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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

ARTIGO: INOVAÇÃO E ESPÍRITO EMPREENDEDOR

Quando Bill Hewlett e Dave Packard se reuniram, em 23 de agosto de 1937, para discutir a formação da Hewlett-Packard, eles não tinham a mínima ideia do que a empresa faria. A única coisa que sabiam é que queriam abrir uma empresa em sociedade no promissor campo da engenharia eletrônica.

Segundo James Collins e Jerry I. Porras, autores do best seller Feitas para durar, Hewlett e Packard decidiram primeiro abrir a empresa e depois resolveriam o que poderia ser feito. Eles simplesmente começaram a trabalhar, tentando tudo o que pudesse tirá-los da garagem e pagar as contas de luz.

No início, a HP fabricava de tudo, desde indicadores de linha de colisão para boliche, mecanismos de relógio para telescópios, mecanismos para acionamento automático de descargas em banheiros públicos até uma máquina de choques para fazer as pessoas perderem peso.

O indicador da linha de colisão para boliche não revolucionou o mercado. A descarga automática para mictórios e as máquinas de choque para emagrecimento também não chegaram a lugar nenhum. Na verdade, a empresa foi andando aos trancos e barrancos durante mais ou menos um ano antes da sua primeira grande venda: oito áudio-osciloscópios para uso no filme Fantasia, produzido pela Disney.

Apesar dos reveses e das poucas perspectivas de sucesso, a HP continuou meio sem direção, com dificuldades, com uma série de produtos, até receber o empurrão com contratos assinados durante a guerra no início da década de 1940 quando, finalmente, decolou.

Da mesma maneira que Hewlett e Packard, Sam Walton, fundador da rede de supermercados Wall Mart, também começou sem uma grande ideia. Ele abriu seu negócio com nada mais do que a vontade de trabalhar para ele mesmo, um pouco de conhecimento e muita paixão pelo varejo.

Walton começou em 1945, com a franquia de uma lojinha Ben Franklin na cidadezinha de Newport, no Estado do Arkansas e, segundo suas próprias palavras, não tinha a menor ideia do escopo do negócio que estava começando.

O negócio foi se desenvolvendo aos poucos, passo a passo, a partir daquela lojinha, até que a grande ideia de uma loja rural de descontos surgiu com uma etapa evolutiva natural quase duas décadas depois de ele ter aberto a sua empresa.

A 3M começou como uma mina falida de corundum, mineral utilizado na indústria de abrasivos, deixando seus investidores com ações cujo valor de venda era equivalente a “duas ações por uma dose de uísque barato”. Sem saber o que mais fazer, a empresa começou a fabricar lixas. A 3M começou tão mal que o seu segundo presidente não recebeu salário durante os seus primeiros onze anos de posse.

Entre os seus cinco fundadores, não havia nenhum inventor ou cientista renomado. Eram todos homens comuns: um médico, um açougueiro, um advogado e dois executivos ligados à indústria de ferrovias que identificaram a oportunidade de ganhar dinheiro vendendo o mineral.

Atualmente, a 3M - Mineraçao e Manufatura de Minesotta - é um exemplo de empresa que leva a estratégia da inovação ao patamar de prioridade absoluta, entretanto, já na década de 1930, uma série de decisões gerenciais promovidas por William McKnight, elegeu a inovação como foco principal da estratégia de negócios da empresa.
O que todas essas empresas têm em comum? Em primeiro lugar, nenhuma delas começou com uma “grande ideia”, ou seja, uma ideia inovadora e revolucionária do ponto de vista da tecnologia. Em segundo lugar, todas tiveram que mudar, de maneira radical, a sua forma de trabalhar para atingir o público-alvo desejado.

Na realidade, a combinação entre o espírito empreendedor e irrequieto de seus fundadores e a necessidade de inovar para sobreviver foi o que definiu o seu perfil de atuação no mercado. Ter uma grande ideia não significa ter sucesso. Colocá-la em prática e trabalhar consistentemente para a sua execução é a melhor ideia.
De acordo com Peter Drucker, o grande guru da administração moderna, “Empreendedores procuram por mudanças, portanto, olhe para cada janela perguntando-se: isso poderia ser uma oportunidade? Não perca algo somente porque não faz parte de seu planejamento. O inesperado é frequentemente a melhor fonte de inovação”.

