Temas Relevantes para Indústrias e Sindicatos:
Oficina para Elaboração de Projetos
O Núcleo de Indústrias e Sindicatos (NIS) do Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial de Curitiba (CPCE) promove no dia 25 de abril o segundo encontro dos Temas Relevantes para Indústrias e Sindicatos – Oficina para Elaboração de Projetos. O evento busca capacitar os profissionais que trabalham na área a fim de desenvolverem projetos de responsabilidade socioambiental corporativa.
Data: 25 de abril
Horário: Das 08h às 12h
Local: Sistema FIEP – Auditório II - Rua Comendador Franco, 1341 – Jardim Botânico. Curitiba.
Público Alvo: Gestores de projetos socioambientais das indústrias e sindicatos.
Palestrante: Ricardo Falcão
Formado em economia, consultor na área de elaboração, gerenciamento e avaliação de projetos, planejamento estratégico, captação de recursos, foi 11 anos financiador para agências internacionais. Seis anos de trabalho voluntário e 35 anos de experiência profissional, sendo 25 destes dedicados ao gerenciamento, elaboração, avaliação de projetos, sua captação de recursos e financiamento na iniciativa privada.
Inscreva-se: http://www.fiepr.org.br/cpce/News18479content210555.shtml
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quarta-feira, 17 de abril de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
domingo, 21 de outubro de 2012
Seminário Gestão de Custo - Curitiba/PR
Antes e depois da AV : da estratégia ao consumidor
Manoel Teles Fernandes - Comitê Europeu de Análise do Valor / Portugal
O desafio dos custos em tempos de responsabilidade ambiental
Rui Fett da Conceição - Mercedes Benz do Brasil
Processos de otimização de custos na Whirlpool
Cintia A. Lopes e Torquato L. dos Santos - Whirlpool Latin America
Engenharia reversa e engenharia do valor: fatores de sucesso no desenvolvimento de produtos e processos da Fiat Automóveis
Natal Colli - Fiat Automóveis S.A
Prática de melhoria do valor - das melhores práticas à projetos mais competitivos
“Case Braskem” - Danusa Abramchuk - Braskem S.A
A engenharia do valor como contexto para a gestão do conhecimento
Roger Gama Veloso - Departamento de Estradas de Rodagem / Minas Gerais
Gerenciamento de programas com foco estratégico
Bruno Rafael Dias de Lucena - Petrobrás S.A
Engenharia e análise do valor: O que é? Para que serve? Como e quando aplicar?
Marcos A. Buzzato - Abeav
Engenharia do valor na Positivo Informática
Fernando Ceragioli - Positivo Informática
Gestão de custos e do valor na visão da engenharia de produção
Prof. Ney Cesar de Oliveira King - PUCPR
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terça-feira, 27 de setembro de 2011
Crescimento da economia gera alerta para escassez de recursos naturais
Economista diz que, ao contrário da Europa e Estados Unidos, crise do Brasil pode ser ambientalRicardo Amorim passou por Curitiba, na última semana, para falar sobre um assunto ainda pouco debatido na área econômica: sustentabilidade. Comentarista e colunista de grandes veículos nacionais e internacionais na área de economia e presidente da RICAM Consultoria, Amorim veio à capital paranaense para encerrar a 11ª Feira de Gestão da FAE.
Antes disso, em Paris e Londres, o economista proferiu palestra para um público qualificado e ansioso para saber sobre a visão da América sobre a situação da Europa. Sem esperança, ele afirmou: "a crise européia vai ser pior que a dos Estados Unidos".
Segundo ele, o endividamento de países como a Grécia, Itália, Portugal, Irlanda e Espanha é apenas o começo de uma crise que já começa a preocupar as grandes potências, como França, Inglaterra e Alemanha. "Um quarto dos jovens ingleses estão desempregados e revoltados", alerta Amorim. E não é só: "infelizmente, ainda tem muito problema para aparecer nos países ricos". Para ele, a Europa é uma grande candidata a um calote generalizado.
Por outro lado, todas as oportunidades se voltam para o Brasil. Com um discurso simples e bem-humorado, o economista afirma que o País está "condenado" a dar certo: "para dar errado, só importando o Hugo Chavez ou entrando em uma guerra civil", brinca. E completa: "só não crescemos mais, até agora, porque não fizemos a nossa lição de casa", referindo-se a políticas de saúde, educação, infraestrutura, tributação, entre outras.
