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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

MBA em Sustentabilidade e Gerenciamento Ambiental Empresarial

O MBA em Sustentabilidade e Gerenciamento Ambiental Empresarial da Universidade Tuiuti do Paraná é um curso teórico-prático que prepara seus participantes - técnica e gerencialmente - para a tomada de decisões compatíveis com o gerenciamento ambiental. Atualmente, o desenvolvimento econômico e social está estreitamente ligado às soluções ambientalmente sustentáveis. Tal situação leva as organizações a buscar profissionais bem informados, conhecedores das Leis e prontos para encontrar soluções inovadoras, que respeitem o meio ambiente, sem perder de vista o desenvolvimento e o sucesso da empresa.

Maiores detalhes aceese aqui:

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Resultado de pesquisa sobre qualidade de vida em S.Paulo


A Rede Nossa São Paulo convida para o lançamento da quarta edição da pesquisa encomendada ao Ibope sobre a percepção da cidade, que inclui a segunda edição do IRBEM (Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município).

Os resultados serão apresentados dia 20/01, quinta-feira, às 10h, no Teatro Anchieta (Sesc Consolação – rua Dr. Vila Nova, 245), em comemoração ao aniversário de São Paul. A pesquisa aponta avaliação dos serviços públicos e grau de satisfação dos paulistanos sobre qualidade de vida

Além da divulgação dos resultados, o evento terá uma palestra sobre Cidade e qualidade de vida, com escritor e religioso dominicano Frei Betto e uma mesa com os seguintes jornalistas para comentar a pesquisa: Camilo Vannuchi (Época São Paulo), Mariana Barros (Veja São Paulo), Denise Chiarato (Folha de São Paulo), Luciana Garbin (O Estado de São Paulo), e Marcus Aurélio, da rádio Globo AM.

O IRBEM revela como está o nível de satisfação dos paulistanos em relação à qualidade de vida e bem-estar em São Paulo. A pesquisa aborda 25 temas, alguns com aspectos subjetivos como Sexualidade, Espiritualidade, Aparência, Consumo e Lazer e outros que tratam de condições mais objetivas de vida, como Saúde, Educação, Meio Ambiente, Habitação e Trabalho.

Os temas foram escolhidos com base na consulta pública realizada pela Rede Nossa São Paulo entre junho e outubro de 2009 na primeira fase de elaboração do IRBEM, com participação de mais de 36 mil pessoas. A consulta pública teve participação espontânea e não proporcional à distribuição da população por região. A pesquisa Ibope verifica os itens mais assinalados na consulta pública como importantes para a qualidade de vida com número de moradores proporcional por região.

O levantamento vai trazer também, pelo quarto ano consecutivo, o nível de confiança da população nas instituições, a satisfação com os serviços públicos e a administração municipal e a percepção sobre a segurança na cidade.

Os interessados em participar do evento devem enviar mensagem para zuleica@isps.org.br.



Fonte: Rede Nossa São Paulo

Sutiã reciclado

A marca de lingerie italiana Intimissimi, que já era famosa pelo design sofisticado, agora ataca de empresa sustentável. Desde meados de outubro, quem levar um sutiã antigo de volta à qualquer loja da rede na Itália, ganha três euros de bônus para a próxima compra.
Os sutiãs velhos são reciclados e transformados em matéria-prima para painéis na construção civil, que são à prova de som. Esta prática envolvendo meio ambiente e clientes, já é comum na Itália nos mercados de carro e eletrodomésticos. Mas a devolução de um sutiã é a grande novidade. Desde que a campanha começou, as vendas aumentaram 40% . Agora a empresa pretende investir em reaproveitamento de matéria-prima na fabricação dos próprios sutiãs da marca.

Bosch reduz emissões de 22 toneladas de CO2 com projeto de aquecimento solar

Desde setembro, as 80 duchas dos vestiários e torneiras da cozinha do Clube dos Funcionários da Robert Bosch, em Campinas, contam com água aquecida pelo sol. A previsão é que o sistema proporcione uma economia de R$ 20.500,00 ao ano, além de reduzir a emissão de 22 toneladas de CO2 na atmosfera.