Jerônimo Mendes
Administrador, Consultor, Professor Universitário e Palestrante
Mestre em Organizações e Desenvolvimento Local
** Artigo publicada originalmente na edição 26 da revista Geração Sustentável








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Veja outros conteúdos dessa edição:

Matérias:
Entrevista: Elisa Prado (Tetra Pak)
Capa: Campos Gerais: um Paraná a ser conhecido
Visão Sustentável: Produtos concentrados fazem bem ao meio ambiente
Desenvolvimento Local: Setor de sustentabilidade ganha representatividade no Brasil
Responsabilidade Social: Paraná se mobiliza para o desenvolvimento sustentável
Energias Renováveis: Cenário para comercialização de carros elétricos no Brasil ainda não é favorável

Artigos:
Leandro F. Bastos Martins: Promessa é dívida?
Antenor Demeterco Neto - Logística e desenvolvimento econômico sustentável?
Gastão Octávio da Luz - Desafios Globais ao "desenvolvimento sustentável"

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Curso de Elaboração de Projetos de Créditos de Carbono Voluntário

O Instituto Brasileiro de Florestas - IBF - promove o Curso de Elaboração de Projetos de Créditos de Carbono Voluntário que acontece no dia 03 de março de 2012, na Faculdade Arthur Thomas, localizado na cidade de Londrina/PR.

O IBF atua no desenvolvimento do setor ambiental brasileiro, ajudando empresas e proprietários rurais na gestão e execução de projetos e programas socioambientais com a missão de desenvolver ações que congregam pessoas e empresas que tenham por finalidade a restauração de florestas nativas em todo território nacional, sendo considerado a maior rede de fomento a produção de árvores nativas do Brasil, com 18 milhões de mudas anuais destinados a projetos de restauração com fins conservacionistas.

Este curso visa expor as técnicas e métodos para o desenvolvimento de projetos de captação de recursos no Mercado de Carbono Voluntário através da Restauração Florestal, desde a identificação das espécies nativas, demarcação de matrízes, coleta e processamento de sementes, produção das mudas em viveiros de tubetes, plantio e manejo de florestas destinadas ao sequestro e comércio voluntário de Carbono.

Para potencializar a ação, por meio do curso, o IBF visa a adesão de novos participantes para a formação de Associação voltada a disseminação e direcionamentos quanto à captação de recursos provenientes de elaboração de Projetos de Créditos de Carbono Voluntário.

Principais Tópicos:

Tipos de projetos e mercados de carbono; Busca de parceiros; Planejamento e elaboração de projetos de captação de recursos; Implantação, manejo e gestão de florestas nativas destinadas ao sequestro de carbono; Informações sobre negociação e valores praticados no mercado de carbono; e Exposição do negócio (know-how) do IBF.

Para informações adicionais acesse:
http://www.ibflorestas.org.br/pt/curso-de-elaboracao-de-projetos-de-carbono.html
Contato:
Instituto Brasileiro de Florestas - IBF
www.ibflorestas.org.br
(43)3324-7551
thiago@plantearvore.com.br
marceli@plantearvore.com.br

Curso de Produção Comercial de Guanandi

O Instituto Brasileiro de Florestas - IBF - promove o Curso de Produção Comercial de Guanandi que acontece no dia 11 de fevereiro de 2012, no viveiro florestal principal do IBF, localizado na cidade de Apucarana/PR.

O objetivo é fomentar o cultivo comercial do Guanandi, durante o encontro será exposto as melhores práticas do IBF desde a obtenção das sementes, produção das mudas em tubetes, plantio e manejo comercial de produtos derivadas das florestas comerciais de Guanandi.

O IBF tem como um de seus focos o cultivo da espécie que é uma cultura a longo prazo, sua rentabilidade é expressiva, podendo haver um rendimento de R$ 3 milhões brutos, em 5 hectares, com um investimento inicial de R$ 10 mil, além de contribuir com a preservação do meio ambiente.

Por ser uma espécie nobre, se enquadra nos projetos internacionais de sequestro de carbono, apresentando, segundo especialistas, boa adaptação a esse tipo de ação, além de sua utilidade para a produção de biodiesel, em indústrias de cosméticos e farmacoterápicas.

O intuito é fomentar a troca de informações a cerca do mercado, rentabilidade, manejo e incentivar a comercialização desta importante espécie nativa.

Informações:
http://www.ibflorestas.org.br/pt/curso-de-producao-comercial-do-guanandi.html
Telefone: (43) 3324-7551/ (43) 9928-7007 - thiago@plantearvore.com.br ou marceli@plantearvore.com.br
Investimento: R$ 700,00
Vagas Limitadas (Máximo de 15 inscrições)
Descontos: 15% para 2 (dois) ou mais inscritos em conjunto, representantes e parceiros do IBF

Curso de Produção e Comércio de Mudas Florestais Nativas

O Instituto Brasileiro de Florestas - IBF - promove o Curso de Produção e Comércio de Mudas Florestais Nativas, que acontecerá no dia 25 de fevereiro de 2012, no viveiro florestal principal do IBF, localizado na cidade de Apucarana/PR.

