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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Edição 34 - Moda Sustentável: Somos o que vestimos!

Sustentabilidade: vista essa camisa você também!

Um tema de capa que tratasse do negócio de vestuários já estava “na fila” há muito tempo em nossa editora. Nesse período, sempre imaginávamos tratar o tema de forma bem ampla, demonstrando toda a cadeia produtiva desse setor, abordando as iniciativas e as inovações para redução dos impactos socioambientais.

Na condição de consumidores, geralmente temos a impressão de que é um setor que não gera muitos resíduos no momento do pós-consumo. Não vemos, por exemplo, muitas campanhas recomendando destinação adequada dos resíduos de roupas, como geralmente encontramos nas campanhas dos resíduos de plásticos (sacolinhas e embalagens) ou até mesmo de celulares (aparelhos e baterias). Será que destinamos adequadamente nossas roupas depois do uso? Será que o processo de doação, bazar ou reuso evita que esses resíduos sejam mais expressivos e impactem no meio ambiente? Será que somos conscientes do destino dos resíduos de nossas roupas?

Apesar de não existirem campanhas específicas e demonstração dos impactos gerados no pós-consumo, esses resíduos existem sim e muitas iniciativas já são positivas nesse segmento. Uma das entidades que atua em um processo de consumo consciente, mencionadas nesta edição, é o Instituto Ecotece, o qual demonstra iniciativas de reutilização para evitar a aquisição de novas peças de vestuário ou acessórios. Outras iniciativas positivas são das empresas que procuram inovar na forma de produção, como é o caso da marca paranaense Irmãs Green e da Oceano Surfwear, de Santa Catarina.

Nesta edição, além das iniciativas para produtos mais sustentáveis no setor de vestuário, você encontrará também uma matéria sobre a reciclagem do gesso, por meio de um projeto inovador desenvolvido em Curitiba. No espaço Responsabilidade Social Corporativa, serão apresentadas as iniciativas estimuladas pelo CPCE (Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial) na disseminação do tema sustentabilidade dentro das instituições de ensino superior. A edição traz, ainda, duas matérias que contemplam projetos ligados à área de energia, sendo uma sobre os projetos de smart grid (redes inteligentes) e outra referente às iniciativas de entidades ligadas ao WTC Business Club.

Boa leitura!

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Veja outros conteúdos dessa edição:

Matérias:

- Capa: Sustentabilidade além da matéria-prima
- Entrevista: Lourival dos Santos e Souza
- Visão Sustentável: Gesso reciclado vira fertilizante para agricultura
- Responsabilidade Social Corporativa: Educando na Sustentabilidade
- Desenvolvimento Local: Eficiência Energética no WTC

Artigos:
- Artigo: O sonho acabou? (Jerônimo Mendes)
- Artigo: Oportunidade e realização (Rafael Giuliano)
- Artigo: O mito do PIB (Daniel Thá)
- Artigo: Água: A crise e a inércia política global (Hugo Weber Jr)
  

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Edição 33 - Versão digital (Arquiteto Empreendedor)

Veja os conteúdos dessa edição:

Matérias:
- Capa: Arquiteto Empreendedor
- Entrevista: Jeferson Navolar
- Espaço Arquitetura
- Construções Sustentáveis: Integração e Sustentabilidade desde a concepção do projeto
- Responsabilidade Social Corporativa: (Cpce Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial) Implantação de projetos socioambientais requer planejamento
- Responsabilidade Ambiental: Cultivando Água Boa
- Desenvolvimento Local: Aliança Paraná Sustentável
- Desenvolvimento Social: CEF apoia empreendimentos habitacionais sustentáveis

Artigos:
- Artigo: Vamos de carro ou de metrô? (Jerônimo Mendes)
- Artigo: Engajando e cultivando talentos (Rafael Giuliano)
- Artigo: Arquitetura Sustentável: um processo (Ivan Dutra)

sábado, 25 de maio de 2013

ACESSO DIGITAL: Edição 32 - Mobilidade Urbana

Acesse os conteúdos dessa edição:

Matérias:

- Capa: Veículos elétricos: locomoção do futuro?
- Entrevista: Osório Trentini
- Visão Sustentável: Cativa Natureza – Expansão Orgânica
- Tecnologia e Sustentabilidade: Na medida da sustentabilidade (Paraná Metrologia)
- Responsabilidade Social Corporativa: Lideranças Sustentáveis (Cpce Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial
- Desenvolvimento Local: Rede de crescimento (WTC)
Artigos:- Artigo: Escassez ou abundânica? Eis a questão! (Jerônimo Mendes)
- Artigo: Voluntáriado: Desenvolvimento sustentável de pessoas e organizações (Rafael Giuliano)
- Artigo: Ultrapassando todos os limites (Clóvis Borges)
- Artigo: Reciclagem de vidro – Um mercado a descoberto (Hugo Weber Jr)

quarta-feira, 24 de abril de 2013

EDIÇÃO 32 - Veículos Elétricos

Editorial: Veículo elétrico! Quando você terá um?

Esta edição trata de um tema que está ganhando espaço nas discussões sobre mobilidade urbana: os veículos elétricos. Ainda longe de ser realidade nas ruas do Brasil, mas “rodando” em alta velocidade para um futuro mercado promissor.

Tratando-se de mobilidade com veículos elétricos, logo imaginamos os tradicionais carros adaptados com uma tração elétrica. Esses veículos, em especial no mercado brasileiro, ainda dependem de alguns aspectos (entre eles legislação e postos de abastecimento/recarga) para que seja possível sair de uma concessionária guiado um carro que não faz barulho, não emite poluentes e com suavidade na aceleração. Apesar de alguns veículos já estarem em fase de testes ou a serviço, como os táxis em algumas cidades, ainda teremos que esperar um bom tempo para dirigir esse tipo de carro. Por enquanto, o que mais se aproxima desse mercado são os carros híbridos. Por outro lado, o mercado de veículos elétricos alternativos, como as e-bikes, os skates e as scooters, já é realidade e tem mostrado ser um mercado crescente. Apesar de algumas limitações relacionadas à infraestrutura das cidades, esses veículos têm caído no gosto dos consumidores, principalmente aqueles com perfil jovial, que desejam qualidade de vida, e que não exigem, necessariamente, um “veículo pesado” para seu deslocamento no cotidiano. São esses exemplos que serão destacados em nossa matéria de capa.

Esta edição também traz, como exemplo de produtos sustentáveis, novamente uma matéria sobre a Cativa Cosméticos, agora com destaque para a sua rede de franqueados que se espalhou pelo país. No espaço Responsabilidade Social Corporativa, destaca-se a atuação voluntária dos vice-presidentes do CPCE (Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial) junto às empresas paranaenses. Como tratamos na matéria de capa sobre veículos elétricos, o conteúdo sobre desenvolvimento local traz os exemplos de empresários associados ao WTC (Word Trade Center) que atuam no mercado de energia. No espaço tecnologia e sustentabilidade, o destaque fica por conta da importância dos laboratórios na medição e aferição para processos produtivos eficientes e qualidade para o consumidor.

Boa leitura!

