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terça-feira, 15 de julho de 2014

Hydro Z confirma presença na Fenasan 2014

Empresa confirma primeira participação no evento de saneamento e meio ambiente




A Fenasan. evento dedicado a temas relacionados a sustentabilidade e meio ambiente, completa este ano 25 anos de história, e contará com a participação de uma nova empresa expositora, a Hydro Z.

A empresa brasileira, que desenvolve, produz e comercializa soluções que permitam o consumo inteligente de água, se junta a outras empresas para apresentar suas soluções e novidades.

Um dos destaques no estande Hydro Z será a Caixa Separadora de Água e Óleo, o modelo Super -flow, com capacidade de tratamento de 12.000 litros de efluente por hora, tem se  tornado uma alternativa popular mundialmente por atender as requisitos normativos dos diversos países onde é utilizada, e conta com praticidade tanto para integradores como usuários do produto.

A Hydro Z se tornou especialista no tratamento desse tipo de efluente, com mais de 16.000 sistemas em uso em todo o mundo, e conta com diversos modelos de Caixa Separadora de Água e Óleo, prontas para atender inumeras demandas.

Além desta, a Hydro Z levará  também sua Estação de Tratamento de Esgotos, um sistema flexível e robusto que permite o tratamento de efluentes sanitários em residências, comércios ou indústrias. O sistema completamente modular conta com uma “Unidade de Tratamento”, que realiza o tratamento da água. E de forma opcional uma “Unidade de Reúso” que permite a reutilização da água tratada em regas de jardins, irrigações, sanitários, lavagem, e outras.

A empresa também irá apresentar ao público o Ampere, sistema de reúso de água que vem surpreendendo a todos como no último evento que esteve  a Uniti Expo em Stuttgart na Alemanha. O equipamento não adiciona produtos químicos ao processo de tratamento e conta com software de autogestão que automatiza todo o processo, e também realiza a limpeza de seus componentes internos e dispensa a necessidade de intervenção humana pra seu perfeito funcionamento.

A Fenasan acontece de 30 de julho até 01 de agosto no Pavilhão Azul do Expo Center Norte. Visite o estande da empresa e conheça todas as soluções da Hydro Z ou acompanhe a cobertura através das redes sociais da empresa.


quinta-feira, 29 de maio de 2014

Faber-Castell reforça compromisso com o Meio Ambiente

No Dia Internacional do Meio Ambiente, a empresa celebra resultados positivos em seus projetos de preservação de florestas, conservação de fauna, e uso de energias alternativas

No próximo dia 05 de junho será comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente. Para a Faber-Castell, esta data deve ser celebrada especialmente com ações que demonstrem a preocupação das organizações com a preservação à natureza. Por esta razão, a empresa tem a sustentabilidade e a responsabilidade socioambiental entre os pilares da marca, e atua há anos com programas de preservação de florestas, animais e de uso de fontes de energia alternativas.

Entre os projetos da Faber-Castell que alinham produção e desenvolvimento sustentáveis estão: a criação e manutenção de áreas de reflorestamento e reservas nativas, e programas para o reaproveitamento dos materiais utilizados na fábrica e em seus escritórios – bem como o programa de coleta de instrumentos de escrita para evitar o descarte desses materiais no meio-ambiente. Além destes, a empresa também controla a emissão de Gases de Efeito Estuda (GEE) em todas as operações controladas pela matriz brasileira, utilizando fontes de energias alternativas e renováveis, o que resultou na conquista do primeiro lugar no ranking divulgado pela Bloomberg New Energy Finance (Bnef) em 2012.

No Brasil, a Faber-Castell trabalha exclusivamente com madeira reflorestada: este projeto teve início nos anos 80, na cidade de Prata (MG), onde a empresa fomentou o plantio para a produção de EcoLápis. Ao todo, a Faber-Castell mantém em Prata 9.6 mil hectares, divididos em 11 parques florestais. Desse total, 2.7 mil hectares são de áreas de preservação permanentes e 6.7 mil de áreas plantadas com pinus caribea var. Hondurensis- matéria-prima para a produção dos seus EcoLápis. Para a fabricação do EcoLápis, feita de madeira reflorestada e certificada pelo FSC® (Forest Stewardship Council), a empresa investe no aprimoramento da produtividade florestal.

Conheça os projetos socioambientais da Faber-Castell:

Animalis
O Animalis, projeto que existe há 22 anos, monitora e identifica os animais que vivem dentro dos parques florestais da Faber-Castell. Durante este período, já foram identificadas 237 espécies de aves, 25 espécies de répteis, 35 espécies de anfíbios, 159 espécies de formigas, além de 64 espécies diferentes de mamíferos, uma população que cresce a cada levantamento realizado: em 2013 foi verificado um aumento de 16% do número de mamíferos que habitam a área da empresa.

Arboris
O projeto Arboris consiste na preservação, recuperação e adensamento de remanescentes da flora nativa presente nos parques florestais da empresa. Mais de 300 espécies já foram identificadas nos inventários executados. O conhecimento detalhado da flora existente, ao lado do conhecimento da fauna, definem as ações da empresa para a criação de ambientes propícios à manutenção e atração das espécies.

Energias alternativas
Em 2012, a Faber-Castell ficou em primeiro lugar no Índice Corporativo de Energia Renovável (CREX, da sigla em inglês), ranking que aponta as companhias que mais utilizam fontes renováveis alternativas de energia consumida em 2011 na sua produção. Elaborado pela Bloomberg New Energy Finance (Bnef), o ranking brasileiro é inédito e tem como base um levantamento realizado com as 200 maiores empresas do País em valor de mercado. Foi considerado o consumo total de energia elétrica das companhias e o volume gerado por meio de fontes alternativas renováveis, que incluem pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), solar, eólica, biomassa, como cana-de-açúcar e madeira de reflorestamento.

Inventário de carbono
Em 2010, o inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE) da empresa revelou que a Faber-Castell capturou 8,10 vezes mais do que a quantidade de CO2 emitida em todas as operações controladas pela matriz brasileira. O relatório aponta, ainda, um aumento de 6,3% em relação ao resultado obtido em 2008, ano do primeiro inventário, quando a captação de gases nocivos ao meio ambiente chegou a 7,23 vezes a quantidade de gases emitidos. Com isso, o volume de gases capturados desde o ano de 2008 é suficiente para cobrir as operações da empresa pelos próximos 21 anos – se mantidas as emissões atuais. O material leva em consideração a norma ISO 14064-1 e segue as orientações do GHG – Greenhouse Gas Protocol Initiative

Reciclagem de materiais
A Faber-Castell também estabeleceu uma parceria com TerraCycle para um programa de coleta. O projeto permite a transformação de milhares de instrumentos de escrita e suas respectivas embalagens em matéria-prima reciclada, o que evita o descarte de resíduos no meio ambiente. Em apenas alguns meses de parceria, já foram recolhidas mais de 91.700 unidades de materiais de escrita por 584 times de coleta. O programa conta com a ajuda do consumidor, que pode se inscrever gratuitamente no Programa de Coleta e na Brigada de Instrumentos de Escrita Faber-Castell através do site: http://www.terracycle.com.br/pt-BR/brigades/brigada-de-instrumentos-de-escrita-faber-castell.html. Podem ser enviados todos os instrumentos de escrita de qualquer marca como lápis, lápis de cor, lapiseiras, canetas, canetinhas, borrachas, apontadores, destaca texto, marcadores permanentes e marcadores para quadro branco que não funcionam mais ou estejam quebrados.

