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sexta-feira, 19 de abril de 2013

ACESSO GRATUÍTO EDIÇÃO 31 - VERSÃO DIGITAL

Conteúdos desta edição:

Matérias:
- Capa: 2013: O ano da Logística Reversa
- Entrevista: Marina Silva
- Visão Sustentável: Cativa Natureza – beleza de forma sustentável
- Tecnologia e Sustentabilidade: Parana Metrologia – Da teoria para a prática
- Responsabilidade Social Corporativa: (Cpce Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial) Realização de 2012 e Projetos 2013
- Desenvolvimento Local: A sustentabilidade como inspiração (WTC)

Artigos:
- Artigo: O “Pibão” da Presidenta Dilma (Jerônimo Mendes)
- Artigo: O Marketing e o ciclo de vida sustentável de produto (Hugo Weber Jr)
- Artigo: Turismo Sustentável – Have you heard about it? (Rosimery de Fátima Oliveira)



segunda-feira, 18 de março de 2013

Sustainable Brands Rio - 08 e 09 de maio

A Conferência Sustainable Brands é o marco zero para os profissionais de inovação, sustentabilidade e comunicação, que se reúnem ao redor do mundo e desejam se inspirar, se engajar e se equipar para construir melhores marcas. Acontece pela primeira vez no Rio de Janeiro nos dias 8 e 9 de Maio de 2013, no Hotel Windsor Atlântica, na Praia de Copacabana.

A plataforma Sustainable Brands foi fundada na crença de que, estimulando o melhor da engenhosidade e inovação do homem, podemos alterar a forma dos negócios e, com isso, o mundo. Nosso desejo é despertar novas ideias e conectar pessoas de diferentes perspectivas e disciplinas em um ambiente otimista e colaborativo. Queremos, assim, criar uma visão compartilhada de que é possível transformar e ainda ampliar nossa consciência a partir de exemplos concretos de como os atuais líderes se beneficiam de inovação sustentável.

Ao reunir a comunidade Sustainable Brands no Brasil na SB Rio 2013, vislumbramos a oportunidade de expandir as conexões de profissionais de todo o mundo que trabalham ativamente na direção a um novo modelo de desenvolvimento. “Estamos muito animados por trazer o Sustainable Brands ao Rio e poder integrar a energia criativa de um mercado emergente como o brasileiro à rede SB”, afirma KoAnn Skrzyniarz, fundadora do Sustainable Brands. “Acreditamos que as marcas têm a capacidade única de disseminar ideias por meio da discussão de novas tendências culturais e pela sugestão de soluções que poderão responder efetivamente às novas demandas da sociedade”, completa KoAnn.

O SB Rio 2013 apresentará experiências concretas de empresas nacionais e internacionais sobre como viabilizar tecnologias e negócios transformadores. O programa da Conferência reunirá palestras inspiradoras de líderes empresariais e empreendedores e sessões temáticas, onde serão aprofundados aspectos como inovação em rede, mudança de cultura empresarial, comunicação, empreendedorismo, entre outros.


Plenárias - Apresentações de líderes empresariais nacionais e internacionais focadas em iniciativas concretas de transformação dos negócios por meio de tecnologias limpas, inovação, cultura organizacional, comunicação, engajamento de consumidores etc.

Expo – Exposição de 15 casos de iniciativas empresariais totalmente conectadas com o conteúdo das plenárias e sessões temáticas, de maneira a tornar tangível as apresentações e ampliar a conectividade entre a teoria e a prática.

Sessões temáticas – Painéis de aprofundamento dos temas centrais da Conferência com a participação de três convidados que poderão ser mediados por especialistas nacionais e internacionais.

Saiba mais!


terça-feira, 5 de março de 2013

REDE WINGS FOR CHANGE® ABRE INSCRIÇÕES

INICIATIVA É DESTINADA A JOVENS EMPREENDORES SOCIAIS

Estão abertas as inscrições para a Rede Wings for Change®. A iniciativa é destinada a jovens empreendedores sociais, com idade entre 15 e 29 anos, que já estejam realizando o seu projeto - por exemplo, um movimento ou negócio social, ou uma ONG – com potencial de ampliar o seu impacto social e/ou ambiental com o apoio da Rede. Um dos critérios de seleção é a criatividade das ideias destes empreendedores, sua ousadia e capacidade de inovação.

A Rede tem como objetivo formar um grupo de 10 empreendedores, e que este tenha como característica a diversidade. Para isso, a Rede dará atenção especial aos candidatos que vivem em condições socioeconomicamente menos privilegiadas.

Os jovens empreendedores sociais da Rede Wings for Change® participarão de encontros com pessoas inspiradoras; receberão apoio de consultores para fortalecer suas competências de gestão social e terão mentores para acompanhá-los em suas empreitadas. Além disso, a Rede oferecerá suporte a estes jovens no desenvolvimento de um plano de sustentabilidade financeira para a sua iniciativa.

As inscrições vão até dia 10 de março de 2013. Os interessados devem fazer um vídeo de até três minutos contando “O que você está fazendo para mudar o mundo” e “Por que está fazendo isso?”, disponibilizá-lo no You Tube e enviar o link com seu nome e contatos para wingsforchange@gmail.com.

Mais informações nos sites do Instituto Asas e da Ashoka, que realizam esta iniciativa em parceria: www.institutoasas.org.br  e www.ashoka.org.br

Fonte: approach

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Matéria da Geração Sustentável ganha prêmio Itaú de Finanças Sustentáveis


Ao completar cinco anos, a revista Geração Sustentável foi especialmente distinguida no cenário nacional com o Prêmio Itaú de Finanças Sustentáveis 2012, conferido à jornalista Letícia Lopes Ferreira pela matéria Saiba como andam as práticas de sustentabilidade dos bancos brasileiros, publicada na edição 25. A reportagem foi premiada na categoria Trabalhos Jornalísticos, modalidade revista, e ficou entre três finalistas ao lado das revistas Página 22 e Capital Aberto. O prêmio foi entregue à jornalista e ao diretor executivo da revista, Pedro Salanek Filho, no dia 12 de novembro, na Fundação Itaú Cultural, em São Paulo.

A cerimônia de premiação, que contou com a participação Eduardo Giannetti, doutor em Economia pela Universidade de Cambridge, também marcou o lançamento da versão em português da pesquisa Integración de la Sostenibilidad en las Instituciones Financieras Latinoamericanas, realizada pela Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Unep FI). A publicação, lançada no Brasil com o apoio do Itaú Unibanco, reúne os resultados de um estudo regional sobre a situação atual do mercado com relação à sustentabilidade, incluindo exemplos de boas práticas que podem servir de inspiração para diversos tipos de instituições.
Prêmio: Realizado a cada dois anos, o prêmio é uma iniciativa do Programa Itaú de Finanças Sustentáveis e seus objetivos são estimular a produção de matérias jornalísticas e trabalhos acadêmicos nacionais sobre finanças sustentáveis, e disseminar o conceito e o debate sobre o tema por meio de uma rede estruturada com o público participante do prêmio.

Além de Trabalhos Jornalísticos, modalidades Revista, Jornal, Digital, TV e Rádio, foram contempladas a categoria Academia e Especialistas, nas modalidades Graduação, Pós-graduação e Especialistas, e categoria Colaboradores, nas modalidades Graduação e Pós-graduação. Nesta edição, foi adicionado o prêmio especial Destaque Rio+20, com as categorias Academia e Especialistas, e Colaboradores.

Acesse aqui a matéria vencedora!

