do produto entre 5 e 15%.


Ao monitorar continuamente a totalidade da correia transportadora e comprovar permanentemente as novas incorporações de metal, o TITECH finder facilita o controle de processos e reduz as falhas ao detectar as incrustações de objetos metálicos na correia transportadora anulando o seu sinal, otimizando a qualidade do produto e garantindo a estabilidade do processo de separação.


Referindo-se a esta última inovação, Inês Hartwig, gerente de produto da TOMRA Sorting Recycling, afirmou: “O nosso objetivo é inovar continuamente para proporcionar à indústria da reciclagem os sistemas de separação baseados em sensores mais eficazes e eficientes. Ao introduzirmos a DEEP DATA e combiná-la com a nossa tecnologia existente SUPPIXX® para permitir a coleta, o tratamento e a análise de forma constante, foi exatamente isso que fizemos. A IFAT oferece-nos uma excelente oportunidade para lançarmos a nossa última geração do TITECH finder em nível mundial e para mostrarmos como pode ser utilizado para aumentar a rentabilidade através do aperfeiçoamento da pureza do produto e da redução dos custos operativos”.

Sobre a TOMRA Sorting Recycling

A TOMRA Sorting Recycling, é um segmento de atividade dentro da TOMRA Sorting Solutions. Fornece sistemas de separação automatizados sob a marca TITECH, que foi estabelecida em 1996. O seu departamento de P+D encontra-se na Alemanha onde se localiza, atualmente, o maior centro de testes de sistemas de separação automatizados do mundo. Atualmente, mais de 4.000 unidades TITECH estão operacionais em 40 países. Para mais informações, visite www.tomra.com/recycling

A TOMRA Sorting Solutions inclui três segmentos de atividade líderes em sistemas de separação automatizados baseados em sensores e tecnologia de processamento: a TOMRA Sorting Recycling, a TOMRA Sorting Food e a TOMRA Sorting Mining. Isto faz com que a empresa seja um dos líderes mundiais em tecnologia de separação baseada em sensores com mais de 10.000 unidades operantes em mais de 80 países em todo o mundo. A holding, a TOMRA Systems ASA, encontra-se baseada na Noruega e dá-lhes o suporte financeiro necessário.

Para obter mais informações sobre a TOMRA Sorting Solutions, visite a página da empresa na Internet www.tomrasorting.com.