Para conseguir atender a demanda por água quente do clube, a divisão Termotecnologia da Bosch desenvolveu um projeto que contou com a instalação de 36 coletores solares de 2,37 m2 da Buderus (marca do grupo Bosch) e um sistema de apoio a gás, que será acionado apenas em períodos nublados.

"O n ovo projeto promoverá uma grande economia de energia e gás, já que antes o aquecimento da água era praticamente a gás", esclarece Ailton Silva, Engenheiro de Aplicação da Bosch e responsável pelo projeto. O sistema de aquecimento solar garante o fornecimento de até 5.400 litros de água quente por dia. "Cada coletor produz em média 210 kWh/mês, com 63% de eficiência energética, classificação A pelo Inmetro", ressalta.

Outra melhoria foi a instalação de misturadores automáticos nos vestiários, que deixam a água na temperatura adequada para o banho e evitam o desperdício, pois o usuário não precisa ficar regulando a vazão de água quente e fria até atingir a temperatura desejada.

Tecnologia diferenciada
Diferentemente dos equipamentos existentes no mercado, nos quais a água que segue para o consumo é a mesma que passa pelo tanque e pela placa solar (sistema aberto), a linha de aquecedores solares Bosch opera em um sistema fechado.

Isso si gnifica que a água de consumo não passa pelo coletor, ela é aquecida no próprio tanque (com trocador de calor interno ou externo) por meio de uma transferência de calor. Dessa forma, o sistema fica mais resistente a incrustações e à deterioração prematura, o que aumenta a qualidade da água de consumo e a durabilidade dos componentes do sistema.

Informações complementares
Os benefícios do aquecimento solar vão além da redução no consumo de energia elétrica, gás e do conforto durante o banho. De acordo com a Associação Brasileira de Refrigeração, Ar condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), cada 1m2 de coletor instalado é possível evitar:
- inundação de 56 m2 de terras férteis para construção de hidroelétricas;
- diminuir o consumo de 55 kg de gás de cozinha por ano;
- O consumo de 66 litros de diesel por ano
- O uso de 215 quilos de lenha por ano.
- Evitar a construção de uso de usinas termo elétricas e de energia nuclear.

Sobre a Bosch Termotecnologia
A divisão Termotecnologia da Bosch no Brasil vem ampliando sua atuação no segmento de soluções em água quente desde 2007, quando deixou de focar apenas no negócio residencial de aquecedores a gás para abordar o mercado comercial e industrial de aquecimento de água. Desde então, a divisão de decidiu diversificar o portfólio de produtos em toda a América Latina, incluindo o México, passando a atuar com as linhas de aquecimento solar Buderus e, mais recentemente, no segmento de condicionadores de ar. A busca por soluções de baixo consumo de energia e alta eficiência são prioridades da divisão Termotecnologia, que tem como objetivo ser líder no campo de energias renováveis

Fonte: In Press Porter Novelli Assessoria de Comunicação

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

2011: Sustentabilidade levada a sério

O ano que se inicia deverá contar com o engajamento dos líderes e executivos para que os valores sustentáveis saiam do papel para o dia a dia das organizações

Por muito tempo estivemos preocupados com ganhos em escala e lucros em detrimento do meio ambiente. Hoje, de modo prepotente, pensamos em “salvar” o planeta Terra. A verdade é que a humanidade é um cisco na história do mundo. A Terra existe há 100 milhões de anos. Eu disse milhões. E a humanidade possui alguns poucos milhares de anos. Ou seja, o planeta não irá acabar, o que pode acabar é a humanidade, extinta por sua própria imprevidência e desequilíbrios causados ao meio ambiente.

Portanto, não é necessário se preocupar com o futuro da Terra, afinal, os dinossauros já passaram por aqui, várias espécies foram extintas e novas formas de vida surgiram e surgirão no futuro. A preocupação deve estar focada no futuro da humanidade e com a herança que pretendemos deixar aos nossos filhos e netos.

Sendo assim, costumo definir sustentabilidade de uma forma direta: sustentável é durável, se possível permanente. E por isso mesmo as táticas de curto prazo que causam prejuízos futuros não podem ser sustentáveis.

A preocupação inicial sobre as práticas agressoras do homem foi em relação ao meio ambiente. Posteriormente, em uma segunda onda, surgiu a preocupação social. E hoje eu apelidaria de sustentabilidade 3.0 a base para um mundo sustentável, alicerçada em premissas de conscientização, educação e ética.