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Edição 29: Matéria de Capa - Instituto HSBC

Sintonia com demandas socioambientais e econômicas do Brasil

Financiando projetos e desenvolvendo iniciativas próprias, instituto engaja colaboradores e é primeira ONG corporativa com status associativo da ONU

Diego Mesquita, 22 anos, é um exemplo de que o voluntariado pode ajudar os a comunidade, mas também o próprio voluntário. Atualmente, é responsável pela área de TI da Fundação Projeto Pescar, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, uma iniciativa apoiada pelo IHS (Instituto HSBC Solidariedade), que oferece cursos profissionalizantes para jovens. Uma das atribuições de Mesquita é treinar orientadores em todo o Brasil.

Na adolescência, ele foi um beneficiado pela Fundação por meio do projeto de educação Oportunidades que Transformam Vidas, fazendo o curso Iniciação Profissional em Vendas e Atendimento ao Cliente, na Unidade Projeto Pescar Volpar. Ele conta que realmente teve sua vida transformada.

Aos 15 anos, Mesquita trabalhava em uma transportadora, sem carteira assinada e com a remuneração diária de R$15,00, sem direito a férias e 13º salário. "Precisava contribuir com a renda da minha família, pois sempre fomos humildes, mas também sempre me dediquei ao máximo aos estudos, trabalhando durante o dia na transportadora e estudando à noite".

Ele ainda lembra e segue os conselhos da orientadora no projeto, Barbara Adirme, de sempre desempenhar suas funções com boa vontade e nunca parar de estudar. Após a formatura, em dezembro de 2006, Mesquita não conseguiu um emprego, mas não desanimou e até se ofereceu para atuar como voluntário no Projeto Pescar. Em 2007, ele deu aula de empreendedorismo no projeto e, naquele mesmo ano, foi indicado pela antiga orientadora para uma vaga temporária no Pescar que, em breve, tornou-se um emprego com contrato efetivo.

Em agosto deste ano, Mesquita comemorou cinco anos no Projeto Pescar "com a alegria de ter sido uma caminhada pesada e cansativa, mas de muitas vitórias e, cada vez mais, com um sentimento de dever cumprido". Ainda em 2012, ele conclui a faculdade de Sistemas de Informações e pretende fazer curso de inglês e pós-graduação. "Acredito muito na oportunidade que tive no projeto, pois como sempre morei em uma 'vila complicada', vendo amigos seguirem caminhos diferentes e até mesmo partirem por causa de suas escolhas erradas, enxergo que fiz as escolhas certas nessa caminhada", declara.

Mesquita lembra ainda que foi o apoio do IHS que possibilitou tudo isso. Segundo ele, no Projeto Pescar, esse apoio é essencial para a expansão da Tecnologia Social Pescar, ampliando o acesso de jovens em situação de vulnerabilidade social ao mundo do trabalho e da geração de renda. "Fico feliz de existirem empresas assim, que conseguem estar em sintonia com as demandas sociais do país e beneficiar jovens que, como eu, têm potencial e precisam de oportunidade", afirma.

A história do gaúcho Diego Mesquita é apenas uma entre os milhares de vidas beneficiadas pelos projetos e trabalhos apoiados e desenvolvidos pelo Instituto HSBC Solidariedade, IHS. Primeira ONG corporativa a ganhar status associativo do Departamento de Informações Públicas da Organização das Nações Unidas, ONU. O IHS apoia, somente durante o primeiro sementre desse ano, 177 projetos socioambientais, beneficiando diretamente 156 mil pessoas.

Além de ter seu trabalho chancelado pelas Nações Unidas, o IHS irá divulgar ações e contribuir localmente para os programas globais da ONU, e para a mobilização da opinião pública para a promoção dos objetivos das Nações Unidas. Representantes do Instituto participarão de conferências e eventos, farão parte de uma plataforma global de compartilhamento de informações e melhores práticas, além de terem acesso à sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, para todas as reuniões e encontros abertos em sua área de atuação.

Demandas socioambientais: A gerente sênior de Sustentabilidade do HSBC Roseli Ramos informa que a entidade apoia projetos como os de organizações que atuam com foco em educação (destinando cerca de 50% dos recursos), meio ambiente (25%) e geração de renda (25%) para a comunidade, além de coordenar de iniciativas próprias e contribuir para a implantação de programas globais do HSBC. Em 2011, foram investidos quase 20 milhões de reais em 236 projetos, atingindo aproximadamente 197 mil pessoas.

O IHS busca também impulsionar o fortalecimento e a profissionalização do terceiro setor por meio de capacitações periódicas e do estabelecimento de parcerias que contribuam para o desenvolvimento sustentável.

Roseli destaca parecerias com instituições como Pastoral da Criança (de quem o HSBC é o maior parceiro privado), WWF e Incubadora Tecnológica de Corporativas Populares da FGV. Outros projetos a serem destacados são os desenvolvidos com organizações como o Hospital Pequeno Príncipe, Acridas, Fundação O Boticário, Grupo DPaschoal, SPVS e Earthwatch Institute, além de diversas universidades, como PUC do Rio Grande do Sul, do Paraná, de Minas Gerais e de Goiás.

Outro projeto a ser lembrado é o HSBC Educação, projeto próprio do IHS, que atende 530 pessoas de 11 casas-lares e abrigos de Curitiba e Região Metropolitana, e culmina no Natal do Palácio Avenida, em dezembro, quando 160 crianças se apresentam num coral para pessoas do Brasil inteiro num dos mais antigos edifícios da capital paranaense.

Outro projeto apoiado pelo IHS é o Instituto Salvia de Soluções Socioambientais (Issa), que atua no Núcleo Rural do Córrego do Urubu, no entorno do Distrito Federal. Fundado em 1998, pelo especialista em tecnologia social e sistemas permaculturais e agroflorestais Andrew Miccolis e pela doutora em Energia e Recursos pela Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, Renata Marson, seu objetivo é desenvolver estratégias e técnicas locais que diminuam a vulnerabilidade das comunidades e dos ecossistemas, aumentando, assim, a capacidade de adaptação às mudanças climáticas por meio de sistemas sustentáveis de gestão dos recursos hídricos e ocupação do solo.

O Issa é apoiado pelo IHS com R$100 mil no Projeto Aclimar - Plantando Árvores e Colhendo Águas -, que foi apresentado na Rio+20. O foco é na gestão sustentável dos recursos hídricos, controle de erosão e drenagem, bem como sistemas sustentáveis de uso e ocupação do solo, como Agroecologia, Permacultura e Sistemas Agroflorestais.

Miccolis informa que, diretamente, são 480 pessoas beneficiadas somente pelo Projeto Aclimar, mas, indiretamente, esse número é bem maior. Ele conta que o motivo que o levou a fundar o Issa foi a vontade de encontrar soluções que ajudassem as pessoas a sair da pobreza, ao mesmo tempo recuperando e conservando a natureza.

(Foto: Voluntário Ednei Lopes em entrega de ovos de Páscoa em uma entidade social)

O Issa é, hoje, um centro de referência em tecnologias socioambientais e moradia sustentável, com sistemas agroflorestais e agroecológicos, recuperação de áreas degradadas, além de sistemas de captação, armazenamento e tratamento de água e bioarquitetura. Miccolis conta que, em 2010, o Issa foi selecionado no edital do IHS para projetos sobre adaptação a mudanças climáticas. "É muito louvável e importante o apoio do HSBC na área ambiental", afirma. "O banco é pioneiro em apoiar projetos relacionados a mudanças climáticas".

O IHS também incentiva a formação de líderes sociais locais com iniciativas como o Prêmio Instituto HSBC Solidariedade - Troféu Dra. Zilda Arns Neumann (em homenagem à fundadora da Pastoral da Criança) que busca reconhecer pessoas que se destacam no terceiro setor paranaense com projetos focados em Educação e Meio Ambiente. Os eleitos recebem um prêmio em dinheiro para ser investido em capacitação e nos projetos desenvolvidos.

