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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Elipse E3 gera mais economia ao Office Green


Solução da Elipse Software otimiza os consumos de energia, água e demais sistemas integrados na automação predial do empreendimento comercial localizado em Palhoça, o primeiro a conquistar a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) no Estado de Santa Catarina
O empreendimento Pedra Branca Cidade Sustentável é o primeiro projeto da América do Sul selecionado para o Clinton Climate Initiative, programa lançado pelo ex-presidente americano Bill Clinton em 2009, com o intuito de apresentar estratégias positivas para o clima. Vários esforços foram feitos para atingir este fim, entre eles investimentos em automação predial. Seguindo este contexto, a integradora Engetel Automação e Segurança instalou o E3, solução de supervisão e controle da Elipse Software, em quatro condomínios da Pedra Branca localizados em Palhoça.
Destaque para o Office Green por ter sido o primeiro a obter a pré-certificação LEED em Santa Catarina. Utilizado em 143 países, o LEED é um sistema internacional de orientação ambiental para edificações concebido pelo Green Building Council. Através das telas do E3, é possível monitorar o consumo de energia elétrica, água e os sistemas de refrigeração e exaustão do prédio. O software apresenta um sistema de detecção e alarme contra incêndios, como também emite relatórios com os quais é possível analisar o funcionamento dos sistemas de iluminação, alarmes e climatização, além da economia gerada com o uso mais racional de energia e água.

Mais informações no case ou através do telefone (51) 3346-4699.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Unidade Resinas da Celulose Irani reduz 87% do consumo de água no processo fabril


Após a instalação de uma torre de resfriamento e de melhorias em estruturas já existentes, a unidade Resinas da Celulose Irani acaba de identificar uma redução de 87% no consumo de água por tonelada no processo de produção de breu e terebintina, matérias-primas de resinas e aplicações em produtos como vernizes, tintas, adesivos e esmaltes.

Durante os meses de março e abril deste ano, a unidade (localizada em Balneário Pinhal, no litoral do Rio Grande do Sul) concluiu o fechamento do circuito hidráulico existente e deu início a um novo sistema de resfriamento para o processo fabril. A água é utilizada para geração de vapor na caldeira e no resfriamento do processo de destilação na produção de breu e terebintina.

Em todos os seus processos, a Celulose Irani busca contribuir para obter melhorias e reduzir significativamente o impacto ambiental gerado por suas atividades. “Procuramos manter o desempenho das atividades da unidade fabril alinhado aos objetivos da política ambiental da IRANI”, explica Leandro Farina, gerente de gestão para excelência da IRANI.

O anúncio da redução do consumo de água na unidade de Resinas vem ao encontro da divulgação do Relatório de Sustentabilidade 2013 da IRANI em que um dos destaques foi a redução do consumo de água na Empresa durante o ano passado.
Mais informações 
MSLGROUP Espalhe
facebook.com/espalhe

quarta-feira, 26 de junho de 2013

SABESP E SAGARANA COMUNICAÇÃO PROMOVEM CAMPANHA PIONEIRA PARA INCENTIVAR O USO CONSCIENTE DA ÁGUA


Primeira edição da ‘Disputa de Casas’ será realizada em São Roque, no interior de São Paulo, de maio a agosto de 2013

A Sagarana Comunicação uniu a Sabesp, a Brastemp e a Finish em uma campanha para engajar pessoas na luta contra o desperdício de água. Juntas, as empresas apresentam a Disputa de Casas, campanha pioneira no Brasil desenvolvida para estimular os moradores de residências a utilizarem a água de maneira consciente, por meio da reeducação de novos hábitos de consumo, e premiando ao final os participantes mais engajados na causa. A campanha pretende mostrar como o uso inteligente da água, aliado às novas tecnologias, pode economizar também tempo e dinheiro.

“A falta de orientação sobre como é possível cumprir as atividades diárias que envolvem o uso racional da água sem comprometer a higiene é a grande responsável pelo pouco engajamento das pessoas. Daí surgiu a ideia de trazer estímulos que realmente tenham impacto na vida delas. Ao longo da campanha iremos desenvolver um paralelo entre a economia de água e a economia financeira, assim como incentivar uma competição saudável entre os envolvidos”, comenta Guilherme Stella, sócio-diretor da agência Sagarana Comunicação.

São Roque foi escolhida para sediar a primeira edição do projeto por ser uma cidade de pequeno porte (79 mil habitantes), o que contribui para o engajamento, e por estar localizada a apenas 60 quilômetros da capital paulista, cidade que deve receber a campanha ainda em 2013.

MECÂNICA DA DISPUTA

Os moradores de São Roque poderão se inscrever para participar da Disputa de Casas pelo site até 28 de maio. Os participantes passarão por um processo completo de reeducação. Eles serão submetidos a workshops e eventos educativos onde o tema central será a utilização inteligente de água. Para ajudar na economia do dia a dia, os participantes também receberão cartilhas e adesivos com informações motivacionais. Além disso, mensalmente, acontecerão visitas realizadas pelos promotores da campanha para ajudar os participantes na manutenção dos novos hábitos de consumo.