Produtos Sustentáveis
A Faber-Castell está sempre estudando novas formas de aprimorar suas linhas de produtos com o mínimo de impactos ao meio ambiente. Pensando nisso, a empresa desenvolveu a Eco FC Max, uma borracha livre de PVC, envolvida por uma capa “I’m Green” (polietileno verde, da Braskem). Este plástico tem o diferencial de colaborar com a redução do efeito estufa e, consequentemente, do aquecimento global. Cada tonelada de polietileno verde produzida captura e fixa até 2,5 toneladas de CO2 da atmosfera. Na comparação com o polietileno tradicional, derivado do petróleo, a vantagem ambiental é ainda maior: sobe para mais de 4,5 toneladas de CO2 capturadas. Além da borracha Eco FC Max, a Faber-Castell também lançou no mercado um EcoEstojo que também é feito com o plástico verde, produzido pela Braskem. Além das características de sustentabilidade, o produto possui design moderno, podendo servir tanto como estojo quanto como porta-lápis, e vem com lápis de madeira certificada e marcadores de texto recarregáveis. O EcoEstojo tem as mesmas características do plástico tradicional, é reciclável e tem como diferencial colaborar na captura de gás carbônico da atmosfera, durante o período de cultura da cana-de-açúcar, já que é feito a partir do etanol.

Faber-Castell
SAC: 0800-701-7068

Espuma de poliuretano muito mais amigável ao ambiente

A espuma rígida de poliuretano possui grande número de aplicações nos produtos industrializados. Uma delas, por exemplo, é proporcionar o isolamento térmico de caminhões frigoríficos. Mas é um material que gera resíduo de difícil reaproveitamento. É frequente então seu descarte em aterros, locais em que o resíduo será isolado do ambiente natural e não retornará ao processo produtivo.

Porém, em busca de uma destinação mais nobre e, como o poliuretano é oriundo do petróleo, com menos utilização dos recursos não renováveis, depois de estudos e desenvolvimento tecnológico hoje já é possível, através de reciclagem química, reaproveitar os resíduos da espuma rígida de poliuretano.

Após a fragmentação, os resíduos são inseridos em reatores (equipamentos próprios para realizar e controlar reações químicas) e recebem adição de reagentes, em um processo denominado glicólise. O resultado final da glicólise é uma substância líquida denominada poliol reciclado, o elemento chave de todo o processo. Na fabricação de novas espumas rígidas, o poliol reciclado será processado junto com o poliol virgem, fornecido pela indústria química para a fabricação do poliuretano. O fato notável é que, nesse caso, a matéria–prima para a fabricação terá uma proporção de 70% de poliol reciclado para 30% de poliol virgem, sem alterações significativas nas características do produto final, como resistência a compressão e tração, resiliência, elasticidade e robustez da estrutura mecânica. Em grande parte, o novo produto será formado por material reciclado.

O processo descrito acima já é uma solução efetiva e aplicada nas empresas conscientes da gestão sustentável. Além de reduzir a necessidade de descarte em aterros, se configura como grande avanço no sentido de minimizar o uso de recursos não renováveis para a obtenção de matéria-prima.


Engenheira Química Vanda Patricia Filinkoski - Assessoria da Proamb

terça-feira, 20 de maio de 2014

ARTIGO_COMO BRINDAR O DIA DA ECOLOGIA, COM FALTA D’ÁGUA


Por Adriana Teixeira Simoni

Aproxima-se a data comemorativa do meio ambiente e ecologia, dia 5 de Junho, onde lá em 1972 iniciavam-se as discussões sobre a poluição do ar, da água, destruição da camada de Ozônio, desmatamentos, extinção de animais entre outras preocupações não menos importantes.

De lá pra cá as discussões só cresceram e se desdobraram de grandes reuniões para pequenos grupos e espalhadas por todos os cantos do país envolvendo conselhos, sociedade civil, organizações, instituições, empresas e apaixonados aguerridos com as ferramentas que a paixão lhes encoraja e estimula a agir localmente com propósitos preservacionistas ambientais , onde me condigo confortavelmente.

Apesar de tantas discussões aqui e ali, apesar da formação e qualificação de tantos profissionais para lidarem com as diversas e especificadas áreas que envolvem o ambiental, promovendo orientações, legislações, fiscalizações e pesquisas de como lidar com as mudanças climáticas, sobre como proteger nascentes, coletar, tratar, gerenciar a água potável e garantir qualidade de vida e saúde a todos. Ainda assim nos deparamos em 2014 na região mais desenvolvida do país com um descontrole quanto aos níveis dos reservatórios de água.

Nesse cenário preocupante representantes políticos jogam um manto de cobertura para abafar a situação de escassez severa de água as vésperas do Mundial de futebol e apontam a culpa para o aquecimento global. Porém me pergunto como assim, a culpa é do aquecimento global?  A existência dos impactos advindos das mudanças climáticas já é algo conhecido e estudado há décadas. Portanto a prevenção a esse caos na seca deveria ser atenuado com adoção de planos preventivos.  Isso ressalta a necessidade de conduzir o gerenciamento d’água com olhar para o futuro, acompanhando o crescimento populacional, urbano e principalmente orientado pelos resultados de pesquisas climáticas para mitigar os danos ocasionados por esses desequilíbrios hídricos.

A falta de planejamento do governo será bombástica na região metropolitana paulista, pois a falta d’água não compromete apenas a sociedade local com o abastecimento residencial.  Há comprometimento dos setores da indústria, do comércio e da agricultura e nesse bolo a falta d’água acarretará outros grandes problemas de abastecimento no mercado, e até mesmo desemprego. Mesmo com a alternativa encontrada de uso do “volume morto” do reservatório Cantareira há a possibilidade de as chuvas não virem a tempo e em volume que possibilite o retorno dos níveis apropriados para garantir distribuição normal da água.

O que se vê no cenário político quanto a obras de saneamento chama a atenção para o custo, dimensão e também pela ineficiência quanto à solução dos problemas de abastecimento. Assim como obras para garantir produção de energia.  O que é possível ver com clareza é a quantidade de dinheiro público sendo jogado fora sem trazer nem benefícios sociais quanto mais levar água a populações que sofrem há anos sem esse recurso, como é o caso das obras de  transposição do Rio São Francisco e da Usina Belo Monte.

As obras são primeiro para impressionar e depois para solucionar. São Pedro coitado poderá ser o próximo crucificado como culpado da falta d’água. Entre tantos especialistas e o tema reuso d’água tão ativo não se vê obras de reaproveitando d’água da chuva nesses grandes centros, onde nas enchentes também fazem a população sofrer. A água da chuva é represada em piscinões, mas não se pensa em reutilizá-la, só em construir mais e mais deles. O clima age ciclicamente aterrorizando a todos seja seca ou enchente, porém as obras só acontecem de forma emergencial e imprecisamente o que apenas retarda as soluções. Os investimentos acontecem em passo lento em comparação as obras eleitoreiras, tudo pensado em números... Números de votos.