Aguçar a visão

No último 33º Fórum de Líderes, realizado em São Paulo, a preocupação com os conceitos sustentáveis foi apresentada pelos palestrantes para mais de 1.200 líderes reunidos. Um dos questionamentos foi do Dr. Ozires Silva, que abriu sua palestra dizendo aos líderes: “Onde estaríamos hoje se não fosse a Escola?”. Wow! Já parou para pensar nisso? Pois é, toda a nossa capacidade criativa e de inteligência precisam ser direcionadas, estimuladas e incentivadas.

A preocupação com a capacitação desses gestores está sendo amplamente discutida em todas as capitais brasileiras e por diversos especialistas, como Cesar Souza que discorreu suas preocupações com os aspectos sustentáveis em sua palestra no 1º Fórum de Líderes Nordeste, realizado em Recife, e, recentemente, publiquei um artigo em que discorro a falta de líderes, reforçada por uma pesquisa realizada pela HSM em conjunto com a Empreenda.net.

Outro evento recente foi o CEO Fórum 2010, realizado pela AMCHAM em Recife. O tema foi “Gestão Estratégica para a Competitividade” e os palestrantes trataram bastante o tema sustentabilidade, o que nos faz perceber o quão importante é essa temática para as organizações atualmente. Na ocasião, o presidente da Dell Brasil, Raymundo Peixoto, apresentou a caminhada “verde” da empresa para o desenvolvimento de produtos e serviços sustentáveis e ecologicamente corretos.

Entre as iniciativas está a utilização de embalagens feitas de fibra de bambu e o uso mais racional das embalagens, matérias-primas e insumos sustentáveis e, por fim, a importância da inovação para criar produtos mais eficientes e de menor consumo energético.

Também tivemos uma palestra muito legal de André Vercelli, da Kraft Foods Nordeste, que apresentou um case da empresa sobre o apoio à comunidades carentes e o desenvolvimento e capacitação de sua mão-de-obra própria para a instalação da fábrica de Vitória de Santo Antão.

Em todos esses eventos que une os principais líderes, executivos e gestores do país, a educação e capacitação desses brasileiros é o calcanhar de Aquiles para promover conceitos de sustentabilidade em 2011. Não é apenas meio ambiente, o social ou o econômico. O problema da (in) sustentabilidade está na (falta de) educação.

Ética é a palavra de ordem e a conscientização é o único caminho. Um exemplo muito bom é a Lipor, empresa portuguesa que criou um Plano de Educação Ambiental 2009/2011, tendo como objetivo a promoção da educação e sensibilização dos cidadãos para a sua mobilização em relação às iniciativas de proteção ao meio ambiente.

Ou seja, como apresentado por Cesar Souza, colunista da HSM que esteve presente no 33º Fórum de Líderes, o triple bottom line precisa ser entendido para englobar as pessoas. E neste sentido, 2011 é um ano em que precisaremos de lideranças preocupadas com a sustentabilidade, se é que as empresas querem se perpetuar, incluindo ao trinômio ambiental-social-econômico uma visão holística de negócio + sociedade + planeta.

O próprio posicionamento dos negócios é um item essencial de sustentabilidade dentro das organizações e precisa fazer parte do pensamento estratégico e não apenas de um documento em papel realizado uma vez por ano chamado de “plano estratégico”. O pensamento estratégico é um ser e fazer do dia a dia.

Concluímos que o próximo passo da sustentabilidade é conscientizar, educar e liderar o pensamento sustentável e sua implementação. Será que estamos preparados?

Mário Henrique Trentim (Diretor da iPM Consult – Consultoria Inteligente, professor e coordenador dos cursos de MBA da CEDEPE Business School em gerenciamento de projetos e membro voluntário do PMI Pernambuco da Diretoria Adjunta do Chapter)

Fonte: HSM Online

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Leitura: Coletânea de cartuns Aquecimento Global

A proposta do livro "Aquecimento Global em cartuns" é dar um alerta para a vida, no qual os cartunistas terão o desafio de mostrar o risco que o planeta e a humanidade correm. Desta forma, os autores participantes são convidados a fazer um traçado sobre as consequências do aquecimento global, e assim, despertar a sociedade para a seriedade do problema.