Além dos apoios e parcerias, e dos programas de capacitação das ONG parceiras, o Instituto HSBC Solidariedade mantém o núcleo DMA (Desenvolvimento, Monitoramento e Avaliação), cuja equipe está em permanente contato com as entidades apoiadas e os padrinhos, acompanhando o investimento do Instituto, avaliando os resultados obtidos e ajudando-as a alcançar seus objetivos.

Água para todos: O HSBC Brasil coordena programas ambientais globais do Grupo HSBC na América Latina. No Brasil, as atividades de engajamento de colaboradores recebem apoio do IHS.

Atualmente, no Programa HSBC pela Água - com as ONGs internacionais Earthwatch Institute, WaterAid e WWF -, e anteriormente com o HSBC Climate Partnership, em parceira com WWF, The Climate Group, Earthwatch Institute e Smithsonian Tropical Research Institute (STRI).

Uma pesquisa encomendada pelo Grupo HSBC descobriu que, globalmente, os investimentos relacionados à água têm alto retorno para o desenvolvimento socioeconômico. O resultado médio sobre cada dólar investido em proporcionar o acesso universal à água e ao saneamento seria de aproximadamente cinco dólares. Na América Latina, o valor sobe para 16 dólares.

O Programa HSBC pela Água terá um investimento de US$ 100 milhões e será desenvolvido entre 2012 e 2016. Tem como objetivos proteger bacias hidrográficas importantes para comunidades e negócios, promover o acesso à água e higiene das populações com grande necessidade, e estimular o engajamento de colaboradores do HSBC.

Junto a parceiros locais, a Earthwatch está desenvolvendo projetos para engajar colaboradores do HSBC e comunidades em um programa científico global realizado por cientistas-cidadãos, coletando dados ambientais com tecnologia inovadora. A WWF ajudará a proteger cinco importantes bacias hidrográficas em todo o mundo e, no Brasil, o foco é a bacia do Rio Pantanal.

Já o programa HSBC Climate Partnership foi desenvolvido de 2007 a 2011, com investimentos de US$ 100 milhões no mundo, e buscou responder às ameaças das mudanças climáticas. A iniciativa teve como principais objetivos apoiar o desenvolvimento de cidades mais limpas e verdes, coordenar a maior pesquisa de campo no mundo sobre impactos climáticos em florestas, proteger alguns dos maiores rios do planeta e as populações que vivem no entorno, capacitar colaboradores sobre mudanças climáticas, e formar uma força tarefa para desenvolver projetos de conscientização no banco e na comunidade, promovendo a ecoeficiência e os negócios sustentáveis.

Dentro desse programa, em Guaraqueçaba, no Litoral do Paraná, 436 colaboradores dos países latinoamericanos onde o HSBC atua foram capacitados para questões climáticas, com treinamentos teóricos e práticos.

Voluntários: O Instituto HSBC Solidariedade coordena o Programa HSBC de Voluntariado, que promove o engajamento dos colaboradores do banco em projetos apoiados pelo IHS e ações próprias. As ações são coordenadas com o apoio de Comitês Regionais de Ação Voluntária que cobrem todas as regiões em que o banco atua. Em 2011, o programa mobilizou cerca de 3 mil pessoas, o que representa 15% de engajamento do total de colaboradores do grupo no Brasil.

(Foto: Odair Schusarz, colabor voluntário do HSBC)

Ela diz que, também no ano passado, o Instituto criou o Programa de Reconhecimento para prestigiar e premiar os colaboradores que se destacaram pelo engajamento voluntário, e para celebrar o engajamento e estimular colaboradores que ainda não praticam o voluntariado. "Por exemplo, no dia do aniversário, o colaborador voluntário recebe um presente e, sempre que temos a oportunidade em eventos, chamamos os voluntários da região, valorizando-os diante de gestores e colegas".

O gestor de Custos Ednei Lopes, o HSBC em São Paulo, é um colaborador voluntário Climate Champion (que passa por um treinamento específico) e Super Champion, o que significa que faz parte de um grupo cuja missão é "Fortalecer os objetivos de sustentabilidade e, apoiando atitudes e estimulando ações com foco nos negócios, nas operações e no engajamento, promovendo a cultura sustentável no dia a dia dos colaboradores e nos processos do HSBC Brasil". Lopes que, mais do que um voluntário HSBC é, hoje, um ativista em questões climáticas, conta que uma das coisas que mais o deixa feliz é convencer outra pessoa a ser voluntária, assim como ele. Atuar em ações socioambientais lhe despertou o interesse pelas questões relacionadas à sustentabilidade e o HSBC vem lhe oferecendo oportunidades de se aprofundar no tema em treinamentos, workshops e conferências.

No ano passado, ele concluiu um MBA com ênfase em Meio Ambiente na FGV, Fundação Getúlio Vargas, e, atualmente, seu trabalho vai além dos projetos do HSBC: já fez palestras sobre meio ambiente para mais de 2 mil pessoas, mantém um blog (www.facasuaparte.com.br) sobre sustentabilidade e consumo consciente, e escreve para um portal de notícias regional. "Meu objetivo é estar cada vez mais preparado para participar de um planeta onde todos deverão ser sustentáveis", declara.

Além disso, organiza expedições ecológicas para envolver os colaboradores do banco e convidados deles em atividades de contato direto com a natureza. "Já fomos conhecer as Nascentes do Rio Tietê, em São Paulo; a Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro, e descemos a Estrada Velha de Santos, em 2010, participando no Global Work Party, evento promovido em parceria com a ONG 350.org. A última foi em São Luiz do Paraitinga", diz.

Lopes também faz parte do Comitê de Voluntariado de São Paulo, formado em 2008, que se reúne todos os meses. "É um grupo super engajado e diverso, e cada um, com a sua expertise, faz toda a diferença para o sucesso da equipe. Temos apoio dos gestores e percebo que a atividade voluntária vem crescendo no HSBC, não só em quantidade de ações realizadas, mas na percepção dos colaboradores, que entendem o quanto essa prática é saudável e recompensadora".

Como colaborador voluntário, ele participa de várias campanhas, dá aulas de educação financeira em escolas públicas por meio de projetos em parceria com a ONG Junior Achievement, e organiza ações próprias e específicas. Este ano, as ações estão atreladas à Gincana do Milênio, da qual Lopes participa com Os Sustentáveis - uma equipe que formou com colegas do departamento onde trabalha - que estão trabalhando na ONG CCA Vila Londrina, atendendo 200 crianças na Zona Leste de São Paulo. A Gincana é uma ação que dura o ano todo e promove vários desafios para fortalecer o voluntariado dos colaboradores e beneficiar a comunidade.

Lopes trabalha há 15 anos no Grupo HSBC, onde iniciou no mercado de trabalho, aos 18 anos. "O fato de o HSBC ser uma empresa com responsabilidade social e ambiental é um dos fatores que mantém meu interesse e satisfação em trabalhar para o banco", afirma.


Apadrinhamento: Toda iniciativa ou projeto financiado pelo HSBC tem um colaborador responsável chamado de padrinho ou madrinha. Desde o ano passado, eles são capacitados pelo IHS para essa função e passaram a participar do processo de seleção dos projetos a serem apoiados pelo IHS - e não somente de sua indicação como anteriormente.