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Veja outros conteúdos dessa edição:

Matérias:
- Capa: Veículos elétricos: locomoção do futuro?
- Entrevista: Osório Trehttp://geracaosustentavel.com.br/assinar/ntini
- Visão Sustentável: Cativa Natureza - Expansão Orgânica
- Tecnologia e Sustentabilidade: Na medida da sustentabilidade (Paraná Metrologia)
- Responsabilidade Social Corporativa: Lideranças Sustentáveis (Cpce Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial)
- Desenvolvimento Local: Rede de crescimento (WTC)

Artigos:
- Artigo: Escassez ou abundânica? Eis a questão! (Jerônimo Mendes)
- Artigo: Voluntáriado: Desenvolvimento sustentável de pessoas e organizações (Rafael Giuliano)
- Artigo: Ultrapassando todos os limites (Clóvis Borges)
- Artigo: Reciclagem de vidro - Um mercado a descoberto (Hugo Weber Jr)

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sexta-feira, 19 de abril de 2013

ACESSO GRATUÍTO EDIÇÃO 31 - VERSÃO DIGITAL

Conteúdos desta edição:

Matérias:
- Capa: 2013: O ano da Logística Reversa
- Entrevista: Marina Silva
- Visão Sustentável: Cativa Natureza – beleza de forma sustentável
- Tecnologia e Sustentabilidade: Parana Metrologia – Da teoria para a prática
- Responsabilidade Social Corporativa: (Cpce Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial) Realização de 2012 e Projetos 2013
- Desenvolvimento Local: A sustentabilidade como inspiração (WTC)

Artigos:
- Artigo: O “Pibão” da Presidenta Dilma (Jerônimo Mendes)
- Artigo: O Marketing e o ciclo de vida sustentável de produto (Hugo Weber Jr)
- Artigo: Turismo Sustentável – Have you heard about it? (Rosimery de Fátima Oliveira)



segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Editorial - Edição 31 - 2013: O Ano da Logística Reversa


Corresponsabilidade: um passo importante para a logística reversa


A criação de um processo para gestão de resíduos é uma etapa fundamental quando falamos no pós-consumo. Uma mobilização nacional começa a ser articulada para a aplicação da logística reversa em todo o Brasil

No estado do Paraná, um fato relevante ocorreu no final de 2012. Diversas entidades setoriais foram “convocadas para apresentar e implantar um programa de gerenciamento de resíduos”. Isso mesmo, não me enganei no uso desses verbos relacionados à parte prática... Em se tratando de projetos na área socioambiental, estávamos mais acostumados a ouvir que representantes de diversas entidades estão discutindo ou analisando determinado projeto... Agora, as entidades não foram convidadas apenas para discutir, mas convocadas a dizer como implantarão. Apesar dessa relação verbal entre “convidar x convocar” e também entre “discutir x implantar”, parece que estamos saindo do discurso, que estava esgotando mais rapidamente do que muitos recursos naturais, e definindo objetivos e metas. A sociedade, de forma geral, já estava olhando com descrédito para os projetos de sustentabilidade e, em especial, os projetos de gestão de resíduos. Gerou-se um grande movimento com a Lei nº 12.305/2010 (Política Nacional de Resíduos Sólidos) e aos poucos esse movimento foi esfriando, pois faltava essa parte prática. Agora, com toda essa articulação, na qual o foco está na articulação da corresponsabilidade entre os diversos agentes locais para pensar e gerenciar de forma coletiva os resíduos, começaremos a ver, em breve, os primeiros resultados práticos.

Essa articulação será importante porque o “negócio resíduo” deverá, necessariamente, ser gerenciado. O resíduo não poderá ser desprezado e/ou considerado apenas como subproduto para descarte. Toda uma cadeia, semelhante até as cadeias produtivas, terá que ser organizada. Nesse contexto, produtores, governo, entidades de classe, consumidores e outros agentes locais serão envolvidos. Na parte prática efetiva, provavelmente as cooperativas de recicladores estarão sendo criadas e as que já existem serão mais bem geridas... Assim veremos a logística reversa saindo do papel!

Na matéria de capa desta edição, você encontrará a opinião de profissionais renomados, como o advogado paranaense Rafael Favetti, que participou da elaboração da lei nacional em 2010; o professor Nicolau Leopoldo Obladen, um dos principais consultores na área de gerenciamento de resíduos e do coordenador de Resíduos Sólidos da Sema, Carlos Garcez, além de outros profissionais que representam entidades setoriais no Paraná.

A edição traz, ainda, uma matéria sobre a Cativa Natureza, empresa que produz cosméticos com rastreabilidade. Na editoria “Desenvolvimento Local”, apresentam-se projetos de negócios associados ao WTC – Word Trade Center Business Club. No espaço Tecnologia e Sustentabilidade, a cobertura do evento de sustentabilidade da Paraná Metrologia, com a participação da Marina Silva. A matéria da editoria Responsabilidade Social Corporativa traz os resultados de 2012 e os projetos para 2013 do CPCE (Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial).

Teremos em 2013 esse avanço para comemorar! Sua implantação dependeu da criação de uma lei e da regulamentação e do controle local, ou seja, não será por consciência ambiental, mas por imposição da legislação. Como cidadãos, não devemos apenas ficar na torcida para que a lei seja cumprida, mas efetivamente nos comprometermos e fazermos a nossa parte como agentes que participam de forma corresponsável.

Boa leitura!
Pedro Salanek Filho

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Veja outros conteúdos dessa edição:

Matérias:
- Capa: 2013: O ano da Logística Reversa
- Entrevista: Marina Silva
- Visão Sustentável: Cativa Natureza - beleza de forma sustentável
- Tecnologia e Sustentabilidade: Parana Metrologia - Da teoria para a prática
- Responsabilidade Social Corporativa: (Cpce Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial) Realização de 2012 e Projetos 2013
- Desenvolvimento Local: A sustentabilidade como inspiração (WTC)

Artigos:
- Artigo: O "Pibão" da Presidenta Dilma (Jerônimo Mendes)
- Artigo: O Marketing e o ciclo de vida sustentável de produto (Hugo Weber Jr)
- Artigo: Turismo Sustentável - Have you heard about it? (Rosimery de Fátima Oliveira)

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

MIDIA KIT 2013


Com periodicidade bimestral, a revista Geração Sustentável possui uma tiragem de 10.000 exemplares, sendo direcionada a empresários, órgãos públicos, entidades do terceiro setor, entidades de classe e acadêmicos, atingindo leitores que são formadores de opinião e que interagem com a sustentabilidade empresarial. Este público, além de compreender a importância desse tema, contribuirá disseminando as informações das empresas e instituições parceiras para a sua rede de contatos, atingindo assim um público considerável, o qual se estima em torno de 27.800 pessoas, por edição. Com um total de 52 páginas a revista é impressa em papel certificado. Além da revista impressa, as últimas edições também podem ser acessadas pela internet (http://geracaosustentavel.com.br/edicoes-anteriores/), através da tecnologia page-flip, onde o leitor vai “folhando” a revista na tela de seu computador.