Amorim lembra que, entre 1980 e 2003, o ritmo de crescimento médio do Brasil foi bem modesto, de apenas 2,4%. De 2004 para cá, a média foi de 4,9%. "E, na pior das hipóteses, esse patamar deve se manter. Ou seja, assumindo que nenhuma das reformas necessárias será feita nos próximos anos. Se algumas delas saírem do papel, aí pode ser que o País cresça em média uns 6%, 7% ao ano", diz o economista. "Em suma, o Brasil vai crescer, apesar dele mesmo", reforça.
A boa notícia, segundo o economista, é que tanto economicamente, quanto socialmente, as coisas estão melhorando muito no Brasil: "nos últimos cinco anos, 45 milhões de brasileiros emergiram da zona de pobreza. Basicamente, uma Espanha inteira". Porém, como Newton dizia, "toda ação gera uma reação". Nesse sentido, Amorim faz um alerta para a sociedade, governo e setor produtivo: "à medida que grandes parcelas da população mais carente do Brasil e do mundo melhorarem a condição econômica e consumirem mais, a pressão sobre o meio ambiente aumentará".
Para o economista, a importância da educação ambiental nunca foi tão grande no Brasil. "Para lidar com esta pressão, o desenvolvimento de novas tecnologias menos poluidoras deve ser incentivado tanto por políticas de governo quanto, principalmente, por todos nós, através de um estilo de consumo mais preocupado com a sustentabilidade socioambiental", afirma Amorim.
Os Perigos do Crescimento Brasileiro
O principal motivo que "condena" o Brasil a crescer, segundo Amorim, é a pressão que os preços das commodities devem continuar a sofrer nos próximos anos. O economista lembra que produzir manufaturados que incorporem tecnologia já não é mais garantia de diferencial. "Tecnologia também vira commodity. Ela passa a ser reproduzida e se torna mais barata", diz. As matérias primas, por outro lado, nunca estiveram tão caras. O petróleo, por exemplo, vai continuar encarecendo, segundo ele.
Pressão semelhante será sentida sobre os preços dos alimentos, sendo que a área cultivável do País, que já é a maior do mundo, pode se expandir ainda mais. "Por outro lado, o aumento exponencial da utilização de recursos naturais nas próximas décadas vai dificultar o equilíbrio ecológico", alerta. O crescimento espantoso do agronegócio, desde 2001, também chama atenção para a inversão dos fluxos migratórios do Brasil: "faz dez anos que as cidades que mais crescem no País são do interior e a isso atribuímos o início do processo de interiorização da população", avalia Amorim, que sugere ao varejo que volte as atenções para este mercado em expansão.
No setor produtivo, o economista garante que os líderes globais mudaram. "Empresas como Petrobras, Vale, Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, JBS e InBev ocupam posições entre as maiores e mais valiosas do mundo, em seus segmentos". As corporações brasileiras deixaram de ser as compradas para se tornarem as compradoras. Ao mesmo tempo, com o consumo em baixa nos países ricos, as multinacionais aqui instaladas passaram a se beneficiar mais do mercado interno que do mercado de seus países. "Para a Fiat, o mercado brasileiro já é mais importante que o italiano; para o espanhol Santander, a maior parte do lucro vem hoje do Brasil", exemplifica o economista.
Nos últimos anos, o Brasil experimentou a estabilização econômica, na forma do controle da inflação e do câmbio e no fortalecimento do sistema financeiro. Para a população, as mudanças se manifestaram na forma de aumento da renda, do nível de emprego e da oferta de crédito, que conferiram aos brasileiros um poder de consumo nunca experimentado antes. Para Amorim, esse poder de fogo vai continuar crescendo: "as classes A, B e C ainda vão engordar mais - a previsão é que as duas primeiras cresçam mais 50%, e que a terceira aumente em 20% até 2014", afirma.