Proponho que se vivos estamos, podemos contribuir para minimizar essa problemática, ao menos em nossa comunidade. Unirmos-nos na economia e ao não desperdício da água com consciência e colaborativamente, pois se ainda não nos convidaram para controlar o consumo, dia mais, dia menos seremos convocados.

Brindemos dia da ecologia e meio ambiente com consciência de que sim, podemos fazer nossa parte. ECONOMIZE ÁGUA!

Adriana Teixeira Simoni é Assistente social com ênfase socioambiental administradora do Blog Ideias Sustentáveis.


terça-feira, 13 de maio de 2014

Instituto Mauá de Tecnologia e IVEPESP realizarão workshop com o tema Energia, Sustentabilidade e Meio Ambiente


Em 19 de maio, o Instituto Mauá de Tecnologia e o IVEPESP (Instituto para a Valorização da Educação e da Pesquisa no Estado de São Paulo) realizarão o V Workshop de Educação e Pesquisa do Estado de São Paulo com o tema Energia, Sustentabilidade e Meio Ambiente. O evento é gratuito e tem como objetivo apresentar os problemas, oportunidades e os desafios, em nível mundial e brasileiro, na área de Energia e Meio Ambiente.

“Organizamos esse evento visando conscientizar a sociedade brasileira da importância da imediata implementação de iniciativas que sem as quais teremos nosso futuro comprometido nas áreas de Energia e Meio Ambiente. Os palestrantes são oriundos do meio acadêmico, empresarial e governamental e certamente trarão diferentes pontos de vista, dando aos presentes um panorama extremamente abrangente sobre esse importante tema. Nossa expectativa é de que esse evento possa contribuir com propostas para a sociedade, o meio acadêmico, as empresas privadas e o governo para juntos contribuir com a mitigação dos problemas ambientais e energéticos, alguns dos quais já estamos vivenciando como apagões e falta de água”, diz Helio Dias, organizador do evento, professor do Instituto de Física da USP e Presidente do IVEPESP.

Para o reitor do Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia, prof. José Carlos de Souza Junior, a discussão é imprescindível. “A complexidade do tema exige soluções que congreguem as mais diversas áreas do conhecimento. Uma das maneiras de se conseguir a ligação destes diferentes agentes é por meio do fomento de eventos que tragam essa discussão para o ambiente universitário com a participação de reconhecidos atores desse processo, em uma abordagem clara, direta e ética”, diz.

Serviço:
V Workshop de Educação e Pesquisa do Estado de São Paulo
Energia, Sustentabilidade e Meio Ambiente
Ingresso: gratuito
Data: 19 de maio de 2014
Local: Instituto Mauá de Tecnologia – Praça Mauá, 1 – São Caetano do Sul, SP
Telefone: (11) 4239-3169 / 3176 
Estacionamento gratuito no local
Mais informações e inscrições pelo site: http://www.maua.br/index/v-workshop-de-educacao

 Programação completa
· 13h30 - Café de boas vindas e credenciamento
· 14h - Abertura: Prof. Dr. José Carlos de Souza Junior, reitor do Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia e Prof. Dr. Helio Dias (IFUSP), presidente do IVEPESP
· 14h30 - Energy for the 21st Century World Economy: problems and opportunities pelo Prof. Dr. Wolfgang Bauer – Michigan State University – USA
· 15h20 - Energia e Meio Ambiente no Brasil pelo Prof. Dr. José Goldemberg – Instituto de Energia e Ambiente da USP
· 16h10 - Coffee Break
· 16h30 - Sustentabilidade e Inovação: o que há realmente de novo? Por Christina Carvalho Pinto – Grupo Full Jazz e Mercado Ético
· 17h20 - Mesa Redonda: P&D em Energia e Meio Ambiente: quais são os desafios?
· Moderador: Prof. Dr. Helio Dias, (IFUSP) – Presidente do IVEPESP
· Participantes: Prof. Dr. Maurício Pazini Brandão – Instituto Tecnológico da Aeronáutica, Prof. Dr. João Vicente Assunção – Faculdade de Saúde Pública da USP, Eng. Cyro Vicente Boccuzzi – ECOEE / Fórum Latino Americano de Smart Grid, Prof. Dr. Máximo Luiz Pompermayer – ANEEL (a confirmar) e Dr. Fernando Figueiredo – Presidente Executivo da ABIQUIM.

· 18h30 - Encerramento

terça-feira, 18 de março de 2014

Dia Internacional da Floresta: O compromisso da Faber-Castell com o meio ambiente


No próximo dia 21 de março será comemorado o Dia Internacional da Floresta. Mais do que uma mera lembrança em escolas, empresas e ONGs, esta data merece de todos nós um despertar de conscientização acerca da importância das florestas e, sobretudo, a importância da preservação à natureza.

No Brasil, a Faber-Castell trabalha exclusivamente com madeira reflorestada: este projeto teve início nos anos 80, na cidade de Prata (MG), onde a empresa fomentou o plantio para a produção de EcoLápis. Ao todo, a Faber-Castell mantém em Prata 9.6 mil hectares, divididos em 11 parques florestais. Desse total, 2.7 mil hectares são de áreas de preservação permanentes e 6.7 mil de áreas plantadas com pinus caribea var. Hondurensis- matéria-prima para a produção dos seus EcoLápis. Para a fabricação do EcoLápis, feita de madeira reflorestada e certificada pelo FSC® (Forest Stewardship Council), a empresa investe no aprimoramento da produtividade florestal.

O projeto florestal que a Faber-Castell iniciou no Brasil é referência no segmento. Quando a Faber-Castell se instalou na região, começou a cultivar árvores nas áreas antes improdutivas e já devastadas por antigas pastagens. As florestas manejadas pela empresa fazem do grupo uma das poucas corporações que não apenas neutralizou seu balanço de CO2, mas que absorve muito mais dióxido de carbono do que produz. A empresa utiliza novas tecnologias para aumentar a produtividade das suas florestas, como melhoramento genético e clonagem de espécies. Dentro deste cenário de inovação, a empresa trabalha com o novo conceito de Floresta Orgânica, cujo processo elimina ao máximo o uso de produtos químicos. Esta nova ação causará ainda menos impacto para a natureza num futuro próximo, com melhores resultados para a floresta e também para a produção do EcoLápis.

No processo de fabricação do EcoLápis Faber-Castell, há 100% de aproveitamento da madeira. Os resíduos - como folhas e galhos finos - são aproveitados como adubo, devolvendo à terra os nutrientes necessários para a renovação do solo. A serragem é utilizada para a geração de energia na própria fábrica, encaminhada para granjas para a criação de frangos e, juntamente com outros resíduos da madeira, também é utilizada para a produção de chapas de aglomerado e briquetes. A casca sofre um processo de decomposição natural para a produção de húmus, e a cinza produzida na caldeira é utilizada por indústrias na composição do cimento ou por empresas de paisagismo para a fertilização do solo.

Projetos
Nestes parques florestais, a preservação da fauna e da flora está entre as preocupações permanentes da empresa. O Projeto Animalis, que teve início há 20 anos, monitora e identifica os animais que vivem dentro dos parques florestais da empresa. Nesse período, já foram identificadas 55 diferentes espécies de mamíferos e 230 de aves, 40 espécies de répteis e anfíbios, alguns desses constam na lista de animais sob risco de extinção como o lobo-guará, o tamanduá bandeira e a onça parda e 159 espécies de formigas.