Acesse o nosso Midia Kit abaixo ou solicite pelo e-mail: contato@geracaosustentavel.com.br

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Edição 30 - Versão Digital

Os principais conteúdos que você encontra nessa edição:


Matérias:

Capa: 5 anos Gerando Sustentabilidade – Relembrando o passado para projetar o futuro
Tecnologia e Sustentabilidade: Sustentabilidade Corporativa Estratégica
Visão Sustentável: Parcerias que constroem sonhos
Responsabilidade Social Corportativa: A força das alianças sociais
Gestão de Resíduos: Compostagem abre portas no país
Desenvolvimento Local: Conscientização empresarial e compromisso com o futuro do planeta: União de empresários faz a força para o desenvolvimento local e empresarial


Artigos:

Rosimery de Fátima Oliveira: O verdadeiro profissional da sustentabilidade
Ivan Dutra: Sistemas de cotas nas universidades – Política de ação afirmativa?
Jeronimo Mendes: Brasil – Emergente para sempre?



Acesse abaixo a versão digital desta edição:

Edição 29 - Versão Digital


Veja os principais conteúdos que você encontra nesta edição:



Matérias:
Capa: Instituto HSBC Solidariedade – Sintonia com demandas socioambientais e econômicas do Brasil
Tecnologia e Sustentabilidade: Proteção e segurança para o consumidor
Responsabilidade Social Corportativa: Lançado programa empresarial em que funcionários podem desabafar e buscar o autodesenvolvimento
Desenvolvimento Local: Conscientização empresarial e compromisso com o futuro do planeta

Artigos:
Gastão Octávio Franco da Luz: Resquícios de sustentabilidade. Um registro de viagem
Giuliano Moretti: Da ego à Ecossustentabilidade: O caminho da percepção
Jeronimo Mendes: Empreendedor ou Empregado: Umdesafio interior


Acesse abaixo a versão digital






quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Edição 30 - Editorial

Aniversário de 5 anos e uma edição para ser comemorada

Como eu aguardei o momento de escrever este editorial, visto que há 5 anos nascia a revista Geração Sustentável. A expectativa de atingir a 30ª edição era um objetivo que energizou todos os envolvidos com o projeto. Apesar de apenas 5 anos, muita coisa mudou de 2007 para cá.

O tema sustentabilidade, naquela época, ainda era pouco difundido no meio empresarial, falava-se mais em responsabilidade social e na preocupação com os impactos ambientais do processo produtivo. A sustentabilidade como estratégia dos negócios começava a dar seus primeiros passos.

A revista sempre teve, em sua linha editorial, o foco de ser um veículo que disseminasse essas iniciativas. Nas primeiras edições, o objetivo era bem informativo e educacional, com o destaque para alguns conceitos como o tripé da sustentabilidade, a preocupação do negócio com o seu entorno, a responsabilidade socioambiental além das obrigações legais, entre outros. Os primeiros exemplos empresariais eram praticamente garimpados. Poucas empresas estavam dispostas a dar publicidade para seus projetos. Geralmente eram superficiais e seus resultados tinham foco mais jornalístico do que de indicadores. À medida que o tema foi ganhando espaço nos negócios, os projetos foram sendo mais bem estruturados e evidenciados. Em todo esse período, diversos foram os casos de projetos que estavam sendo iniciados e, principalmente, viabilizados. A sustentabilidade corporativa passa, de fato, a ser uma realidade na pauta estratégica dos negócios, mesmo tendo muito para evoluir.

Alguns leitores questionam-me acerca do que as empresas poderiam fazer “bem mais” em prol da sociedade e do meio ambiente. Nesses questionamentos, entram os impactos das embalagens, as composições de produtos, os resíduos, a utilização dos recursos naturais não renováveis, etc. Por outro lado, entendo que as empresas estão preocupadas com isso... Seus gestores sabem que se não inovarem seus produtos para uma linha de produtos sustentáveis, algum concorrente viabilizará isso e a empresa perderá espaço no mercado, faturamento, lucratividade e o interesse de seus stakeholders (principalmente os investidores). Outro ponto que também deve ser destacado é que a sustentabilidade corporativa é um processo. E todo processo vai evoluindo. O que foi sustentabilidade corporativa há alguns anos, era diferente do que é hoje e assim por diante, e toda essa dinâmica faz parte do próprio movimento da sustentabilidade.

Boa Leitura!

Pedro Salanek Filho



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Veja outros conteúdos dessa edição:

Matérias:

Capa: 5 anos Gerando Sustentabilidade - Relembrando o passado para projetar o futuro
Tecnologia e Sustentabilidade: Sustentabilidade Corporativa Estratégica
Visão Sustentável: Parcerias que constroem sonhos
Responsabilidade Social Corportativa: A força das alianças sociais
Gestão de Resíduos: Compostagem abre portas no país
Desenvolvimento Local: Conscientização empresarial e compromisso com o futuro do planeta: União de empresários faz a força para o desenvolvimento local e empresarial

Artigos:

Rosimery de Fátima Oliveira: O verdadeiro profissional da sustentabilidade
Ivan Dutra: Sistemas de cotas nas universidades - Política de ação afirmativa?
Jeronimo Mendes: Brasil - Emergente para sempre?

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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

REVISTA GERAÇÃO SUSTENTÁVEL: Cinco anos e muitos motivos para celebrar

Prêmio Itaú de Finanças Sustentáveis e evento comemorativo marcaram semana de aniversário da Revista Geração Sustentável

A primeira quinzena de novembro foi muito especial para a equipe da Revista Geração Sustentável, que está celebrando cinco anos com a publicação de sua 30ª edição. Um evento realizado na última terça-feira, 13 de novembro, que reuniu aproximadamente 120 pessoas entre amigos, colaboradores, articulistas e parceiros enfatizou que todos os envolvidos com a publicação têm muito a comemorar. Como presente para mais este importante aniversário, um dia antes do evento realizado no Estação Business School, a revista foi a primeira colocada na categoria Trabalhos Jornalísticos, modalidade revista do Prêmio Itaú de Finanças Sustentáveis, cuja solenidade aconteceu em São Paulo. (Pedro Salanek e Giovanna de Paula - Diretores da Revista Geração Sustentável - foto: Wesley Rocha)

A abertura do evento foi feita pelo Prof. Judas Tadeu Grassi Mendes, presidente da Estação Business School. A festa em comemoração ao aniversário da revista ainda contou com a palestra do professor Cleuton Carrijo, que traçou um breve e belo panorama da sustentabilidade corporativa e com uma breve e cheia de emoção retrospectiva dos cinco anos da revista feita pelo diretor executivo da publicação Pedro Salanek Filho. Histórias dos bastidores, dificuldades e conquistas foram enfatizadas. Também durante o discurso foram feitas homenagens a equipe de articulistas, parceiros, anunciantes, colaboradores e especialmente para as pessoas que mais inspiraram e incentivaram a continuidade da revista, entre elas Giovanna de Paula, responsável pelas relações corporativas da revista e esposa do diretor Pedro Salanek Filho.