Amorim observa também que os brasileiros que estavam trabalhando em outros países estão retornando e que o Brasil começa a receber estrangeiros no mercado de trabalho. Segundo ele, nos últimos três anos, 400 mil brasileiros retornaram ao País e o número de vistos de trabalho para estrangeiros triplicou nesse período. "Hoje, a vantagem competitiva para um país crescer é a oferta de gente para trabalhar", conta, citando como exemplo a volta de profissionais como modelos e jogadores de futebol - que antes eram mais valorizados no exterior e agora encontram melhores oportunidades no Brasil.
Impulsionada pela oferta de crédito - que, segundo Amorim, ainda deve ser ampliada -, a população brasileira nunca teve tanto poder de consumo. Em termos de sustentabilidade, há dois fatores a considerar: o primeiro é um alerta em relação ao endividamento da população - que, para o economista, está ligado à sustentabilidade financeira. O segundo é em relação ao consumo consciente: "com o poder de compra, está nas mãos do consumidor direcionar seu consumo para produtos sustentáveis e evitar o desperdício", sugere.
Para citar um exemplo, Amorim conta que o Brasil já é o quarto lugar onde mais se vende automóveis no mundo. Ótimo para a economia, mas muito prejudicial para a mobilidade urbana, com o aumento de problemas no trânsito, e para o meio ambiente, com o crescimento da poluição e de sucatas em ferros-velhos.
O economista lembrou que a realização de dois grandes eventos no Brasil - a Copa do Mundo, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016, são as maiores oportunidades que o País possui de aplicar e difundir o conceito de sustentabilidade mundial. "Podemos ser os primeiros a adotar a emissão zero de carbono nesses eventos - só depende da população pressionar o governo para isso", incentiva.
Ricardo Amorim estudou e trabalhou no Brasil, Europa e Estados Unidos. Ele atua no mercado financeiro desde 1992, tendo passado por instituições financeiras como BankBoston, Itaú, Banco Société Générale, BNP Paribas e WestLB, como diretor-executivo. A sustentabilidade está na pauta do economista desde 1993, quando foi vencedor de um concurso de monografias, com o trabalho "A Tecnologia e o Meio Ambiente".
Fonte: Central Press
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Espanhol revela dez pontos-chave para aliar sustentabilidade e negócios
Tema será debatido durante palestra no dia 28 de setembro, na FAE Centro, em CuritibaNesta quarta-feira (28), a Pós-Graduação da FAE Centro Universitário, em parceria com a Esade Business School - quinta melhor escola de educação executiva do mundo, de acordo com o ranking do Financial Times - traz a Curitiba (PR) o conceituado biólogo e especialista em Sustentabilidade Francisco Lozano Winterhalder. O espanhol já foi membro do Conselho Diretivo das Nações Unidas na Espanha e vem ao Brasil para ministrar a palestra "Sustentabilidade e Empresa - 10 pontos-chave para compreender o futuro". O encontro é voltado para empresários e executivos que atuam em cargos de alta direção e tem vagas limitadas. O evento acontece a partir das 19h30 no Anfiteatro da FAE Centro (Rua 24 de Maio, 135 - 7º andar).
Francisco Winterhalder é mestre em Ciências Humanas e professor de Sustentabilidade e Meio Ambiente. Além de realizar palestras sobre Gestão Ambiental em vários países europeus, estuda o impacto das alterações climáticas no mundo dos negócios. O especialista acredita que os objetivos dos empresários podem ser ajustados às melhores práticas sustentáveis no ambiente corporativo. Para isso, o especialista defende uma maior participação das empresas em ações voltadas a responsabilidade social.
Alguns dos requisitos, apontados por Francisco Winterhalder, para o sucesso no mundo dos negócios são, por exemplo, a criação de soluções inovadoras para os problemas da gestão dos resíduos, a reciclagem, a produção de produtos não contaminados, a redução de consumo de energias e a exploração de energias alternativas. Durante a palestra, o professor espanhol também vai revelar alguns pontos-chave para aliar o universo organizacional ao sustentável para, desta forma, gerar resultados positivos tanto para as empresas quanto para a sociedade.
Mais informações sobre como participar do evento pelo e-mail: aline@fae.edu.
