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sexta-feira, 12 de março de 2010

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EDITORIAL:
Revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL

Indústria: inovando no presente para ser sustentável no futuro

Tratando-se de sustentabilidade, a indústria já foi vista como a principal vilã no processo "produção x consumo". Esse setor empresarial carregava o rótulo de ser um dos principais geradores de resíduos por meio dos seus subprodutos, do destino inadequado de suas embalagens e, principalmente, pela contaminação do meio ambiente. Os tempos, porém, estão mudando, e elas estão deixando de ser um lugar sujo, cheio de graxa, escuro e, acima de tudo, extremamente poluidor.

O processo de transformação chegou e muitas indústrias passaram a considerar, em suas estratégias, os fatores socioambientais. É lá que atualmente estão algumas das ideias mais transformadoras da atualidade quando o assunto é inovação para a sustentabilidade. Importantes fábricas que têm influência no consumo da população hoje reconhecem a sua importância na sociedade. Elas assumiram a responsabilidade de transformar conceitos, modificando a forma de fabricar seus produtos ao diminuir o impacto no meio ambiente. Para isso, inovaram por meio de investimentos em tecnologia e pesquisa a fim de garantir a mesma qualidade do produto e a perenidade no mercado. O passo seguinte foi anunciar aos quatro cantos sua capacidade transformadora, iniciando uma cadeia de influência no consumo e também na própria área de atuação.

Quando se inicia esse tipo de mudança, todo mundo ganha. Ideias inovadoras sempre trazem economia, melhoram o produto e conquistam novos consumidores. Quem consome já pode escolher se prefere pagar por um produto que para ser fabricado gerou toneladas de gás carbônico no meio ambiente ou se quer um produto feito com técnicas limpas.

Quando o ciclo sustentável passa a fazer parte do cotidiano da indústria, os horizontes se ampliam e os beneficiados são o meio ambiente e toda a sociedade, que finalmente parecem mostrar sinais de evolução.

Boa Leitura!
Pedro Salanek Filho - Diretor Executivo GERAÇÃO SUSTENTÁVEL

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quinta-feira, 11 de março de 2010

Reflorescimento das cidades

População assume papel de protagonista nas transformações urbanas
Cooperação entre cidades também pode facilitar mudanças importantes

É preciso estar atento ao movimento subterrâneo que ocorre na sociedade e vai desembocar, fatalmente, em mudanças profundas. Quais são elas, ou as estruturas que surgirão, ainda não são conhecidas. Mas certamente serão desenhadas pela população, que começa a assumir com mais determinação as decisões que devem ser tomadas.

O resumo oferece apenas uma idéia da visão apresentada pelo articulador do Comitê Científico da Conferência Internacional Cidades Inovadoras, Augusto de Franco, na mesa de abertura do evento, que teve como tema

O Reflorescimento das Cidades. De acordo com Franco, que é analista político e animador de redes sociais, as cidades já estão experimentando mudanças importantes, mas as grandes e pesadas estruturas atuais e os governos ainda não perceberam. É impossível segurar o processo, alertou.

A opinião de Franco foi partilhada pelos demais palestrantes. Uma das maiores experts em urbanismo no mundo, a jornalista norte-americana Carol Coletta, acredita que o maior desafio da inovação nas cidades é a resistência das pessoas. “É da natureza humana não gostar de mudanças”, disse.

Segundo ela, as grandes mudanças são geradas por coisas muito simples, mas que precisam da cumplicidade da população. E apresentou cálculos que mostram que os Estados Unidos economizariam US$ 1.66 bilhão por ano apenas com a redução de 1ponto percentual na pobreza e em mudanças que permitiriam que o cidadão não tivesse de se locomover mais de uma milha por dia.

As cidades sempre estiveram à frente das inovações, acrescentou Augusto de Franco. E isso não mudará. Para enfrentar o problema financeiro que os municípios teriam para poder administrar seu próprio destino de forma mais ampla, ele aponta a coligação e cooperação entre as cidades. “Já estão surgindo cidades-regiões e até cidades transnacionais”, afirmou.