Outros homenageados foram Victor Barbosa, presidente do Conselho Estadual de Cidadania Empresarial (CPCE) da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP) pela árdua defesa da sustentabilidade, o articulista Jeronimo Mendes pelos cinco anos de apoio a publicação e Marcelo Winck que atua como Diretor de Arte desde que a revista ainda era um plano de negócio.

O evento foi finalizado com um coquetel e confraternização entre os presentes. “Quero agradecer a presença de cada um de vocês e também por acreditarem neste sonho junto comigo, que só se tornou possível graças a colaboração e incentivo de pessoas muito especiais”, enfatizou o diretor.


30ª edição

A edição comemorativa de cinco anos da revista trouxe uma retrospectiva das 29 edições já publicadas neste período, além de novas histórias e matérias que enfatizam o posicionamento da publicação, que tem como finalidade principal promover a educação corporativa do gestor em sustentabilidade. Faltaram páginas para recapitular os bons exemplos, estratégias, estímulos ao desenvolvimento de projetos, inovações, iniciativas e histórias que já fizeram parte das revistas editadas nesse período.


Presente adiantado

Um dia antes do evento comemorativo de cinco anos da revista, o diretor executivo e a jornalista e colaborada Leticia Lopes Ferreira foram agraciados com um importante prêmio recebido em São Paulo. A matéria de capa da edição nº 25 da revista recebeu o primeiro lugar na modalidade revista do Prêmio Itaú de Finanças Sustentáveis. “Foi um momento muito especial e um presente antecipado. Parabéns especial para a Letícia que escreveu a matéria com muita profundidade!”, escreveu o diretor da revista em sua página no facebook.  (Pedro Salanek e Letícia Ferreira - foto: Filipe Albuquerque)


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Acompanhe abaixo outros momentos do evento de 5 anos


Pedro Salanek Filho e Giovanna de Paula da Geração Sustentável com o Prof. Judas Tadeu Grassi Mendes da Estação Business School






Prof. Cleuton Carrijo (palestrante do evento de 5 anos da Geração Sustentável) com o Diretor Executivo da Revista Pedro Salanek Filho

Giovanna de Paula (Diretora Corporativa) entregando o reconhecimento para Jeronimo Mendes da Consult (empresa parceira do projeto nos 5 anos de publicação)







Marcelo Winck (Diretor de Arte do projeto) recebendo sua homenagem pela parceria desde o início da revista










segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Edição 29 começa a circular

EDITORIAL:

A realização pessoal por meio do trabalho voluntário

O desejo de trazer esse tema na capa de uma edição da GERAÇÃO SUSTENTÁVEL era um sonho antigo do nosso conselho editorial. Nesta edição, por intermédio de uma parceria com o IHS (Instituto HSBC Solidariedade), foi possível demonstrar um grande exemplo nacional de atuação de voluntariado.

Conceitualmente, podemos dizer que enquadramos o voluntariado dentro da dimensão social da sustentabilidade, visto que são ações voltadas ao interesse coletivo e comunitário. Uma pessoa que deseja atuar como voluntária deve buscar inicialmente uma grande identificação com determinada necessidade em sua comunidade. Apenas um voluntário engajado com alguma causa social contribuirá efetivamente para reduzir desigualdades. De fato, um voluntário deseja mesmo é ver uma obra acabada ou receber em troca do seu trabalho um sorriso de alguém que recebeu a sua ajuda. Nesse momento, o voluntário é recompensado.

Atualmente, encontramos muito projetos ligados a instituições do terceiro setor que possibilitam esse tipo de atuação solidária. Essa edição mostra como o Instituto HSBC Solidariedade promove o trabalho voluntário junto aos seus colaboradores e entidades parcerias. Salienta-se também que o Instituto HSBC foi a primeira ONG corporativa com status associativo junto à ONU. Na entrevista principal da edição, com Claudia Malschitzky, diretora executiva do Instituto HSBC, estão destacados os principais projetos, bem como a relação com os colaboradores e os stakeholders. Na matéria de capa, é apresentada a história de Diego Mesquita que começou como beneficiário, passou a voluntário e hoje é colaborador do Projeto Pescar, um dos muitos projetos apoiados pelo IHS. Conheceremos ainda, entre outros, o exemplo do gestor de custos Ednei Lopes, outro colaborador voluntário do HSBC que atua em várias campanhas relacionadas a questões climáticas.

Trazemos ainda uma matéria sobre o Tecpar (Instituto de Tecnologia do Paraná) nas questões de certificações e sustentabilidade. A editoria Responsabilidade Social Corporativa traz uma matéria sobre o programa Papo Livre, voltado para questões pessoais de colaboradores e desenvolvido pela cooperativa Atitude Consultoria. A edição destaca também a empresa Higiserv como o exemplo na editoria Responsabilidade Ambiental, as ações do Pacto Global promovidas pelo CPCE (Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial) e uma matéria sobre a necessidade da formação de líderes em sustentabilidade.

Esperamos que, ao final da leitura dessas matérias, você fique motivado para inicial um trabalho de voluntariado ou mesmo intensificar alguma atividade social que já desenvolve junto à sua comunidade.

Boa Leitura!

Pedro Salanek Filho

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Veja outros conteúdos dessa edição:

Matérias:

Capa: Instituto HSBC Solidariedade - Sintonia com demandas socioambientais e econômicas do Brasil
Tecnologia e Sustentabilidade: Proteção e segurança para o consumidor
Visão Sustentável:
Responsabilidade Social Corportativa: Lançado programa empresarial em que funcionários podem desabafar e buscar o autodesenvolvimento
Desenvolvimento Local: Conscientização empresarial e compromisso com o futuro do planeta

Artigos:

Gastão Octávio Franco da Luz: Resquícios de sustentabilidade. Um registro de viagem
Giuliano Moretti: Da ego à Ecossustentabilidade: O caminho da percepção
Jeronimo Mendes: Empreendedor ou Empregado: Umdesafio interior

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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Versão digital da Edição 28 - Geração Sustentável

Veja as matéria que você encontrará nessa edição:

Matérias:
Entrevista: Humberto Cabral (Embafort)
Matéria de Capa: Rio+20 – Economia Verde
Caderno Especial: Soja tem gestão ambiental personalizada
Visão Sustentável: Software de Gestão corporativa promove autossustentabilidade
Responsabilidade Social: Responsabilidade empresarial com futuro
Tecnologia e Sustentabilidade: Energia solar: um sonho de consumo (Solbravo S/A)
Desenvolvimento Local: A sustentabilidade como profissão

Artigos:
Ivan Dutra: Subsídios do goveno brasileiro
Jeronimo Mendes: Aprendendo com a crise
Marco Zarpelon: Sustentabilidade na Construção Civil

terça-feira, 24 de julho de 2012

Versão digital da Edição 27 - Geração Sustentável

Veja os conteúdos dessa edição:

Matérias:
Capa: Pensamento Sistêmico e Visão Estratégica
Entrevista: Ozires Silva
Tecnologia & Sustentabilidade: Sustentabilidade comprovada em rótulo (Sustentax)
Visão Sustentável: Excesso de iimpostos e importações ameaça a indústria têxtil brasileira
Responsabilidade Social: Pelo Futuro das Empresas
Empreendedorismo: Iniciativa de inclusão transforma a vida das pessoas por meio do empreendedorismo

Artigos:
Julianna Antunes: A sustentabilidade corportaiva ainda é uma escolha?
Daniella MacDowell: Quem é o profisisonal de sustentabilidade?
Jeronimo Mendes: O que é ser sustentável




sexta-feira, 25 de maio de 2012

Editorial da edição 28 - Rio + 20

Rio+20: Um novo evento para debater problemas antigos

Mais uma vez, organizações nacionais e internacionais estão se mobilizando para um evento internacional de debates sobre questões ligadas à sustentabilidade: a conferência da ONU Rio+20, que acontece no Rio de Janeiro no mês de junho.Temas relacionados ao meio ambiente, a emissão de poluentes, aos desequilíbrios ambientais e as injustiças sociais são apenas alguns dos fatores que entram na pauta das discussões. Será que teremos algum avanço desta vez?