Serviço:
"Sustentabilidade e Empresa - 10 pontos-chave para compreender o futuro"
Quando: 28 de setembro, a partir das 19h30
Onde: Anfiteatro da FAE Centro Universitário (7º andar) - Rua 24 de Maio, 135 - Curitiba - PR
Palestrante: Francisco Lozano Winterhalder - mestre em Ciências Humanas e professor de Sustentabilidade e Meio Ambiente
Informações: aline@fae.edu
Vagas limitadas
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quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Geração Sustentável e Madeplast participam da Bienal Brasileira de Design 2010
Através de uma parceria com a FNAC, a revista Geração Sustentável e a Madeplast estarão promovendo uma palestra no dia 28 de outubro durante a realização da Bienal Brasileira de Design.A Bienal Brasileira de Design, que acontece em Curitiba de 14 de Setembro a 31 de Outubro, tem como o tema principal do evento o design, a inovação e a sustentabilidade. O objetivo principal é provocar uma reflexão sobre as diversas fases do processo de produção de forma que não comprometa o meio ambiente e a qualidade de vida das gerações futuras. Para tanto, a Bienal vai promover mostras, seminários, fóruns, workshops, ações educativas, interativas e culturais paralelas. A edição deste ano inova ao acontecer não em um único local e sim simultaneamente em vários lugares de Curitiba. A programação inclui tanto espaços expositivos institucionalizados – como museus e universidades – quanto espaços públicos de alta movimentação de pessoas – como parques da cidade.
No dia 28 de outubro às 19h a revista Geração sustentável em parceria com a FNAC promoverá um encontro com a palestra: Comunicando o Ecodesign e a Sustentabilidade. A palestra será realizada pelo Diretor Executivo da Revista - Pedro Salanek Filho. Nesta palestra a ideia é gerar debates sobre as novas alternativas e tecnologias que as empresas vêm desenvolvendo para que seus produtos gerem o menor impacto socioambiental. Para o Pedro Salanek Filho, "É clara a necessidade de criar alternativas para os produtos que consumimos. Hoje é impossível falar (por exemplo) em eliminação completa de embalagens, mas é possível desenvolver novas técnicas para opções de produção, utilizando materiais de outros processos produtivos (logística reversa) ou mesmo de fontes alternativas (opções naturais e renováveis).
Guilherme Bampi, superintendente da Madeplast – madeira ecológica, irá falar sobre as etapas que envolveram a pesquisa da madeira ecológica, a incubação na Incubadora Positivo - que permitiu o desenvolvimento tanto em gestão quanto em produto -, as parcerias com o Senai, Unicamp, Universidade de Santa Catarina, que permitiram a indústria se organizar e participar no mercado da construção civil, paisagismo e design de interiores, lançando no mercado a madeira ecológica.
Sobre a Revista Geração SustentávelA revista foi idealizada por empreendedores que acreditam que as questões voltadas ao tema sustentabilidade, farão, cada vez mais, parte da vida das pessoas como influenciarão nas estratégias empresariais. O foco é o desenvolvimento sustentável, através do qual busca-se constantemente conquistar um espaço estratégico junto ao ambiente empresarial. Entre os objetivos está a divulgação das iniciativas, atitudes, ações e experiências bem sucedidas e aplicadas de forma sustentável nas atividades organizacionais. Saiba mais acessando: http://www.geracaosustentavel.com.br/
Sobre a MadeplastVoltada à produção de madeira plástica, ecologicamente correta, a MADEPLAST atua nos mercados da indústria de transformação, de construção civil e de arquitetura. A consciência ecológica fez perceber o valor na reciclagem de materiais, oriundos dos resíduos sólidos urbanos e industriais, como fonte de insumos à criação e produção de novos materiais. A busca pela inovação e colaboração com o meio ambiente nos fez desenvolver este novo produto, que é resultante do aproveitamento dos resíduos de madeira e de plástico inerentes aos resíduos sólidos urbanos e industriais, com vantajosas características em relação à madeira orgânica e com preços competitivos em relação ao seu custo-benefício.
http://www.madeplast.com.br/.
Serviço:
Bienal de Design
Data: 28 de outubro de 2010 – 20hs
Local: FNAC Curitiba – Shopping Barigui, Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 601, Loja 101 – Fone: 2141-2004
Serviço:
Bienal de Design
Data: 28 de outubro de 2010 – 20hs
Local: FNAC Curitiba – Shopping Barigui, Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 601, Loja 101 – Fone: 2141-2004
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quinta-feira, 22 de abril de 2010
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