Também serão feitas medições periódicas das casas participantes nos meses de junho e julho de 2013, período de apuração da campanha, para que os moradores possam acompanhar  sua performance ao longo da ação.

“Esse acompanhamento será essencial para que os participantes possam tomar novas medidas caso o consumo em suas residências ainda esteja alto. A Disputa de Casas é uma campanha única, pois a cidade economiza água e os moradores poupam dinheiro, portanto Independente do resultado todos são vencedores”, incentiva Mario Eduardo Affonseca Pardini, Superintendente da Sabesp - Unidade Médio Tietê.

PREMIAÇÃO

O resultado oficial levará em consideração o consumo das residências nesses meses em comparação com o seu consumo no mesmo período de 2012.
Ao final, as 100 residências que mais se engajarem e economizarem serão premiadas com uma máquina lava-louça da Brastemp e detergente Finish por um ano, cedidos pelos respectivos patrocinadores da campanha.

A lava-louças foi escolhida como premiação por ser um utensílio economizador que pode diminuir o consumo de água em até 6 vezes se comparado com a lavagem manual. “Após a campanha, esperamos que a repetição dos novos hábitos se tornem perenes na vida de todos os participantes, o que se será um enorme benefício para eles e para o planeta”, comenta Renato Guiderolli, gerente da Finish.  


TECNOLOGIA QUE FAZ A DIFERENÇA
A cozinha é o segundo ambiente da casa com maior consumo de água (o equivalente a 10%), por isso o uso da lavadora de louça com tecnologia economizadora pode ser fundamental para que a redução do desperdício realmente aconteça.

Um estudo da Universidade de Bonn, na Alemanha, mostrou que a reeducação de hábitos, somada às novas tecnologias, pode diminuir o consumo de água de uma residência em até 80%. Segundo a pesquisa, são necessários cerca de 100 litros de água para lavar 140 peças de louça manualmente, já em uma lava-louças gasta-se apenas 15 litros, um consumo de água quase seis vezes menor.  Levando em consideração o consumo médio de água gasto para a lavagem das louças por um dia inteiro, em um ano seria possível economizar, somente com este eletrodoméstico, em média 74 mil litros, o suficiente para abastecer mais de sete caminhões pipa.

“As novas tecnologias são indispensáveis para aqueles que buscam economia de água e qualidade de vida. As lava-louças, por exemplo, economizam cerca de 300 horas de trabalho manual por ano para seu usuário, além de oferecerem uma lavagem mais eficiente, higienizando as louças por conta da água quente, que chega a cerca de 70 graus”, explica Armando Valle, vice-presidente de Relações Institucionais, Sustentabilidade, Consulado da Mulher e Unidade de Negócios Manaus da Whirlpool Latin America.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

2013: um ano para se repensar o uso da água



Por Felipe Bottini e Silneiton Favero

A água é um recurso vital porque os organismos vivos são inviáveis sem ela, ao passo que está presente, em maior ou menor intensidade, em todo e qualquer processo produtivo. Não existe vida, sociedade, economia nem cultura sem água. Por esse motivo, a água é um bem público e, sendo também recurso e insumo, possui valor econômico, atributos devidamente reconhecidos na legislação brasileira sobre recursos hídricos.

O desafio dos governos tem sido o de gerenciar o atendimento aos diferentes usos em um quadro no qual a relativa abundância de água no planeta não se traduz em disponibilidade e acesso universal. O cenário atual é de demandas múltiplas e crescentes em função da necessidade de produzir mais alimentos, bens, serviços e energia com reservas de água ameaçadas pelo mau uso nas bacias hidrográficas e pelo comprometimento dos ecossistemas locais. Ademais, apenas 3% de toda a reserva hídrica global são de água doce, distribuída desigualmente entre os países e em suas regiões.

A cooperação entre os países para a resolução dos desafios da gestão da água diante desse estado de coisas foi discutida no International Annual UN-Water Conference (Saragoça, Espanha, de 8 a 10 de janeiro), como parte das atividades do Ano Internacional de Cooperação pela Água (2013). O UN-Water é um mecanismo interagencial que reúne os órgãos das Nações Unidas com atuação nas questões relacionadas à água e ao saneamento. Esses desafios referem-se, afinal, à segurança hídrica.

A segurança hídrica relaciona-se diretamente com as seguranças alimentar e energética, interpondo questões econômicas relevantes. Como compatibilizá-las é uma tarefa ainda em progresso. Sabe-se que essa responsabilidade não pode e não deve ficar unicamente com os governos. As empresas têm capacidade de internalizar diversas ações relacionadas à conservação da água por meio de um uso econômica e socialmente benéfico e ambientalmente sustentável - o Uso Responsável da Água. Os consumidores podem inteirar-se da realidade da água e buscar bens e serviços produzidos de maneira responsável.