É disso que tratamos nesta edição em nossa matéria de capa: Economia verde para um novo modelo de desenvolvimento. Um ponto crucial na questão da sustentabilidade é que, hoje, o tema faz parte do dia a dia das corporações e dos consumidores, considerando que, até a década de 1990, o tema estava mais limitado às organizações do terceiro setor e às instituições governamentais. Dessa forma, os fatores produção e consumo definitivamente fazem parte do conceito e começa a surgir uma grande barreira para os avanços socioambientais, uma barreira, talvez, intransponível. O atual modelo de produção e consumo tem, de um lado, os grandes produtores desejando, cada vez mais, expandir seu negócio com aumento de produção e, do outro, o consumidor que tem os seus anseios de adquirir produtos e serviços que satisfaçam suas necessidades. Geralmente, esses agentes (produtores e consumidores) têm uma visão limitada do processo, acreditando até que sua forma de produção ou de consumo não afeta "tanto assim" os fatores socioambientais. Podem até mesmo acreditar que há agentes bem mais impactantes no processo. Assim, nesses cenários sem identificação muito clara dos responsáveis ou de políticas públicas e da iniciativa privada, continuamos o debate sem muitas novidades. Salienta-se que o atual modelo de produção e consumo é incompatível com o conceito de sustentabilidade: ou repensamos a forma de produzir e consumir ou mudamos o conceito de sustentabilidade e afirmamos que está tudo sob controle. Em se tratando da Rio + 20, vale a pena participar de um evento dessa magnitude? As possíveis soluções, ou melhor, as possíveis proposições trarão resultados práticos? Nossa sociedade precisa de ações concretas, pois o "papo" conceitual de salvar o planeta já caiu por terra.

Além desse assunto, oferecemos ao leitor um caderno especial com uma matéria sobre a soja, principal cultura agrícola brasileira, e outros conteúdos importantes, como o projeto de energia solar desenvolvido pela empresa Solbravo S/A. Na editoria Visão Sustentável, trazemos o software da Interact que monitora ações de sustentabilidade corporativa.

Boa Leitura!
Pedro Salanek Filho

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Matérias:
Entrevista: Humberto Cabral (Embafort)
Matéria de Capa: Rio+20 - Economia Verde
Caderno Especial: Soja tem gestão ambiental personalizada
Visão Sustentável: Software de Gestão corporativa promove autossustentabilidade
Responsabilidade Social: Responsabilidade empresarial com futuro
Tecnologia e Sustentabilidade: Energia solar: um sonho de consumo (Solbravo S/A)
Desenvolvimento Local: A sustentabilidade como profissão


Artigos:
Ivan Dutra: Subsídios do goveno brasileiro
Jeronimo Mendes: Aprendendo com a crise
Marco Zarpelon: Sustentabilidade na Construção Civil


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domingo, 8 de janeiro de 2012

Edição 26 já está circulando! Cultura e Sustentabilidade

Cultura: respeitar o passado, atuando no presente, sem deixar de olhar para o futuro

Um tema de capa que tratasse de cultura e sustentabilidade era um desejo antigo de publicação da nossa revista. Quando começamos a conversar com os idealizadores do Parque Histórico de Carambeí sentimos que esse momento estava amadurecendo e que teríamos um case ideal que contemplasse esses dois temas.

Você, caro leitor, pode se questionar... Por que considerar o tema cultura tão importante assim? Talvez você até se pergunte, o que o tema sustentabilidade tem a ver com os aspectos culturais? Acredito que a cultura é efetivamente a quarta dimensão da sustentabilidade, considerando não apenas um complemento do conhecido tripé (econômico, ambiental e social), mais sim um pré-requisito para o desenvolvimento. E vou além! Acredito que a dimensão cultural é mais importante do que as três dimensões tradicionais. Na minha concepção, os fatores culturais que estão ligados aos hábitos, costumes e valores locais determinarão a evolução econômica e o respeito aos fatores socioambientais. Entendo também que podemos ter um excelente projeto ambiental e, se não existir aceitação cultural, esse projeto acaba não trazendo resultados esperados. Quando se fala em cultura em uma localidade, parece que enxergamos o grau de sustentabilidade (ou de falta de sustentabilidade) daquela comunidade local. Talvez isso explique a razão de encontrarmos algumas regiões deterioradas e outras não, em localidades não muito distantes.

A utilização do exemplo do Parque Histórico de Carambeí irá ilustrar claramente a relevância cultural para a continuidade de uma sociedade. Essa matéria sobre o parque demonstra toda a trajetória da comunidade holandesa na região dos Campos Gerais no estado do Paraná. Os entrevistados comentam sobre os fatores históricos, que foram essenciais para que a comunidade local superasse os desafios e se fortalecesse. A construção do parque é uma forma de respeitar o passado, atuando no presente sem esquecer do futuro.

Esta edição ainda traz conteúdos relacionados ao projeto minhocagem, que é voltado à educação ambiental infantil, bem como uma matéria sobre a legislação brasileira para carros elétricos. Além desses conteúdos, temos uma matéria sobre a ABRAPS (Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade); uma matéria sobre a tendência de comercialização dos produtos de limpeza em embalagens menores e com fórmulas mais concentradas; e uma matéria sobre os projetos para 2012 do CPCE (Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial).

Boa Leitura!
Pedro Salanek Filho


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Veja os conteúdos dessa edição:

Matérias:
Entrevista: Elisa Prado (Tetra Pak)
Capa: Campos Gerais: um Paraná a ser conhecido
Visão Sustentável: Produtos concentrados fazem bem ao meio ambiente
Desenvolvimento Local: Setor de sustentabilidade ganha representatividade no Brasil
Responsabilidade Social: Paraná se mobiliza para o desenvolvimento sustentável
Gestão de Resíduos: Crianças aprendem a dar outro destino aos resíduos orgânicos
Energias Renováveis: Cenário para comercialização de carros elétricos no Brasil ainda não é favorável

Artigos:
Fábio André Chedid Silvestre: As leis de incentivo à cultura
Leandro F. Bastos Martins: Promessa é dívida?
Jeronimo Mendes - Inovação e espírito empreendedor
Antenor Demeterco Neto - Logística e desenvolvimento econômico sustentável?
Gastão Octávio da Luz - Desafios Globais ao "desenvolvimento sustentável"

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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Acesso versão digital Revista Geração Sustentável

Seguem os links para acesso digital das três últimas edições da revista Geração Sustentável. Através da plataforma page-flip você poderá folhear a revista na tela de seu computador e acessar diversos conteúdos sobre o tema sustentabilidade corporativa.