(Foto: Alunos da Fundação Projeto Pescar junto com a madrinha Maria Cecília M. Fraga)

A gerente de Relacionamento em Plataforma Corporate do HSBC em Porto Alegre, Maria Cecilia Merladete Fraga, trabalha no banco há 26 anos e, há 10 anos, é madrinha da Fundação Projeto Pescar. Ela conta que sempre se interessou por projetos sociais e decidiu se tornar madrinha do Projeto Pescar assim que tomou conhecimento dele. Maria Cecília acompanha o desenvolvimento do Projeto, visita suas unidades e sede, interage com os jovens atendidos e promove palestras de seus colegas colaboradores voluntários que relatam suas experiências de vida para os jovens sobre as etapas que superaram na realização de seus sonhos e concretização de suas metas.

Maria Cecília afirma que o HSBC contribui de maneira significativa para que ela seja um agente de mudança positiva: "Ter essa oportunidade é muito importante, é conseguir exercer minha cidadania e poder me desenvolver como ser humano". Para ela, essa experiência leva a acreditar em um mundo que pode ser melhor, e que se pode e se deve lutar por isso.

Maria Cecília tem certeza de que sua contribuição vale a pena quando ouve histórias como a de Diego Mesquita, já mencionada, e a de Natália Cristina Soares Freitas, de 18 anos, também beneficiada pela Fundação Projeto Pescar.

Natália conta que, no início, pensou que não teria capacidade para ser selecionada para o curso, mas hoje, aluna há quatro meses, sabe que tomou a decisão certa. "Tenho muito orgulho de dizer que sou aluna do Projeto Pescar porque ele mudou a minha vida completamente", diz. "Eu era uma menina que não tinha noção de como se entra no mercado de trabalho e, a cada dia, aprendo uma coisa nova, um aprendizado que vou levar por toda a minha vida."


O HSBC

O HSBC, com mais de 140 anos de história, é um dos maiores conglomerados financeiros do mundo. Com sede em Londres, possui aproximadamente 7,5 mil escritórios em mais de 80 países e ações negociadas nas bolsas de Londres, Hong Kong, Nova Iorque, Paris e Bermudas. São cerca de 220 mil acionistas em dezenas de países. No Brasil, opera desde 1997, quando comprou o Bamerindus, e está presente em 545 municípios, atendendo a 5,1 milhões de pessoas e a 450 mil empresas em todas as regiões do país.

O HSBC foi um dos primeiros bancos no Brasil a ter uma política própria de concessão de crédito que considera aspectos de sustentabilidade e o mesmo cuidado é aplicado na gestão de investimentos de terceiros (Asset Management). O banco tem um rating de sustentabilidade para avaliação e classificação de ativos nos aspectos ambiental, social e de governança. Além disso, conta com ferramentas importantes, como o BSC, Balanced Scorecard, e os KPI, Key Preformance Indicator, para monitorar as metas e resultados da companhia, incluindo indicadores de sustentabilidade. Para verificar o atingimento desses objetivos, o Comitê de Sustentabilidade reúne-se periodicamente.

O Grupo HSBC é ainda signatário do Pacto Global, iniciativa da ONU para incentivar a responsabilidade social corporativa por meio de dez princípios universais, entre direitos humanos e do trabalho, proteção ambiental e ações contra a corrupção. Segue também as diretrizes dos Princípios Global Sullivan como forma de promover políticas públicas que respeitem os direitos humanos, obedeçam à lei e minimizem impactos econômicos sociais e ambientais.

O banco é também signatário dos Princípios do Equador da International Finance Corporations e dos Princípios para Investimento Responsável da ONU. E segue diretrizes do setor financeiro, como o Protocolo Verde, iniciativa da Febraban, Federação Brasileira de Bancos, que busca a implantação de uma agenda comum de sustentabilidade para o setor bancário. Além disso, é associado ao Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável.

O HSBC Brasil tem ainda a certificação SA8000, criada pelo Conselho de Prioridades Econômicas da ONU para promover responsabilidade corporativa.

Fonte: Relatório de Sustentabilidade de 2011



Metas para 2012 e realizações em 2011 do Instituto HSBC Solidariedade


Metas:

80% das ONGs parceiras acompanhadas pelo DMA Programa de reconhecimento para voluntários de destaque

80% de projetos com nível de execução bom 92% das iniciativas monitoradas com nível de execução bom ou ótimo

85% de projetos de seleção com capacitação de gestores sociais, padrinhos e madrinhas 271 gestores e 81 padrinhos capacitados

Ter pelo menos 12% de colaboradores voluntários engajados 15% de colaboradores voluntários, aumento de um ponto percentual com relação a 2010

Realizações em 2011


Programa de reconhecimento para voluntários de destaque

92% das iniciativas monitoradas com nível de execução bom ou ótimo

271 gestores e 81 padrinhos capacitados

15% de colaboradores voluntários, aumento de um ponto percentual com relação a 2010

**Fonte: Relatório de Sustentabilidade de 2011


Jornalista: Letícia Ferreira

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Veja outros conteúdos dessa edição:

Matérias:

Capa: Instituto HSBC Solidariedade - Sintonia com demandas socioambientais e econômicas do Brasil
Tecnologia e Sustentabilidade: Proteção e segurança para o consumidor
Visão Sustentável:
Responsabilidade Social Corportativa: Lançado programa empresarial em que funcionários podem desabafar e buscar o autodesenvolvimento
Desenvolvimento Local: Conscientização empresarial e compromisso com o futuro do planeta

Artigos:

Gastão Octávio Franco da Luz: Resquícios de sustentabilidade. Um registro de viagem
Giuliano Moretti: Da ego à Ecossustentabilidade: O caminho da percepção
Jeronimo Mendes: Empreendedor ou Empregado: Umdesafio interior

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Entrevista Edição 29 - Claudia Malschitzky (Instituto HSBC)


Claudia Malschitzky, superintendente executiva de Sustentabilidade e diretora executiva do Instituto HSBC Solidariedade, fala dos colaboradores do banco, do apoio da ONU e do Natal no Palácio Avenida, em Curitiba

Há 15 anos no grupo HSBC, Claudia Malschitzky não imaginava que sua carreira seguiria caminhos tão diversos, assim como sua vida: filha de um funcionário da ONU, Organização das Nações Unidas, quando criança, morou em países ricos e pobres, como Itália, Gana e Madagascar, o que lhe deu muita bagagem cultural e a fluência em diversos idiomas.

Essa fluência garantiu à Claudia, graduada em Jornalismo com MBA em Marketing e pós-graduação em Recursos Humanos e Gestão Empresarial, o convite para assessorar o então presidente do grupo que acabava de chegar ao Brasil, Michael Geoghegan, na difícil tarefa de se comunicar com as diversas governanças e áreas da empresa. Graças não somente à facilidade em falar várias línguas, mas em se relacionar com os vários níveis hierárquicos da empresa, Claudia ocupou essa posição durante 5 anos em que Geoghegan comandou as operações do HSBC no Brasil. Depois passou pelas equipes de Marketing e Varejo do banco. Ela lembra que uma das coisas que mais impressionaram o presidente e a esposa assim que chegaram ao Brasil foi o Natal do Palácio Avenida, projeto que o casal logo quis saber do seu caráter social e, solicitaram que fosse desenvolvido, sem modificar o espírito inicial.

Fazendo a interface entre o casal e os responsáveis pelo projeto, Claudia teve contato com o primeiro projeto oficial do HSBC para a comunidade, nascido do Natal do Palácio Avenida, que progride até hoje: o HSBC Educação. Foi o primeiro passo que levou Claudia a ser superintendente executiva de Sustentabilidade e diretora executiva do Instituto HSBC Solidariedade, com sede em Curitiba, no Paraná. Ela afirma que o Instituto pertence aos 23 mil funcionários do grupo HSBC no Brasil, e não somente a sua equipe de especialistas, e ressalta o status associativo do Departamento de Informações Públicas da ONU.