Em essência, usar responsavelmente a água significa cuidar daquilo que não nos pertence individualmente e sim a todos indistintamente, enfatizando a responsabilidade coletiva por esse bem público. O uso ambientalmente sustentável favorece a biodiversidade e os processos ecológicos na escala da bacia hidrográfica. O uso socialmente benéfico assegura benefícios de longo prazo, como os econômicos, para a população local e a sociedade como um todo. Isso pressupõe que os grandes usuários aceitem suas responsabilidades pelo gerenciamento sustentável da água em sua cadeia de valor.

Muitas empresas têm utilizado esta abordagem em suas políticas de sustentabilidade. Há exemplos de como conseguir economias e eficiências financeiras melhorando a qualidade do uso da água em toda a cadeia de produção, integrando a empresa aos esforços de conservação dos ecossistemas e inserindo-as na governança da água de maneira proativa. De seu turno, alguns governos nacionais criaram instâncias que cuidam especificamente do uso responsável da água em seu território.

O Brasil tem uma legislação avançada de gestão de recursos hídricos, com princípios, diretrizes e instrumentos que visam a assegurar a disponibilidade de água para os usos preponderantes nas bacias hidrográficas e a minimizar os conflitos pelo uso, dentro de um sistema participativo de gestão e segundo padrões de qualidade definidos em planos diretores de bacia. Ocorre que há um descompasso entre o avanço legal e as capacidades reais para aplicar plenamente os instrumentos, resultando uma consecução apenas relativa dos objetivos do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos.

Todavia, o pioneirismo de alguns agentes privados que reconheceram a importância da agenda da água para seus negócios e para o equilíbrio ecológico não é ainda o bastante para a manutenção do bem-estar e a conservação do recurso em escala global. Tampouco as ações regulatórias em países como o Brasil estão produzindo plenos resultados.

Nesse cenário, o Uso Responsável da Água vem se consolidando como abordagem de gestão privada alinhada às prioridades de conservação ecossistêmica. Um padrão internacional de certificação e verificação está sendo desenvolvido sob os auspícios da Aliança Global pelo Uso Responsável da Água, que reúne instituições com destacada atuação em conservação ambiental e gestão de recursos hídricos. Por meio desse padrão as empresas obterão reconhecimento de mercado às suas práticas de gestão. Está em fase final de preparação o protocolo da certificação, prevendo-se que esta opere dentro de dois anos.

A abordagem de responsabilidade coletiva trazida pelo Uso Responsável da Água vem para mudar a percepção ainda comum de que o “que é de todos a ninguém pertence”. Trata-se de um estímulo de alcance também econômico às empresas que verificadamente cumprirem a agenda de conservação das águas e um desestímulo aos agentes privados que não a promoverem.

O avanço dessa agenda e o seu sucesso dependem de uma estrutura de incentivos adequada aos agentes privados, o que implica ajustes nos marcos regulatórios e a criação de maior conhecimento na sociedade e nas próprias empresas. Depende ainda do desenvolvimento de conhecimento técnico para que seja possível medir de forma confiável as contribuições para a recuperação da qualidade e quantidade dos serviços ecossistêmicos relacionados à água.

Deve-se ressaltar que, do ponto de vista da governança da água e da superação desses condicionantes, o Uso Responsável da Água contribui para a resolução dos conflitos e para os esforços de conservação nas bacias hidrográficas, justamente o que a legislação brasileira de águas preconiza e do que a sociedade precisa para o seu desenvolvimento. Repensar o uso da água na perspectiva da sustentabilidade é, antes de tudo e mais nada, uma oportunidade.

Felipe Bottini é economista e sócio-fundador da Green Domus Desenvolvimento Sustentável Ltda e da Neutralize Carbono @neutralizeCO2. Consultor especial do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.

Silneiton Favero é especialista em Gestão de Recursos Hídricos, consultor sênior da Green Domus e colaborador da Aliança Global pelo Uso Responsável da Água.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Whirlpool investe no uso sustentável da água


Em busca constante pela eficiência no consumo de água, a Whirlpool Latin America, dona das marcas Brastemp, Consul e KitchenAid, participa, no dia 07 de novembro, do Exame Fórum de Sustentabilidade. Durante o evento, serão realizados debates sobre a situação dos recursos hídricos no Brasil e no mundo.
 
A companhia economizou 141 m³ de água em 2011 nas Unidades Joinville, Manaus, Rio Claro e São Paulo. A redução do consumo de 843 mil m³ em 2010 para 693 mil m³ em 2011 representa uma economia de 17% dos recursos. Com o objetivo de registrar a mesma tendência em 2012, a empresa investe no uso sustentável da água por meio de sistemas de captação de água da chuva e Estações de Tratamento de Efluentes (ETE).
 
Há três meses, a Unidade Rio Claro inaugurou uma nova ETE, que deve gerar, em média, uma economia de 66 milhões de litros de água por ano. Os investimentos também passam por inovações nos produtos desenvolvidos pela empresa, que tem baixo consumo de água. As lava-louças Brastemp, por exemplo, consumem de 12 a 20 litros de água em cada operação, sendo menos da metade do volume utilizado na lavagem manual.
 
Para saber mais sobre a Whirlpool Latin America, acesse www.whirlpool.com.br