O projeto Arboris consiste na preservação, recuperação e adensamento de remanescentes da flora nativa presente nos parques florestais da empresa. Mais de 300 espécies nativas já foram identificadas nos inventários executados. Com este projeto, a Faber-Castell implanta e sustenta o conceito de Uso Múltiplo da Floresta, que garante a conservação da biodiversidade, preservação dos recursos hídricos, do solo e a geração de empregos.

Faber-Castell
SAC: 0800-7017068

quinta-feira, 13 de março de 2014

TECNOLOGIA TITECH A SERVIÇO DO MEIO AMBIENTE NO BRASIL


A tecnologia para separação baseada em sensores da TITECH, marca da TOMRA Sorting Solutions para reciclagem, consolida a sua presença no Brasil. Ajudar a valorizar os resíduos através dos seus equipamentos inovadores e acompanhar o país no seu progresso na área da proteção ambiental e social são duas prioridades da empresa.

A TOMRA Sorting, uma das líderes mundiais em soluções de separação baseadas em sensores, e sua marca TITECH já atuam no Brasil há dois anos a partir do seu escritório em São Paulo, um mercado amplo mas, ao mesmo tempo, de início lento por depender da implementação da lei de tratamento e destinação de Resíduos sólidos  no país.

A filial brasileira da TOMRA Sorting reúne uma equipe experiente da qual também fazem parte agentes locais, responsáveis pela venda, instalação e manutenção do seu maquinário e capazes de oferecer a melhor solução para qualquer necessidade na separação de resíduos. A empresa deu especial importância à inclusão de profissionais brasileiros nesta filial, o que lhe permite estar mais próxima das necessidades da população e ter uma comunicação mais fluida com todos os agentes relacionados ao setor de reciclagem.

A Diretora Comercial da TOMRA Brasil, Carina Arita expressou a sua satisfação com a recepção: "Estamos satisfeitos. A tecnologia TITECH de sensores para separação é inovadora no país e foi muito bem recebida pelos profissionais do setor, os quais sabem que, a partir de certo volume de resíduos a tratar, a mecanização torna-se necessária e que veem na mecanização uma oportunidade para melhorar notavelmente os resultados".

Os equipamentos de separação de materiais TITECH utilizam sensores eletromagnéticos e espectrométricos em diferentes categorias do espectro (infravermelho próximo, visível), raios X de transmissão e de fluorescência, câmara CCD... As diferentes combinações oferecem uma ampla gama de opções de separação, de modo que, com um mesmo equipamento, seja possível gerar diferentes subprodutos, alterando apenas o programa de trabalho. São equipamentos modulares, altamente flexíveis e multitarefa, o que lhes permite criar e incorporar, facilmente, novas tarefas de separação.

Atualmente, há 12 unidades instaladas no Brasil, e ainda um grande número de projetos em curso. A TOMRA também atua em outros países da América Latina, como Argentina, Colômbia, Equador, Peru, Costa Rica e República Dominicana, com destaque na Argentina, onde seus agentes já promoveram a instalação de até 19 equipamentos, especialmente em unidades de reciclagem de PET e de papel, bem como resíduos comerciais e industriais.

Mais valor para RSU e resíduo de Coleta Seletiva

Os sistemas de separação da TOMRA Sorting podem recuperar diferentes fluxos de resíduos em mais de 25 aplicações distintas. Entre elas, a separação por famílias de polímeros e simultaneamente por cor, a limpeza da zorba (produto do Separador por Correntes de Foucault) de metais pesados, a limpeza da matéria orgânica fresca de inertes, recuperação de cabos elétricos ou placas de circuito impresso, a reciclagem de resíduo eletroeletrônico (REEE), de sucata metálica ou  veículos em fim de vida (ELV), resíduos sólidos urbanos (RSU), a separação de resíduos de coleta seletiva ou embalagens, a reciclagem de garrafas PET ou PEAD até qualidade alimentar, papel, madeira, na preparação de combustível para fornos de cimento (CDR), etc.

No Brasil, segundo Carina Arita, "o segmento que mais se beneficia da tecnologia TITECH é o da reciclagem de resíduos domésticos, nosso objetivo prioritário. Nossa tarefa é mostrar que esta  tecnologia é capaz de valorizar muito os resíduos, em um momento em que estes vêm se convertendo em um problema ambiental e de saúde pública para a sociedade".

O setor de resíduos urbanos é o que avançará primeiro na recém-iniciada "revolução verde" no Brasil e o que mais depende de novas tecnologias que o ajudem a cumprir as exigências da nova legislação em vigor, a qual pretende aumentar substancialmente as porcentagens de material recuperado. A tecnologia da TITECH permite identificar e separar completamente cada componente do conjunto dos resíduos, como plásticos, matéria orgânica, metais, madeira, vidro, etc., classificando os materiais por cores, formas, brilhos, tamanhos, densidade, condutividade ou propriedades espectrais.
"A utilização de sensores nas suas diferentes configurações permite separações rápidas e muito precisas em pureza e tamanho para todo tipo de resíduos. No caso concreto das garrafas de plástico, por exemplo, a separação com sensores é a única maneira de garantir a pureza necessária para a sua reutilização na indústria alimentícia, o processo bottle to bottle, já que se consegue produzir uma fração de um único material com pureza de 99,97%”, explica Arita.

A TOMRA apoia o setor brasileiro da reciclagem

Desde que se estabeleceu no Brasil, a TOMRA tem realizado um trabalho intensivo de sensibilização e orientação nos níveis municipal, estadual  e federal. A empresa dá consultoria às administrações na criação de planos para gerenciar e tratar resíduos, que até o momento eram quase inexistentes, além de apoiar e orientar também gestores, pequenos empresários e recicladores.

Assim, a empresa contribui com seu conhecimento e sua experiência, abordando a questão da reciclagem de resíduos a partir de vertentes distintas: a ambiental (pela recuperação de recursos escassos e valiosos, redução da pegada de carbono, contaminação por aterros ilegais e insalubres) e a social, apostando na melhoria da qualidade de vida dos catadores, que realizam suas tarefas de maneira precária, com riscos para sua saúde e a segurança laboral.

A proposta da TOMRA para melhorar as condições de trabalho desse grupo passa ( ) pela mecanização da separação utilizando a tecnologia de sensores. "Nossos equipamentos facilitam e dão apoio ao próprio trabalho de separação que os catadores realizam, dando a eles acesso ao trabalho a partir de estações de trabalho ergonômicas, modernas e bem planejadas. Além disso, com nossa tecnologia é possível que empresas e cooperativas aumentem a produtividade e a rentabilidade de todo o processo de recuperação de materiais".

"O Brasil vem fazendo um grande esforço para a recuperação dos materiais de valor elevado contidos nos resíduos, que se reflete no último Plano Nacional de Resíduos Sólidos Urbanos. Nós queremos ser o principal suporte nesse percurso em direção à modernização e, para isso, continuaremos trabalhando junto a todos os agentes e setores envolvidos na gestão de resíduos", conclui a Diretora Comercial da TOMRA Brasil.