O que significa, para o Instituto HSBC de Solidariedade, o status associativo da ONU?

ONGs filiadas à ONU há milhares. Corporativas, não. O Instituto HSBC Solidariedade foi a primeira a ser credenciada no mundo. A ONU define a agenda mundial e esse reconhecimento nos traz, com a responsabilidade, informações preciosas para focarmos ainda mais nossa atuação.

As Nações Unidas estavam buscando uma aproximação com o segundo setor porque perceberam a importância dele e, quando nos contataram através do Instituto Humanitare (organização que tem como objetivo aproximar a sociedade civil das Nações Unidas), precisavam de uma primeira empresa global para esse início de aproximação. Uma quebra de paradigma.

Depois de seis meses de um processo de credenciamento bastante rigoroso, praticamente uma auditoria, fomos aprovados.

O convite veio em um momento em que estávamos procurando uma forma de trazer para o Instituto HSBC Solidariedade a mesma credibilidade e o mesmo reconhecimento público e internacional, merecidos, de outras instituições semelhantes. O maior ganho desse status associativo, entretanto, foi a reação do nosso colaborador, de orgulho pela conquista. Recebemos dezenas de felicitações parabenizando a equipe do Instituto.


Como é o relacionamento do Instituto com os colaboradores do HSBC?

O engajamento do nosso colaborador é grande parte do sucesso do Instituto. Desenvolvemos estratégias de engajamento, investimos em formação, escolhemos muito bem nossos parceiros e sempre trabalhamos com ONGs muito sérias. O legado que quero deixar é esse e brinco, dizendo que preciso me aposentar, mas só posso fazer isso quando os 23 mil colaboradores, no Brasil, sentirem-se donos do Instituto.

Acredito também que essa integração é facilitada pelas estratégias do próprio HSBC, pelo seu jeito de ser que está nos valores do grupo: sermos confiáveis e fazendo a coisa certa, sermos abertos a diferentes culturas e conectados a clientes, comunidades, órgãos reguladores e uns aos outros. Nosso maior desafio é mostrar para nosso colaborador que, para trabalhar no HSBC, você não tem que ser simplesmente um bom funcionário, você também tem que ser ético e ter princípios de sustentabilidade.

Temos ainda alguns mecanismos práticos para motivar o colaborador. Por exemplo, dentro do BSC (Balance Score Card), uma metodologia de estratégia, estabelecemos um índice mínimo de voluntariado para a organização. Esse desafio foi firmada porque, olhando para ela, os outros colaboradores se sentiriam incentivados e motivados, transformando o voluntariado de algo apenas legal, a algo que precisa ser considerado. Assim, colaboradores de todas as áreas começaram a pensar em como se conectar. Hoje, o Instituto fala alto ao colaborador, que aprecia muito fazer parte dessa instituição que humaniza o banco.


O Instituto consegue traduzir para seus stakeholders como o HSBC une lucro e sustentabilidade sem conflito?

Sim, nossos stakeholders começaram a entender que o trabalho do Instituto não é importante somente porque está beneficiando mais de 190 mil pessoas, mas também porque significa a solidez de todo o grupo, de seus relacionamentos e o comprometimento de estar presente nas comunidades onde o HSBC atua. Uma das principais mensagens que recebemos da nossa matriz, na Inglaterra, é que a meta do HSBC é negócios e relacionamento com o cliente em longo prazo. A empresa que não desenvolve um trabalho que a aproxima das comunidades no país em que está, não mostra que está contribuindo para o desenvolvimento daquele país, não conseguirá desenvolver ali um trabalho em longo prazo. O trabalho do Instituto HSBC Solidariedade realmente vem contribuindo para o desenvolvimento do Brasil e isso nos aproxima da comunidade, o país quer que fiquemos. E, se o país quer que você fique, você ganha o olhar positivo do cliente.

No Brasil, o cliente não costuma comprar o produto de um banco somente porque é verde ou social, ele não vai pagar mais por isso. Mas vai deixar, sim, de operar com o banco que não tiver um comportamento condizente com as necessidades ambientais e sociais. Todos os bancos desenvolvem produtos chamados sustentáveis, verdes, etc., mas, pela minha experiência, os clientes estão mais interessados em linhas de crédito que sejam competitivas dentro do mercado. Entretanto, junto com esses produtos, querem que o banco tenha um comportamento diferenciado. Nossos clientes são exigentes - e devem ser - e, no final do dia, podem fazer as contas e verificar com quanto contribuíram. Aliás, devemos ter isso sempre em mente até para sabermos que serviços e produtos vamos ofertar, de que maneira e em que momento. No HSBC, não queremos somente produtos verdes, mas que nossos produtos atendam a critérios, que entendemos mínimos, de sustentabilidade. Estamos trabalhando para que a sustentabilidade esteja integrada na essência dos negócios.


Como está atualmente o voluntariado entre os colaboradores do HSBC?

Nosso trabalho de voluntariado funciona muito bem porque nele investimos tempo, equipe e orçamento. Temos 17 comitês de voluntários espalhados pelo país, que se formam de maneira independente e são coordenados por uma pessoa da equipe do Instituto, dentro de um programa em que diversas possibilidades são ofertadas ao voluntário, de acordo com seu perfil e disponibilidade.

Não há nenhum projeto financiado pelo HSBC que não tenha um colaborador responsável, que chamamos de padrinho ou madrinha. Em sua regional, em sua cidade, é ele quem define o relacionamento que o HSBC vai ter com a comunidade. São treinados sobre o que é ser um líder social e um padrinho de projeto do HSBC.

Selecionamos projetos em todas as 46 regionais do HSBC no Brasil porque queremos que o Instituto esteja presente onde o HSBC está. Temos muitos depoimentos de colaboradores que passam pelo treinamento de que isso mudou sua vida, mudou seus princípios, seus valores. Eles percebem que a empresa propicia a eles oportunidades de se desenvolverem não somente como profissionais, mas como pessoas e como agentes de mudança positiva na comunidade.


Que importância você dá ao Natal do Palácio Avenida?

O Natal do Palácio Avenida é muito maior do que o Espetáculo de Natal. Começa no dia 1º de janeiro e vai até 31 de dezembro. Por trás do show está o projeto HSBC Educação com crianças institucionalizadas, que não moram com pai e mãe biológicos por motivos legais e vivem em casas lares e abrigos. Trabalhamos com elas o ano inteiro. O Natal é o momento de celebração.

Esse projeto, consistente e forte, é o único totalmente desenvolvido pelo Instituto. É dividido em faixas etárias e o atendimento, feito no contraturno da escola e dentro do que detectamos serem as necessidades, vai desde estimulação precoce para crianças de colo até preparação para o mercado de trabalho do jovem aprendiz. Por meio de ONGs parceiras, há pessoas e projetos que trabalham o psicoemocional das crianças, reforço escolar, leitura, etc.

Nossos colaboradores se envolvem no projeto quando vão participar conosco nos dias de espetáculo porque, atrás de cada criança, nas janelas, fica um colaborador, que chamamos de anjo, para cuidar dela. Apesar de a criança estar com todo o equipamento de segurança, o anjo fica lá para dar todo o apoio necessário. Já tivemos dois casos de anjos que adotaram a criança.