A Geração Sustentável está no mercado desde 2007 e nestes quatro anos já publicou 25 edições. Nosso projeto foi idealizado por empreendedores que acreditam que as questões voltadas ao tema sustentabilidade, farão, cada vez mais, parte da vida das pessoas como influenciarão nas estratégias empresariais.

Boa Leitura!

Pedro Salanek Filho – Diretor Executivo


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Edição 23

Mais tratamento e transparência nos efluentes


Esta edição traz os efluentes, como tema de capa, que são classificados com um dos maiores poluidores ambientais provocados pelos negócios, em especial pelas indústrias. A gestão e o tratamento desses resíduos são um dos principais desafios nos sistemas de gestão ambiental das empresas.





Edição 24

Construção Civil: um dos motores da atual economia brasileira

“A construção civil é um dos setores mais promissores para as próximas décadas”. Com certeza, você leitor, já deve ter ouvido muito essa frase, seja nos discursos econômicos para aquecer o mercado ou nas pomposas promessas governamentais de políticas públicas. Mas vamos deixar esses dois discursos míopes de lado e focar no lado estratégico do setor!



Edição 25

Por que escutamos falar tanto em sustentabilidade no setor financeiro?


O setor financeiro é um dos que mais investem na publicidade em sustentabilidade no Brasil. Mas o que os bancos realmente impactam no meio ambiente e na sociedade para toda essa divulgação? Em um primeiro momento, podemos dizer que usando papel e gastando energia em suas agências...


Acesse aqui outras edições!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Como andam as práticas de sustentabilidade dos bancos brasileiros?

Em meio a juros altos, greves de funcionários e reclamações de clientes, bancos brasileiros seguem crescendo em lucratividade e, segundo declaram, sustentabilidade socioambiental

Os maiores bancos no Brasil baseiam sua publicidade em slogans que transmitem proximidade, amizade e até cumplicidade com o cliente: há o banco “todo seu”, o “feito para você”, o do “vamos fazer juntos”, o da “presença lado a lado com você”, aquele “que acredita nas pessoas” e até o que afirma que, para seus clientes, “o mundo não tem limites”. Tanto em peças publicitárias como em longos relatórios em seus sites, não cansam de exaltar suas práticas sustentáveis tanto financeiramente quanto social e ambientalmente.

A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) divulgou, em junho deste ano, um, informe a respeito de responsabilidade social e sustentabilidade do setor financeiro em relação ao Protocolo Verde: assinado em 1995, é uma carta de intenções dos cinco bancos controlados pelo Governo Federal que se comprometem a incorporar a dimensão ambiental no seu sistema de análise e avaliação de projetos, e a priorizar ações de apoio ao desenvolvimento sustentável). São aderentes ao protocolo os bancos Bradesco, Banco do Brasil, HSBC e Santander que, procurados pela GERAÇÃO SUSTENTÁVEL, preferiram não comentar o assunto além das informações que se encontram em seus websites. A Caixa Econômica Federal que, segundo o relatório da Febraban, é respondente à Matriz de Indicadores do Protocolo Verde, também não deu retorno até o fechamento desta edição.

O informativo destaca algumas ações que ainda precisam ser tomadas por esses bancos e pelos outros listados como aderentes ao protocolo ou respondentes à matriz (Amazônia, BANCOOB, Banrisul, BIC, BPN, Cacique, Citi, Nordeste, Nossa Caixa Desenvolvimento, Rabobank, Safra, Sicredi, Sofisa, Tribanco e Votorantim): padronização dos procedimentos nos âmbitos federal, estadual e municipal; definição do conteúdo mínimo das licenças; disponibilização das informações por meio do PNLA – Portal Nacional de Licenciamento Ambiental, ajustado às esferas de governo; e relação de órgãos autorizados a emitir licenças ambientais de modo que todos os agentes de mercado reconheçam a legitimidade das licenças. O informativo destaca, ainda, as principais ações alcançadas pelo sistema financeiro brasileiro nas dimensões econômica (serviços bancários setoriais “verdes”), social e educativa (programas setoriais).

A preocupação das grandes instituições financeiras com essas áreas não é nova, nem se resume ao Brasil. Ainda em 2008, uma publicação do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social), Sustentabilidade Financeira no Setor Financeiro: um Caso Prático (escrita por Victorio Mattarozzi e Cássio Trunkl) dizia, nas palavras do então chefe do Departamento de Meio Ambiente do BNDES, Eduardo Carvalho Bandeira de Mello, que essas iniciativas já eram bastante oportunas, ocorrendo em um momento em que os bancos no mundo estavam adaptando suas práticas e políticas no sentido de reforçarem seu compromisso com o meio ambiente. “Esse movimento não se dá por acaso. Além da importância crescente do risco ambiental e de sua consideração nas políticas bancárias de crédito, há que se ressaltar a crescente pressão de investidores, acionistas, fornecedores e clientes em geral no sentido de tornar as instituições financeiras efetivamente comprometidas com o desenvolvimento sustentável”.


Não ria

Um anúncio publicitário do banco holandês Triodos (com filiais em várias cidades da Europa), publicado em 22 de setembro de 2007 em três grandes jornais ingleses diz: “Ethical Banking. (Don’t laugh)” ou, em tradução livre, “Banco Ético (Não ria)”.

Para explicar melhor a aparente contradição e trazê-la à realidade brasileira, os pesquisadores Clarissa Lins e Daniel Wajnberg afirmam, na pesquisa Sustentabilidade Corporativa no Setor Financeiro Brasileiro, publicada em agosto de 2007 pela FBDS (Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável): “No Brasil, as altas taxas de juros e a má situação financeira de grande parte da população configuram um cenário onde esse tópico ganha especial relevância. O setor financeiro brasileiro possui uma imagem bastante negativa diante dos consumidores, muito associada aos vultosos lucros, aos níveis de spreads bancários praticados muito acima de padrões internacionais, além do fato de continuamente constar no topo das listas de reclamações de clientes por atendimento pouco satisfatório ou cobrança de taxas desconhecidas”.

Para a pesquisa, foram realizadas 67 entrevistas com altos executivos dos 10 maiores bancos do país, juntamente com a aplicação de 126 questionários direcionados aos entrevistados e ao nível gerencial médio. Foram analisados também os relatórios e sites das instituições pesquisadas, de forma a entender como as práticas de sustentabilidade estão sendo implementadas e reportadas.