O IBF atua no desenvolvimento do setor ambiental brasileiro, ajudando empresas e proprietários rurais na gestão e execução de projetos e programas socioambientais com a missão de desenvolver ações que congregam pessoas e empresas que tenham por finalidade a restauração de florestas nativas em todo território nacional, sendo considerado a maior rede de fomento a produção de árvores nativas do Brasil, com 18 milhões de mudas anuais destinados a projetos de restauração com fins conservacionistas.

O objetivo deste encontro é incentivar a oferta de mudas nativas no mercado para projetos de restauro florestais, expondo técnicas e métodos que garantam a melhor qualidade na produção para o mercado consumidor.

Para participação, não é necessário conhecimento aprofundado acerca da temática, já que os cursos são abordados de forma prática e dinâmica em 6 horas/aulas, além de receber um referencial teórico para acompanhamento e certificado de participação.

Principais tópicos:

Identificação de espécies nativas; Demarcação de matrizes arbóreas; Coleta e beneficiamento de sementes; Desenvolvimento das mudas e controle fitossanitário; Controle de irrigação e fertirrigação; Seleção e expedição de mudas; Tipos de viveiros e custos para a implantação; Modelos de Projetos Técnicos de Restauração; Informações quanto ao mercado; Uso de espécies nativas para produtos madeiráveis e não-madeiráveis; Informações sobre fornecedores/matéria prima e; Exposição do negócio (know-how) do IBF.

Para informações adicionais acesse:
http://www.ibflorestas.org.br/pt/curso-de-producao-comercial-do-guanandi.html
Contato:
Instituto Brasileiro de Florestas - IBF
www.ibflorestas.org.br
(43)3324-7551
thiago@plantearvore.com.br
marceli@plantearvore.com.br

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

CRIANÇAS APRENDEM A DAR OUTRO DESTINO PARA RESÍDUOS ORGÂNICOS

Projeto de compostagem orgânica denominado Minhocagem leva a educação ambiental para as crianças que transformam lixo orgânico em adubo

Zé Nhoco é uma personagem minhoca criada para ajudar crianças a entender e praticar o processo de compostagem orgânica. Numa história ao lado de Seu Sujeira, Tico Bala, Mujinho, Mestre Zangão e Miguel - personagens desenvolvidos pelo ilustrador Crisrobert Caires - Zé Nhoco trabalha na transformação dos resíduos orgânicos em húmus assim como acontece no projeto Minhocagem, que além de conscientizar crianças sobre os cuidados com a natureza, despertando o interesse pela compostagem orgânica e pela preocupação com o lixo, dá um destino correto aos resíduos orgânicos que são transformados em fertilizantes.

O Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, lançado pela ABRELPE em 2010, incluindo dados do IBGE, revelam que um habitante produz em média 1,079 Kg de lixo por dia, gerando no total cerca de 173.583 toneladas de resíduos ao ano. A comparação entre os dados de 2009 e 2010 apresentados na pesquisa identificam um aumento de 5,3% no índice per capita de geração de resíduos sólidos do Brasil como um todo e um acréscimo de 6,8% na quantidade total gerada em relação ao ano anterior.

De modo geral, grande parte do lixo produzido no Brasil é reciclado, outra parte, principalmente o lixo orgânico, o que corresponde a mais de 50% do lixo doméstico produzido, é enviada para os aterros. Para diminuir essa quantidade de lixo enviada para os aterros, a alternativa de se produzir húmus, adubo que pode ser utilizado na melhoria das hortas, plantas e jardins, foi desenvolvido o projeto de educação ambiental infantil denominado Minhocagem. O projeto de compostagem orgânica realizado por micro-organismos e pelas minhocas foi criado pela empresa R8, que trabalha com a consultoria ambiental, serviços de compostagem orgânica em geral e com a gestão de resíduos sólidos para qualquer tipo de empresa.

Realizado em instituições de ensino, clubes e espaços de Curitiba onde há interesse em se aplicar a compostagem orgânica, o projeto é desenvolvido em diferentes formatos com a preocupação em se adaptar as idades dos participantes que varia entre 3 e 12 anos, conforme explica a engenheira química e idealizadora do projeto Ana Carolina de Macedo Sant´Ana. Ela conta que já realizava a compostagem em sua casa e que a ideia inicial do trabalho surgiu a partir da necessidade de dar destino correto ao orgânico, trabalhando inicialmente essa questão por meio da educação infantil. “O trabalho é flexível, posso apenas explicar as crianças o que é a compostagem e como é feita, até desenvolver um trabalho contínuo com a instalação de uma composteira”, afirma a engenheira. Este último é um programa de meses e por ter uma continuidade, afirma Ana, “faz com que as crianças percebam na prática como uma banana pode se transformar em adubo”.