Mais informações em http://www.tomrasorting.com/

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Elas Preservando finda atividades do ano com ações a favor do meio ambiente

Por Alex Sandro Santos



Criado desde 2008 pela Elas Ecomodas Confecções, o Projeto Ambiental denominado Elas Preservando tem por objetivo reaproveitar lixo têxtil para cultivar mudas de árvores nativas da Mata Atlântica. O projeto visa, ainda, ajudar na expansão de área verde de Nova Friburgo e promover a conscientização ambiental de maneira prática entre estudantes do município. Cerca de 07 escolas de Friburgo já estão inseridos no projeto da confecção respectiva com cerca de 3 mil estudantes atendidos diretamente e para 2014 outras unidades de ensino receberão o mesmo.

Na manhã de sábado, 14, a Elas Ecomodas Confecções realizou uma ação de plantio de mudas no Parque Municipal Juarez Frotté, em Cascatinha. Nesta ocasião foram plantadas cerca de 20 mudas contando com a participação de crianças, educadores do Colégio Souza Poletti, vereador Gustavo Barroso e Eduardo Vogt do Rotary Olaria.

Além das mudas plantadas, houve, ainda, a soltura de 05 pássaros cujos mesmos foram apreendidos no dia anterior pela guarda florestal em um cativeiro no bairro Cordoeira. Após os pássaros conquistarem a liberdade, as gaiolas foram totalmente quebradas com a ajuda do subsecretário de ordem urbana da prefeitura e comandante da guarda municipal, Ronald. Vale ressaltar que a guarda florestal está atuando no Parque Juarez Frotté e as pessoas podem fazer denúncias referentes a quaisquer crimes ambientais ocorrentes na região pelo telefone gratuito 153.



Já no domingo, 15, foi plantado uma muda de árvore na AFAPE, localizado na Via Expressa. A muda de ipê amarelo foi plantada em comemoração ao convênio de parceria assinado entre o Projeto Elas Preservando e o Rotary Club Olaria. Nesta ocasião também foram distribuídos sementes de ipê amarelo ao público que lotou a Via Expressa para se divertir com as inúmeras atividades oferecidas pelo SESC Friburgo.

O Projeto Ambiental Elas Preservando tem como parceiros, além do Rotary Olaria, Jornal A Voz da Serra, Criweb, Horto Terra Viva, Sítio Terra Romã, HN Comunicação e Instituto Brasileiro de Florestas. 

Uma das necessidades atuais do projeto da Elas Ecomodas Confecções é a aquisição de um terreno em Friburgo para que se possa montar um berçário de árvores de espécies nativas para a produção de mudas em maior escala cujo objetivo é auxiliar no reflorestamento de algumas áreas atingidas pelo desastre climático ocorrido na cidade em janeiro de 2011. Inclusive, é possível a realização de permuta para tal, ou seja, caso alguma empresa queira se juntar no projeto para fazer a compensação do seu carbono ou simplesmente ter a sua marca integrada no que tange responsabilidade socioambiental, pode acontecer uma parceria a favor do meio ambiente entre a Elas e os envolvidos.


Para maiores informações, basta acessar www.elasecomodas.com ou ligar para (22) 2526 5572

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Novelis lança projeto Uma Lata, Um Sorriso

Em parceria com o Complexo WTC-SP , iniciativa estimula a reciclagem das latas de alumínio e transformação social

São Paulo, 09 de setembro de 2013 – A Novelis, líder global em laminados e reciclagem de alumínio, lança, em parceria com o Complexo WTC São Paulo, o projeto Uma Lata, Um Sorriso, que tem como objetivo preservar o meio ambiente a partir da reciclagem das latas de bebidas de alumínio e estimular a mudança de atitude e comportamento, acompanhando o crescimento do nível de exigência dos consumidores em relação às práticas sustentáveis.

O local escolhido para a realização do projeto é a Praça de Alimentação do D&D Shopping, onde serão dispostos coletores específicos para a coleta das latas. Além de preservar o meio ambiente, a verba arrecadada com a venda das latas coletadas será destinada pelo programa WTC Social em benefício de instituições que promovem a melhoria na qualidade de vida de centenas de crianças. Hoje, o programa tem parceria com cinco ONGs localizadas em São Paulo e que atendem mais de 700 crianças por dia.

Ativação:
O lançamento do projeto é hoje, dia 9 de setembro. E para convidar a todos os frequentadores para participar, será promovida uma ação de troca de latinhas. Em um balcão instalado na praça de alimentação do D&D Shopping, os frequentadores poderão trocar quatro latinhas por uma bolsa retornável, criada especificamente para esta iniciativa, em três diferentes modelos. As latinhas serão depositadas em coletores específicos, cedidos pela Novelis e sinalizados com a identidade visual do projeto.  Cada participante poderá realizar a troca até três vezes. A ativação acontece até o dia 20/09, de segunda à sexta-feira, das 11h às 15h, com limite máximo de distribuição de 150 bolsas por dia.

“Promover a conscientização e preservação do meio ambiente, estimulando a reciclagem, e incentivar a participação da população em ações de responsabilidade social são conceitos que a Novelis reforça com este projeto”, diz Eunice Lima, diretora de Comunicação e Relações Governamentais da empresa. “Queremos despertar a mudança de atitude das pessoas por meio de pequenos gestos”, finaliza.


segunda-feira, 3 de junho de 2013

ARTIGO - SE NÃO HÁ MEIO AMBIENTE, NÃO HÁ ECONOMIA

Marcus Eduardo de Oliveira

No caminho da prosperidade, as economias modernas devastaram boa parte dos recursos naturais. Em nome do crescimento econômico, a atividade industrial dilapidou os serviços ecossistêmicos (responsáveis pela manutenção da biodiversidade), desfigurando a natureza em várias frentes. Indiscutivelmente, mudanças climáticas foram – e estão sendo – provocadas pelo “homem-econômico”. O objetivo? Fazer a economia crescer exponencialmente produzindo em excesso para atender o consumo exagerado. O resultado? O ambiente ameaçado pelo consumo excessivo. A consequência? Depleção ambiental.

Inequivocamente, produção econômica implica destruição e degradação do meio ambiente. Por si só, isso já é o bastante para orientar à tomada de decisão rumo à elaboração de um novo paradigma econômico voltado às ordens ecológicas; não às mercadológicas.

Se não mudarmos o atual paradigma econômico é a própria economia que cada vez mais se joga no abismo da destruição, tendo em vista que, como bem lembrou Lester Brown, “a economia depende do meio ambiente. Se não há meio ambiente, se tudo está destruído, não há economia”.

Nessa mesma linha de análise, Clóvis Cavalcanti nos diz que “não existe sociedade (e economia) sem sistema ecológico, mas pode haver meio ambiente sem sociedade (e economia)”. “Sem recuperar o meio ambiente, não se salva a economia; sem recuperar a economia, não se salva o meio ambiente”, contextualizou o ecologista norte-americano Berry Commoner (1917-2012).