Jornalista: Letícia Ferreira

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Veja outros conteúdos dessa edição:

Matérias:

Capa: Instituto HSBC Solidariedade - Sintonia com demandas socioambientais e econômicas do Brasil
Tecnologia e Sustentabilidade: Proteção e segurança para o consumidor
Visão Sustentável:
Responsabilidade Social Corportativa: Lançado programa empresarial em que funcionários podem desabafar e buscar o autodesenvolvimento
Desenvolvimento Local: Conscientização empresarial e compromisso com o futuro do planeta

Artigos:

Gastão Octávio Franco da Luz: Resquícios de sustentabilidade. Um registro de viagem
Giuliano Moretti: Da ego à Ecossustentabilidade: O caminho da percepção
Jeronimo Mendes: Empreendedor ou Empregado: Umdesafio interior

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Programa PAPO LIVRE é destaque na edição 29 da Revista Geração Sustentável

Sigiloso e imparcial, atendimento promove ambiente de trabalho com menos conflitos, faltas e afastamentos e, consequentemente, melhor desempenho

Uma gestora empresarial conta que não sabe como lidar com tantos funcionários que a procuram para conversar: "Estou aqui para resolver outras questões e as pessoas vêm me falar de problemas pessoais, não tenho tempo!" Os funcionários dessa gestora estavam precisando de uma pessoa isenta que pudesse ouvi-los para que se sentissem melhor para trabalhar, porque não levar os problemas pessoais para o trabalho e não deixá-los interferir na produtividade pode ser muito difícil.

O desabafo daquela gestora e a carência dos funcionários dela permaneceram com a psicóloga e coaching pessoal e profissional Lucia Fernandes. Com MBA em Gestão Estratégica de Pessoas pela FGV e Avaliação Psicológica e Consultoria Empresarial pela SOCIESC e Personal & Professional Coaching pela SBC (Sociedade Brasileira de Coaching), Lucia teve a ideia de desenvolver um atendimento individual para colaboradores em empresas - oferecer profissionais que estariam à disposição dos funcionários para um Papo Livre - e este se tornou o nome do programa - sobre o assunto que desejassem.

Lucia convidou para ajudá-la na elaboração a educadora e empreendedora social Vera Brito, com pós-graduação em Gestão de Instituições Educacionais pela OPET/PR. Em seguida, juntaram-se à ideia outros profissionais, como a especialista em Planejamento e Gestão de Negócios com formação em Dinâmica dos Grupos Cristina Beerends, formando um time experiente e multidisciplinar das áreas de serviço social, psicologia, farmácia, administração, educação, gestão de pessoas, educação social e prestadores de atendimento a pessoas e a comunidades em situação de vulnerabilidade, por meio de instituições sociais.

Assim nasceu e foi desenvolvido o programa Papo Livre, com slogan "bem estar dentro e fora da empresa", pela Atitude Consultoria. Inédito no Paraná, o programa consiste em atendimentos semanais, individuais e sigilosos de 20 minutos, dependendo do tempo contratado, abrangendo questões pessoais dentro de dez áreas: bem-estar emocional, cultura, direitos humanos, economia doméstica, empreendedorismo interno, empregabilidade, família, lazer e esporte, meio ambiente e saúde. A questão mais abordada nos atendimentos é família: "É um programa que colabora de forma inovadora para que o funcionário tenha seu bem-estar emocional e, consequentemente, profissional, pela simplicidade da sua base: uma boa conversa".

A mesma carência da gestora mencionada acima sentia o gerente de RH da American Glass Products do Brasil, AGP - em São José dos Pinhais, no Paraná -, Andrei Moreno. Quando entrou em contato com a Atitude Consultoria, ele identificou que o Papo Livre seria uma ótima oportunidade para a AGP. Moreno diz que oferecer apoio aos colaboradores em problemas pessoais é fundamental em uma empresa, mas nem sempre gestores, líderes e RH podem contribuir adequadamente e o ideal é que alguém externo supra essa necessidade. "No ambiente empresarial, há uma necessidade cada vez maior de um olhar holístico, que vise a atender o colaborador além do aspecto profissional, buscando alternativas de boas práticas que possam suprir anseios pessoais e emocionais", afirma. "O Papo Livre faz muito bem esse papel porque, da forma como são tratados os assuntos, com discrição e confidencialidade, as pessoas se sentem seguras e confiantes, o que facilita a resolução de problemas."

O líder de Treinamento da AGP Edmilto Lopes é da mesma opinião: "Sempre vamos ouvir o que os funcionários têm a dizer, mas talvez não tenhamos as soluções e os recursos que os consultores podem indicar".

Para a área de Segurança do Trabalho da AGP, o Papo Livre tem feito diferença positivamente, segundo o técnico em Segurança Alexandre Guimarães Galinari: "Quando conseguimos identificar que o colaborador não está em seu melhor momento por questões pessoais, o que pode originar atos inseguros, fazemos o encaminhamento para a equipe de consultoria", diz. Para ele, um fator importante é que o tempo de atendimento, de 20 minutos, não tira tempo da produção, nem o foco do trabalho. "Pessoalmente também tem me trazido excelentes resultados, me ajudando a dedicar mais tempo a minha família e a trabalhar de forma mais leve e não tão estressada."

Família foi também uma área em que outro colaborador da AGP, o operador de Produção Marcio Miranda Santos, diz que o Papo Livre lhe trouxe resultados positivos: "Minha esposa está feliz, perguntando o que aconteceu comigo, por que mudei tanto assim. O pensamento que eu tinha antigamente, hoje penso diferente. O que eu fazia antigamente, hoje eu faço diferente. Eu esbanjava dinheiro, hoje eu economizo, hoje eu posso aproveitar aquilo que eu jogava fora. Acho muito interessante essa empresa trabalhar pensando no povo, nas pessoas. Valeu a pena".

Pessoas e qualidade de vida: Lucia Fernandes diz que o programa Papo Livre, ao ser apresentado aos empresários, mostra o que eles pensam sobre pessoas, ou seja, se olham para seus colaboradores e veem somente produtividade ou se entendem que, dando importância à vida pessoal de seus colaboradores, estão fazendo um investimento. "Desta forma, o empresário terá um funcionário feliz, equilibrado emocionalmente, que consegue lidar com seus problemas, mantendo o ritmo de trabalho", afirma. "Do contrário, o custo é alto, pois, a partir do momento em que não damos conta dos problemas pessoais, estes podem se tornar doenças que afastam do trabalho e afetam a produtividade. É uma realidade, hoje, que o empresário que entende consegue formar uma base operacional forte".

Segundo Vera Brito, quando empresário investe em seu funcionário, este vai reconhecer o investimento, produzir e dar um retorno até para a imagem e a visibilidade da empresa, e na retenção dos talentos. A consultora diz que os participantes demonstram melhora em áreas como qualificação, voltando a estudar, saem mais para lazer e cultura e até se alimentam melhor.

O diretor de Produção Industrial da AGP Luiz Rogério Stella conta que, no começo, o programa sofreu alguma resistência e preconceito em sua área, mas depois não somente foi aceito como se tornou algo natural e positivo: “Os funcionários pediram que continuasse e a adesão tem sido bastante grande", informa. Para ele, a grande vantagem do Papo Livre está em que quem conversa com o colaborador não tem um pré-julgamento dele. "Uma pessoa da família talvez não dissesse em que realmente preciso mudar. Falando com uma pessoa externa, fica mais evidente a necessidade de mudança".

Escuta ativa: As técnicas utilizadas pelos consultores da Atitude no Papo Livre são escuta ativa e psicologia positiva (ver quadro). "O objetivo é escutar o colaborador de forma plena e atenta até que ele ponha todas as emoções para fora e, com o profissional, chegue a uma indicação de alternativa para o problema", afirma Vera Brito.