Oligopólio e concentração de riqueza

Contudo, depois de quatro anos da publicação dessa pesquisa, como avaliar o papel do setor financeiro brasileiro? O Ph.D. em Economia - e autor de seis livros sobre o assunto - Judas Tadeu Grassi Mendes, fundador, diretor-presidente e professor da Estação Business School, em Curitiba (PR), não poupa críticas: “nunca antes na história deste país houve tanta concentração de riqueza nas mãos dos bancos quanto nos últimos dez anos, apesar de as classes de rendas mais baixas terem ascendido à classe média por conta, principalmente, do controle da inflação”, afirma.

Para ele, o setor financeiro brasileiro é oligopolizado: “os dez principais bancos controlam mais de 80% de todo o crédito no Brasil”. Mendes vê nas altas taxas de juros - spreads bancários - um dos principais problemas. Ele explica que os bancos captam a uma taxa próxima a 12% ao ano e emprestam a uma taxa média próxima a 50%, o que é fruto da combinação dos seguintes fatores: muitos impostos na intermediação financeira; recolhimento compulsório elevado; inadimplência elevada; alto custo operacional dos bancos no Brasil (o dobro da média mundial) e a rentabilidade exacerbada dos bancos (média acima de 20% ao ano). Além disso, metade do lucro das empresas se destina a despesas financeiras, ou seja, os juros consomem boa parte dos lucros corporativos.

Outra questão levantada por Mendes é a da dependência do governo brasileiro em relação aos bancos, na compra de títulos públicos: “O déficit público no conceito nominal (que inclui o pagamento de juros) é crônico. Apesar de tudo isso, os bancos não são culpados pela dependência do governo do setor financeiro. É o governo que tem de mudar a maneira da gestão pública”.


Crédito e consumo

Uma perspectiva mais ampla é a que sugere o psicólogo e mestre em Sustentabilidade, Marcelo Michelson. Ele coordena o projeto do Centro Nacional de Inteligência Organizacional a ser desenvolvido dentro do IBPEX, além de ser consultor associado da Reos Partners no Brasil, organização que trabalha com problemas sociais complexos envolvendo múltiplos stakeholders.

Para Michelson, o crédito no Brasil sempre foi muito caro. E os banqueiros alegam que isso se deve a regras impostas pelo governo e que, para eles, quanto mais barato emprestar, melhor, pois vão emprestar para mais pessoas e, portanto, obter mais lucro. Por outro lado, se o crédito for barato, a tendência é um aumento do consumo e, portanto, um aumento no impacto ambiental e social. Além disso, uma oferta de crédito indiscriminada pode levar a uma bolha, como a ocorrida nos EUA. “A questão é o paradigma no qual estamos inseridos e que diz, entre outras coisas, que o método mais rápido para atingirmos a felicidade é termos status e objetos”, avalia. “É claro que é importante termos a possibilidade de consumir. Porém, pesquisas mostram que, a partir de certo ponto, por mais que o PIB per capta do país cresça, a sensação de bem-estar da população se mantém ou até cai. No Brasil, ainda há a necessidade de possibilitar o consumo de bens básicos, como geladeiras, para uma boa parte da população. Então, não podemos demonizar o crédito como um todo.”


Juros versus Tarifas

Mendes insiste na baixa dos juros para uma economia mais sustentável. Segundo ele, nos oito anos do governo Lula, foi pago mais de R$ 1,2 trilhão somente em juros e a dívida bruta pública subiu outro R$ 1,2 trilhão, pois o governo FHC a entregou em R$ 800 bilhões e Dilma Rousseff a recebeu em torno de R$ 2 trilhões. “É fácil concluir que, somando-se os pagamentos de juros com o aumento da dívida, o governo Lula gastou algo como R$ 2,4 trilhões nos oito anos, o que significa dizer que, em média, jogamos no lixo algo como US$ 822 milhões por dia, valor que representa mais do dobro do total destinado pelo governo em educação, saúde e investimentos em infraestrutura”.

Ainda para o Profº Judas Tadeu Grassi Mendes, a primeira coisa a ser feita é uma reforma tributária que resulte em equilíbrio fiscal – o governo gastando apenas (incluindo os juros) o que arrecada. Assim, os juros devem cair e o governo poderá liberar o compulsório, fazendo-os cair ainda mais. E isso sem risco de inflação. Com juros menores, a demanda agregada se expande, o consumo aumenta e estimula investimentos produtivos. Ele destaca que, mesmo que os juros baixem muito, os bancos brasileiros sobreviverão tranquilamente, apenas terão rentabilidades menores. “Em compensação, o Brasil será um país bem melhor. Os lucros dos bancos, em vez de serem altos por causa dos juros elevados e do baixo volume (hoje apenas 48% do PIB) devem ser gerados por juros baixos, mas em volumes elevados, algo como 100% do PIB, como ocorre nos países desenvolvidos.”

Já Marcelo Michelson acredita que não são os juros que garantem a lucratividade dos bancos brasileiros, mas as tarifas cobradas pelos serviços. “Se compararmos com Europa e EUA, pagamos tarifas bancárias altíssimas. Além disso, os clientes prestam menos atenção à cobrança de tarifas do que à cobrança de juros e, portanto, a maioria nem sabe quanto paga e quais os benefícios a que tem direito. São poucos os que reclamam e mesmo estes tem que aceitar um pacote de tarifas mínimo se quiserem ter cheques, cartões, etc.”

Para ele, o sistema global é baseado em dívida – os bancos oferecem crédito e criam dívidas, pois acreditam que esse crédito será pago (pelo menos os juros). Para que o empréstimo seja pago, a economia precisa crescer sem parar e, para isso, as pessoas precisam consumir cada vez mais. Ao produzir e consumir, o ser humano cria impactos sociais e ambientais que resultam em "insustentabilidade". “Dificilmente conseguiremos mudar esse paradigma de forma voluntária”, declara. Michelson usa os exemplos da Grécia e alguns países árabes, onde a mudança ocorreu quando a crise se agravou. Para ele, a crise global ainda vai se agravar mais: “Os pacotes anunciados para resgatar bancos e países só criaram mais dívidas e empurraram o problema ‘com a barriga’ para ser resolvido mais adiante”. Para ele, a pergunta a ser feita é: quando a crise vier, como reagiremos? “Será que haverá solidariedade entre vizinhos e comunidades, como houve durante a 2ª Guerra Mundial em países como a Inglaterra? Ou partiremos para ‘cada um por si’?”

No futuro, avalia Michelson, acontecerão as duas coisas. Porém, no presente, os brasileiros precisam canalizar sua energia no esforço de formar laços de solidariedade. E não por medo da crise, mas sim por ser muito melhor do que viver isoladamente: “Ter boas relações de amizade, participar dos rumos de nossa comunidade, ter tempo para lazer, são alguns fatores que promovem mais bem-estar do que o consumo”.


Práticas para a Sustentabilidade no Setor Financeiro Brasileiro, por Clarissa Lins e Daniel Wajnberg

“A sustentabilidade corporativa pode estar presente em empresas do setor financeiro de diversas formas. Em alguns casos, ela se faz mais presente na criação de novos produtos com características específicas ligadas à inclusão social ou à preservação ambiental, por exemplo.