Embora em seus modelos convencionais a economia tradicional faça questão de não contemplar a moldura ou restrições ambientais, pois a visão predominante do sistema econômico como um todo enaltece loas ao fluxo circular da riqueza, imaginando, com isso, uma economia como sendo um sistema isolado, como se fosse um corpo humano dotado apenas do aparelho circulatório, não há como negar o enorme grau de dependência da economia em relação ao ecossistema natural finito (meio ambiente), uma vez que a natureza fundamental da economia é extrair, produzir e consumir.

É intensa a relação da economia (atividade industrial) com o meio ambiente. Não se pode perder de vista que o sistema econômico é um sistema aberto que troca energia com o ambiente. Nessa troca, recebe energia nobre (limpa) e a devolve de forma degradada (suja).

Portanto, metaforicamente, se a economia é um corpo humano, o aparelho digestivo está aí contemplado, uma vez que recebe da natureza matéria e energia e devolve lixo, dejetos. Reafirmando essa ideia, convém resgatar uma passagem de Nicholas Georgescu-Rogen (1906-94): “o sistema econômico consome natureza – matéria e energia de baixa entropia – e fornece lixo – matéria e energia de alta entropia – de volta a natureza”.

Diante disso, é de fundamental importância subordinar o crescimento aos limites ecossistêmicos, uma vez que crescer além do “normal” é altamente prejudicial ao meio ambiente.

Por isso, o novo paradigma econômico precisa convergir com a ecologia, uma vez que dependemos dessa para nossa própria sobrevivência. O desafio é ímpar: produzir mais (bem-estar) com menos (recursos naturais). Produzir mais qualidade (desenvolvimento), e não quantidade (crescimento).

Decorre daí a máxima de que somos, pois, dependentes do meio ambiente, contrariando assim o discurso de René Descartes (1596-1650) de que “somos senhores e dominadores da natureza”. Por essa ideia do filósofo francês, a economia dilapidadora dos recursos naturais, manejada pelo “homem-econômico”, estaria agindo de forma correta em propagar destruição, poluição e degradação ambiental, uma vez que para gerar riqueza gera-se antes destruição natural.

O futuro da vida – e especialmente, da vida humana – na Terra, dependerá do rumo que se der hoje à economia. Se nosso objetivo maior for pela continuidade da vida de nossa espécie devemos seguir o receituário propugnado por Georgescu-Rogen: “(...) um dia a humanidade terá de compatibilizar desenvolvimento com retração econômica”. Caso contrário, pereceremos.

Marcus Eduardo de Oliveira é economista, especialista em Política Internacional pela (FESP) e mestre pela (USP).


segunda-feira, 11 de março de 2013

Artigo Meio ambiente - Edição 31 - Turismo sustentável: have you heard about it?

Turismo sustentável: have you heard about it?

O conceito de turismo sustentável poderia utilizar a máxima de “visitar hoje cuidando para garantir que seus filhos e netos possam visitar o mesmo lugar no futuro tendo acesso às mesmas comodidades”. Então vejamos: se você faz turismo urbano de compras, não se preocupe. A indústria de produção de bens e serviços voltados para o pseudoprazer de dinamizar a circulação/concentração de capital dará conta do recado tranquilamente.

Não há crise econômica que segure o pseudopoder sedutor de voltar de Miami ou de São Paulo ostentando dúzias de sacolas cheias de bugigangas com qualidades diversas: marcas, modelos, vaidades e alienação. Trabalhar duro durante onze meses por ano para ter direito a um mês de lazer lhe dá certos direitos, não é? O direito ao desperdício, por exemplo. Banhos diários múltiplos e demorados, roupa de cama e banho novas todos os dias, impecavelmente limpas e cheirosas. Refeições? As mais caras e exóticas que seu suado dinheirinho poupado ao longo do ano possa pagar. Durante onze meses você lutou e trabalhou duro para ter esses luxos, e ensinará seus filhos e netos a fazer o mesmo para ter o mesmo direito na fila de importados e na lista de reserva de um resort de luxo. Ter de gastar cada vez mais dinheiro com isso não importa, basta trabalhar mais (ou ser mais esperto, depende de seus valores) durante os tais onze meses. Onde ir e o que comprar? Não se preocupe. A mídia do consumo se encarregará de manter-lhes informado: você, seus filhos, netos e bisnetos.

Gostou? Parece divertido? Pode até ser, mas, convenhamos, nada sustentável. Então, vamos falar sério. O turismo sustentável envolve a consciência do conceito de sustentabilidade que eu já publiquei em um artigo nesta mesma coluna (O verdadeiro profissional da sustentabilidade). Além de conhecer e praticar o conceito, temos que enredar todos os atores sociais no esforço conjunto. Parece muito complicado? Dá muito trabalho? Entendo, você está de férias, não vamos falar de obrigações. Vamos direto para alguns exemplos e como você está de férias terá tempo de sobra para adaptá-los ao seu dia a dia. O turista sustentável carrega poucas malas (na ida e na volta) para ter mais liberdade de deslocamento e para ter a alegre sensação de não precisar escolher roupas. Isso é dar férias para preocupações banais! Ele economiza água e energia porque entende que o planeta também precisa tirar férias do ser humano. Ele respeita a biodiversidade e a cultura, produzindo poucos resíduos e participando de atividades culturais locais. Compras? Apenas artesanato que favorece a economia dissipando renda. Alimentação? Apenas a básica composta ao máximo de produtos locais, que sempre envolve uma gastronomia farta e interessante. Escolhendo o local? Pesquise o que menos utiliza transporte com base em combustíveis fósseis. Alugar bicicletas e caminhar são excelentes opções! A economia financeira pode ser tanta que você poderá se dar ao luxo de ter esses momentos de lazer durante aqueles tais onze meses, permitindo espaços de lazer que vão agregar valor e qualidade à sua vida, fazer novos amigos e ser mais saudável o ano todo.

E os outros atores sociais? Terão que se adequar ao seu novo estilo de férias. Por que no final das contas eles existem para lhe proporcionar o lazer que você espera: lazer sustentável. Então trocamos o pseudoprazer por compras pelo real prazer de contribuir para a sustentabilidade. Simples assim! Tudo bem que vamos quebrar a atual pseudo economia centralizadora e poluente. E isso não é ótimo? Boas férias para todos!

Rosimery de Fátima Oliveira
Especialista em diagnóstico e planejamento sistêmico



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Veja outros conteúdos dessa edição:


Matérias:

- Capa: O Desafio da destinação dos resíduos sólidos

- Entrevista: Marina Silva

- Visão Sustentável: Cativa Natureza promote beleza de forma sustentável

- Tecnologia e Sustentabilidade: Parana Metrologia - Da teoria para a prática

- Responsabilidade Social Corporativa: (Cpce Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial) Realização de 2012 e Projetos 2013

- Desenvolvimento Local: A sustentabilidade como inspiração (WTC)

Artigos:

- Artigo: O Marketing e o ciclo de vida sustentável de produto (Hugo Weber Jr)

- Artigo: O " Pibão" da Presidente Dilma ( Jerônimo Mendes)



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segunda-feira, 4 de março de 2013

Pesquisa aponta a preocupação dos jovens com o meio ambiente e revela quais ações são feitas para preservar a natureza







Enquete, com mais de 1.200 pessoas, aponta: 52,85% têm o hábito de reciclar o lixo diariamente

A preocupação com os danos causados pelo homem ao planeta aumentou consideravelmente nos últimos tempos e a juventude se diz mais consciente quanto a seus atos. Mas, será verdade? Para saber a resposta, o Nube realizou uma pesquisa com a seguinte questão: “Qual seu envolvimento com meio ambiente?”. Veja o resultado!