Ninguém é obrigado a participar, mas, durante a primeira fase de implantação do projeto - que aconteceu de 2010 a 2011, na AGP, empresa que permanece cliente da Atitude, e na Casa Fiesta Supermercados, em Curitiba - 93% dos participantes consideraram ótima a decisão da empresa em implantar o programa. Na segunda fase, de 2011 a fevereiro de 2012, na AGP, 96% afirmaram que o projeto atendeu suas expectativas.

Cristina Beerends conta que alguns colaboradores afirmam que só de saber que há alguém na empresa para ouvi-los quando precisarem trabalham mais tranquilos.

Ela explica que o projeto está em lançamento e teve uma fase de experimentação que durou dois anos. A consultora se diz extremamente otimista em relação à receptividade do mercado ao programa e também pelo comprometimento de todos os consultores envolvidos. "Por ser algo inovador, tivemos o cuidado desses dois anos de implantação e de trabalhar bem os indicadores", afirma. "Temos que agradecer muito à Casa Fiesta e à AGP que abriram as portas e se tornaram nossos parceiros. É muito bom trabalhar em uma área em que se melhora a qualidade de vida das pessoas."

Segundo Cristina, o projeto, certificado pelo programa Sesi de Empreendedorismo Social, não é estruturado para ser permanente, mas tem um prazo de execução mínimo de três meses e, ao final, indicadores permitem avaliar mudanças observadas em cada empresa, área ou departamento. Se necessário, esse período pode ser renovado ou repetido em outro momento. "Esse ciclo de vida é necessário para que o atendimento não se torne uma espécie de bengala, já que há uma meta. Também não é algo efêmero, mas que traz a oportunidade de a pessoa atendida buscar internamente a solução de seu problema", afirma.


Escuta ativa e psicologia positiva


Por Cristina Beerends, Debora Oliveira, Lucia Fernandes e Vera Brito

Na psicologia positiva, o modelo não é a doença, mas o bem-estar e a felicidade do indivíduo. Em julho de 2011, em sua 65ª Assembleia Geral, a ONU listou em sua agenda o tema felicidade, incluído na promoção do avanço econômico e do progresso social de todos os povos. A organização reconhece a importância da felicidade como meta fundamental humana.

Já a Escuta Ativa implica em:
• Aprender e compreender conteúdo e sentimentos.
• Responder aos sentimentos expressados.
• Aceitar as expressões e sentimentos, tanto positivos quanto negativos.
• Não fazer julgamentos.
• Perceber o tom de voz, a fluidez do discurso, as pausas, as vacilações, a construção das frases.
• Observar a linguagem não verbal (postura, expressão facial, gestos, olhar, movimentação das mãos, pernas e pés, respiração).


A empresa

A Atitude Cooperativa de Consultores é formada atualmente por 38 profissionais que atuam no Paraná e em São Paulo. Criada em 2006, presta serviços para empresas dos três setores nas áreas de assessoria empresarial, treinamentos, auditoria, coaching, planejamento e desenvolvimento de projetos, em empresas dos três setores.

Dentro dessas áreas, a empresa desenvolve produtos para finanças, administração, marketing/vendas, comunicação empresarial, educação, organização de eventos, infraestrutura de redes elétricas e telefonia, avaliações patrimoniais, recursos humanos, compras, produção, logística, organizações e métodos, psicologia, sistemas da qualidade e responsabilidade social empresarial.

Os consultores dividem-se em Núcleos de Trabalho com o fim de valorizar a união entre expertise e multidisciplinaridade: Desenvolvimento Humano Organizacional, DHO, Produção e Operação, Governança Corporativa e Familiar, e Responsabilidade Socioambiental.

Foto: Da esq.: Débora Oliveira, Silvia Rocio, Magali Mouraleite e Cristina Beerends. Abaixo: Lucia Fernandes, Marta Farina e Vera Brito

Serviço:
Atitude Consultoria
Fone: (41) 3078-0483

Jornalista: Letícia Ferreira
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ARTIGO: Inovação na forma de promover qualidade de vida nas empresas

Silvia R. Silva (Enfermeira do trabalho pela UFPR, com formação em dinâmica de grupos pela SBDG e Consultora em implantação de programas de qualidade de vida)

A metodologia que delineia e sustenta as práticas de escuta ativa é baseada em duas vertentes teóricas que tem em comum a visão otimista do homem. São elas a abordagem centrada na pessoa de Carl Rogers e a Psicologia Positiva, que nasceu na década de 90.

Dentro da perspectiva Rogeriana, em que a saúde mental e o desenvolvimento das potencialidades do homem são processos inerentes e naturais da evolução humana. O homem tem dentro de si uma força vital para a vida. O que não impede que enfrentemos caminhos de difícil acesso. A escuta ativa se coloca como uma ferramenta facilitadora da travessia desses obstáculos. A abordagem é não diretiva e centrada no cliente. Ao consultor cabe facilitar o processo de mudança e ao cliente a responsabilidade pela condução e sucesso da intervenção. O foco é nas potencialidades do individuo e não apenas na eliminação do sofrimento ou superação de déficits.

É importante salientar que está metodologia de trabalho se constitui inovadora enquanto ação preventiva no que diz respeito à saúde mental e qualidade de vida do trabalhador, pois seu foco de atuação é amplo e contempla não só a esfera biológica do sujeito, mas também a esfera social e emocional. Propostas que tem como referência o modelo biopsicossocial, promovem a melhoria da saúde e qualidade de vida em todas as dimensões: física, emocional, social, profissional, intelectual e espiritual. A integração dessas esferas potencializa a efetividade das intervenções, levando a um menor adoecimento e consequente redução do afastamento do trabalho, bem como o aumento da produtividade das pessoas que passam a ser mais autônomas no gerenciamento da sua vida. Iniciativas como essa superam um grande obstáculo enfrentado por algumas empresas na implantação de programas de qualidade de vida. A baixa adesão dos trabalhadores. Isso ocorre devido a não identidade com as propostas, muitas vezes o que é oferecido não atende as reais necessidades do trabalhador.

A partir da demanda definida pelo trabalhador aumenta a motivação para participar, pois ele será atendido em sua singularidade. Como consequência há um aumento na retenção de talentos, melhoria no clima organizacional, além de os colaboradores reconhecerem o empenho da empresa em cuidar do capital humano de modo integral e consistente.

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Desenvolvimento Local: Conscientização empresarial e compromisso com o futuro do planeta

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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Os olhos atentos à sustentabilidade

Evento realizado pelo curso de Administração reuniu no programa Sala de Visitas autoridades que discutiram sustentabilidade


A sustentabilidade na prática empresarial foi um dos temas da última edição do programa Sala de Visitas, realizado no dia 16 na Faculdade de Educação Superior do Paraná (FESP) pelo curso de Administração.

Idealizado e conduzido pelo coordenador do curso, professor Edison Luiz Dias, o Sala de Visitas contou com a participação dos empresários Rodrigo Rocha Loures e Rose Oliveira e o professor da FESP, Pedro Salanek Filho.

O tema tem sido foco de inúmeras discussões em todo o planeta desde a Eco 92 tendo como ponto de partida a construção de novos modelos de sociedade. Inspirada na necessidade de disponibilizar ao mercado um curso com a formatação completamente aplicada às práticas de gestão empresarial, a FESP oficializou o lançamento do MBA de Gestão em Sustentabilidade durante o evento. “O papo de salvar o mundo já está se esgotando da mesma forma em que se esgotam nossas reservas naturais”, destacou o professor coordenador do novo MBA, Pedro Salanek.