Os cartuns abordam a questão do aquecimento global com bom humor e bastante irreverência que visa expressar, através do humor gráfico, um alerta sobre a importância da preservação ambiental em nosso planeta.

O cartunista Léo Valença desenvolveu o projeto do livro em parceria com o portal Brazil Cartoon, que realizou um processo de seleção de cartunistas, onde foram selecionados 25 trabalhos inscritos para a publicação.

A coletânea visa criar um espaço de divulgação de novos talentos do humor gráfico e desenvolver uma reflexão sobre a questão do aquecimento global.

O livro poderá ser comprado pelo site da editora POD no link abaixo:
http://www.podeditora.com.br/produtos.asp?lang=pt_BR&tipo_busca=subcategoria&codigo_categoria=1&codigo_subcategoria=28

A utilização do POD – Print On Demand, impressão sob demanda – é um recurso de alta tecnologia de preservação do planeta, disponível há alguns anos e de eficiência comprovada. O que vem a ser o POD?

Mais do que um recurso tecnológico, em si, o POD é uma ferramenta de administração de recursos: ao invés de produzir estoques de livros impressos, estes são impressos à necessidade em que são requeridos. Dessa forma, evita-se desperdício financeiro e ambiental.

AUDI AG no caminho da eletromobilidade

A AUDI AG iniciou um novo projeto para tornar realidade a utilização de energia limpa na indústria automotiva. Trata-se do novo centro de pesquisa e estudos sobre o acionamento elétrico, em construção na principal fábrica da marca, na cidade de Ingolstadt, na Alemanha. Para tornar o projeto possível, cerca de 840 funcionários trabalham no desenvolvimento do novo espaço que será inaugurado neste ano.

“Com o novo centro de testes para sistemas de acionamento elétrico, chegamos a um marco importante no caminho para a mobilidade elétrica", disse Michael Dick, vice-presidente mundial de desenvolvimento técnico da AUDI AG. "Para criar o projeto, envolvemos todos os funcionários da área para gerar soluções e agilidade nos processos de desenvolvimento da nova fábrica”, completou o executivo.

Para a construção da nova área, que começou há dois anos, a Audi deverá consumir cerca de 65 milhões de euros. A nova planta terá 14 mil metros quadrados e abrigará todos os equipamentos de testes para tornar possível o acionamento elétrico eficiente. A princípio, o funcionamento da fábrica contará com testes individuais de componentes e, em seguida, deverá simular a interação de sistemas de transmissão e bateria eletrônica. Por fim, os veículos serão testados de forma integral, em ensaios em câmaras de simulação de altitude e congelamento.

Neste ano, a Audi deverá apresentar o primeiro carro testado no novo pólo de pesquisas, o Audi Q5 híbrido. Até o fim de 2012, a marca lançará também a versão elétrica do Audi R8 Spyder, além de sete modelos com tecnologia verde. O objetivo da companhia alemã é vender 1,5 milhões de unidades com funcionamento por meio de energia limpa.


Energia Solar para os modelos e-tron


Além do Centro de Pesquisa e Estudos sobre o Acionamento Elétrico, a AUDI AG investe sistematicamente na produção de energia limpa para abastecer tanto as unidades de produção, bem como os veículos verdes produzidos pela empresa.

O último investimento feito pela companhia foi a instalação de mais 7.500 metros quadrados de placas para captação de energia solar na fábrica de Ingolstadt (ALE). A energia captada, suficiente para atender cerca 180 famílias por um ano, será utilizada no edifício onde é produzido o Audi A3. Ao todo a Audi já instalou cerca de 12 mil metros quadrados de placas para captação de energia solar em suas unidades fabris.

Além da utilização da energia limpa na produção automotiva, o material captado servirá para abastecer os veículos verdes produzidos pela marca dos quatro anéis. Para isso, a Audi criou estações de carregamento elétrico em alguns pontos das fábricas de Ingolstadt e Neckarsulm com o objetivo de suprir a demanda dos veículos e-trons, que utilizam energia elétrica para o funcionamento.


Mais informações, acesse www.audi.com.br
Fonte: www.inpresspni.com.br