O estudo foi realizado entre 11 e 22 de fevereiro e mais de 1.200 pessoas, entre 15 e 26 anos, deram sua opinião. Dentre as quatro opções de resposta, com 52,85% dos votos, a alternativa “Tenho hábito de reciclar lixo diariamente” foi a grande vencedora.

Para a analista de treinamento do Nube, Rafaela Gonçalves, a alta porcentagem reflete uma adaptação/mudança na forma de lidar com o meio ambiente. “Para a nova geração é muito claro o fato de a sustentabilidade depender de pequenas ações, como realizar descartes em locais corretos, utilizar as lixeiras de coleta seletiva, reaproveitar materiais, economizar água...”, comenta.

Em segundo lugar, com 21,42%, se sobressaiu o “consumo de marcas ecologicamente corretas”, demonstrando a necessidade das grandes corporações investirem em produtos sustentáveis. “É uma nova tendência, um ciclo onde se envolve a responsabilidade ambiental da empresa produtora e a consciência do consumidor na hora de comprar”, explica Rafaela.

Com 17,51%, ou 224 votos, a “postagem de mensagens nas redes sociais” foi a terceira colocada. Mas, é preciso ter em mente o fato de somente comentar sobre o assunto não ser suficiente. “Estar engajado nessas causas já é um primeiro passo, mas mudar hábitos simples pode surtir muito mais efeito”, destaca a analista.

Para quem participa de sites de relacionamento, é válido procurar a página do Greenpeace, pois eles atuam na busca de soluções e manifestações de conscientização ambiental. Pode ser uma boa opção para quem se interessa em ajudar na mudança da situação do planeta.

Por fim, ficaram os movimentos sociais, com 8,21%. Para Rafaela, eles são importantes, pois são fortes alavancadores de discussão e representam uma forma de unir um grupo para uma mesma causa. “Muitas pessoas não têm ideia de como podem fazer a diferença, quando o assunto é preservação do meio ambiente”, explica. Portanto, participar de eventos do tipo auxilia a encontrar formas de solucionar ou minimizar os impactos ambientais.

O resultado mostra uma maior atenção dos jovens com o meio ambiente, mas demonstra como ainda precisamos caminhar muito em direção a um mundo melhor.

Fonte: Rafaela Gonçalves, analista de treinamento do Nube


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Empresa de confecção firma parceria com Instituto Brasileiro de Floresta à preservação da mata atlântica existente em Nova Friburgo


Por Alex Sandro Santos

Região beneficiada
Nova Friburgo é detentora de uma belíssima natureza, com a área total de 933km², onde mais de 50% da área territorial deste município, localizado na região serrana do Rio de Janeiro, é cercada pela majestosa e importante mata atlântica.
Friburgo foi também fortemente castigada pelo desastre climático ocorrido em janeiro de 2011, fato este que lamentavelmente originou a morte de mais de quinhentas pessoas e rendeu a mesma, neste período, os holofotes das mais diversas redes de televisão de todo o mundo. E até hoje ainda é possível identificar as marcas deixadas por este triste episódio, ou seja, algumas montanhas ainda estão desnudas de suas vegetações. Nesta mesma cidade também existe o polo de confecções que batiza a mesma como a capital da moda íntima do Brasil, e por conta disto existem muitas empresas de confecção, lojas de tecidos e acessórios, lojas especializadas em máquinas de costura industriais, empresas de estamparia, elásticos e bordados, entre outros. Segundo o IBGE, em pesquisa realizada em 2010, a população de Nova Friburgo é de 182,082 mil habitantes e os seus municípios limítrofes são Cachoeiras de Macacu, Silva Jardim, Casimiro de Abreu, Macaé Trajano de Morais, Bom Jardim, Duas Barras, Sumidouro e Teresópolis.
Breve história do projeto
Em 2010, o jovem casal Alex e Adriana Santos, cria a microempresa denominada Confecção Elas, no entanto os mesmos já possuíam experiência no ramo desde 2005. Com a legalização da Elas, eles firmam parceria com uma empresa de grande porte localizada nesta mesma cidade e passam a industrializar, por meio de terceirização, sutiãs de bojos. Para cada sutiã confeccionado era gerado uma sacola plástica que servia para embalar cada par de bojo – material este de espuma e que serve para sustentar os seios femininos. Cada sacola desta continha a marca do fabricante do bojo e o tamanho do mesmo, e, assim que o sutiã entrava no processo de fabricação, esta embalagem plástica era descartada. O casal de empreendedores adotam estas embalagens para dar início ao Projeto Ambiental denominado Elas Preservando, ou seja, as sacolas eram usadas para cultivar mudas de árvores.
Com a chegada do primeiro filho, eles encontraram uma nova direção à empresa e passam a fabricar, por produção própria, roupinhas de bebê personalizadas - tornando-se uma das primeiras neste segmento na região. E não havendo mais a existência das sacolas dos bojos, e existindo o forte desejo de não parar o projeto ambiental, eles encontram no lixo têxtil, novamente, o material para servir como base do projeto, ou seja, eles passam a reaproveitar os cones de linhas vazios da sua própria confecção e de outras fábricas para cultivar as mudas nativas da mata atlântica. Este material é feito de PVC (policloreto de vinila), muito comum de ser encontrado em Nova Friburgo, muito parecido com tubete de plantas e pode ser usado diversas vezes, ao contrário das sacolas plásticas.
Desde o início do projeto, muitos foram os desafios enfrentados por eles, já que não possuíam conhecimento na área de cultivo de mudas. Foram muitos testes e mudanças. Por sorte e determinação, eles foram criando parcerias com outras pessoas e empresas e assim melhorando a qualidade do projeto como um todo, e, com isso, cada participante contribui com a sua parte propiciando uma somatória incrível de conscientização e preservação ambiental nesta cidade. Atualmente, o Projeto Ambiental Elas Preservando conta com o apoio do Jornal A Voz da Serra; Revista Momento Ambiental; Horto Terra Viva; Sítio Terra Romã e Marcos Cunha; HD Imagem Digital; Expertise Consultoria; Hak e o estudante de engenharia florestal Flávio Monteiro.
Ao final de 2011 tiveram uma ideia que agregou um valor extraordinário ao projeto: parceria com unidades de ensino localizadas em Nova Friburgo. O que acontece é que a Confecção Elas instala dentro das escolas interessadas um pequeno viveiro de mudas e estimula os educadores e diretoria a trabalharem a educação ambiental na prática. Cada escola possui a sua particularidade em cogitar o projeto dentro da mesma, mas consiste basicamente em fazer com que os estudantes se responsabilizem pelas mudas, dediquem-se no cultivo seja irrigando e mantendo o viveiro sempre limpo. Alex e Adriana disponibilizam um manual de como utilizar o viveiro de mudas de forma simples dentro da escola e orienta para que se realizem pesquisas junto com os estudantes para que estes possam conhecer as mudas cultivadas na escola e o quanto elas são importantes à fauna e flora da mata atlântica. Mais de mil mudas já foram plantados na cidade de Friburgo por conta do projeto Elas Preservando, mais precisamente em parques ecológicos. Cerca de dois mil alunos são beneficiados, atualmente, pelo projeto.
“Nosso maior objetivo é se tornar uma confecção referencial em todo o país em termos de responsabilidade socioambiental e promover uma revolução na região onde estamos instalados em nível de conscientização ambiental, pois nossa maior missão não é somente plantar árvores, mais promover a educação ambiental tendo como princípio a reciclagem de lixo têxtil e a aproximação da juventude com o meio ambiente. Acreditamos que as novas gerações, sê submetidas à experiência da preservação ambiental de forma simples e prática, estas crescerão com uma visão ampla e muito mais conscientes sobre a importância da conservação do planeta” – explica Alex.
O pássaro beija-flor com uma gota no bico foi adotado como símbolo do projeto, se inspirando na reflexão já bastante conhecida onde o pequenino pássaro usa o seu próprio para apagar um incêndio na floresta. Enquanto todos os outros bichos fogem, o beija-flor recolhe a água de um riacho e arremessa sobre as labaredas. Ao ser indagado por um dos bichos, o pássaro responde estar fazendo apenas a sua parte mesmo que ainda de baixa dimensão.