“Quando fomos buscar pelos conceitos dos vários cursos sobre sustentabilidade disponíveis em várias instituições do país, vimos que a grande maioria mantém o foco apenas nos conceitos do tema”, disse Salanek quando apresentou o curso. Segundo ele, é preciso mostrar aos alunos como as empresas podem conhecer e aplicar a sustentabilidade na realidade empresarial e nos negócios.


Sustentabilidade

O tema sustentabilidade conduziu o Sala de Visitas com discursos marcantes que acabou chamando atenção de boa parte dos alunos que participaram. Willian Lepinski, de 19 anos, aluno de Comércio Exterior, questionou os convidados sobre a associação entre os desafios de uma economia que necessita do consumo e a própria necessidade de se manter sustentável.

“A maneira mais barata de se aplicar sustentabilidade nas empresas é pelo planejamento estratégico. E para alcançarmos um futuro sustentável, precisamos retomar o ponto onde tudo começou, o nosso universo interior”, disse Rocha Loures aos atentos olhares de um público que lotou o grande auditório.

A empresária Rose Oliveira chamou atenção do público destacando que a despreocupação com a concorrência tem sido um dos diferenciais da sua empresa. “Vendemos produtos totalmente sustentáveis que passam por rigorosos processos com certificações internacionais e sabemos que por mais que o mercado seja rigoroso e exigente, para nos manter temos que nos sustentar com profissionais das mais diversas áreas que possuem os mesmos objetivos de qualidade e visões sustentáveis”, disse a empresária manauara detentora da rede Cativa Natureza, única no Brasil a comercializar cosméticos com insumos orgânicos rastreados.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

MBA de Gestão em Sustentabilidade Corporativa



FESP abre inscrições para MBA de Gestão em Sustentabilidade Corporativa


A presidente Dilma Rousseff disse durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio + 20) que o grande desafio é encontrar um modelo que combine desenvolvimento sustentável, crescimento econômico e inclusão social.

Pouco menos de completar um mês do evento realizado no Rio de Janeiro, a Faculdade de Educação Superior do Paraná (FESP) estruturou e já disponibiliza o MBA Gestão em Sustentabilidade Corporativa.

O curso é coordenado pelo professor Pedro Salanek Filho com previsão de início no dia 11 de setembro. A onda de sustentabilidade acabou se tornando um conceito necessário para o mercado, principalmente por exigir novas posturas daqueles que trabalham na área de gestão.

As inscrições já estão abertas e para conhecer mais detalhes sobre o curso acesse o link do MBA de Gestão em Sustentabilidade Corporativa.

Fonte: Kelson Henrique (Fesp)

sexta-feira, 20 de julho de 2012

ECO Business 2012 reúne as empresas mais sustentáveis e inovadoras no Brasil

Mostrar que a sustentabilidade está presente nas estratégias de grandes companhias é o foco da 5ª edição da ECO Business, evento que será realizado na capital paulista, em agosto.

Há alguns anos os brasileiros experimentam um momento de crescimento da economia nacional, o que resultou no aumento do poder de compra da população, que consome mais, gera mais resíduos e requer atitudes mais sustentáveis por parte das empresas e do governo. Cada vez mais, as companhias buscam medidas e estratégias para incorporar aspectos relacionados à sustentabilidade, a fim de atender a essa nova demanda e também economizar recursos. Para auxiliá-las, a ECO Business 2012 preparou um Congresso que alia cases de sucesso de grandes empresas e especialistas acadêmicos, que mostrarão que é possível realizar negócios sem perder a sustentabilidade de vista.

O evento, que será realizado de 14 a 16 de agosto, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, é uma realização da MES Eventos, promovida pela Mastran Business Fairs e conta com a direção de conteúdo da GreenBusiness Brasil. “Elaboramos esta edição da ECO Business com o intuito de munir os executivos e os tomadores de decisão de ferramentas que permitirão que desenvolvam estratégias para atender o novo consumidor brasileiro e a geração Y, que está cada vez mais exigente, com relação aos produtos que consome”, afirmou Guilherme Brammer, diretor de conteúdo do Congresso.

Durante os três dias, o evento contará com mais de 30 palestras de grandes empresas, como  P&G, Dow, Suzano, Camargo Correa e personalidades, como Gilberto Dimenstein, Rachel Biderman e Tião Santos. No primeiro dia, as discussões estarão focadas nas expectativas da geração Y e da nova classe média brasileira e como grandes empresas como a Natura, Diageo, PepsiCo, entre outras, se adaptaram a essa  nova realidade.

O segundo dia discutirá sobre as ferramentas para atender a essa nova demanda e abordará temas como análise de ciclo de vida de produto, inventários de emissão de CO2 e inovação voltada à sustentabilidade. Além de cases da Suzano, 3M, Mars e outras, o dia também será marcado pela participação de Tião Santos, que participou do filme Lixo Extraordinário, que concorreu ao Oscar em 2011.

No último dia, o congresso apresentará as tendências para os próximos anos e como essas novidades podem interferir nos negócios. Os congressistas discutirão como a economia criativa, o consumo colaborativo e o design para a sustentabilidade estão mudando as estratégias das companhias. Um resumo da Rio+20 também será exibido, juntamente com discussões sobre como as políticas públicas, como a de mudanças climáticas e a Política Nacional de Resíduos Sólidos, alteram o cotidiano das empresas. Companhias de vanguarda participarão deste dia da ECO Business, como a ESPM, a WiseProducts e o Catraca Livre, entre outras.

Hoje em dia muitas empresas já têm uma nova postura com relação aos modelos tradicionais de comércio e consumo, e ações de sustentabilidade como crowdsourcing e open innovation fazem parte de seu cotidiano, por isso concluiremos a ECO Business 2012 com essa discussão, buscando estimular que mais companhias adotem essas práticas”, afirmou Ricardo Guggisberg, diretor da ECOBusiness, “Será um encontro entre as empresas lideres de amanhã”, completou.

Além do Congresso, a ECO Business 2012 também sediará uma feira onde as empresas que desenvolveram soluções sustentáveis irão expor suas tecnologias, maquinários e cases ao público. O evento conta ainda com o selo Ecotest, que certifica a gestão de ações sustentáveis em toda a sua montagem e execução.

Veículos Elétricos 2012

Paralelamente à ECOBusiness, será realizado o VE 2012 - Salão Latino Americano de Veículos Elétricos e Componentes, que pretende promover o desenvolvimento do mercado de veículos elétricos no país, intensificando o posicionamento do segmento no Brasil e na América do Sul.

Sobre a Mastran Business Fairs

A Mastran Business Fairs é uma empresa de consultoria, planejamento e promoção de Feiras de negócios e Congressos que esta presente brasileiro e Latino Americano, criando parcerias estratégicas internacionais de longo prazo.

Sobre a MES Eventos

Com uma proposta inovadora, a MES Eventos planeja, cria, produz e viabiliza eventos que têm foco no desenvolvimento sustentável e ações sociais que ajudam a disseminar a cultura da sustentabilidade no mundo corporativo. Com mais de 15 anos de experiência na área, a empresa tem como diretor presidente, o executivo Ricardo Guggisberg, empresário que gerenciou grandes eventos como a Expo celular e que idealizou a ECO Business.

Sobre a GreenBusiness

Comandada por Guilherme Brammer, a GreenBusiness é uma holding focada em Negócios Sustentáveis, baseados nos conceitos de Economia Criativa e Negócios Sociais, e concentra quatro unidades de negócios: gestão de resíduos, consumo colaborativo, negócios sociais e inovação.

ECO Business 2012

Data: 14 a 16 de agosto de 2012

Horário: das 10 às 20 h

Centro de Convenções Imigrantes – Pavilhão Canelinha

Endereço: Rodovia dos Imigrantes km 1,5