A educação ambiental pode fazer parte do currículo escolar de maneira transversal com desenvolvimento de estudos, pesquisas e experimentações. No colégio Santa Maria, na capital paranaense, por exemplo, as crianças das turmas dos primeiros anos participam do projeto Minhocagem e ajudam a cuidar de uma composteira instalada na instituição. Segundo a coordenadora psicopedagógica do estabelecimento de ensino, Antoniella Polinari Cavassin, a iniciativa faz parte de um projeto ainda maior em que as crianças aprendem sobre o desperdício, reciclagem, reeducação e reutilização. “As crianças já tem uma consciência muito grande e demonstram uma mudança na postura em não gerar excedentes e excesso de lixo. Assim, o projeto soma com esse trabalho de redução de consumo e produção de lixo”, afirma Antoniella explicando que apesar de ainda não ter sido obtido o húmus, este é um projeto para o ano que vem, onde será trabalhada a questão da decomposição e o destino final do material.

A idealizadora do projeto Minhocagem conta que a apresentação do tema e das personagens pode ser feita por meio de uma palestra, de atividade prática e da distribuição de material ilustrativo. Uma atividade lúdica, por exemplo, foi realizada durante apenas uma tarde com as crianças do Clube Curitibano que trabalharam a gestão de resíduos em uma colônia de férias. Além da compostagem orgânica, também são abordados os assuntos lixo, sua problemática, reciclagem entre outros - sempre com a participação intensa das crianças.

“Com as composteiras nas escolas, as crianças sentem-se responsáveis pelas minhocas e levam para o lanche alimentos mais saudáveis para que possam alimentar as minhocas com os restos”, afirma Ana sobre o fato do projeto também estimular melhorias na alimentação, no senso de responsabilidade, na relação com a natureza e, consequentemente, na qualidade de vida dos participantes. Para o ano que vem, a engenheira expõe que novos trabalhos relacionados ao tema estão sendo preparados com atividades envolvendo palestras, apresentações de teatro, confecção de novos materiais educativos, etc.

Para os interessados em aplicar a compostagem orgânica em suas residências contribuindo também com a sustentabilidade, a R8 Ambiental comercializa ainda kits de compostagem, húmus e fertilizante líquido. Os produtos são comercializados na página do projeto: http://www.minhocagem.com.br/


Conheça Zé Nhoco e seus amigos

O Zé Nhoco é a principal personagem de nossa história! É a minhoca que junto com seus familiares e amigos, trabalha na transformação dos resíduos orgânicos em húmus. O Zé Nhoco é uma minhoca muito esperta e inteligente, pois além de fazer esse belo trabalho, incentiva as crianças a cuidarem mais da natureza.

O Seu Sujeira é um urubu que vive nos lixões. Ele e outros urubus, ratos, moscas e baratas vivem do lixo e desta forma acabam causando sérios problemas ao meio ambiente e à saúde.

O Tico Bala é um dos amigos do Zé Nhoco que o ajuda a cuidar da natureza. É um passarinho tico-tico que carrega o Zé Nhoco para fazer a vaporização do líquido fertilizante sobre as plantas.

O Mujinho é outro amigo da natureza: Um caramujo que carrega o Zé Nhoco, o húmus e o líquido fertilizante formados até o encontro do Tico Bala e do Miguel.

O Mestre Zangão é o professor no mundo do Zé Nhoco. Ele ensina toda a turma a como cuidar melhor da natureza e ensina as crianças a tomarem as atitudes corretas para ajudar a recuperar o meio ambiente.

O Miguel já participa do PROJETO MINHOCAGEM. É ele o responsável por colocar os resíduos orgânicos na casa do Zé Nhoco e também por retirar o húmus formado e colocá-lo nas plantas e hortas. O Miguel representa todas as crianças que participam do PROJETO MINHOCAGEM e que cuidam da natureza.

** Matéria publicada originalmente na edição 26 da revista Geração Sustentável
Jornalista: Aline Presa


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Veja outros conteúdos dessa edição:

Matérias:
Entrevista: Elisa Prado (Tetra Pak)
Capa: Campos Gerais: um Paraná a ser conhecido
Visão Sustentável: Produtos concentrados fazem bem ao meio ambiente
Desenvolvimento Local: Setor de sustentabilidade ganha representatividade no Brasil
Responsabilidade Social: Paraná se mobiliza para o desenvolvimento sustentável
Energias Renováveis: Cenário para comercialização de carros elétricos no Brasil ainda não é favorável

Artigos:
Leandro F. Bastos Martins: Promessa é dívida?
Jeronimo Mendes - Inovação e espírito empreendedor
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012