O vice-prefeito de Londres, Richard Barnes, apresentou como exemplo prático de melhoria da cidade a revitalização das docas. Barnes disse que esta ação foi uma das grandes responsáveis pelas mudanças experimentadas pela capital inglesa nos últimos anos – que passa por um verdadeiro reflorescimento.


Fonte: FIEP PR
Foto: Crédito Jader Rocha

CIDADES INOVADORAS

Prefeitos de Chattanooga (EUA) e Santa Maria (RS) falam do novo modelo urbano que envolve a população nas decisões sobre o futuro das cidades

As cidades de médio porte, que têm entre 100 e 500 mil habitantes são as que mais crescem nos países em desenvolvimento. Garantir o seu crescimento, mas ao mesmo tempo preservar as características que as diferenciam das metrópoles é o desafio de prefeitos, gestores públicos e da comunidade em geral. O tema foi debatido no 1º Encontro Internacional de Cidades de Médio Porte, aberto nesta quarta-feira (10), dentro da CICI2010 - Conferência Internacional de Cidades Inovadoras, que acontece em Curitiba, numa promoção do Sistema Fiep. O debate do primeiro dia do encontro reuniu os prefeitos de Chattanooga (EUA), Ron Littlefield, e Santa Maria (RS), Cezar Schirmer, e a economista, a administradora pública e consultora da ONU, Ana Carla Fonseca.

O prefeito de Chattanooga mostrou com fotos a grande transformação que a cidade sofreu a partir de 1980, inspirada nas experiências inovadoras de outras cidades. Deixou de ser a cidade mais poluída dos EUA nos anos 60 para se tornar a mais verde. “Com planejamento urbano nós começamos a criar uma cidade bonita, plantando árvores, revitalizando o rio, criando parques, restaurando áreas públicas e assim, atraímos pessoas”, disse. Para Littlefield, as cidades que desejam mudar precisam utilizar a população nas tomadas de decisão. “Dessa forma as pessoas se sentem donas das idéias, responsáveis pela cidade. Colocamos os planos em prática e fizemos as pessoas participantes ativas do processo. Essa é a chave para o sucesso”, ressaltou.

O modelo de Chattanooga serviu de inspiração para Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Com quase 1 milhão de habitantes, a cidade está investindo em tecnologia, infraestrutura, desenvolvimento rural e educação. Para poder crescer de forma sustentável e ser criativa, a prefeitura convocou a população para responder: “Como é a cidade que queremos?”. “Nós envolvemos a população para construir o futuro da cidade e não do governo”, contou Cézar Schirmer, prefeito de Santa Maria. “Não temos ainda os problemas das grandes cidades. Vamos aprender com elas para evitá-los”, garantiu o prefeito.

Vantagens e oportunidades - “As cidades de médio porte possuem vantagens e oportunidades em relação às metrópoles: não têm os problemas das grandes e nem falta de recursos das pequenas, são vitais para o balanço do desenvolvimento regional”, afirmou Ana Carla Fonseca. Segundo ela, as cidades de médio porte apresentam sociedades mais engajadas, estabelecem pontos e conexões entre as pequenas e grandes, entre o local e o global, entre o passado e o futuro. “São cidades que se atém muito a suas histórias”, disse. A consultora da ONU falou do conceito de cidade criativa, destacando os espaços que reúnem trabalho, lazer e moradia em um ambiente de inovação.

É preciso manter e revelar as singularidades e deve ser vista não aos pedaços, mas como um todo, com uma conexão de idéias, de diversidade, explicou. Dentro deste modelo, o espaço público deixa de ser um espaço de ninguém e passa a ser um espaço de todos”, destaca Ana Carla.

Fonte: FIEP - PARANÁ
Foto: Crédito Rogerio Theodorovy

CIDADES INOVADORAS - SHANGAI EXPO


“Cidades pulsantes” será o tema do pavilhão brasileiro na maior feira mundial, que acontece de maio a outubro na China



O Brasil está mais do que preparado para a Shanghai 2010 Expo – e leva o exemplo das nossas cidades para apresentar o país a todo o planeta, na maior feira mundial do gênero. A Shangai 2010 começa dia 1º de maio e prossegue até 31 de outubro e tem expectativa de receber 70 milhões de visitantes. O evento foi apresentado na última quarta-feira (10) durante a CICI2010 – Conferência Internacional de Cidades Inovadoras, que acontece em Curitiba numa promoção do Sistema Fiep.