Relevância ecológica
Para este ano o desafio deles é ainda maior não somente pelo número de mudas que se pretende ampliar como também a parte técnica, ou seja, aliar-se com a prefeitura e órgãos ambientais desta cidade para executar, nos próximos anos, a introdução das mudas cultivadas pelo projeto nas áreas que foram atingidas pelo desastre climático e/ou áreas específicas que necessitam urgentemente de árvores. Só para se ter uma ideia da importância ecológica deste trabalho da Elas, o município de Nova Friburgo localiza-se numa posição relevante dentro da mata atlântica, pois a mesma está situada na região montante das duas Bacias - Paraíba do Sul e Macaé – o que significa que todos os corpos d’água que passam pelo município têm suas nascentes em seu território. Desta forma, todas cidades que estão à jusante de Nova Friburgo dependem, além dos mesmos conservarem seus mananciais, que Nova Friburgo conserve bem as suas nascentes. Sabe-se, ainda, que a preservação da natureza e o plantio de novas árvores colaboram para que estas nascentes permaneçam proporcionando toda a sua vitalidade ao ser humano. Vale mencionar também que novas árvores realizam o sequestro de gás carbônico e liberam mais oxigênio ao planeta, e diversos outros benefícios.
Confira um pequeno trecho de uma matéria publicada no dia 29-02-12 pelo Jornal A Voz da Serra e perceba a importância deste projeto ao município de Nova Friburgo: “O Estado do Rio perdeu 247 hectares do Bioma no período de 2008 a 2010. Detectamos o desmatamento equivalente a 12 campos de futebol somente em Nova Friburgo. Esses números fazem do município a oitava cidade que mais desmatou a Mata Atlântica no Rio de Janeiro neste período. A população precisa ficar atenta, pois a cidade já perdeu 67% de sua cobertura original de Mata Atlântica. Não podemos permitir o desmatamento e devemos evitar a ocupação em áreas de risco ou inadequadas para moradias”, diz a diretora de Gestão do Conhecimento da Fundação SOS Mata Atlântica, Márcia Hirota.

Parceria com o Instituto Brasileiro de Floresta
E sabendo desta iniciativa exemplar, o IBF (Instituto Brasileiro de Florestas), localizado no estado do Paraná, se juntou à Confecção Elas para proporcionar ainda mais qualidade no Projeto Elas Preservando. O presidente do IBF, Solano Aquino, se mostrou grandemente entusiasmado com a proposta ambiental respectiva e prontamente se dispôs em entrar nesta parceria a favor da mata atlântica, já que o IBF está profundamente envolvido no que está relacionado com a preservação do planeta. No início de fevereiro, mais de cinco mil sementes de espécies nativas da mata atlântica já chegaram para atender a demanda inicial do projeto Elas Preservando, além de cursos ligados ao cultivo de mudas e elaboração de planos estratégicos.
Entre as sementes, estão: Pau Amendoim, Gurucaia, Paineira Rosa, Urucum, Araçá Goiaba, Aroeira Salsa, Canafístula, Aroeira Preta, Cedro Rosa, Pau Jangada Branco e Ipê Amarelo. O IBF mantém o site de vendas “Clique Mudas” onde são comercializados diversos produtos, assim como mudas, elaboração de projetos, cursos, livros, sementes e muitos outros.

Próximo passo. Mais ICMS-verde ao município
Para expandir as suas atividades, a Confecção Elas busca agora uma área localizada na Região Serrana do Rio de Janeiro para que possam montar um viveiro de mudas com maior capacidade para que este também possa servir de base aos viveiros menores montados nas escolas, de modo que tais mudas possam servir para conservar áreas específicas e proporcionar ao município as benfeitorias originárias deste trabalho ambiental, não somente com a introdução de mudas propiciando um aumento na área verde da região como também os recursos estaduais, assim como o ICMS- Verde, que de acordo com a lei estadual 5.100/2007 faz com que o Executivo receba valores cada vez maiores para ser investido nesta área, e a compensação de carbono que se tornou uma grande busca entre as indústrias que necessitam repor seus danos ao meio ambiente. O local ideal para eles seria Nova Friburgo, pois já estão inseridos nesta região, no entanto se outras prefeituras e/ou indústrias sentirem o desejo de formar parceria neste sentido, os idealizadores do programa respectivo se colocam disponíveis para estudar propostas.

Produtos do vestuário ecologicamente correto
E por estarem fortemente envolvidos com o conceito de sustentabilidade, a Confecção Elas que já produz roupas de bebê priorizando tecidos de menor impacto ao ambiente, a mesma também passou a fabricar camisas ecológicas para atender indústrias, bancos, redes de lojas e empresas de grande porte. Além de ser utilizado tecido que cause menos impacto no planeta, assim como 100% algodão, 100% garrafa pet ou 50% pet + 50% algodão, eles entregam ao cliente junto com as camisas um documento constando o cálculo dos gastos energéticos gerados a partir da fabricação de cada peça e, no mesmo, a sugestão de quantas mudas seriam necessárias para compensar o carbono emitido. “Este documento inovador, serve a instituição respectiva como ferramenta estratégica ao marketing, já que a mesma possuirá um mecanismo para se basear e elaborado com técnicos tanto na área ambiental como de energia. Fazendo isto, a empresa poderá mensurar com bastante fundamento ‘meus funcionários vestem ecologicamente correto. Minha empresa preserva o meio ambiente’. E se houver interesse do cliente, nós da Elas também nos responsabilizamos em plantar/doar parte das mudas que constar no relatório” – comenta Alex.

Para quem desejar conhecer melhor a Confecção Elas, fazer cotações e saber mais sobre as suas iniciativas que já foram premiadas, basta acessar www.elasecomodas.com, enviar email para elas.ecomodas@gmail.com ou ligar para (22) 4105 1071 ou 8157 9540. Quem desejar conhecer mais sobre o Instituto Brasileiro de Florestas pode acessar www.ibflorestas.org.br