Em outros, há maior esforço na mudança de processos existentes, como a inserção de análise de riscos socioambientais no processo de avaliação de risco de crédito ou, ainda, na utilização de critérios de sustentabilidade na seleção de fornecedores. Um terceiro grupo de empresas preocupa-se com ambas as dimensões.

As atividades de financiamento dos bancos são o principal canal de geração de impacto no meio ambiente e nas comunidades da atuação do setor financeiro.
Ao embutirem a avaliação de riscos socioambientais na decisão de concessão do crédito, as instituições financeiras diminuem o risco de crédito e a inadimplência de sua carteira de clientes, além de assegurar que o valor das garantias dadas por eles não se altere consideravelmente.Ao incorporar riscos como esses em sua análise de crédito, o banco está fazendo uma gestão mais eficiente de sua carteira de crédito, e contribuindo para um melhor desempenho de suas atividades de financiamento. Além disso, o banco está também atuando de forma a somente permitir a implantação e operação de projetos e empresas que contribuam para o desenvolvimento sustentável, preservando o meio ambiente e melhorando as condições de vida das comunidades.” Atualizações: Na época do lançamento dessa pesquisa, a dupla de pesquisadores fez algumas avaliações do desempenho dos bancos analisados, como as seis práticas de finanças sustentáveis a seguir:

1) Avaliação de riscos socioambientais em financiamentos;
2) Crédito responsável;
3) Microcrédito;
4) Fundos socialmente responsáveis;
5) Seguros Ambientais;
6) Mercado de Carbono.

Para saber como os bancos estão se saindo hoje, quatro anos depois, seria necessária uma nova pesquisa. Entretanto, Clarissa Lins dá sua opinião baseada no que vem observando em seu trabalho na Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável. Para ela, os itens 1 e 4 são os que mais evoluíram, principalmente o 4. “Já o item 2 apresentou uma evolução menos acentuada porque, se por um lado o crédito responsável não é bom somente para o cliente, mas para que os bancos mantenham a solvência da carteira, por outro, a inadimplência aumentou, o que não poderia acontecer dentro dessa prática de responsabilidade”.

Os itens 3, 5 e 6, para a pesquisadora, são os que menos apresentaram evolução: “Em relação à prática do microcrédito, por exemplo, podemos dizer que, de modo geral, ainda não se encontrou o modelo adequado”, diz Clarissa. Ela acredita que há casos isolados de sucesso, como o do Bradesco, no Morro Dona Marta, no Rio de Janeiro, onde foi instalada uma Unidade de Polícia Pacificadora: “Pelo que estou informada, é um caso que funciona, mas com parcerias”.

O que Clarissa e Daniel Wajnberg concluíram em 2007 em relação ao microcrédito ainda pode ser citado: “A análise dos documentos públicos das instituições financeiras permite concluir que esta questão não parece estar ganhando a devida atenção pelos maiores bancos brasileiros (...) A análise dos relatórios e de outras publicações (principalmente websites relacionados) identificou uma série de possíveis causas:

• Regulamentação excessiva do governo, sobretudo a limitação quanto às taxas de juros para essa modalidade de empréstimo;
• Concorrência de fontes alternativas de recursos (lojas, empréstimos familiares, fornecedores);
• Falta de sistemas cadastrais com informações sobre bons pagadores;
• Problemas de gestão nas poucas OSCIPs (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) cadastradas para repasse de recursos;
• Prática ainda em estágios iniciais da curva de aprendizado (Vale lembrar que somente após 18 anos de operação a lucratividade do Grameen Bank se tornou estável).

Nos itens 5 - seguros ambientais e 6 - mercado de carbono, para Clarissa, até mesmo os bancos internacionais precisam avançar: “Neste quesito, todos foram bastante prejudicados pela crise global”.

Catalisadores de desenvolvimento sustentável: Outra lista analisada pela pesquisa é a de mecanismos usados pelos bancos para promover a criação de valor pela incorporação de variáveis sociais e ambientais, favorecendo o papel de catalisador do desenvolvimento sustentável dos bancos e, ao mesmo tempo, criando valor para seus acionistas:

1) Aumento no valor de seus ativos intangíveis, como reputação e marca;
2) Melhoria na atração e retenção de talentos;
3) Redução de custos graças a medidas de ecoeficiência;
4) Melhor gerenciamento de riscos que, por consequência, gera maior facilidade no acesso ao capital;
5) Oferta de produtos e serviços inovadores contribuindo para maior geração de receitas.

Para Clarissa, em todos os cinco pontos, se forem consideradas as informações publicamente divulgadas pelos maiores bancos do país, houve uma evolução: “Entretanto, de forma geral, as instituições precisam se apropriar mais desses mecanismos, principalmente na avaliação de crédito e no oferecimento de produtos e serviços voltados a empresas que trabalham de forma sustentável”.

Por fim, outro quesito no qual houve uma evolução, desde 2007, é a carência de indicadores adequados para mensurar o desempenho das instituições nas dimensões sociais e ambientais: “Houve uma evolução em relação a relatórios detalhados de desempenho em que as instituições buscam, com transparência, informar suas iniciativas relacionadas à agenda da sustentabilidade”. Entretanto, como Clarissa aponta, o caminho entre essas ações e o resultado de seu desempenho, seu valor, ainda não foi encontrado e é assunto de uma pesquisa atualmente desenvolvida por Daniel Wajnberg.

“O déficit público no conceito nominal (que inclui o pagamento de juros) é crônico. Apesar de tudo isso, os bancos não são culpados pela dependência do governo do setor financeiro. É o governo que tem de mudar a maneira da gestão pública”.
Judas Tadeu Grassi Mendes

“No Brasil, ainda há a necessidade de possibilitar o consumo de bens básicos, como geladeiras, para uma boa parte da população. Então, não podemos demonizar o crédito como um todo.” Marcelo Michelson



Lucro dos Bancos no Primeiro semestre de 2011

Itaú:R$ 7,133 bilhões
Banco do Brasil: R$ 6,26 bilhões
Bradesco: R$ 5,487 bilhões
BNDES: R$ 5,3 bilhões
Santander: R$ 4,153 bilhões
Caixa: R$ 1,7 bilhão
HSBC: R$ 611,9 milhões
Banco do Nordeste: R$ 300,7 milhões

(Fonte: Federação dos Bancários do Paraná)


Matéria divulgada originalmente na edição 25 da Revista Geração Sustentável - Jornalista: Letícia Ferreira.

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Veja os conteúdos dessa edição:

Matérias:

Entrevista com Manfred Alfonso Dasenbrock - Sicredi PR
Desenvolvimento Local: Iniciativa sustentável inova modelo de entregas
Educação e Sustentabilidade: Abrindo o silêncio para o mundo
Responsabilidade Social: Sustentabilidade - da teoria à prática
Gestão de Resíduos: Iniciativas privadas buscam educar a sociedade a reduzir, reutilizar e a reciclar lixo

Artigos:
Ivan Dutra - Da Tunísia a Wall Street
Jeronimo Mendes - O encanto permance, mais o gosto muda
Yuri Beltramin - Como estamos construíndo nosso mundo sustentável?

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