“O tema da Shanghai 2010 é – Better City, Better Life (Cidade Melhor para uma Vida Melhor) – e sob esse aspecto o pavilhão brasileiro terá muito a mostrar”, destacou Maria do Carmo Zinato, da Apex Brasil. Ela informou que o tema do pavilhão brasileiro será “Cidades Pulsantes”. “Pulsar diz muito sobre o povo brasileiro. Temos a energia do povo, a nossa imensa criatividade e diversidade. No lado técnico, temos exemplos de hidrelétricas e soluções para mostrar à China, país que está em busca de uma política energética limpa”, afirmou. De acordo com a representante da Apex, o pavilhão brasileiro será “vizinhos” dos EUA, Canadá e Colômbia na feira.

O site do Brasil na Shanghai 2010 já está no ar: WWW.expo2010brasil.com. Pelo site, internautas podem colaborar enviando sugestões para inovações no site e na construção de painéis do pavilhão.


Fonte: Comunicação Social - Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná - FIEP
http://www.fiepr.org.br/ - E-mail: Imprensa@fiepr.org.br

quarta-feira, 10 de março de 2010

Prêmio Nacional de Desenvolvimento Regional


O Ministério da Integração Nacional (MI), com base nos objetivos e estratégias da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), lança o Prêmio Nacional de Desenvolvimento Regional. Em sua primeira edição, o Prêmio homenageia o economista Celso Furtado, pela sua contribuição ao estudo dos problemas de desenvolvimento econômico e regional no Brasil e em comemoração dos 50 anos do lançamento do clássico “Formação Econômica do Brasil”.

Objetivo Geral

Promover a reflexão sobre os aspectos teóricos e práticos do desenvolvimento regional no Brasil, envolvendo o poder público e a sociedade civil organizada na discussão e na identificação de medidas concretas para a redução das desigualdades de nível de vida entre as regiões brasileiras e a promoção da eqüidade no acesso a oportunidades de desenvolvimento.

Objetivos Específicos

Estimular o debate e a produção acadêmica sobre o desenvolvimento regional no Brasil, de modo a contribuir para a compreensão do tema e a busca de novas alternativas de intervenção no território em múltiplas escalas;

Identificar e dar visibilidade a boas práticas regionais em execução no País, no que se refere aos sistemas de gestão do desenvolvimento regional e aos bens e serviços produzidos no contexto das novas formas de organização da produção com impactos em nível macrorregional e sub-regional;

Identificar projetos inovadores a serem implementados no território, que sejam voltados para a dinamização econômica e inclusão produtiva e que tenham grande potencial de transformação da realidade socioeconômica em escala macrorregional e sub-regional; e

Ampliar a base de discussão e implementação da Política Nacional de Desenvolvimento Regional.

Categorias

Produção do Conhecimento Acadêmico
Concorrerão teses e dissertações acadêmicas, em nível de Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado, na área de desenvolvimento regional, como forma de contribuir para a compreensão da questão regional brasileira e a identificação de medidas de intervenção adequadas ao estágio atual das disparidades regionais no Brasil.

Práticas Exitosas de Produção e Gestão Institucional
Concorrerão relatos de experiências em andamento, com resultados positivos concretos, implementadas por instituições públicas, privadas ou da sociedade civil, capazes de gerar mudanças estruturais e transformações do território onde está instalado e de seu entorno.

Projetos Inovadores para Implantação no Território
Concorrerão propostas inovadoras de atuação no território, de natureza social, econômica, cultural ou ambiental, com comprovado potencial de transformação da realidade socioeconômica em escala sub-regional ou macrorregional por meio da dinamização econômica e inclusão produtiva.

Premiação

Em cada categoria, serão premiadas as propostas selecionadas em:

1º lugar: Diploma de Reconhecimento de Mérito e a quantia de R$ 46.500,00 (quarenta e seis mil e quinhentos reais)

2º lugar: Diploma de Reconhecimento de Mérito e a quantia de R$ 23.250,00 (vinte e três mil duzentos e cinquenta reais)

Saiba mais: http://www.mi.gov.br/desenvolvimentoregional/premio

Construção Sustentável: Conceito

Não existe – ainda.

A construção que busca ser sustentável usa materiais locais, reciclados e recicláveis. Usa técnicas vernaculares e/ou tecnologias testadas, certificadas. Tira partido do clima e do entorno para reduzir o consumo de energia e de água. Procura não produzir lixo, mas transformar os resíduos em insumos que voltam para a cadeia produtiva. Transforma terrenos degradados em infraestrutura verde. Usa o paisagismo funcional, além do estético. E vale lembrar que mesmo as edificações “zero energia”, que produzem o suficiente para o seu consumo, podem ter causado impactos como na extração de alguns insumos para materiais da construção. Há nove passos principais para uma construção sustentável, que podem ser listados da seguinte maneira:

1. Planejamento Sustentável da Obra

2. Aproveitamento passivo dos recursos naturais

3. Eficiência energética

4. Gestão e economia da água

5. Gestão dos resíduos na edificação

6. Qualidade do ar e do ambiente interior

7. Conforto termo-acústico

8. Uso racional de materiais

9. Uso de produtos e tecnologias ambientalmente amigáveis

Fonte: Publicado originalmente por Inverde.

terça-feira, 9 de março de 2010

Sustentabilidade Brinox

Quando o assunto é meio ambiente, qualquer pequena ação em prol da natureza se torna grande. A Brinox sabe disso e cumpre seu papel de empresa responsável que se preocupa com a sustentabilidade do planeta.

Dentro das suas diretrizes está contemplada uma rigorosa política de cuidados, que visa diminuir ou eliminar impactos dos processos da indústria ao meio ambiente. Para isto, mantém o controle e a separação de todos os resíduos gerados. Os efluentes líquidos passam por um moderno sistema de tratamento, possibilitando que a água seja devolvida à natureza, de acordo com as exigências dos órgãos ambientais.

Já os resíduos recicláveis são separados por categoria e ganham o destino mais adequado para cada tipo. Com o objetivo de estimular ações por um planeta melhor, a Brinox repassa parte deste material para associações de recicladores que transformam estes resíduos em uma importante fonte de renda.

Outra importante ação promovida é a coleta e o armazenamento da água da chuva de aproximadamente 20 mil metros quadrados de telhado da fábrica. Através de uma rede exclusiva, o precioso recurso natural é conduzido para um reservatório com capacidade para 1 milhão de litros, onde passa por um processo de filtragem e, após, é reutilizado no jardim em procedimentos industriais. Depois de adotar estas medidas, a Brinox reduziu em 10% a quantidade de água potável utilizada.

A preocupação com a natureza aparece também na produção dos produtos. Atualmente, a empresa possui um portfólio com mais de 2 mil itens. Entre eles estão utensílios de uso doméstico e para o mercado corporativo voltados para a reciclagem. Um exemplo disso é a Lixeira Seletiva da Linha Decorline. Lançada recentemente, foi desenvolvida a partir de um projeto que visa auxiliar a coleta seletiva e a reciclagem dos mais diversos tipos de resíduos – promovendo vantagens ambientais.

Todos os produtos da marca que possuem apelo ecológico recebem a chancela do Selo Verde criado pela Brinox. Seu objetivo é fazer um convite a cada pessoa para dar um passo em direção a um mundo ecologicamente melhor.


Mais informações:

Fundada em 1988, a Brinox é hoje uma das maiores fabricantes de utilidades domésticas no Brasil. Seus produtos são desenvolvidos com tecnologia de ponta, a partir da necessidade do mercado.
Instalada em uma área de 80 mil m² em Caxias do Sul, trabalha com mais de 2 mil itens em seu rol de produtos.



Conheça toda a linha de produtos acessando ao site: http://www.brinox.com.br/


Fotos: Divulgação Brinox